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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Leya na 87ª Feira do Livro de Lisboa

Praça Leya.png

A 87ª edição da Feira do Livro de Lisboa começou hoje e a Leya marca a sua presença com a habitual Praça onde mais de 200 sessões de autógrafos com 110 autores, workshops, lançamentos, muita animação para miúdos e graúdos onde até um DJ marcará presença e milhares de livros com boas oportunidades de descontos marcam a sua presença como já é tradição. Para além disto, existirá também um jogo gratuito para todos os visitantes do stand que através dos smartphones poderão ganhar livros. O espaço Praça Leya será assim um misto de literatura e diversão de 1 a 18 de Junho que se espalha ao longo de 14 pavilhões onde estarão as várias chancelas do grupo. 

15 lançamentos, vários workshops, noite de Poesia e muito mais marcam a presença Leya em mais uma edição da Feira do Livro de Lisboa. Ao DJ juntam-se também noites de jazz e outros estilos no palco que mostrará que o evento é muito mais que um encontro literário. Para além disto, não esquecer o espaço do grupo é uma zona mais fresca que a restante feira, já que conta com um sistema de nebulizadores de água para que as temperaturas altas não afastem os visitantes. 

feira do livro de lisboa 2017.png

LANÇAMENTOS, WORKSHOPS E OUTRAS SESSÕES:

 

3 de junho, 19h, Workshop "As Cinco Cores da Comida Saudável", com Vânia Ribeiro (Lua de Papel)

3 de junho, 18h30, lançamento do livro “Ladrões do Tempo” (colecção Jim Del Monaco, nº 9), da autoria de Louro & Simões. O livro será apresentado por Rui Reininho. (ASA BD)

3 de junho , 14h30, encontro da Irmandade da Adaga Negra, grupo de fãs portuguesas da obra de
J,R. Ward (Casa das Letras

4 de junho, 11h30, Workshop "Crianças Saudáveis, Famílias Felizes", com Luísa Fortes da Cunha e Raquel Fortes (Lua de Papel)

4 de junho, 19h, Workshop "Os 100 Melhores Azeites de Portugal", com Edgardo Pacheco, autor do livro com o mesmo título. (Lua de Papel)

6 de junho, 21h, lançamento livro "Ele Está Sempre Contigo", de André Prim (Oficina do Livro)

8 de junho, 21h30, lançamento do livro "Os Conquistadores de Lisboa", de Domingos Amaral (Casa das Letras)

11 de junho, 19h, lançamento do livro "A Dança da Vida", de Gustavo Santos (Oficina do Livro)

14 de junho , 21h30 Noite de poesia & debate com a participação dos poetas Luis Filipe Castro Mendes, Manuel Alegre, Nuno Júdice e António Carlos Cortez, entre outros convidados. Moderação de Ana Sousa Dias.

15 de junho, 18h30, pré-lançamento do livro “Museu do Pensamento”, de Joana Bértholo (Caminho)

Todos os Dias Morrem Deuses [António Tavares]

todos os dias morrem deuses.jpg

Autor: António Tavares

Editora: D. Quixote

Lançamento: Abril de 2017

Edição: 1ª Edição

Páginas: 176

ISBN: 978-972-20-6247-3

Classificação: 2 em 5

 

Sinopse: 1953. Este é um ano rico em acontecimentos: Eisenhower é eleito Presidente dos EUA, Churchill ganha o Prémio Nobel da Literatura, os Rosenberg são acusados de espionagem e executados, Tito torna-se o timoneiro da Jugoslávia… 

E, porém, os factos que atraem o protagonista deste romance - um jovem jornalista sem dinheiro que deambula por uma Lisboa de cafés e águas-furtadas - são claramente delicados em tempo de censura, pois prendem-se com as múltiplas conspirações que rodeiam a morte e a sucessão de Estaline na União Soviética. 

Não só é preciso que escreva com pinças para fintar o regime, como a informação que lhe chega de fora é escassa e contraditória, obrigando-o a dar largas à sua imaginação…

Muitos anos depois, de regresso à aldeia onde nasceu e a que o liga a memória da mãe, sente o rasto da velhice na metáfora de uma fogueira que vai consumindo o que ainda lhe sobra desse passado e relembra as mulheres que o marcaram e os deuses que ajudou a criar na sua prosa diária.

 

Opinião: Decorre o ano de 1953 e encontramos-nos em Lisboa, na vida de um jovem jornalista responsável pela área internacional de um jornal nacional. Os acontecimentos do Mundo que marcaram a História daí em diante têm de ser relatados, nem sempre como acontecem, mas sim como convém, tendo o cuidado com o controlo da época, tal como com a criação floreada por vezes de certos temas que não chegavam com grandes bases a Portugal para serem noticiados à sociedade. Era necessário criar história dentro do que era possível fazer, nem que para isso se inventasse um pouco com o que acontecia do outro lado do planeta e que estava bem distante para se confrontar a notícia com a verdade dos factos. 

A premissa de Todos os Dias Morrem Deus é boa, no entanto não a vi com um bom desenvolvimento, tendo os factos históricos desfilados muito rapidamente e sem grande pormenorização, sendo feito algo corrido sem conseguir dar destaque à História como devia ter acontecido. O leitor fica com aquela ideia que, sim isto aconteceu, ok, talvez se fique com a noção que já se devia ter, mas não se levam os acontecimentos mais além, para as repercussões, por exemplo, que uma decisão levou junto da população. 

Atual leitura... Todos os Dias Morrem Deuses [António Tavares]

todos os dias morrem deuses.jpg

A escrita de António Tavares já não me é estranha. Em 2015 li O Coro dos Defuntos, obra vencedora do prémio Leya. Agora, ano e meio após o primeiro contacto com as criações do autor, eis que irei pegar em Todos os Dias Morrem Deuses para ver se a experiência de quatro estrelas em cinco volta a ser repetida ou ainda melhorada. 

Nesta narrativa tudo acontece a partir de 1953, ano em que vários acontecimentos importantes aconteceram em Portugal e no Mundo e onde um jovem jornalista se cruza com as conspirações da época para conseguir fugir da censura. Uns anos depois as memórias fazem-se sentir num regresso à aldeia que o viu nascer!

Um romance que espero ser inspirador sobre uma vida que enfrentou várias épocas sociais e que no final da corrida consegue fazer uma retrospetiva sobre tudo o que foi passando. 

Atual leitura... A Misteriosa Mulher da Ópera

A Misteriosa Mulher da Ópera é um dos romances que há mais tempo aguarda a sua leitura aqui por casa. Estando na estante «da espera» praticamente há dois anos, esta obra escrita a catorze mãos irá fazer-me companhia a partir de agora, nestes primeiros dias de 2016. 

Da autoria de Alice Vieira, Afonso Cruz, André Gago, David Machado, Catarina Fonseca, Isabel Stilwell e José Fanha esta narrativa promete percorrer Lisboa de ponta a ponta, passando por alguns dos locais mais emblemáticos da capital onde as sete personagens vão vivendo os seus amores e desaforos com desencontros e imprevistos ao longo de várias páginas que espero que me consigam surpreender. 

O Coro dos Defuntos

o coro dos defuntos.jpg

Autor: António Tavares

Ano: 2015

Editora: LeYa

Número de páginas: 216 páginas

Classificação: 4 em 5

 

Opinião:

Vencedor do Prémio LeYa 2015, O Coro dos Defuntos é daquelas narrativas que sabe bem levar. Criando um retrato rural de Portugal e relatando os acontecimentos mundiais entre 1968 e 1974, época tão conturbada pelo nosso país, nesta obra as personagens opinam sobre tudo e mais alguma coisa da forma que nos tempos de hoje conseguimos visualizar como os acontecimentos foram vivenciados tanta vez à distância por outras épocas. 

Com as notícias a chegarem a uma pequena aldeia através da imprensa que poucos conseguiam ler, da rádio e dos primeiros televisores, O Coro dos Defuntos é um verdadeiro retrato social, recheado de humor e com um cuidado linguístico único. Com descrições incríveis sobre cada cidadão que se vai cruzando no centro da aldeia, todos são tão peculiares que conseguem conquistar ao longo de cada momento o leitor que sente que quer seguir em frente na história de um país onde Salazar cai da cadeira e o Carnaval brasileiro faz furor pelos primeiros anos junto dos portugueses que aprenderam a ver a preto e branco o que se passava ao virar da esquina.

Comprinhas na Feira do Livro!

Compras Feira do Livro 2015.JPG

Como o prometido é devido e a vontade era muita, ontem lá fui até há Feira do Livro de Lisboa para um serão bem passado no meio dos livros e em boa companhia! Com isto e depois de meses sem fazer alguma compra literária, eis que desta vez não consegui resistir e foram sete obras a aparecerem junto das caixas de pagamento do grupo Leya e da Porto Editora. Se poupei, disso não tenho a mínima dúvida!

Com Danielle Steel, Tiago Rebelo, John Green, Gabriel García Márquez e José Eduardo Agualusa como autores já conhecidos entre as minhas escolhas, a novidade somente recaiu em Ali Smith por um ato inesperado de escolha e uma vontade momentânea! Antes de ir para o Parque Eduardo VII tenho a confessar que não tinha muitas ideias sobre o que iria comprar. Primeiro optei por dar uma volta ao recinto, ficando com a ideia do que poderia comprar, esperando e começando a arregaçar as mangas para a preparação da Hora H. 

Quando chegou o momento da hora das loucas promoções, eis que comecei pelo grupo da Porto Editora e acabei pela Leya com estas sete escolhas! Se conseguirei ler tudo o que trouxe até à próxima Feira do Livro de Lisboa não sei, isto porque ainda tenho algumas das compras do ano passado em espera, tendo sido passadas por outras obras que entretanto fui comprando.

Quando visitarei a Feira?

Visitar a Feira do Livro de Lisboa pela tarde ou há noite a pensar na hora h?

Geralmente vou para a feira duas vezes ao longo de toda a edição e pela noite, pensando na hora em que os descontos com os livros que já têm mais de ano e meio de edição estão em prática. No entanto e porque cada vez mais alguns dos grupos editoriais fogem à famosa hora h, não sei se compensará aguardar assim tanto pelo serão para fazer as compras literárias deste ano!

O grupo Leya não faz esta promoção que tantos adoram! Este grande grupo opta por colocar etiquetas de várias cores, daquelas que até se descolam facilmente, atribuindo assim descontos nos seus livros ao longo de todo o dia e não apenas por aqueles sessenta minutos mais movimentados do serão! Ao início tudo ainda podia convencer com estas etiquetas coloridas da Leya, no entanto ano após ano percebe-se que os livros que estão dentro dessa promoção são sempre os mesmos e muito poucos se vão juntando a tal lista! Compensa? Não! É dentro deste grupo que estão as principais editoras onde os autores de que gosto se concentram, no entanto com esta regra que uma mente brilhante inventou, as compras na hora h nunca são feitas por um dos maiores espaços da feira do livro!

Debaixo de Algum Céu

Uma história simples onde o narrador entra num prédio que podia albergar qualquer um serve de cenário para Debaixo de Algum Céu, o livro de Nuno Camarneiro que foi vencedor do Prémio Leya 2012.

Com palavras e diálogos simples mas sem grande enredo, este semi romance não me conquistou com nenhuma das suas áreas divididas em vários apartamentos ou pelo vão das escadas. Os normalíssimos habitantes daquele prédio vivem a última semana do ano em quase comunhão e apego entre si. Com vidas distintas mas cruzadas, cada morador tem as suas peculariedades o que resulta em bons contrastes sociais, onde comportamentos psicológicos e rotineiros traçam perfis bem peculiares. 

Nesta narrativa não vejo uma grande magia, parecendo que ao longo das suas quase duzentas páginas as coisas vão sendo contadas sem um grande encadeamento entre si, nem mesmo existindo vontade para tal existir. Com um narrador presente e personagens narrantes, Debaixo de Algum Céu é daqueles livros que parecem ser compostos por vários contos que têm uma ou outra ligação mas nada de relevante. 

Todos parecem viver no centro de uma depressão onde o mundo pode terminar a qualquer momento para alguns e estar a descambar para os outros. Serão os dilemas egocêntricos capazes de prolongar vidas perdidas e em descomunhão total?

Em suma, gostei da escrita de Camarneiro, não gostei da história, embora veja nesta obra uma boa companhia para quem quer uma coisa boa e que não tem muito em que pensar. No geral não gostei, no entanto não é mau de todo!

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O que ando a ler... Debaixo de Algum Céu

Debaixo de Algum Céu.jpg

Uns meses depois de ter chegado via correio o Prémio Leya 2012, eis que chegou o momento de começar a sua leitura. Os próximos dias literários serão dedicados a Debaixo de Algum Céu, da autoria de Nuno Camarneiro, autor com o qual já tinha tomado contacto em 2013 através de No Meu Peito Não Cabem Pássaros. Vamos lá ver como irá correr este segundo encontro...

Chegaram ontem...

Camarneiro e HarukiChegaram ontem os mais recentes residentes da minha mesa de cabeceira! Não é que fizessem grande falta porque em fila de espera para serem lidos ainda estão uns oito ou nove primos destas novas aquisições, no entanto como o que é bom nunca é demais...

Diretamente dos armazéns da Fnac acabei por comprar o Prémio Leya 2012, Debaixo de Algum Céu, da autoria de Nuno Camarneiro. Na altura a obra fez sucesso, tal como os seus antecessores e seguidores lançados por serem os vencedores de tal troféu. Só que como o tempo nem sempre existe para ler tudo o que aparece de novo, fui deixando passar e agora, graças a uma boa promoção, consegui comprar o livro por 7,20€. Querem melhor?

Quem também veio incluído no pacote que me chegou via ctt foi uma obra de Haruki Murakami. A Sul da Fronteira a Oeste do Sol é um dos romances do autor japonês que primeiramente não me causou qualquer efeito e que depois acabou por conquistar.

Dois livros bem comentados e que ficarão em espera para serem lidos pelos próximos tempos! Boas leituras para todos!

Jovem Prémio Leya

O Prémio Leya é talvez a distinção literária nacional com mais peso nos dias que correm, descobrindo novos autores. Este ano o prémio foi atribuído a Afonso Reis Cabral, o jovem de 24 anos, trineto de Eça de Queiroz através do livro O Meu Irmão.

O vencedor do galardão foi escolhido entre 361 obras originais, recebidas de 14 países mas sempre com a língua portuguesa como base, tendo sido seleccionado pelo júri presidido por Manuel Alegre que se juntou aos escritores Nuno Júdice, Pepetela e José Castello, ao professor José Carlos Seabra Pereira, ao reitor Lourenço do Rosário e à professora Rita Chaves.

Afonso Reis Cabral é o mais jovem vencedor do galardão, recebendo 100 mil euros e vendo o seu livro vencedor publicado pelos próximos meses.

A história do Prémio Leya começou em 2008 com a selecção de O Rastro do Jaguar, do jornalista brasileiro Murilo Carvalho, tendo o prémio sido atribuído pelos anos seguintes a João Paulo Borges Coelho (O Olho de Herzog), João Ricardo Pedro (O Teu Rosto Será o Último), Nuno Camarneiro (Debaixo de Algum Céu) e Gabriela Ruivo Trindade (Uma Outra Voz).

Curso de escrita pela Inês Pedrosa

Inês Pedrosa, a autora de Fazes-me Falta e Dentro de Ti Ver o Mar vai, pela primeira vez, partilhar os seus métodos de criação literária. Será no espaço Leya na Buchholz, em Lisboa, que o Curso de Escrita Ficcional vai ter lugar, a partir de dia 13 de Outubro!

Tendo sido elaborado para atrair quem gosta de ler e escrever e para quem quer começar um trabalho de escrita mais elaborado, a autora vai através de seis sessões de hora e meia, em todas as segundas-feiras, orientar este curso. Dando uma oportunidade de aprendizagem e de aprofundamento individual dos participantes, nestas sessões existirá também um apoio na selecção das leituras pessoais, ajudando ao desenvolvimento das capacidades de pensamento e escrita de cada um.

As inscrições já estão a decorrer em www.inespedrosa.com ou na livraria onde o curso vai ser leccionado, tendo um valor de 250 euros, com desconto para quem se inscrever até dia 6 de Outubro. Os participantes do curso receberão como oferta um exemplar do livro Novas Cartas Portuguesas, de Maria Teresa Horta, Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, com organização e anotações de Ana Luísa Amaral, numa edição Dom Quixote.

Ao longo do curso, Inês Pedrosa abordará obras de referência como Dom Quixote de La Mancha, Anna Karenina , Madame Bovary, Os Maias, A Queda de Um Anjo, Livro do Desassossego, O Delfim e O Amor nos Tempos de Cólera, entre outras. A escritora colocará ainda temas como o estilo, a busca de uma voz, as potenciais fontes da ficção, a construção de personagens, a acção, a intriga e o suspense, os géneros e trans-géneros em análise ao longo das sessões. No final será atribuído um certificado de participação assinado pela sua organizadora e responsável.

Uma iniciativa interessante e que ainda pensei frequentar, no entanto deixarei passar esta oportunidade e esperarei pela próxima que após o término desta primeira fase não deverá tardar!

Boas aprendizagens para todos e que este tipo de cursos comecem a ganhar destaque nas livrarias e pontos de referência para que o futuro seja construído com maiores bases culturais!

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