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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

06
Jul15

Leitor insatisfeito


O Informador

que texto mais sem interesse e ridiculo... -.- e você até publica coisas muito interessantes que gosto de acompanhar.

Que poderia responder a isto? Nem sempre se consegue agradar a gregos e troianos, não é bem verdade? Se somente publicasse textos que interessassem a todos e mais alguns seria talvez o melhor blogger desta nação, não sei! Como não consigo omitir opiniões e deixar de ser ridículo, corro sempre o risco de não agradar algumas das vezes a determinados seguidores do blog, o que foi o caso.

13
Nov14

Guerra e Paz lança livros únicos


O Informador

Novembro é o mês em que a editora Guerra e Paz lança para o mercado dois livros únicos e em edições bem especiais! O Bordel das Musas ou as nove donzelas putas, de Claude Le Petit e As Flores do Mal, de Fernando Pessoa, são as duas obras a que me refiro e passo já de seguida a explicar as razões de ambas serem assim tão especiais!


O Bordel das Musas

Claude Le Petit, um libertino francês que acabou por ser queimado na fogueira, em Paris, a 1 de Setembro de 1662, deu a sua alma aos poemas eróticos que lançou e que agora são publicados pelo nosso país através do livro O Bordel das Musas ou as nove donzelas putas. Tendo sido este o livro que o terá condenado à morte, aos 23 anos, o poeta transpôs a sexualidade e o desejo para as palavras e a Guerra e Paz lança agora em Portugal uma edição especial da obra do autor onde dois artistas portugueses, João Cutileiro e Eugénia de Vasconcellos desenharam e traduziram, respectivamente, deram o seu toque especial.

Com belos poemas, acompanhados por desenhos bem irreverentes, este livro de capa dura, de formato 15cm x 21 cm e revestido a tela Brillianta conta com um papel com uma maior densidade que o habitual, transformando-o num lançamento único e numa edição limitada de 1.150 exemplares, todos numerados e com a assinatura digital dos dois portugueses que lhe deram o seu cunho.

ao leitor crítico. Epigrama 

Crítico que julgas ser libertino

Em matéria foditiva, tem tino,

Não te espantes, peço,

Por encontrares a foda no começo.

Preferia morrer de raiva

A ter na minha obra – que eu saiba –

Maliciosamente deixado

Algum mau exemplo a seguir,

Se os antepassados pra vida nos fazer vir

Foda sobre foda encaixaram,

Posso bem começar o meu livro

Por onde eles o mundo começaram.

O Bordel das Musas ou as nove donzelas putas,de Claude Le Petit15x21136 páginas24,00 €Poesia EróticaNas livrarias a 19 de NovembroGuerra e Paz Editores | Três Sinais
 As Flores do Mal 

Os vícios de Fernando Pessoa e seus heterónimos passaram para as palavras. Pela primeira vez, os textos que descrevem tais comportamentos e necessidades estão juntos num só livro, As Flores do Mal - absinto, ópio, tabaco e outros fumos. Aos poemas de Pessoa juntam-se 51 fotografias originais e a preto e branco de Pedro Norton, entrando assim numa comunhão para com a escrita do poeta.

No entanto o que acaba por distinguir esta obra das restantes é a sua capa concebida totalmente em madeira, sendo que esta edição única, pelo menos neste formato, está toda numerada, contando somente com 1.500 exemplares.

Cada capa foi feita numa só folha de madeira, tendo sido a primeira vez que tal foi feito em Portugal. Recorrendo a tecnologia laser deu-se à madeira flexibilidade para fazer a lombada, desenhando-se a imagem da capa e contracapa da mesma forma. Neste livro tão especial são apresentados 32 textos e 51 fotografias, sempre com recurso a materiais luxuosos combinados num formato de 24 cm x 24 cm.

Pouco nos interessa saber se Fernando Pessoa se embebedava, afundava no ópio ou se espetou alguma agulha morfinómana no delicado braço. Neste livro o que conta é a forma como os vícios, as drogas americanas que entontecem, lhe iluminam a escrita. Este é um livro de vícios: pessoal e íntimo.

As Flores do Mal,de Fernando PessoaFotografias de Pedro Norton24x24156 páginas + 5 folhas Pop'set55,00 €Livro de ArteNas livrarias a 19 de NovembroGuerra e Paz Editores | Três Sinais

Dois livros únicos, lançados praticamente em simultâneo e a fazerem história, principalmente junto de quem ficar com um dos exemplares numerados através destas primeiras edições bem especiais de obras cujos seus autores marcaram o seu tempo e que sempre serão recordados pelo mundo literário mundial.

30
Mai14

O Leitor


O Informador

O LeitorConsiderado pela crítica como um dos melhores livros alemães, O Leitor foi traduzido para pelo 39 línguas, tendo vencido vários prémios internacionais de literatura. Agora chegou a minha vez de ler esta obra de Bernhard Schlink e no final não consigo dizer que seja o tão aplaudido romance como é caracterizado por muitos! É bom, mas não é fenomenal! Preferências diferentes!

Sem querer desvendar muito da história, Michael Berg, um jovem com 15 anos, conhece Hanna Schmitz, 36 anos, e a partir daí a rotina dos encontros e os rituais literários e de escuta transformam-se em atos sexuais entre uma mulher que esconde um passado tenebroso e um menor que quer aprender e a quem os receio batem à porta. Dividido em três partes, primeiramente é contado o envolvimento, a aproximação entre Michael e Hanna, sendo depois relatado um reencontro que acontece passados sete anos, quando ambos se voltam a cruzar numa sala de tribunal que coloca em dúvidas o passado entre ambos e onde a comunicação não é permitida. Os campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial e os comportamentos sociais são colocados em destaque neste livro que une o dever com a obrigação e o castigo. Um encontro, um reencontro e no final uma despedida eterna! Um livro que levanta várias questões sobre a história mundial, os crimes praticados na Segunda Guerra Mundial e as consequências do pós-guerra por parte da Alemanha.

Um romance entre duas gerações distintas que viveram as suas épocas de formas também diferentes. A sabedoria e as marcas unem-se à esperança e vontade do que está para acontecer! Com uma escrita corrida, um livro curto mas bem fundamentado e que deixa o seu leitor a pensar no que é relatado e contado sobre o que aconteceu e que marcou a vida de muitos!

20
Mai14

A ler... O Leitor


O Informador

O LeitorA meio de Abril fiz uma tripla encomenda através do site da Fnac onde aproveitei para comprar o livro O Leitor, um best seller internacional que também já foi adaptado ao cinema onde ganhou um Globo de Ouro, tendo ao mesmo tempo cinco nomeações para os Óscares. Agora chegou a vez de O Informador tentar desvendar o mistério que está por detrás desta obra da autoria de Bernhard Schlink.

Sendo um dos romances mais acarinhados pela crítica internacional e também dos mais vendidos mundialmente, O Leitor foi lançado originalmente em 1995, tendo chegado a Portugal em 1998, já tendo mostrado nessa altura ser um sucesso pela Alemanha e por outros países. Agora serei eu o leitor deste livro que tem conquistado a boa opinião de muitos e que espero que me consiga também apaixonar com a sua forte história de amor onde um segredo tem de ser protegido!

"O Leitor": nomeação para Óscar de Melhor Actriz Michael Berg, um adolescente nos anos 60, é iniciado no amor por Hanna Schmitz, uma mulher madura, bela, sensual e autoritária. Ele tem 15 anos, ela 36. Os seus encontros decorrem como um ritual: primeiro banham-se, depois ele lê, ela escuta, e finalmente fazem amor. Este período de felicidade incerta tem um fim abrupto quando Hanna desaparece de repente da vida de Michael. Michael só a encontrará muitos anos mais tarde, envolvida num processo de acusação a ex-guardas dos campos de concentração nazis. Inicia-se então uma reflexão metódica e dolorosa sobre a legitimidade de uma geração, a braços com a vergonha, julgar a geração anterior, responsável por vários crimes. Perturbadora meditação sobre os destinos da Alemanha, "O Leitor", é desde "O Perfume", o romance alemão mais aplaudido nacional e internacionalmente. Já traduzido em 39 línguas, a obra está a ser adaptada ao cinema. Para além disso, este romance foi galardoado em 1997 com os prémios Grinzane Cavour, Hans Fallada e Laure Bataillon. Em 1999 venceu o Prémio de Literatura do Die Welt.

03
Mai14

Passatempo - Eu Sou Deus


O Informador

Eu Sou DeusPedro Chagas Freitas é o autor da obra Eu Sou Deus, um livro que mostra como todos têm o direito de viver em liberdade ajudando a mudar o mundo dia após dia! Como O Informador quer que os seus leitores acreditem em si próprios para que consigam auto ajudar-se perante a sociedade e os fenómenos cada vez mais recorrentes do planeta, lanço aqui o passatempo ideal em parceria com a Chiado Editora.

Quem quiser habilitar-se a ser o vencedor do exemplar de Eu Sou Deus que tenho para oferecer basta copiar a frase que se segue, colocá-la como comentário a este mesmo texto, fazendo também Gosto nas páginas de Facebook d' O Informador e da Chiado Editora.

«O Informador e a Chiado Editora estão a oferecer o livro Eu Sou Deus!»

Este passatempo começa no dia 3 de Maio, Sábado, e termina pelas 19h00 de dia 13 do mesmo mês! Com a participação validada é só ficares atento porque será logo pelo dia 14 que anunciarei o nome que foi seleccionado através do sistema random.org. O vencedor será também contactado via email, como tal peço que no momento da inscrição os dados fiquem correctos para uma melhor comunicação.

Deixo de seguida a sinopse de Eu Sou Deus e um desejo de Boa Sorte a todos os participantes!

Desconcertante, Pedro Chagas Freitas ensina-o, no seu estilo irreverente e único, a olhar para o mundo de um ângulo completamente diferente. Um ângulo que elimina, sem misericórdia, conceitos e percepções que você julgava intocáveis.

EU SOU DEUS não é sobre fazer as coisas direitas - mas sim sobre ir ao encontro do seu direito. O direito a respirar, o direito a pensar, o direito a ser. O direito a viver.

EU SOU DEUS não é sobre aquilo que você não pode fazer - mas sim sobre aquilo que você pode, e deve, fazer. Você pode sentir medo, pode sentir inveja. Você pode sentir aquilo que o mundo insiste em dizer-lhe para não sentir. Você pode ser o seu mundo. Por isso: porque não mudar o mundo?

EU SOU DEUS não é um livro de auto-ajuda. Mas se você o ler pode auto-ajudar-se. Tenha cuidado.

02
Mar14

Idade dos leitores d' O Informador


O Informador

No final de Janeiro lancei o desafio aos leitores do blogue para revelarem a sua idade, ajudando-me assim a perceber qual a faixa etária onde se centram os visitantes d' O Informador! Com o final de Fevereiro chegou também ao fim o prazo para a questão estar online e disponível para receber os cliques de cada um! Eis os resultados...

Idade dos LeitoresAs minhas suspeitas confirmaram-se e embora andasse com algumas dúvidas sobre se os leitores com menos de 20 anos não andavam em maioria, acabei por confirmar que é entre os 20 e os 30 anos que o blogue tem os seus seguidores mais assíduos! Com um primeiro lugar destacado com 40% da votação, quem anda com a idade próxima da minha é o principal visitante deste espaço, estando com metade dos cliques os leitores que andam entre a casa dos 30 e os 40 anos de idade. Depois sim, aparece quem ainda pensei que poderia estar a disputar o primeiro posto, os menores de 20, seguindo-se a faixa dos 40 aos 50 e posteriormente os que já contam mais de 50 anos de vida!

É bom perceber que consigo agradar um pouco a todas as idades, não existindo uma grande diferença na tabela, tirando o primeiro lugar! Para o ano espero ter na lembrança voltar a repetir esta votação e poder assim perceber o que mudou no espaço de doze meses entre os leitores d' O Informador!

Obrigado a quem me ajudou a chegar a tais resultados e a todos os visitantes diários ou esporádicos desta casa online e transportável!

28
Nov13

Promoções literárias


O Informador

Assim de um momento para o outro comecei a ver que várias livrarias começaram a fazer promoções nos seus sites dia sim, dia sim! Será que a indústria dos livros anda em baixo ou é o contrário a acontecer e com isto dá-se o fenómeno do aumento das vendas, fazendo com que os leitores se entusiasmem e no lugar de um comprem dois ou mais livros de uma só vez?!

É que desde o Verão que parece que todas as livrarias e locais que vendem livros online começaram a espoletar com promoções e ofertas por todos os lados. Existem as que oferecem 20%, 30%, 50% ou mesmo 70% de desconto numa vasta gama de livros, outras que oferecem a totalidade do valor da fatura para uma próxima compra, os que dão vales de oferta por uma compra para uma posterior e os livros que trazem outro como acompanhante sem valores acrescentados. Agora os livros estão mais caros porque o seu imposto aumentou a desfavor da cultura do país, mas os seus vendedores tornaram-se mais competitivos e oferecem por outros meios descontos para atraírem o público.

Como gosto de ler, não resisto a estas promoções e tenho que me controlar para não gastar dinheiro a mais. Hoje tento fazer o racionamento das compras literárias porque já percebi que as promoções e descontos não aparecem de longe a longe como antes, estando elas presentes agora praticamente todas as semanas pelos sites dos principais vendedores de livros do país.

04
Nov13

Lerem O Informador ao meu lado


O Informador

Não, já não me faz tanta confusão como no início. Porém tenho que confessar que se alguém estiver ao meu lado a ler o que escrevi n' O Informador, naquele dia ou em dias anteriores, que me faz um certo nervoso miudinho!

Não é nada que me atormente e me deixe em estado deveras nervoso mas sinto-me talvez com um pouco de vergonha por estarem a ler aquelas palavras que escrevi, para poderem ser vistas por todos, mas a pensar que não o vão fazer mesmo ao meu lado. Isto é um sentimento ambíguo porque escrevo para mim e deixo que todos leiam o que penso e sinto, no entanto, se o fazem pelas minhas redondezas logo fico atrapalhado.

Façam-me um favor, se andar por perto não abram nenhuma página no vosso pc, telemóvel ou tablet neste blogue. Pode ser?

15
Set13

1200 seguidores


O Informador

Consegui! Sim, finalmente consegui chegar aos 1200 seguidores na minha página do Facebook. Uma meta que já andava há algum tempo para ser ultrapassada e que agora a meio de Setembro tornou-se realidade.

Com mais de 40 mil visitantes únicos, 90 mil visitas e 350 mil páginas vistas desde o início do ano, O Informador só me tem dado alegrias. Sozinho tenho conseguido chegar a um maior número de pessoas que diariamente seguem este meu blogue e acompanham os meus passos, opiniões e desabafos.

Sem a dedicação que tenho tido a este projeto, este crescimento não seria possível. No entanto, sem os leitores e seguidores tal também não fazia sentido. Escrevo para mim e para todos os que visitam esta minha casa e ver as páginas das redes sociais a crescerem e os números do blogue a melhorarem mês após mês é motivo de orgulho.

Obrigado a todos!

11
Set13

Problemas de um leitor


O Informador

Andei por vários blogues literários e também por sites de venda de livros e ao longo do meu percurso fui pensando em vários factos que podem chatear um amante da literatura. Vamos lá ver então alguns pontos que podem irritar um bom leitor...

1. Ser interrompido em plena leitura. Principalmente quando a acção que é contada está a acontecer e chega alguém e estraga por completo a concentração.

2. Confrontarem a pessoa com a questão: Como consegues gostar tanto de ler? Bloqueio completo e só uma resposta azeda está pronta a sair.

3. Um livro que é apreciado pelo leitor é fortemente criticado pela maioria.

4. Um final desapropriado e sem nexo deita tudo a perder.

5. Dizerem que a pessoa anda a ler muito sem saberem o quanto é bom a leitura.

6. As dores que aparecem depois de várias horas agarrado a um livro que nos faz estar quase sempre na mesma posição.

7. Emprestar um livro e recebe-lo de volta em más condições.

8. Querer muito um livro e perceber que o seu preço está alto demais.

9. Entornar qualquer líquido pelas páginas sagradas que nos estão a dar prazer ler.

10. Não perceber as razões que levam os outros a não gostarem de ler.

Existem bem mais motivos para preocuparem os bons leitores mas estas são as razões que destaco e que me afectam com uma maior regularidade.

23
Abr13

Dia Mundial do Livro


O Informador

LivrosAntes de mais tenho que dizer que esta imagem é da estante aqui d' O Informador, mas que não mostra todos os meus livros, mas sim talvez metade deles, já que os outros estão em outro móvel e o modo da sua exposição não facilita uma boa imagem. 

O Dia Mundial do Livro diz-me muito, isto porque os meus livros percorrem cada vez mais quilómetros comigo, fazem-me estar atento às novidades que poderão estar a aparecer, entrar nas livrarias quando passo pelas mesmas e desafiar-me a mim próprio a não trazer mais uns exemplares comigo. Eu tento resistir, mas não é assim tão fácil como parece, mas estas coisas só são percebidas por quem ama livros e não pelos maus leitores que dão exclusividade a revistas e jornais. 

Gosto de ter sempre um bom livro por perto, embora nem sempre faça as escolhas mais acertadas, mas isso é como em tudo na vida, e por gostar de ler, não percebo como a maioria das pessoas não consegue dedicar uns míseros dez minutos diários à leitura, mesmo que seja de um autor que escreve porque sabe que vende e não faz assim um trabalho tão árduo e que conquiste o público mais exigente. Ter um livro do meu lado faz-me sentir bem, sempre foi assim desde que descobri a leitura e quando dei o salto para a literatura de adulto, mais ou menos aos quinze anos de idade e através da leitura de O Mundo de Sofia, da autoria de Jostein Gaarder, o amor pelos livros não mais me abandonou até aos dias que correm. Um livro faz-me esquecer por momentos os problemas do dia-a-dia, relaxar, reflectir, pensar, opinar e, acima de tudo, passar uns bons momentos com um bom amigo que se disfarça através de várias páginas escritas por alguém.

Em Portugal o incentivo à leitura nunca foi muito forte e contínua a não o ser, embora veja as mudanças para melhor acontecerem. Mas depois existem factos que mostram que a nossa cultura só não se transforma porque a sociedade prefere correr contra o que está certo. Hoje, no Dia Mundial do Livro várias foram as entidades importantes que deixaram passar esta data completamente ao lado, sendo esquecida por vários meios de comunicação social que conseguem chegar mais perto da população que eu, por exemplo. Têm que existir mais acções de incentivo à leitura e não deixar que tudo aconteça devagar e nestes dias isso não pode faltar.

Eu adoro ler e tenho sempre um livro a fazer-me companhia pela mesa de cabeceira, na mochila, no carro, em viagem... Não custa nada os não leitores fazerem um teste e se quiserem uma ajuda na escolha falem aqui com O Informador e juntos escolheremos a primeira ou próxima leitura que irá ser feita!

Bons livros!

14
Abr13

Questionem-me!


O Informador

Por vezes apetece-me ser interrogado, que me façam questões. Estou aqui a escrever e penso... Será que alguém vai ler o que escrevo? Será que vão ficar a entender-me mal? Será que ficam coisas por dizer sobre este assunto e depois ninguém me vai perguntar o que os deixa intrigados? Tanta coisa que me passa pela cabeça sobre o que penso e sobre o que quem lê o que escrevo pensam!

Tenho percebido que a interactividade é cada vez mais o prato forte da internet porque sem isso é muito difícil conquistar o nosso lugar. Graças a todos os que me lêem e seguem nas redes sociais - Facebook e Twitter - tenho tido uma noção de que o que tem sido feito por aqui nestes poucos meses tem conquistado. Tenho visto através da subida mensal de visualizações que me tem alegrado que estou no caminho certo.

Mas quero mais, quero que quem me lê também me questione, me fale sobre os seus assuntos, me pergunte o que acho disto ou daquilo. Quero mais interacção com as pessoas que estão a ler este texto neste exato momento, como tal, deixo aqui um desafio, em Comentário ao que estou a escrever coloca-me uma questão, mesmo que seja absurda... Uma questão sobre mim, sobra a vida, sobre a sociedade, sobre o que te apetecer! Depois responderei por aqui ou num novo texto! Quero falar convosco de forma mais directa, porque sem os "meus leitores" este projeto não seria possível!

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