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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

02
Set16

Os mendigos do Partido Socialista


O Informador

partido socialista.jpg

Alguém que me explique como é que um partido, o socialista, quer tanto governar o país em pleno quando são reveladas notícias e confirmadas em comunicado sobre dívidas de milhões do partido para com as contas de água, luz e por ai fora? O PS está com dificuldades financeiras no seio partidário e pede para que os militantes façam um gesto de generosidade para que as contas comecem a ser pagas!

E nós, todos os portugueses, o que teremos de fazer mais para que as nossas finanças fiquem equilibradas?

Não conseguem gerir o partido e querem fazer boa figura com um país! Impossível meus caros!

27
Dez15

Multibanco falido


O Informador

Quatro dias com o espírito do Natal no ar e com a maioria das pessoas de descanso e o que aconteceu às caixas de multibanco? Ficaram falidas!

Pelo final da tarde e antes de entrar no quentinho do lar, parei em quatro caixas de multibanco, sim quatro, e só na última consegui levantar dinheiro. Parece que a sociedade saiu à rua, colocou-se a levantar as suas economias e subsídios de Natal para oferecem aos familiares e gastarem neste fim-de-semana prolongado, deixando os cofres das caixas depenados. 

05
Fev15

Serviços finais


O Informador

Sim, é complicado afirmar a alguém que o seu contrato não irá ser renovado! Sim, é paralelamente complicado assistir à reacção da mesma pessoa por ficar ainda contente por ver o seu emprego deixar de existir sem qualquer direito ao fundo de desemprego! Sim, não sei o que se passa pela cabeça das pessoas quando expressam o que vão pensando no confronto com determinadas situações que pela ideia de quem lhes dá as más notícias acredita-se que a reacção ficaria de mãos dadas com a tristeza!

Um emprego com poucos meses e que pareceu na altura ter ajudado a aliviar as contas de uma recente família apareceu e agora terminou! Informa-se a pessoa em questão que o seu contrato está a terminar e que o mesmo não será renovado por mais um tempo, isto por uma quebra do trabalho necessário e também pela pouca evolução demonstrada ao longo das semanas em que a oportunidade surgiu para mostrar se valeria mesmo a pena continuar a insistir e apostar num determinado trabalhador ou não.

Chama-se o contratado para lhe dar as más notícias, antes pensa-se que as coisas que se irão dizer dentro de quatro paredes não são boas de afirmar e muito menos de ouvir e depois, na presença do protagonista do despedimento, percebe-se que afinal a ideia de custo e tristeza só ficou mesmo para quem tomou a decisão. Quem gosta mesmo de ser despedido sem qualquer direito a subsídio de desemprego e ainda fica contente quando as contas familiares necessitam de um ordenado para continuarem a correr bem?

Confesso que não percebo os novos trabalhadores do presente, aqueles que aparecem em entrevistas e afirmam não querer trabalhar, só andando a passear em busca daquele emprego de sonho, aquele que muitas vezes nem os próprios sabem qual é! Faz-me confusão como as pessoas não se preocupam em ganhar as suas coisas com força de vontade, não ficando nada preocupados ao voltarem para casa, sem qualquer dinheiro que lhes garanta sobrevivência pelos próximos meses! O que terão estes seres em mente para o dia de amanhã em que não terão um emprego que os ajude a pagar as contas que se vão acumulando com o passar dos dias?!

24
Dez13

Crise passageira


O Informador

Nos últimos anos os portugueses têm vivido sobre a nuvem dos cortes por todos os lados. É nos salários, nos impostos, nas poupanças, nos aumentos dos bens necessários... Agora e porque o hábito da poupança tem ajudado a melhorar os orçamentos do país e de cada um, vejo que já não existe tanto medo e que o estado financeiro de todos nós está a recuperar o que tem vindo a perder nos últimos tempos.

Há uns meses para cá que noto que existem mais pessoas pelos centros comerciais e pelos espaços logísticos, com sacos na mão e a falarem de compras. O medo e a opressão financeira com que se viveu há uns tempos tem vindo a passar e o facto das notícias também mostrarem - lentamente, é uma verdade -, que a crise está a ser ultrapassada aos poucos, pode ter alguma influência na perda de receio na hora de se apresentarem as notas ou os cartões para serem feitos os pagamentos de algo necessário ou desejado.

A crise tem afetado todos mas também tem ajudado ao auto controlo de cada um no momento de gastar, pensando-se duas vezes se é mesmo necessário comprar ou recuperar algo que talvez nem faça assim tanta falta. Nos supermercados começou-se a olhar para os artigos de outra forma, optando muitas vezes pelas marcas brancas que também oferecem bons produtos. Nas viagens, o preço começou a ser importante na hora da escolha, seja em nome privado ou empresarial. Nas saídas, o pensamento começou a recair também no dia seguinte porque não se pode gastar muito de uma vez para depois não ter.

Acredito que o estado em que Portugal esteve com toda a crise e com todo o bombardeamento da imprensa com tal facto tenha ajudado à mudança de mentalidades para que o futuro seja melhor e hoje vejo que possam existir melhoramento, embora calmos, mas eles existem.

16
Out13

A história da Ministra


O Informador

Maria Luís Albuquerque anunciou, através de conferência de imprensa, as novas medidas do orçamento do estado para 2014 e enquanto a senhora falava em direto para todo o país, eu, que estava a jantar, deixei-me embalar. Comecei a dar por mim a ouvir o que era dito e a perceber que aquilo não era um comunicado, mas sim uma leitura de um conto poético!

Não ligando ao que foi anunciado e às fortes medidas de continuação da austeridade que irão ser colocadas em prática, ouvir a dona Albuquerque transportou-me para os tempos de escola primária. A professora lia a história de forma pausada como se estivesse a relatar uma beleza rara que todos deviam admirar. A ministra contou tudo o que vai ser implementado de forma histórica, contando passo a passo o que irá ser feito, mostrando que o estado tem razão e sabe o que está a fazer e tudo foi transformado num momento de beleza porque as palavras lidas saiam como se de um poema se tratasse, tal a inspiração dos seus autores.

No elaborado discurso que foi preparado só faltou mesmo a cena final em que todos os contribuintes começavam a chorar com pena da pobre senhora que era a grande protagonista e narradora desta história. A Maria Luís não fez um comunicado ao país, porque aquilo pareceu-me mais uma lamentação de quem merece o perdão e uma tentativa para que todos percebam o quanto os nossos governantes estão a sofrer com o dinheiro que nos têm tirado. Para mais com o tom como foi contado e com as pausas bem pensadas que foi tendo, tudo foi perfeito para a apresentação de um bom livro que se poderia tornar num novo best seller nacional. 

O Passos e o Portas deveriam estar naquele momento lado-a-lado com os lencinhos de papel de tão emocionados estarem com o conto que criaram para a verdadeira artista da palavra relatar! Emocionante!

03
Ago13

Recebi o IRS


O Informador

Este ano, quando entreguei a declaração de IRS nas Finanças, foi-me dito que não iria receber o valor que me estava destinado por ser um montante pequeno, 14,31€, e que até aos 25€ não pagavam, sendo que o estado ficava com o que era meu por direito. Agora apercebi-me e tenho uma surpresa na conta! Em que ficamos então? Os ministros das finanças mudaram e já alteraram também a lei dos pequenos pagamentos?

Pois, parece que o que me foi dito acabou por não se aplicar e os meus 14,31€ acabaram por vir mesmo até mim. Não é muito dinheiro e já nem contava com ele, mas é meu e se veio é bem-vindo!

O que não percebo é a razão de no ano passado não me terem pago os 7€ e pouco que me eram devidos pela mesma justificação e agora darem-me o dinheiro que me pertence quando me tinham dito que não o iriam fazer. País louco com finanças ainda mais loucas!

01
Jan13

As faturas de 2013


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E agora não nos podemos esquecer, vamos beber um café, temos que trazer a fatura, não precisamos de pedir, se os proprietários tiverem a cumprir as regras das finanças. E pronto, agora é que vou acumular ainda mais lixo na minha carteira!

A partir de agora tudo o que adquirimos tem que vir acompanhado do pequeno papel do comprovativo de compra. Acho bem que isto aconteça porque muitos dos pequenos negócios fugiam e bem aos impostos, mas por um lado, se nós nos esquecemos de pedir e as pessoas não nos entregam os talões, que culpa temos?

Estou para ver nestes primeiros tempos quantas vezes vou comprar coisas e não me vão dar a fatura comprovativa da minha compra. Estou para ver se ainda apanho um fiscal à porta de algum estabelecimento em busca de uma multa de início de ano. Estou para ver como vão controlar os negócios das feiras, dos mercados e os vendedores ambulantes. Estou para ver quanto tempo esta transição vai durar, porque isto não vai correr nada bem nestes primeiros meses.

Por mim, que no trabalho pouco muda com este sistema e que só me tenho que habituar enquanto consumidor, não deverá causar grandes problemas, a não ser o de acumular mais papéis na carteira porque me esqueço sempre que os posso deitar fora e não os tenho que guardar religiosamente.

2013 será um ano de mudanças de faturação e terei que andar a receber os papelinhos das novas máquinas registadoras, talvez tenha que arranjar um saco para acumular o lixo.

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