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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

22
Dez13

Voltar aos sites televisivos


O Informador

Desde que criei O Informador, em modo de blogue pessoal, que me é feita várias vezes a questão, e posterior convite, sobre quando se dará o meu regresso ao ativo pelo mundo dos sites e blogues de televisão e celebridades. A resposta tem sido sempre a mesma porque não faz sentido com o que tenho vindo a criar ao longo destes meses eu me ter que esticar para mais um projeto de onde saí por não ter assim tanto tempo como era necessário. Mas o nunca não o posso dizer porque existem convites e convites e alguns pormenores de regresso podem fazer toda a diferença na hora de dizer o «sim»!

Já recusei mais que dois convites para integrar equipas de sites onde o mundo da televisão, dos famosos e da cultura são a grande atracção mas não sei se daqui a uns tempos não poderei ceder a alguma das propostas, tudo dependendo do tipo de projeto que for, da função e do trabalho que a mesmo poderá vir a dar nos tempos futuros. Eu gosto dessa área, adoro escrever para os outros e embora agora esteja mais afastado desse tipo de projetos é algo que me atraí e uma vez que experimentei ao longo de vários anos e as coisas correram bem, fica sempre o bichinho.

Por agora contínuo bem com a exclusividade da escrita pel' O Informador, que é o meu projeto e a minha casa online. Se daqui a uns tempos entrar numa equipa de um site televisivo e cultural farei-o de livre vontade e nunca deixarei este meu blogue para trás porque cada vez mais este é o meu cantinho especial, onde me sinto bem e onde sou livre para dizer o que quero, como e quando quero! Quanto às respostas aos convites, tudo poderá mudar daqui a uns tempos, consoante a disponibilidade, o projeto e a originalidade!

25
Nov13

Vou ler... Uma Noite em Nova Iorque


O Informador

Uma noite em nova iorqueTiago Rebelo voltou a fazer parte das minhas futuras leituras com Uma Noite em Nova Iorque, que vou ler a partir de agora, e também através de Breve História de Amor, que aguarda que a sua oportunidade chegue nas próximas semanas. Será bom voltar à leitura de livros de um autor que tanto gostei em tempos e que fui deixando pela descoberta de outros.

Nos próximos dias irei dedicar-me a Uma Noite em Nova Iorque, um romance que se intitula de inspirador onde os encontros e desencontros se unem com promessas e desilusões para se transformarem numa história de amor poderosa e recheada de esperança.

Para Ti, Uma Vida NovaEu e as Mulheres da Minha VidaRomance em Amesterdão, És o Meu SegredoO Tempo dos Amores Perfeitos, O Último Ano em LuandaO Homem Que Sonhava Ser Hitler são os livros de Tiago Rebelo que já fazem parte da minha biblioteca, todos lidos a seu tempo e a maioria logo após o dia em que foram lançados. Agora vou recuperar o tempo perdido dos últimos anos com Uma Noite em Nova Iorque.

Sinopse: Uma Noite em Nova Iorque é uma complexa história de encontros e desencontros, promessas e desilusões; mas também uma história de descoberta e de esperança, que reflecte o dilema dos protagonistas divididos entre duas forças poderosas: a obrigação de perpetuar uma união que já não lhes traz alegria e a urgência de correr atrás de uma enorme paixão que mais não é do que uma carta fechada. Com uma década de produção literária recheada de êxitos, Tiago Rebelo é um dos escritores portugueses mais lidos e preferidos pelo público, sendo os seus livros presença habitual nos lugares cimeiros das principais tabelas de vendas nacionais. Com títulos disponíveis em diversos países, desde o Brasil a Angola e Moçambique, foi igualmente editado Itália e Argentina. A par da actividade literária, Tiago Rebelo tem já uma longa carreira de jornalista, sendo actualmente editor executivo na TVI, e escrevendo regularmente para a revista do Correio da Manhã. Depois de enormes sucessos como O Último Ano em Luanda e O Tempo dos Amores Perfeitos, Tiago Rebelo regressa com um novo romance de enorme envolvência psicológica. Em Uma Noite em Nova Iorque, o autor descreve com um realismo surpreendente e sem concessões a falsas emoções a complexidade de vidas que se cruzam.
22
Nov13

Novas categorias do blogue


O Informador

Há algum tempo que tenho vindo a pensar em alterar algumas categorias d' O Informador que me pareciam ter os nomes incorrectos ou serem muito vastas, podendo ter alguns temas o seu próprio espaço. Agora e porque tive umas horas mais livres, resolvi colocar mãos à obra e arrumar a casa!

Continuando a ter as categorias Confidencial, Passatempo(s), Pensamento(s) e Sociedade, agora optei por extinguir o Lazer e apostar em novos espaços individuais! A partir de agora o blogue conta com o espaço de Cinema, o Fama, o Local, a Literatura, o Teatro e a Televisão! Estes novos espaços juntam-se aos já existentes para comporem os dez magníficos que fazem as honras da casa do blogue!

Para os leitores que me visitam isso não tem grande importância, mas para mim o facto desta arrumação acontecer ajuda-me a manter a casa com outra orientação! Sinto-me assim mais arrumadinho...

21
Nov13

Fundação José Saramago


O Informador

José Saramago 2Visitei a Fundação José Saramago e posso dizer que na célebre Casa dos Bicos existe muito para ver sobre o homem que fez história e que marcou pontos na literatura mundial!

Da vida pública à privada, das agendas aos apontamentos literários, dos jornais aos vídeos, do Nobel a Pilar, tudo está no interior do edifício que mostra quem foi Saramago, o homem das letras que colocou a semente a pensar nos frutos que esta lhe iria oferecer. O artista das palavras conquistou multidões, foi traduzido em dezenas de línguas e viu os seus livros serem publicados por todo o mundo. Na Fundação a que dá o nome é possível ver o trabalho que foi realizado ao longo da sua vida, com as variadíssimas primeiras edições das suas obras que foram lançadas pelo mundo.

Saramago não é um autor nacional, é o sábio das letras que partiu para outro plano e deixou a sua sabedoria para que o próximo a aproveite e consiga guiar o seu caminho através dos ensinamentos que lhe foram deixados.

José Saramago 1

«Eu sou tão pessimista que acho que a humanidade não tem remédio. Vamos de desastre em desastre e não aprendemos com os erros. Para solucionar alguns dos problemas da humanidade, os meios existem e contudo não são utilizados.»

José Saramago

21
Nov13

Barroco Tropical


O Informador

Barroco TropicaJosé Eduardo Agualusa voltou a surpreender-me através do seu Barroco Tropical! Por vezes parece que a sua imaginação ultrapassa os limites apurados da realidade, no entanto e porque as lendas existem, a sua sabedoria para com estas histórias está toda presente através das suas palavras!

Em Barroco Tropical existem várias personagens que poderiam ser retiradas sem se dar conta, porém todos parecem ter algum sentido, desde Núbia de Matos, a mulher que caiu do céu, a Bartolomeu Falcato, o personagem central da história que parece ser uma parte que Agualusa quer revelar de si próprio de forma indirecta. Com duas histórias a serem contadas, existe pelo meio Kianda, a grande diva deste romance, uma cantora que arrasa corações e arrasta multidões através da sua voz e forma de estar.

Com uma escrita absorvente e translúcida, Agualusa convida o leitor a sonhar e a viajar através das suas aventuras onde os altos e baixos se cruzam no emocionante mar de conflitos pela paz interior de cada um.

A alegria e a felicidade no amor são dois estados diferentes e com significados que se podem opor quando necessário, segundo o autor...

«A alegria não se parece com a felicidade, a não ser na medida em que um mar agitado se parece com um mar plácido. A água é a mesma, apenas isso. A alegria resulta de um entorpecimento do espírito, a felicidade de uma iluminação momentânea. O álcool pode levar-nos à alegria - ou um cigarro de liamba, ou um novo amor - porque nos obscurece temporariamente a inteligência. A alegria pode, pois, ser burra. A felicidade é outra coisa. Não ri às gargalhadas. Não se anuncia com fogo de artifício. Não faz estremecer estádios. Raras são as vezes em que nos apercebemos da felicidade no instante em que somos felizes.»

Agualusa é um autor intemporal que sonha e realiza, faz e refaz, quebrando regras e reescrevendo a história como se fosse a primeira vez que esta é contada. Um mundo existente onde a imaginação se cruza com as lendas, o passado e o futuro! Aconselhável!

Sinopse: Uma mulher cai do céu durante uma tempestade tropical. As únicas testemunhas do acontecimento são Bartolomeu Falcato, escritor e cineasta, e a sua amante, Kianda, cantora com uma carreira internacional de grande sucesso. Bartolomeu esforça-se por desvendar o mistério enquanto ao seu redor tudo parece ruir. Depressa compreende que ele será a próxima vítima. Um traficante de armas em busca do poder total, um curandeiro ambicioso, um antigo terrorista das Brigadas Vermelhas, um ex-sapador cego, que esconde a ausência de rosto atrás de uma máscara do Rato Mickey, um jovem pintor autista, um anjo negro (ou a sua sombra) e dezenas de outros personagens cruzam-se com Bartolomeu, entre um crepúsculo e o seguinte, nas ruas de uma cidade em convulsão: Luanda, 2020.
18
Nov13

Torpedo de Agualusa


O Informador

Torpedo de AgualusaJosé Eduardo Agualusa é um autor que viaja no tempo, cria e transforma o mundo em que vive e o que idealiza. De cidades criadas no ar a mulheres que caiem do céu, este é o autor top que flutua entre o real e o imaginário e que consegue sempre surpreender os seus leitores.

Adoro as suas criações e teorias sobre os temas que aborda, com isto, apetece-me partilhar a sua ideia de que o SMS é um grande Torpedo brasileiro!

Sms admite plural? Será, oh horror!, smss? Preferia engolir lacraus a acrónimos. S.M.S., para quem não saiba, são as iniciais de Short Message Service. Os brasileiros inventaram a designação torpedo para substituir sms. Agrada-me muito. A gente diz torpedo e logo nos surge a imagem de uma mensagem-torpedo sulcando as águas profundas do ciberespaço. Aliás, também gosto de águas profundas.

José Eduardo Agualusa em Barroco Tropical

Ora vejamos agora o significado da palavra Torpedo no portal Priberam...

tor·pe·do|ê| (latim torpedo, -inis, torpor)substantivo masculino1. Engenho automotor submarino, carregado de explosivo, utilizado contra alvos marítimos por navios ou aeronaves.2. Bomba aérea análoga a este engenho (1914-1918).3. Automóvel descapotável que podia ser coberto com uma capota com as cortinas do lado.4. [Ictiologia] Raia que chega a atingir 1 m de comprimento, possui de cada lado da cabeça um órgão eléctrico cujas descargas são capazes de paralisar as presas e de entorpecer um homem. = RAIA-ELÉCTRICA5. [Brasil] Bilhete entregue por intermediário, geralmente em local público e com intenções amorosas.6. [Brasil] Mensagem escrita, geralmente curta, enviada por telemóvel."torpedo", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/torpedo [consultado em 15-11-2013].

Como é possível ver que entre o português e o brasileiro existe uma grande diferença quanto ao significado da mesma palavra e é com estes pormenores linguísticos que Agualusa consegue surpreender ao longo das suas obras, mostrando o quanto uma só palavra poderá adquirir vários significados, dependendo do local e do modo como é pronunciada. A graça de Agualusa está aqui, porém há que admitir que nem sempre é fácil entrar no seu mundo, isto porque nem todos estão predispostos a entrar num círculo diferente e que parece uma montanha russa onde tudo pode acontecer, ainda para mais com explicações que partem para outros campos gramaticais e que levam o leitor a pensar, reflectir e pesquisar. Um livro de Agualusa não é mais um, é um complexo conjunto de estímulos intelectuais para um melhor desenvolvimento pessoal e cultural.

17
Nov13

A Noite


O Informador

A noiteParticipei num passatempo do site Propagandista Social e fui um dos vencedores para ir até ao Teatro da Trindade, Lisboa, ver a peça A Noite. Claro que como apreciador de boa representação não podia deixar de ir e confesso que no início comecei por pensar que estava perante uma desilusão, no fim sai satisfeito com um bom trabalho de produção, atores e encenação.

Com Fábio Alves, Filipe Crawford, Joana Santos, João Lagarto, Paulo Pires, Pedro Lima, Samuel Alves, Sofia Sá da Bandeira e Vítor Norte em palco, José Saramago volta a ter destaque no teatro com o primeiro trabalho que escreveu para ser representado. Com uma redacção de jornal como fano de fundo na noite da revolução, todo o mote está dado para um desenrolar de emoções, intrigas e desentendimentos entre jornalistas de direita e esquerda, direcção e estagiários, colocando a guerra entre a verdade e a ofensa em riste. Na noite em que tudo mudou no país, os profissionais do mundo do jornalismo foram chamados ao trabalho porque no dia seguinte era necessário lançar as novas ao país e ao mundo e isso aconteceu, embora bem diferente do que muitos quiseram depois mostrar. Os defensores dos derrotados não quiseram acreditar e tal como em tribunal, tiveram que mostrar aos outros a razão que tanto contrariavam, a verdadeira notícia de que o poder tinha caído em busca da liberdade. 

Com o diretor excelentemente interpretado por João Lagarto e através do chefe de redacção, Vítor Norte, que se deixa guiar pelo poder político, a redacção entrou em polvorosa porque se uns estavam de um lado da barricada, os mais novos e os que acreditavam na mudança revoltaram-se e mesmo uma estagiária, Joana Santos, que podia ter um outro nível de interpretação, conseguiu destacar-se, mostrando os seus ideais do verdadeiro jornalismo, sem censura e medos. Fábio Alves, Filipe Crawford, Paulo Pires, Pedro Lima e Samuel Alves com excelentes representações, já no que toca a Sofia Sá da Bandeira, algo parece ter ficado por fazer.

Um trabalho bem encadeado que leva o espetador até ao seu intervalo com calma e sem grandes alaridos, deixando tudo preparado para o grande clímax da segunda parte que se desenrolou até ao final do espetáculo com o senhor diretor com o receio do que as mudanças no país lhe podiam fazer devido à luta do passado a favor de uma ditadura com muitas palavras curtadas.

Um espetáculo que vale a pena ver!

De 7 de novembro a 29 de dezempbro5ª a sábado às 21h30 | Domingo às 18h00 

Por ocasião do 15º aniversário da atribuição do Prémio Nobel da Literatura, 1998-2013Primeiro texto (1979) de Saramago para Teatro.

Todos faremos jornais um dia(autor desconhecido)

O ato passa-se na redação de um jornal, em Lisboa, na noite de 24 para 25 de Abril de 1974.Qualquer semelhança com personagens da vida real e seus ditos e feitos é pura coincidência. Evidentemente.(José Saramago) 

Na redação de um jornal, em Lisboa, na noite de 24 de Abril de 1974, a rotina vai ser interrompida pela discussão entre o Redator da Província, Manuel Torres, um jornalista de alma e coração que defende a verdade jornalística acima de qualquer outro interesse, com o seu Chefe da Redação, Abílio Valadares, homem submisso ao poder politico, que aceita a cen­sura aos textos do jornal sem questionar e que conta com o apoio incondi­cional de Máximo Redondo, o diretor do jornal.

Manuel Torres, que não tolera a ideia do jornal ser constantemente mani­pulado por terceiros, esta em constante luta ideológica com a chefia do jornal. Torres é um idealista que vai lutar para que a verdade volte as páginas do "seu" jornal e terá como aliados Claúdia, uma jovem estagiária, e Jerónimo, o linotipista, chefe do turno da noite.

O conflito ganha uma dimensão ainda mais dramática quando surge na redação o boato de que poderá estar a acontecer uma revolução na rua. O Chefe de Redação proíbe que se publique qualquer notícia sobre o tema.

A agitação e o nervosismo crescem no seio do jornal, com Torres e Jerónimo a exigirem que se confirme a veracidade dos factos e que os mes­mos sejam notícia de primeira página no dia seguinte.

Do outro lado da "barricada", o Diretor e o Chefe de Redação tudo fazem para desvalorizar a alegada convulsão social, na certeza de que não irão imprimir notícia alguma, nem que para isso tenham de alegar uma avaria nas máquinas dos linotipistas.

Está instalada uma micro­revolução dentro da redação do jornal. A incer­teza cresce até que se consiga provar o que poderá estar a acontecer na rua. Mas mesmo depois de provados os factos, qual será a verdade que irá vencer? Haverá alguma notícia na primeira página da edição do dia seguinte?

Ao longo de toda a ação, o contínuo do jornal, Faustino, que sabe mais do que aparenta e tenta manter uma atitude neutra, vai desconstruir alguns dos conflitos vividos na redação. Faustino é coxo de nascença e o seu andar atípico, que lhe dificulta a atarefada profissão de contínuo, visa ironizar sobre o estado do país e a velocidade com que o mesmo avança. Faustino simboliza o "Zé povinho". Gosta quando o Torres o chama de Fastino que, segundo diz, era a sua alcunha quando "jogava futebol", por ser muito rápido... 

Com: Fábio Alves, Filipe Crawford, Joana Santos, João Lagarto, Paulo Pires, Pedro Lima, Samuel Alves, Sofia Sá da Bandeira e Vítor Norte

Adaptação: Paulo Sousa CostaEncenação: José Carlos GarciaDireção musical: Paulo BrandãoProdução: Yellow Star CompanyClassificação: M/12

Patrocínio: MontepioParceiro institucional: Fundação José Saramago

11
Nov13

Vou ler... Barroco Tropical


O Informador

Barroco TropicaJosé Eduardo Agualusa encantou-me com A Vida no Céu, um livro mais sonhador e que apela à imaginação do leitor. Agora e porque quero continuar a experimentar a leitura de Agualusa, vou-me envolver com o seu Barroco Tropical.

Sinopse: Uma mulher cai do céu durante uma tempestade tropical. As únicas testemunhas do acontecimento são Bartolomeu Falcato, escritor e cineasta, e a sua amante, Kianda, cantora com uma carreira internacional de grande sucesso. Bartolomeu esforça-se por desvendar o mistério enquanto ao seu redor tudo parece ruir. Depressa compreende que ele será a próxima vítima. Um traficante de armas em busca do poder total, um curandeiro ambicioso, um antigo terrorista das Brigadas Vermelhas, um ex-sapador cego, que esconde a ausência de rosto atrás de uma máscara do Rato Mickey, um jovem pintor autista, um anjo negro (ou a sua sombra) e dezenas de outros personagens cruzam-se com Bartolomeu, entre um crepúsculo e o seguinte, nas ruas de uma cidade em convulsão: Luanda, 2020.

Este livro foi comprado numa promoção do site da FNAC e custou-me 8,45€ em detrimento dos 16,90€, o seu preço normal.

10
Nov13

PromoFans


O Informador

promofansHá uns dias descobri o portal PromoFans com inúmeros descontos em várias lojas espalhadas pelos centros comerciais do nosso país. O que aconteceu? Fiz a inscrição no site e a partir de agora ando atento às promoções e descontos que por lá aparecem para pedir os cupões e poder fazer compras a um outro preço!

Com várias percentagens de descontos e algumas promoções com valores fixos, a partir de agora vou andar à saca dos cupões porque da moda à cosmética, da tecnologia aos restaurantes, o PromoFans tem de tudo e é um portal que aconselho para quem gosta de comprar e ter sempre mimos nos preços.

Estou a ficar fã destas promoções que começam no mundo virtual mas acabam no real!

03
Nov13

Mudança de opinião sobre Orhan Pamuk


O Informador

Orhan Pamuk venceu o Prémio Nobel da Literatura em 2006 e nesse mesmo ano eu, ainda meio adolescente, decidi enfrentar um dos seus livros, Os Jardins da Memória, e o fardo pesado bateu-me à porta com esta leitura! Hoje tudo mudou e através de um simples conto publicado pela revista Granta Portugal!

Na altura em que tive entre mãos durante alguns dias o livro do Nobel pensei que não iria mais ler nada da sua autoria por ter achado a narrativa bem maçuda e pesada, o que para um jovem de dezoito/dezanove anos poderá ser. Agora a opinião foi alterada com a leitura do texto Gente Famosa que foi publicado na primeira edição da revista Granta no nosso país e traduzido por Inês Hugon.

As pessoas crescem e os gostos e escolhas de cada um também vão dando vários saltos que ajudam à transformação psicológica de cada um e foi isto que eu senti ao ler os primeiros parágrafos deste texto que me conquistaram e mostraram que Pamuk tem uma escrita fluída, leve e capaz de conquistar os leitores como eu, que andaram quase uma década de pé atrás com as obras deste premiado e galardoado homem das letras.

Nos próximos tempos vou querer ler algo de Orhan Pamuk porque preciso e necessito dessa experiência para perceber na realidade o quanto andei enganado ao longo dos anos por não perceber que na altura em que li Os Jardins da Memória ainda não tinha as capacidades literárias que possuo hoje em dia.

31
Out13

Blogue do Mês - Cláudia Oliveira, a Mau Feitio


O Informador

A partir de agora, e uma vez por mês, irei partilhar a minha escolha do mundo blogueiro através de um novo espaço, Blogue do Mês! Para os mais atentos, a escolha deste primeiro mês é quase óbvia, para os mais distraídos deixo aqui a informação de que a dona deste local escolhido é minha amiga e prima afastada. Razões para a escolha? Afinidade e o facto de ter sido ela uma das pessoas que me apoiaram na criação de O Informador! Isto para não falar do facto de que sou um seguidor desta sua casa online!

Cláudia Oliveira, a Mau Feitio

«Ela não anda, ela desfila, ela é top, capa de revista!» Não, ela não se acha nada assim, mas que tem estilo tem e de que sabe bem o que quer, disso também não tenho dúvidas. Antes de me aventurar neste mundo da escrita blogueira já visitava este espaço da Cláudia porque assim tinha de ser para me encontrar a par das opiniões desta jovem quase mãe do meu priminho! Ela tem uma entidade bem vincada e um feitio complexo, conjuga na perfeição com o meu sentido de amizade e partilha com todos o que tem. Pode ser má mas também sabe ser bem boazinha, dependendo dos gostos e da vontade!

No seu blogue partilha a sua vida, as suas ideias e vontades, os seus gostos literários e de moda e conta as suas peripécias e aventuras desde Junho de 2008. Eu cheguei mais tarde e fiquei fã! Posso concordar com muitos dos seus textos mas também existem os que vão contra os meus gostos, no entanto e porque tudo na vida é assim, só tenho a dizer que a favor ou contra, eu gosto de seguir esta Mau Feitio! Visitem-na!

«Foi este mau feitio que me deixou na penúria em que hoje vivo alegremente»

José Eduardo Agualusa

Como já disse logo no início deste texto, a partir de agora, e uma vez por mês, irei eleger o Blogue do Mês por aqui, como tal e porque também quero conhecer novos horizontes neste mundo, aos blogueiros que me seguem e que me queiram dar a conhecer o seu espaço para quem sabe os também poder partilhar por aqui, enviei-me através de comentário ou por email - geral@oinformador.com - o vosso endereço!

30
Out13

Vou ler... Já Ninguém Morre de Amor


O Informador

Já Ninguém Morre de Amor1Domingos Amaral logo me conquistou aquando do momento em que li o seu Verão Quente e há uns meses atrás voltou a fazê-lo com Quando Lisboa Tremeu. Agora e porque quero continuar a saborear as obras do autor português, chegou a vez de me deixar levar através de Já Ninguém Morre de Amor.

Este foi um dos dois livros que encomendei numa das promoções de 50% da FNAC e fez com que deixasse as mais de dez obras que estão em lista de espera pela mesa de cabeceira para trás, isto porque neste momento é um romance calmo e que não me leve a flutuar por mundos complicados que quero apreciar e prefiro como companhia.

Lá vou eu entrar na realidade amorosa descrita por Domingos Amaral em Já Ninguém Morre de Amor!

Sinopse: Dizem que já não há paixões impossíveis e fatais, que isso são coisas do passado... Mas só o dizem porque não conhecem a história dos Palma Lobo...
Os homens têm memória, alimentam-se de histórias, e as que mais nos marcam são aquelas que determinam a vida dos nossos antepassados. Esta é a história de uma família, os Palma Lobo. Bisavô, avô, pai e filho. Roberto, Álvaro, Jorge e Salvador. Nomes diferentes, mas o mesmo sangue e muito em comum: mulherengos, excêntricos, excessivos, todos marcados pela loucura e pela tortura da paixão. Foram todos homens invulgares, todos dominados por paixões privadas, amores e loucuras, e era nesse círculo íntimo do coração e do sexo que a sua vida se destina a viver e a terminar. Passando por Moçambique, Angola, Lisboa, Alentejo e Brasil, a sua vida é uma epopeia à espera de ser revelada. Já Ninguém Morre de Amor é a odisseia dos Plama Lobo. Um enterro fictício, um homem enforcado com cães e gatos na mesma árvore, um homem que morre a fornicar e um fogo posto para fazer arder o local do pecado... esta não é uma história de amor, é uma história sobre amor.

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