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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

27
Mai17

A Guerra e Paz na Feira do Livro de Lisboa


O Informador

guerra e paz feira do livro de lisboa.jpg

Prestes a começar mais uma edição da Feira do Livro de Lisboa, que decorre de 1 a 18 de Junho, no Parque Eduardo VII, como sempre, a editora Guerra e Paz, que irá marcar presença pelo pavilhão B29 com as suas publicações ao longo de todo o evento, acaba de divulgar a lista das sessões de autógrafos já confirmadas.

Sendo assim e pelo dia 3, às 17h00, darão a conhecer a coleção Os Livros Estão Loucos? Estão em Festa num evento especial junto dos leitores e visitantes da Feira. Logo no dia seguinte, Domingo, 4, será a vez de Marco Neves, pelas 15h00 e Luís Pereira de Sousa, pelas 17h00, marcarem presença na feira para autografarem as suas obras. No Sábado, 10, pelas 17h00, Elizabete Agostinho estará disponível para conversar com os seus leitores, seguindo-se Jorge Rio Cardoso no Domingo, 11, pelas 15h00. Já na Terça-feira, 13 de Junho, será Maria Helena a autografar as suas obras pelas 16h30 e na Quinta-feira, 15, pelas 15h00, estão Io Appolloni e Carlos Quintas com a biografia da atriz e pelas 17h00 será a vez de João Lapa e Alexandre Fernandes a estarem presentes no certame da Guerra e Paz.

25
Mai17

Viajante à Luz da Lua [Antal Szerb]


O Informador

viajante à luz da lua.jpg

Autor: Antal Szerb

Editora: Guerra e Paz

Lançamento: Abril de 2017

Edição: 1ª Edição

Páginas: 272

ISBN: 978-989-702-267-8

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Mihály, um homem de negócios de Budapeste, vai pas­sar a lua-de-mel em Itália com a mulher, Erzsi. Os pro­blemas começam na primeira paragem, Veneza, mas é em Ravena que um antigo amigo de Mihály perturba o casal com histórias do passado.

Ao perder o comboio para Roma, Mihály foge da mu­lher e vagueia pelo país, numa viagem de autodescober­ta. Dividido entre o desejo e o dever, o que quer e o que os outros esperam de si, a boémia da adolescência e as responsabilidades de adulto, Mihály reencontra os seus fantasmas e questiona o sentido da vida.

Amor e morte cruzam-se neste romance trágico-cómico de 1937, uma obra-prima do húngaro Antal Szerb, traduzida em diversos países, e que chega final­mente a Portugal.

 

Opinião: Viajante à Luz da Lua é um Clássico da Literatura Húngara e por ai já me fez ter interesse na sua leitura. Primeiramente porque é um clássico bem comentado e depois porque não estou habituado a ler autores húngaros e com este romance consegui fazer o dois em um. Mas no final da leitura fiquei com uma sensação estranha sobre a opinião que posso dar sobre a obra. 

De leitura fácil, recurso a um bom vocabulário que não necessita de ser elaborado para agradar ao leitor e com uma história fluída, no entanto e embora tenha acompanhado toda a narrativa que me prendeu, não consegui encontrar-me do lado de Mihály. O protagonista da história é um ser complicado, de baixa auto-estima e com um género bem individualista gerado também pela sua timidez e incapacidade de compreensão dos outros, no entanto o leitor entende estas descompensações mas não consegue encontrar um ponto com que se identifique para pegar na leitura e se ir debatendo por um final feliz. Percorremos Itália com uma visão de turista a descobrir o país e ao mesmo tempo em busca da perfeição que num ser complicado é difícil de alcançar. Fiquei com a sensação de uma boa história mas com uma grande falha quanto ao assumir a personalidade de cada personagem de forma direta, tal como o pouco cuidado de descrição para com os locais percorridos. 

23
Mai17

Atual leitura... Viajante à Luz da Lua [Antal Szerb]


O Informador

viajante à luz da lua.jpg

Diretamente da literatura húngara do século XX para Portugal do século XXI, chega até nós através da Guerra e Paz Editores a obra de Antal Szerb, Viajante à Luz da Lua. Num romance entre o amor e a morte com Itália como pano de fundo, esta obra que foi traduzida por vários países chega finalmente a Portugal e até mim.

Irei pelos próximos dias conhecer as vivências de Mihály por Itália numa aventura que começa como uma escapadela romântica para acabar por se transformar em momentos de solidão e de auto descoberta sobre a presença de um ser no universo e perante uma vida que o enfrenta no dia a dia.

19
Mar17

Vencedor de Io Appolloni – Biografia sem tabus


O Informador

Irreverência, liberdade, frontalidade, energia e talento são algumas das características que marcaram a carreira de Io Appolloni, a atriz que nos seus tempos áureos pisou os grandes palcos nacionais, entregou-se ao mesmo tempo ao cinema e foi uma mulher de amores que nunca deixou nada por dizer. Hoje, mais calma e sempre frontal, Io vê o seu amigo Carlos Quintas, também ator, relatar sem tabus e de forma biográfica a sua vida onde nada é esquecido. Os amores, as traições, os segredos de bastidores e conflitos profissionais ao longo do tempo. Nada parece escapar em Io Appolloni - Biografia sem tabus, a obra lançada pela Guerra e Paz e cujo um exemplar teve em sorteio aqui pelo blog.

17
Mar17

Grandes Histórias de Amor


O Informador

grandes histórias de amor.jpg

Autor: José Jorge Letria

Lançamento: Janeiro de 2017

Editora: Guerra e Paz

Páginas: 216

Classificação: 2 em 5

 

Sinopse: Incendeiam este livro histórias de amores arrebatadores como os de D. Pedro I e D. Inês de Castro, Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre, Almeida Garrett e a viscondessa da Luz, Ava Gardner e Frank Sinatra, Oscar Wilde e Lord Alfred Douglas, John Lennon e Yoko Ono, Snu Abecassis e Francisco Sá Carneiro. Afinal, como escreveu Luís de Camões, o amor é «fogo que arde sem se ver». O fogo que arde neste livro pode não se ver, mas queima.

Os grandes amores desafiam as barreiras do tempo e do espaço e, muitas vezes, é a sua dimensão trágica que os mitifica e eterniza. Nestas páginas há histórias de amor heterossexual e homossexual, antigas e modernas, famosas e menos conhecidas, mas todas elas capazes de nos fazer suster a respiração.

 

Opinião: De Adão e Eva a Pedro e Inês para os amores mais recentes de Snu Abecassis e Francisco Sá Carneiro ou John Lennon e Yoko Ono, Grandes Histórias de Amor é um ponto entre várias reticências dos grandes romances que marcaram a sociedade e que se eternizaram de uma maneira ou de outra ao longo dos tempos.

Pela mão de José Jorge Letria, esta obra reflete um pouco cada forma de amar de figuras impares da nossa História. Os beijos roubados atrás do palco, as grandes viagens românticas, as declarações, os desaires, inconfidências, traições e verdades, tudo serve como fonte de inspiração para se percorrerem vidas que foram passadas com um grande amor que nem sempre esteve presente mas que marcou de certa forma uma etapa de cada momento que se conseguiu eternizar com o tempo e junto de todos.

14
Mar17

Atual leitura... Grandes Histórias de Amor


O Informador

Jornalista, poeta e dramaturgo, José Jorge Letria é agora o autor de Grandes Histórias de Amor, o Livro dos Amantes, uma das mais recentes obras lançadas pela editora Guerra e Paz. Fazendo o recurso a várias figuras da História nacional e internacional e com a junção de histórias antigas com as mais recentes, vários são os amores relatados nesta obra onde nos podemos apaixonar pela loucura que vários casais conhecidos e menos conhecidos viveram entre si e perante a sociedade.

A minha atual leitura para comentar daqui a uns dias...

08
Mar17

Ganha... Io Appolloni – Biografia sem tabus


O Informador

Io Appolloni.jpg

Io Appolloni marcou de certa forma a sociedade portuguesa com a sua irreverência, liberdade, frontalidade e energia ao longo dos tempos áureos em que a sua carreira como atriz a levou a pisar os grandes palcos nacionais, entregar-se a personagens cinematográficas e acima de tudo fazer bom espetáculo. Hoje, com uma vida para ser contada Carlos Quintas, seu amigo de longa data, é o autor de Io Appolloni, a biografia sem tabus onde tudo é contado, dos amores às traições, dos segredos pelos bastidores aos conflitos profissionais.

A biografia de Io Appolloni chegou às livrarias pela mão da editora Guerra e Paz e O Informador tem um exemplar desta obra para oferecer aos leitores do blog.

30
Jan17

Vencedor de A Incrível História Secreta da Língua Portuguesa


O Informador

Imaginar Camões à bulha pelas ruas lisboetas, Gil Vicente com uma ligação romântica com uma colecionadora de livros e a união de uma lisboeta de gema e um brasileiro azarado é um pouco do que pode ser lido em A Incrível História Secreta da Língua Portuguesa, a nova obra de Marco Neves que acabou de ser lançada pela editora Guerra e Paz.

Intriga, amor, ciúme, tragédia e violência são os pilares centrais desta obra que através da simplicidade linguística da língua portuguesa percorre os meandros da família Contreiras que circula entre factos reais e criados numa história de conhecimento sobre as nossas origens literárias. 

Há uns dias lancei o desafio para atribuir um exemplar desta obra a um dos leitores do blog e eis que foi a Maria Oliveira, de Lisboa, a sorteada através do sistema random.org. 

19
Jan17

Ganha... A Incrível História Secreta da Língua Portuguesa


O Informador

a incrivel história da lingua portuguesa.jpg

Já imaginaste Camões à bulha pelas ruas lisboetas ou Gil Vicente com uma forte ligação com uma colecionadora de livros? E que tal pensar no que pode resultar entre uma lisboeta de gema e um brasileiro azarado? Tudo isto e muito mais pode ser lido em A Incrível História Secreta da Língua Portuguesa, o novo livro de Marco Neves, o autor de Doze Segredos da Língua Portuguesa. 

Lançado pela Guerra e Paz, esta é uma das primeiras obras a chegar às livrarias nacionais neste início de ano. Intriga, amor, ciúme, tragédia e violência são os principais pilares desta obra que conta através de uma linguagem simples e acessível as raízes da língua portuguesa através da família Contreiras que circula entre factos reais e imaginários num percurso de conhecimento sobre as nossas origens literárias. 

O Informador e a editora Guerra e Paz têm agora a oportunidade de oferecer um exemplar desta obra aos leitores do blog. Como? Ora segue a leitura...

Tudo isto fez parte da vida de quem falou português ao longo dos séculos, uma língua que come-çou a ser germinada na voz daqueles que, há quase 2000 anos, na Galécia, falavam um latim popular com sotaque celta. A história surpreendente da nossa língua, contada como um romance.

Embarque na aventura da descoberta das raízes da língua portuguesa na companhia da família Contreiras e, entre factos reais e muita imaginação, conheça a nossa língua pela perspectiva de gente comum e de grandes escritores.

Acompanhe uma celta e um romano aos beijos, um amigo de Afonso Henriques à procura de mouras encantadas, Gil Vicente a perseguir um homem perigoso pelas ruas de Lisboa, uma coleccionadora de livros a fugir numa carroça para Amesterdão, Camões ao murro por causa duma dama da corte e muitas outras aventuras de que é feita esta história da língua portuguesa, recheada de deliciosas surpresas e um toque de humor.

24
Out16

Vencedor de Nascemos Para Ser Felizes – A Vida de Emanuel Contada Pelo Próprio


O Informador

Guerra e Paz Editores lançou a biografia de Emanuel, o cantor que ao longo de décadas tem conquistado as suas fãs com o seu trabalho, sempre com novos temas que acabam por chegar junto do público, que mesmo não gostando sabe sempre um pouco sobre um ou outro trabalho do artista. Da autoria de Elizabete Agostinho, esta biografia de Emanuel revela ainda várias imagens que também mostram partes da vida pessoal e profissional do cantor que abriu um pouco do seu mundo aos fãs através desta obra relatada pelo próprio. 

O Informador, em parceria com a Guerra e Paz Editores, lançou passatempo há uns dias com a finalidade de atribuir um exemplar de Nascemos Para Ser Felizes – A Vida de Emanuel Contada Pelo Próprio e eis chegado o momento de revelar o nome da vencedora deste desafio. Selecionada através do sistema random.org, Luana dos Santos, da Moita foi a felizarda que irá receber pelos próximos dias o seu prémio!

11
Out16

Ganha... Nascemos Para Ser Felizes – A Vida de Emanuel Contada Pelo Próprio


O Informador

Nascemos para ser Felizes.jpg

Emanuel, o cantor e autor dos grandes êxitos como «Pimba, Pimba», «Ó Sr. Guarda, Não Leve a Mal», «Baby, És Uma Bomba» e «O Ritmo do Amor», abriu as portas da sua vida pela primeira vez e dai surgiu a biografia Nascemos Para Ser Felizes – A Vida de Emanuel Contada Pelo Próprio.

Nascido na pequena aldeia Covas do Douro, cedo partiu para Lisboa e sozinho procurou uma vida melhor. Aos 10 anos Emanuel já trabalhava numa padaria, tornando-se depois barman, passando pelo futebol ao mesmo tempo que a música lhe começava a piscar o olho. Primeiro teve aulas de guitarra, depois tornou-se professor de música e foi a partir dai que começou a compor e a criar vários êxitos interpretados por Dino Meira, Cândida Branca Flor e Marco Paulo. De compositor a cantor passaram anos e foi em 1991 que Emanuel começou a subir aos palcos e conquistou o mundo. A vida do cantor está agora no livro lançado pela Guerra e Paz com texto de Elizabete Agostinho, Nascemos Para Ser Felizes – A Vida de Emanuel Contada Pelo Próprio.

Se quiseres habilitar-te a ganhar um exemplar desta biografia que além da história em palavras contém ainda dezenas de fotografias, só tens de concorrer a este passatempo e esperar que a sorte de bata à porta. 

19
Set16

Onde Estavas Quando Criei o Mundo?


O Informador

onde estavas quando criei o mundo.png

Autor: Artur Ribeiro

Lançamento: Setembro de 2016

Editora: Guerra e Paz Editores

Páginas: 96

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Uma mulher defende-se em tribunal com o propósito de explicar o seu crime. Embora não sejam claras de início, as circunstâncias pelas quais a mulher responde, acto mais hediondo não parecer haver: a ré é acusada de filicídio. O que leva uma mãe a este acto extremo? E como explicá-lo? Poderá ter sido um acto de piedade ou de sacrifício?

O leitor será colocado no papel tanto de juiz como de confessor, na tentativa desta mulher racionalizar o que está por de trás de actos extremos e as suas apologias — apoiando-se em exemplos da Bíblia, como o livro de Job — aos problemas sociais e familiares da actualidade, nomeadamente a questão da eutanásia.

 

Opinião: Artur Ribeiro, argumentista e realizador de produções televisivas e cinematográficas, como é o caso da novela Belmonte, recentemente transmitida pela TVI, e do filme Duplo Exílio, lançou-se em 2012 como dramaturgo com a peça Onde Estavas Quando Criei o Mundo?, estreada no Teatro Nacional D. Maria II e com interpretação de Manuela Couto. Essa peça passou agora do desafio teatral para a literatura e deu origem ao livro com o mesmo nome, lançado pela Guerra e Paz.

Eu, que sou fã da escrita de Artur Ribeiro para televisão, logo que vi esta obra a ser apresentada não hesitei e em boa hora fiz a sua leitura. Onde Estavas Quando Criei o Mundo? é daqueles livros para ler de uma só assentada. De escrita familiar, com fortes passagens entre o presente de uma mulher que enfrenta a justiça pela morte do filho e o passado onde vários recados são deixados, nesta obra o recurso a vários exemplos bíblicos existe através do livro de Job. A crítica e debate para com problemas sociais e familiares, tão díspares entre cada sociedade, a atualidade que vai sendo alterada ao longo dos anos e a verdadeira questão base desta obra que é a eutanásia. Afinal de contas, estará a lei portuguesa certa ou um pouco atrasada em relação a este tema que mexe com a mente de quem reflete sobre a questão?

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