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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

08
Nov17

Vitória & Abdul


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vitória e abdul

Inspirado nos últimos anos da Rainha Vitória nasceu o filme Vitória & Abdul onde o surgimento de uma improvável amizade entre a soberana de Inglaterra e um jovem proveniente da Índia ganha uma dimensão inesperada que enfrenta a própria casa real ao longo dos últimos anos de vida de Vitória. 

Abdul é o escolhido para representar o seu país e presentear assim a Rainha com um símbolo do seu povo, mas a sua ação rapidamente chama a atenção de sua majestade que manda chamar este jovem para que continue a prestar-lhe serviços como seu empregado, o que não cai bem junto dos empregados que sempre serviram Vitória. Aos poucos Abdul vai ganhando espaço na vida da sua senhora a quem serve e sobre a qual vai começando a ensinar os seus costumes e hábitos, criando-se uma relação de amizade e proximidade que não é bem vista por quem circula pelos corredores da casa real. 

Uma relação de amizade e carinho entre a Rainha Vitória e Abdul que aconteceu de facto e que foi passada assim para a grande tela através da excelente representação de Judi Dench e Ali Fazal que dão vida a estas duas personagens históricas que se uniram para durante um curto período de tempo se cuidarem de forma mútua, num envolvimento que psicologicamente terá atingido muito mais que a amizade mas que pelos relatos escritos deixados por Abdul, relatos esses que ajudaram a dar origem a este filme, não passou de puro carinho, respeito e vontade de cuidar sempre de uma senhora que se apaixonou de certa forma pelo muçulmano que a voltou a fazer feliz nos seus últimos anos de vida, após um grande período de ausência, solidão e obrigações a cumprir.

Uma história emotiva, talvez ainda mais por se saber que aconteceu e embora partes que são mostradas tenham muito de ficção, a realidade marca presença e mostra como a vida de Vitória nem sempre foi fácil, tendo de enfrentar inimigos fora de portas e várias vezes quem vivia mesmo consigo e não aceitava as suas decisões pessoais para com a sua própria vida e com a do reino. 

Um drama com toques de comédia que vale a pena ver, mesmo para quem não acompanha a História de Reis e Rainhas de outrora. 

22
Mai17

Rescaldo dos Globos de Ouro


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globos de ouro.png

Vamos lá comentar a 22ª Gala dos Globos de Ouro que a SIC exibiu ontem, 21 de Maio de 2017, em parceria com a revista Caras.

Primeiramente é necessário falar da Passadeira Vermelha de apresentação em modo Televendas como já é habitual ser feito. É mesmo de serviço útil ao telespetador saber as marcas das vestimentas das estrelas que vão desfilando até entrar no Coliseu dos Recreios? Será que não conseguem somente falar com os famosos, maioritariamente rostos da estação, dos seus projetos e não comentarem roupas, sapatos e joias? Um outro pormenor que já é comum na Passadeira Vermelha dos Globos é o facto de dizerem que estão em direto quando assim não o é, já que é bem notório pela claridade do céu que as reportagens foram gravadas uns bons minutos antes, dado que depois quando começou a gala todos os convidados que há dois minutos estavam a entrar já estavam bem sentados nos seus respetivos lugares sem andarem pessoas em pé de um lado para o outro. Para mais este ano ainda tiveram uma falha no diferido e passaram um dos minutos com a Andreia Rodrigues em dose dupla, mas talvez ela tenha repetido a entrevista duas vezes e com a mesma pose, não sei!

Agora sim, a 22ª Gala dos Globos de Ouro! Antes demais questiono-me sobre a escolha de João Manzarra para a apresentação da suposta gala do ano em substituição de Bárbara Guimarães que foi assim afastada! As piadas consecutivas do Manzarra são aquela base já habitual com todos os apresentadores que passaram pelos Globos ao longo dos anos. O texto é tão formatado que o público na sala esquece-se de rir diversas vezes. Mas a questão essencial é... A sério que não existiam outras pessoas dentro do lote de apresentadores do canal para apresentar a que chamam de «Gala do Ano»? Júlia Pinheiro e João Baião são os dois rostos com maiores ordenados e só servem para apresentarem talk shows que perdem diariamente nas audiências e não podem fazer um especial de horário nobre uma vez por ano para tentarem compensar os maus resultados dos restantes dias?

Bárbara Guimarães subiu ao palco com Rodrigo Guedes de Carvalho e o jornalista tocou na ferida da apresentadora. Falou no drama da violência doméstica dando um chá de forma indireta a Manuel Maria Carrilho. Sério que isto era necessário num espetáculo nacional e onde se pretende estabelecer a alegria?

Mariana Pacheco e Vítor Silva Costa souberam mostrar a várias das duplas que foram ao palco apresentar e entregar globos que não é preciso elaborar muito para se estar bem e não cometer gralhas com as tentativas de ter graça junto de um público snob e que só se quer é despachar para seguir em frente para a verdadeira festa que o avançar da noite tem reservada. 

Rita Blanco e Albano Jerónimo esqueceram o teleponto e graças à atriz conseguiram ter dos melhores momentos cómicos da noite enquanto dupla a entregar um globo. Improviso e com o excelente bom humor de Rita Blanco, a dupla deixou o texto para trás e seguiu em frente. 

06
Mai17

Festa do Cinema com bilhetes a 2,5 euros


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festa do cinema.png

A Festa do Cinema está de regresso a Portugal pelo terceiro ano consecutivo e com o evento surge a boa notícia dos preços reduzidos de bilhetes de cinema pelos dias 22, 23 e 24 de Maio.

Em todo o país e em qualquer sala de cinema, cinemateca ou auditório os bilhetes vão estar a 2,50€. No total serão mais de dez mil lugares a metade do preço habitual numa clara tentativa de convidar as pessoas a regressarem às salas de cinema. Nas duas edições anteriores, de sucesso, por sinal, foram mais de quatrocentos mil espetadores a aproveitarem o bónus dos dias da Festa do Cinema. 

Lembro ainda que a 15 de Maio acontecerão dois eventos de promoção desta celebração. O debate Como criar mais hábito de consumo na Sétima Arte, no Cineteatro Capitólio, no Parque Mayer, em Lisboa e a apresentação do filme Perdidos, no Cinema São Jorge, do realizador Sérgio Graciano e que conta com os atores Afonso Pimentel, Diogo Amaral, Dalila Carmo, Dânia Neto, Lourenço Ortigão e Catarina Gouveia no elenco. 

06
Abr17

A Bela e o Monstro


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a bela e o monstro

Um clássico Disney que agora ganhou um remake onde atores reais se encontram envolvidos com a criação perfeita de cenas e personagens computorizadas tão reais que levam esta nova película a quase atingir a magia do primeiro amor que o público tem para com A Bela e o Monstro. Costuma-se dizer que não há amor como o primeiro e neste caso e por muito bem feita que esta nova versão esteja, obedecendo bastante ao original, não consegue chegar aos encantos a que assisti em pequeno. 

Uma história intemporal e que ultrapassa gerações volta a espalhar magia convidando os espetadores a circularem pelas escadarias e salas do castelo para (re)viverem uma grande história de amor entre uma jovem inspiradora e apaixonada por literatura e um príncipe amaldiçoado. Este é daqueles contos que em livro, em filme animado, teatro ou agora em versão cinematográfica real consegue sempre emocionar, dado o envolvimento que A Bela e o Monstro vão criando ao longo de todos os desafios que lhes vão sendo colocados. A capacidade de transformação de um ser magoado para com os cuidados de outro para que se consigam criar elos de ligação, primeiro para se descobrir quem está do outro lado e depois porque o coração fala mais alto e percebe que a paixão não surge por um rosto bonito, mas sim pela demonstração do carácter que está tanta vezes por detrás de um corpo que nada nos diz e que com o tempo se mostra um ser encantador e perfeito. 

Emma Watson pelas primeiras cenas parece ausente da personagem mas assim que se vê confrontada com o Mostro protagonizado por Dan Stevens consegue mostrar que agarrou a sua Bela como era pedido, tendo uma presença ascendente ao longo de toda a história. Já no que toca a Stevens, acredito que teriam conseguido ter um outro rosto a dar vida a este príncipe que em formato Monstro convence bastante mas depois os poucos minutos em que fica de rosto limpo acaba por desiludir pela ingenuidade que acabou por dar à personagem. De resto, não existem oscilações de casting e nota-se que a intenção era mesmo surpreender com o trabalho de equipa onde os mágicos cenários e as personagens não humanas criam a verdadeira ilusão para a fantasia que depois acontece no final quando todo o elenco surge a celebrar o amor. 

Um filme com maior duração que o original para explicar o passado familiar de ambas as personagens e também pormenores que na versão animada e mais virada para o público infantil passam despercebidos mas que agora já deixariam dúvidas acerca de determinadas atitudes, dando também para perceber o cuidado com vários problemas sociais, como é o caso da homossexualidade e do racismo, com a presença de personagens que mostram que a realidade existe e não há que ser omitida no cinema. 

Um filme para ver ou na maioria dos casos rever mas que não consegue tirar a magia do verdadeiro, do original, aquele que nos ficará para sempre na memória e que os mais novos que só estão a ter o seu primeiro contacto com A Bela e o Monstro agora devem ver porque não se conseguirá fazer melhor, por muito que se tente, do encanto que foi criado com aquela película animada.

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