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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Dois Homens Completamente Nus [Força de Produção]

dois homens completamente nus cartaz.jpg

Sébastien Thiéry criou e estreou em França o espetáculo Deux Hommes Tout Nus em Outubro de 2014 para logo ser nomeado em 2015 como melhor dramaturgo aos Moliére graças também à critica do público. Agora, em 2017 o texto chegou a Portugal, mais diretamente ao Teatro Villaret onde está a ser interpretado por Miguel Guilherme, Jorge Mourato, Sandra Faleiro e Susana Blazer. 

Dois Homens Completamente Nus é uma comédia trágica oscilante e bem conseguida onde André Chaves, personagem interpretada por Miguel Guilherme, se vê envolvida de forma embaraçosa numa situação caricata. É que um certo dia acorda em sua casa, completamente nu ao lado de um outro homem, seu sócio na empresa de advogados. A partir daqui está dado o mote para todos os embaraços que se sucedem em catadupa para que se tente provar como aquilo aconteceu a si próprio e junto da esposa, papel a cargo de Sandra Faleiro. Andará André a dar facadas no casamento com uma relação homossexual? O mais estranho de tudo isto é que aparentemente nenhum dos dois se lembra de ter chegado ao local e do que possa ter acontecido até acordar, lado a lado, e sem qualquer peça de roupa no corpo. Como explicar toda a situação e perceber o que se anda a passar entre sócios? E como provar que não existem mentiras no casamento? 

Muito acontece com a criação de situações para sempre provar que nada daquilo é o que parece, mas... Será que ao provar que existe um culpado que não é o próprio não se correrá o risco de cair na própria armadilha para se perceber o que não se quer saber?

Do início ao fim e graças a um excelente e rápido texto e a uma interpretação sem mazelas, Dois Homens Completamente Nus é daqueles espetáculos fluidos que começam e são levados tão bem até ao fim que pouco se nota a passagem de tempo. O riso é uma constante com todas as situações caricatas que vão acontecendo entre as personagens que vivem perante um drama psicológico que se começa em drama, termina de igual forma em drama. 

Quem Tem Medo de Virginia Woolf? [Força de Produção]

QUEM-TEM-MEDO-DE-VIRGÍNIA-WOOLF-Por-Força-de-Pro

Edward Albee é o autor de um dos maiores clássicos contemporâneos da dramaturgia que mais tem corrido o Mundo ao longo de décadas e agora volta a estar em cena entre nós e com Alexandra Lencastre e Diogo Infante a darem vida ao casal Martha e George. 

Quem Tem Medo de Virginia Woolf? é um texto que todos os atores em determinada altura da sua vida anseiam dar vida e desta vez a ambição está do lado de Infante e Lencastre que ao lado dos jovens Lia Carvalho e José Pimentão dão vida a personagens que se confrontam entre a realidade e a ilusão numa autêntica queda livre sobre as complicadas relações conjugais.

Num serão de festa em casa do pai de Martha, reitor da universidade de New Carthage, onde George é professor e responsável pelo departamento de História, Martha convida um jovem casal a fazer-lhes companhia em sua própria casa após o serão animado. E a partir do momento em que a anfitriã revela a chegada das visitas que a discussão começa, iniciando-se assim uma crise que coloca a vida do casal de meia-idade a ser desfiada enquanto a bebida vai ajudando, ao longo de todo o encontro, a que o abismo recheado de revelações do passado, que afetam o presente, seja contado aos convidados que aos poucos caem na teia e nos «jogos» psicológicos que George cria para moldar os que estão à sua volta consoante a sua vontade, isto após ser humilhado por uma mulher egocêntrica, alcoólica e muito dada a novas experiências, se é que me faço entender, e pelos próprios convidados. Uma vida a dois completamente falhada com as falhas profissionais e pessoais a ser desvendadas e lembradas enquanto se vão magoando mutuamente. Afinal de contas não existem as famílias perfeitas que circulam em paz e comunhão à vista de todos, porque no interior de quatro paredes sempre existem problemas entre casais, problemas esses que vão sendo acumulados ao longo do tempo.

Quem Tem Medo de Virginia Woolf é uma critica à sociedade oprimida e que vive de aparências, fazendo recurso a um casal que se gosta mas que também se usa para se mutilar mutuamente como forma de escape enquanto estão sós e fora do olhar de quem está por fora do enlace e da verdade. 

Num texto duro e violento, Edward Albee exprime de forma desconcertante a verdade, confronto, traição, imaginação, provocação e muita loucura num serão complicado mas que não passa de um momento alto do que é um pouco o dia a dia das pessoas que se reprimem para não terminarem o que existe numa relação de forma alguma. 

Avenida Q

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As expetativas com Avenida Q iam altas mas tenho que dizer uma coisa a quem pensa ir ver! Vão porque tudo o que podem esperar é um excelente musical importado diretamente da Broadway. Bom demais e acima de qualquer ideia com que se possa entrar no Teatro da Trindade para assistir a hora e meia de pura diversão. Fiquei rendido do início ao fim sem qualquer falha de atenção. Isto é (pausa e tambores) muuuuuuito boooooooooooooooom!

Não li longos comentários nem a sinopse de Avenida Q, só ouvindo conversas de café e alarido nas redes sociais em torno deste espetáculo adaptado em Portugal pela Força de Produção. Rapidamente fiquei com vontade de ver para perceber afinal a qualidade do que diziam ser tão bom e que andava a esgotar todas as sessões. Fui e só tenho a dizer que este musical é uma grande lufada de ar fresco do que tem sido feito entre nós em termos teatrais. 

O público é convidado a conhecer os habitantes de um «condomínio» de uma qualquer rua lisboeta onde pessoas e monstros coabitam sem qualquer preconceito. Perdão, todos somos preconceituosos e não vale a pena arranjar justificações contrárias. Este é um dos primeiros temas a serem debatidos onde o racismo, a homossexualidade, os medos, o amor e a profissão tomam lugar porque afinal de contas conseguimos vencer mas também cometer diversas falhas ao longo das oportunidades que a vida nos dá. Avenida Q é um consciencializador social que de forma divertida toca em temas sensíveis e que acabam por estar nas proximidades ou em qualquer um.

Entre bonecos que misturam o universo de Rua Sésamo e os Marretas e atores de carne e osso, esta avenida tão bem frequentada é daquelas produções que todos devem e têm a obrigação de ver porque se existe alguma coisa bem feita neste momento no teatro nacional é Avenida Q, que sem falhas, com um bom texto, toques bem colocados na adaptação para a nossa realidade social e um elenco excelentemente competente consegue chegar junto do público de forma eficaz, provocando e sem cansar. 

Ana Cloe, Artur Guimarães, Diogo Valsassina, Gabriela Barros, Inês Aires Pereira, Manuel Moreira, Rodrigo Saraiva, Rui Maria Pêgo, Samuel Alves, Artur Guimarães, Luís Neiva e André Galvão formam um elenco, entre fixos e substituições, tão coeso que se percebe que existe amizade e carinho em palco onde a cumplicidade das personagens parece ir muito mais além dos momentos que são vistos. Quando as pessoas se gostam percebe-se e neste espetáculo todos se gostam e acima de tudo, todos estão a gostar de estar em Avenida Q onde a Marta Monstro, a minha monstrinha favorita do musical, a irreverente e provocadora Paula Porca, o sonhador e aparentemente solitário Luís se juntam a outros colegas bonequeiros para comporem o lote de rostos que desfilam assim a sua vida em palco, aquela vida que pode muito bem traduzir a de qualquer um de nós. 

Filho da Treta

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José Pedro Gomes só deveria voltar ao trabalho lá para o final do ano, no entanto o universo lançado ao lado de António Feio há alguns anos chamou por si através de Filho da Treta, desta vez na companhia de António Machado. 

Numa comédia que vive muito da simplicidade, cumplicidade, improviso e também do momento, em Filho da Treta dá-se a continuação das conversas de sucesso que eram feitas entre Zezé e Toni ao longo de cada sessão. Neste novo espetáculo a Zezé junta-se Júnior, filho de Toni, e a base central da apresentação continua toda lá, no entanto ainda existem várias coisas a ter em conta e a aperfeiçoar ao longo das próximas sessões. 

Num texto critico e atual, Filho da Treta vagueia pelos meandros da sociedade com vários comentários a surgirem ao mesmo tempo que várias situações caricatas vão sendo relatadas através do diz que diz entre as duas personagens que falam como amigos, confidentes e sabechões entre si sem que no entanto consigam estar ao mesmo nível devido aos anos de vida que os distanciam. Zezé, o cavalheiro lisboeta com anos de experiência com as mulheres, principalmente as alemãs, conversa com Júnior, o puto que tem muito para aprender mas também para ensinar ao amigo do seu pai, aquele que mal o conhecia. 

Com um simples cenário onde duas cadeiras se destacam com uma bicicleta ao canto e luzes a revelarem os rostos dos atores, este espetáculo vive muito das expressões faciais, o que pode não jogar a favor junto do público que fique em filas mais distantes do palco. Com um texto simples, um pouco abaixo do que era feito outrora em Conversa da Treta, mas o tempo também mudou e hoje em dia é muito mais complicado agradar a gregos e troianos como antigamente, esta é daquelas peças que se vai ajustando através da aceitação e critica do público.

Ironia e boa disposição distinguem neste momento Filho da Treta da maioria do que é feito atualmente nos palcos nacionais. Com dois atores em palco, um simples cenário e a atualidade como destaque, vários temas chave são debatidos entre Zezé e Júnior, tal como os tuk-tuk nas cidades, a guerra entre taxistas e Uber, as barrigas de aluguer, as famílias homossexuais, emigração, impostos, fraude fiscal através do programa Simplex, as Off Shores, Ricardo Salgado e José Sócrates. As manifestações pelo debate entre o ensino público e privado e a igualdade de género protagonizada por Catarina Martins são temas que também não são esquecidos. 

Neste espetáculo existe também espaço para um rápido momento musical com alusão à queda do Banco Espírito Santo, do Banif e a todas as complicações da Caixa Geral de Depósitos, sem esquecer Isabel dos Santos que tem comprado o nosso país. 

Vencedores de GOD [01-07-2016]

Joaquim Monchique está em GOD e O Informador teve em passatempo dois convites duplos para oferecer aos leitores do blog que tentaram a sua sorte para assistirem ao prolongamento desta divinal comédia pelo Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa. Com sessão atrás de sessão esgotada e também com a crítica do seu lado, este espetáculo que já correu mundo e que chegou até nós através da Força de Produção despede-se ao longo do mês de Julho do público lisboeta, estando no entanto já agendada a temporada pelo Porto de 04 a 27 de Novembro. 

Como todos os desafios para vos presentear têm um início e um fim, o momento de revelar o nome dos vencedores destes convites chegou, dando assim por finalizado este passatempo que poderá ter nova edição daqui a uns tempos. Sendo assim, as duas vencedoras que irão ter à sua espera convites duplos para GOD pela próxima Sexta-feira, 01 de Julho, são a Anabela Carvalho e a Maria Baião, que irão ser contactadas via email com a informação sobre o levantamento dos bilhetes.

Bilhetes para God [01-07-2016]

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God é um dos espectáculos de sucesso de 2016, tendo enchido as salas por onde passou desde a sua estreia em Portugal com Joaquim Monchique no papel principal. Com mais de 25.000 espectadores, esta hilariante comédia vê o aplauso do público e a critica a exigirem novas sessões. A Força de Produção assim o fez e lançou datas extra por Lisboa de 1 a 24 de Julho, estando também já marcada a temporada no Porto que vai de 4 a 27 de Novembro. 

O Informador que viu e gostou de ver Joaquim Monchique em God, tem agora dois convites duplos para a sessão do próximo dia 1 de Julho, Sexta-feira, pelas 21h30 no Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa. 

Chegou a hora de GOD se despedir do público em Lisboa.

Desta vez, é de vez, portanto fixe bem as datas em que ainda pode estar na presença do Senhor e divertir-se a valer: de 1 a 24 de Julho.

O público da Broadway não teve qualquer dúvida em escolher GOD como o espectáculo de que mais gostou este ano. E, os mais de 23 mil portugueses que já viram, muito provavelmente, também não.

GOD, uma comédia divinal.
Não vai querer perder, pois não?

Texto David Javerbaum | Encenação António Pires | Tradução Ana Sampaio | Adaptação João Quadros, Joaquim Monchique, António Pires e Rui Filipe Lopes | Cenário e Ass. Encenação Rui Filipe Lopes | Desenho de Luz Luís Duarte | Sonoplastia Hugo Franco

Com: Joaquim Monchique, Diogo Mesquita e Rui Andrade

Horário:

Sextas e Sábados –  21h30

Domingos- 17h00

Preços: € 12 a € 16

M/12

Este passatempo decorrerá até às 19h00 de 29 de Junho, Quarta-feira, e para se habilitarem a um dos bilhetes duplos que tenho para sortear só têm de:

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  • Preencher o formulário que se segue onde só é permitida uma participação por endereço de e-mail.

God

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Deus chega a território nacional através do corpo de Joaquim Monchique e a partir do momento em que a presença da estrela popstar universal acontece no palco do Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa que nada mais será como antes, sessão após sessão. Poderia estar aqui a comentar como se estivesse inserido no universo de God, mas prefiro descer à terra e ser um humano que simplesmente comenta um bom espetáculo teatral. 

Joaquim Monchique dispensa qualquer tipo de apresentações, sendo o verdadeiro ator do início ao fim de qualquer espetáculo que protagoniza. Entra em cena como uma verdadeira estrela e assim se consegue despedir depois de um show onde os mandamentos bíblicos são o prato forte por estarem a ser substituídos de modo a ficarem atualizados de acordo com a sociedade dos tempos modernos. Comédia pura e boa é a alma de God que da criação dos primeiros seres vivos ao aparecimento de Adão e Eva e até aos dias que correm, onde todos parecem dar cabo do mundo tão bem criado por Deus, tudo encaixa nesta divertida produção que bate forte na religião e nos erros que muitas vezes são cometidos ao longo de séculos pelos humanos que não olham para o lado, geração após geração. O apelo a Deus nas mais diversas situações do dia-a-dia. As aparições, crenças e peregrinações até Fátima. As almas que já partiram e que marcaram o seu lugar na terra. Tudo encaixa em God, mas o que destaco nesta produção, além das boas prestações de Monchique, Rui Andrade e Diogo Mesquita, é o bom desenrolar narrativo que esta peça tem. Não existem momentos mortos neste palco voltado para o universo criado tão bem por um Deus cansado por tudo o que tem sido feito contra a sua vontade. 

Vencedores de Nome Próprio

Amanhã faço anos! Yupi! Yupi! No entanto quem fica para já a ganhar são alguns leitores do blog! Yupi! Yupi! Nome Próprio é o espetáculo da Força de Produção que tem estado em cena pelo Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa, tendo a sua temporada sido reforçada por mais umas semanas devido ao acolhimento que esta peça tem obtido junto do público.

Bilhetes para Nome Próprio (05-11-2015)

Através de um texto de Matthieu Delaporte e Alexandre de La Patellière e com tradução de Ana Sampaio, encenação de Fernando Gomes, o palco do Auditório dos Oceanos no Casino Lisboa enche-se de gargalhada e boa disposição num prolongamento do sucesso que tem sido Nome Próprio, o espetáculo que em 2016 entrará em digressão por todo o país, como tem sido hábito para com os trabalhos da responsabilidade da Força de Produção. Para quem ainda não assistiu a Nome Próprio tem aqui agora a sua oportunidade de ganhar um dos bilhetes duplos que tenho para oferecer da sessão do próximo dia 5 de Novembro, pelas 21h30. Basta seguir a leitura deste texto para perceber como é fácil sair vencedor e acompanhar as aventuras das personagens de José Pedro Gomes, Aldo Lima, Ana Brito e Cunha, Francisco Menezes e Joana Brandão pelo palco do Casino Lisboa. 

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Um simples jantar entre amigos pode tornar-se numa guerra desenfreada de palavras? Pode. Nome Próprio é uma comédia sobre a amizade, mas também sobre a hipocrisia, a mesquinhez e os não-ditos. Estreada em Paris, Nome Próprio (com o título original Le Prenom) teve um enorme sucesso na Europa e na América Latina e chega agora pela primeira vez a Portugal. A qualidade do texto e das personagens é de tal ordem que rapidamente foi adaptada ao cinema, onde obteve excelentes críticas e enorme afluência de público. Nome Próprio é um belíssimo exercício sobre a complexidade das relações humanas. Pontuada por um elegante sentido de humor, a acção desenrola-se durante uma noite, em que um grupo de amigos se reúne para mais um momento de convívio. Mas o conflito começa quando uma das personagens revela o nome que quer dar ao filho. É este o pretexto para descobrimos que, afinal, todos têm muito que dizer sobre as suas vidas e as relações que mantêm uns com os outros. Pode o simples nome de um bébé por termo a décadas de amizades inabaláveis? Talvez não. Mas pode provocar muitas gargalhadas e fazer-nos refletir sobre os nossos próprios preconceitos. 

Este passatempo decorrerá até às 19h00 de 04 de Novembro, Quarta-feira, e para se habilitarem a um dos bilhetes duplos que tenho para sortear só têm de:

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Nome Próprio

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Um simples jantar entre amigos pode tornar-se numa guerra desenfreada de palavras? Pode. Nome Próprio é uma comédia sobre a amizade, mas também sobre a hipocrisia, a mesquinhez e os não-ditos. Estreada em Paris, Nome Próprio (com o título original Le Prenom) teve um enorme sucesso na Europa e na América Latina e chega agora pela primeira vez a Portugal. A qualidade do texto e das personagens é de tal ordem que rapidamente foi adaptada ao cinema, onde obteve excelentes críticas e enorme afluência de público. Nome Próprio é um belíssimo exercício sobre a complexidade das relações humanas. Pontuada por um elegante sentido de humor, a acção desenrola-se durante uma noite, em que um grupo de amigos se reúne para mais um momento de convívio. Mas o conflito começa quando uma das personagens revela o nome que quer dar ao filho. É este o pretexto para descobrimos que, afinal, todos têm muito que dizer sobre as suas vidas e as relações que mantêm uns com os outros. Pode o simples nome de um bébé por termo a décadas de amizades inabaláveis? Talvez não. Mas pode provocar muitas gargalhadas e fazer-nos refletir sobre os nossos próprios preconceitos.

Nome Próprio é a comédia que junta José Pedro Gomes, Aldo Lima, Ana Brito e Cunha, Joana Brandão e Francisco Menezes no mesmo palco. Embora os protagonistas do espetáculo tenham boa cotação artística com provas profissionais bem firmadas ao longo dos anos em que ser ator é das coisas que melhor sabem fazer, este espetáculo tem vários pormenores que me levaram a não conseguir aplaudir como a tantos outros. Poderia ser do dia em que o fui ver, o que não acredito, ou da disposição com que entrei no Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa, não sei! O que sei é que Nome Próprio não me encheu o olho como esperava, saindo um pouco desiludido da sessão a que assisti!

Sendo esta produção uma comédia onde um jantar entre amigos dá o mote, rapidamente as conversas cruzadas começam a acontecer e as verdades e omissões de anos vão aparecendo para causar um grande desassossego entre várias das personagens. Gostei dessa parte e do encadeamento da história, no entanto e uma vez que tenho andado a ver vários trabalhos de Ana Brito e Cunha pelos últimos tempos, acho que a atriz consegue fazer muito mais e o texto não lhe permite tal acção. Tal como a Ana também outros dos atores em palco parecem não conseguir dar tudo o que conseguem ao longo das quase duas horas de espetáculo.

Em Nome Próprio

A semana está a caminhar para o final, faltando-me dois dias porque o Sábado na minha vida conta como dia laboral, mas hoje o serão terá, tal como na semana passada, um gosto diferente. Desta vez estarei em Nome Próprio pelo Casino Lisboa com um elenco conhecido do público português! Antes de partir de férias vou partir em direcção ao Parque das Nações para passar quase duas horas na companhia de José Pedro Gomes, Aldo Lima, Ana Brito e Cunha, Francisco Menezes e Joana Brandão.

Vencedores de Lar Doce Lar

O espetáculo Lar Doce Lar está de regresso ao Porto para encher o Teatro Sá da Bandeira de boa disposição! Como acredito que rir é um dos melhores remédios para tudo nesta vida e como gosto de partilhar com todos bons momentos, lancei com a Força de Produção o passatempo que dava a oportunidade de vencerem bilhetes duplos para a sessão de estreia da mini temporada deste espetáculo a que adorei assistir! Com Maria Rueff e Joaquim Monchique em palco, em Lar Doce Lar o público é convidado a entrar numa residência para seniores onde tudo e mais alguma coisa acontece às variadas personagens que vão entrando e saindo de cena!

 

Bilhetes para Lar Doce Lar (01-10-2015)

Lar doce lar sá da bandeira.jpg

Após encherem o Casino Lisboa por mais que uma temporada e de já terem andado pelo Porto, chegou a hora de Maria Rueff e Joaquim Monchique voltarem com Lar Doce Lar ao Teatro Sá da Bandeira. 

De 1 a 11 de Outubro o espetáculo que tem conquistado o público e a critica pelos últimos anos está de regresso ao Norte após a conquista de mais de 125 mil espetadores por todo o país. Uma comédia bem divertida onde os dois atores desempenham várias personagens que se inserem num ambiente de um residência para séniores onde tudo e mais alguma coisa acontece. 

Como assisti e aconselho, tenho agora três convites duplos para oferecer aos leitores do blog que têm assim a oportunidade de ver este espetáculo no dia do regresso, 1 de Outubro pelas 21h30, ao Porto onde já foi bem recebido por outras alturas. 

Maria Rueff e Joaquim Monchique deixaram mais de 100 mil espectadores, por todo o país, incrédulos e desconcertados por tanto se rirem, num espectáculo que transformou a comédia num bem de primeira necessidade: "Lar Doce Lar".

Com um desempenho notável, os dois actores são os fantásticos protagonistas deste grande êxito que nos convida a mergulhar no mundo de uma residência para séniores de uma forma hilariante e, ao mesmo tempo, ternurenta.

Chegou a hora de permitir aos muitos que não conseguiram ver este excelente espectáculo, ou mesmo àqueles que não se cansam de o ver e rever!

Maria Rueff e Joaquim Monchique, com grande generosidade e muito talento, ensinam-nos a sonhar e a olhar para a vida com uma alegria que só um finíssimo sentido de humor pode causar.

Texto A partir de " O Que Importa É Que Sejam Felizes!" de Luísa Costa Gomes

Com Maria Rueff e Joaquim Monchique

Encenação António Pires

Cenário F. Ribeiro

Figurinos Dino Alves

Desenho de Luz Paulo Sabino

 

TEATRO SÁ DA BANDEIRA

1 A 11 de OUTUBRO

5ª a sábado: 21h30 I Domingos: 17h

Preços: a partir de 8€ 

Este passatempo vai decorrer até às 19h00 de 30 de Setembro e para se habilitarem a um dos bilhetes duplos que tenho para sortear só têm de:

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Plaza Suite

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Alexandra Lencastre e Diogo Infante são as grandes estrelas de Plaza Suite, aquele espetáculo que tem dado que falar por conseguir esgotar a sala do Teatro Tivoli BBVA sessão após sessão. Primeiro e rápido comentário sobre esta comédia... Adorei!

Com dois atos distintos entre si, Plaza Suite é daquelas peças onde o lema «rir é o melhor remédio» marca presença do início ao fim! Com dois casais bem diferentes que desfolham as suas desventuras amorosas ao longo de uma vida perante as circunstâncias atuais em que se encontram, as duas histórias contadas e criadas por Neil Simon, encaixam na vida de tantos pares que andam por ai que é impossível não se fazerem comparações num momento ou outro. 

Quatro personagens centrais, quatro personagens secundárias interpretadas por Helena Costa e Ricardo de Sá e um decor que recebe em momentos distintos as duas histórias que se passam no mesmo local em datas diferentes. Se no início acompanhamos uma mulher que acredita festejar naquele dia o seu aniversário de casamento e faz de tudo para reconquistar o marido que a troca por uma jovem, já na segunda parte a acção, a que mais me conquistou, passasse em torno de uma noiva que se tranca na casa-de-banho do quarto de hotel enquanto os pais entram em desespero pelas contas que estão a pagar naquele dia em que a filha parece já não querer dar o «sim» ao noivo que a consegue convencer no final a abandonar o casulo onde fica durante grande parte do tempo. 

Amanhã é o dia!

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O espetáculo Plaza Suite conta com Alexandra Lencastre e Diogo Infante como as grandes atracções, a par dos jovens atores Helena Costa e Ricardo de Sá. Eu, que não podia perder esta produção irei amanhã até ao Teatro Tivoli BBVA assistir a uma das primeiras sessões, isto após a estreia de hoje e das apresentações dos últimos dias!

Pelos primeiros comentários que já andei a ver por aí, este Plaza Suite promete muita gargalhada do início ao fim, mas depois conto-vos tudinho, tudo, tudão!

Lencastre regressa aos palcos!

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Plaza Suite é a comédia teatral que já está em preparação para estrear a 23 de Setembro no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa, assinalando este espetáculo o regresso de Alexandra Lencastre aos palcos nacionais.

Ao lado de Diogo Infante e com Helena Costa e Ricardo de Sá, este espetáculo com o selo da Força de Produção vive das aventuras e desaforos de dois casais bem diferentes e que enfrentam momentos marcantes das suas uniões. Duas histórias com quatro vidas envolvidas num enredo escrito por Neil Simon, um dos nomes mais conceituados da dramaturgia norte americana com vários sucessos internacionais. 

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