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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

25
Abr16

Liberdade de expressão


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Comemorando o Dia da Liberdade, a questão que se coloca é... Será que existe liberdade de expressão em pleno século XXI?

Se há uns anos acreditava que éramos livres para nos exprimirmos, nos dias que correm começo a perceber que quando se toca em determinados temas sensíveis da sociedade que o corte da palavra e a verdadeira critica tomam o seu lugar para manifestarem aquele desagrado, acabando por revelar várias tentativas de anular os grupos que se exprimem em viva voz contra a vontade do poder e dos opositores. 

Sem contar muitas vezes com quem nos é mais próximo, percebe-se constantemente que vários são os grupos sociais que se opõem a ouvir a verdade dos factos, tentando abafar o que todos pensam mas que poucos têm coragem de dizer. Empresas que não podem ouvir um funcionário a fornecer muitas vezes opiniões que poderão ajudar a seguir em frente. Uma imprensa fiscalizadora das palavras dos grandes nomes nacionais. Políticos que não deixam a oposição manifestar as suas vontades. Tantos podres que existem por aí e com a liberdade de expressão a ser cada vez mais bloqueada!

25
Abr15

25 de Abril


O Informador

25 de Abril de 1974, o dia em que a mudança no país aconteceu por um futuro melhor. Hoje, 25 de Abril de 2015, quatro décadas depois da revolução dos cravos, tudo poderia ser diferente em Portugal. A revolução de Abril alterou todas as ideologias que defendiam os interesses de uma nação na altura. Somos livres sim, sujeitos a regras e impostos muitas vezes infundados, mas o que se destaca neste dia tão nacional é que a liberdade de expressão existe.

Há quatro décadas tudo era omitido, as palavras sancionadas, conversas tidas entre portas para não serem ouvidas por um orelhudo mais atento. Hoje comportamentos e comentários são feitos à descarada, textos partilhados por tudo o quanto é sítio, situações caricatas a acontecerem ao virar de qualquer esquina. Poderíamos ter a liberdade dos nossos dias se continuássemos a viver oprimidos por um estado controlador?

27
Dez14

Habituava-me bem!


O Informador

Habituava-me tão bem a esta vida de férias, sem os horários para ir trabalhar, não sendo obrigado a dormir a uma hora razoável para conseguir aguentar o dia seguinte. Nestas férias tenho descansado em casa, adormeço para lá das 2 ou 3 da manhã, deixando-me ficar a ver as minhas séries até às tantas, por saber que na manhã que se avizinha não tenho que acordar pelas 8h para ir trabalhar, podendo ficar a dormir até mais tarde e ficar mesmo depois de acordado deitado na preguiça matinal.

Esta sim seria uma boa vida, sem ter de sair cedo para trabalhar, arranjando um emprego sem horários definidos e que pudesse praticar a partir de casa, sem ter que sair na maior parte dos dias. Sei que não consigo estar fechado um dia inteiro em casa, mas ter liberdade para organizar os meus horários, poder dedicar-me ao blogue, ler e escrever, ver televisão e sentar-me ao sol numa esplanada enquanto vou trabalhando seria ouro sobre azul.

Ui, como me habituava tão bem a esta vida de liberdade, não de férias prolongadas, mas com um emprego sem horários e locais estabelecidos. Sonhos!

02
Nov14

Até que a morte nos separe


O Informador

Até que a morte nos separeDiariamente as vítimas de violência doméstica aparecem através das mãos dos namorados ou maridos e se com o tempo tudo poderia mudar com a evolução da sociedade, o que tem sido alterado no número de casos que têm aparecido ao longo dos últimos anos? Nada, rigorosamente nada, ainda para mais quando surgem depoimentos de mulheres que afirmam que em poucas semanas de namoro já sofriam de tal violência e que mesmo assim deixaram seguir um romance complicado que chegou ao casamento, tendo anos de sofrimento sem denunciarem o que as poderia levar à morte!

O medo, a humilhação e a aniquilação são assim tão fracos sobre um amor de agressões onde muitas vezes amigos, familiares e vizinhos percebem e também não partilham tais crimes públicos por cumplicidade e covardia para com o agressor?!

Como as vítimas, em grande maioria as mulheres, conseguem enfrentar anos de passagem por um deserto vazio sobre a mão pesada de criminosos sem escrúpulos não fugindo e procurando ajuda junto de autoridades e instituições? O apoio às vítimas de agressão existe, mulheres e homens morrem constantemente por sucessivos maus tratos corporais por parte dos companheiros com quem partilham as suas vidas transformadas num inferno e a mudança social tarda em acontecer!

A APAV tem uma linha de apoio à vítima - 707 200 077 - sempre disponível para qualquer esclarecimento! Não há que ter medo, há sim que enfrentar a realidade e perceber que existe todo um mundo de liberdade onde poder viver sem a repressão e ameaça constante de quem não consegue estar bem consigo próprio é bem possível! A fuga não é nada nestes casos que só podem desejar o afastamento dos agressores!

A liberdade pessoal existe e as agressões são punidas, procurem ajuda enquanto é tempo porque a morte não é a única solução para o final de uma união de violência!

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