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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

20
Dez14

Férias na semana de Natal


O Informador

Este ano o Natal terá um maior espaço por aqui! Isto porque pela primeira vez estarei de férias laborais na semana mais natalícia do ano!

Com dias em atraso de folgas e com férias ainda por tirar, acabei por optar ficar toda a próxima semana a descansar, aproveitando ao mesmo tempo para fazer as visitas da época e conseguir fazer umas últimas compras sem as correrias do fim-de-semana e dos serões onde todos invadem os centros comerciais em busca dos presentes perfeitos.

Tirar férias na semana de Natal só faz lembrar os pais que não têm onde deixar os seus filhos porque escolas e infantários encerram também por uns dias, sendo a família obrigada a reorganizar os seus dias para ficarem com os mais pequenos por casa. Por aqui não existem crianças mas existe uma grande vontade de ficar a descansar numa época que não vivo como a maioria das pessoas mas em que gosto de aproveitar os momentos caseiros e familiares propícios destes dias.

Uma semana de paz só para mim! Que bom!

16
Nov14

Será o marido ideal?!


O Informador

Uma jovem mãe que trabalha e cujo marido não mexe uma palha em casa para a ajudar com a criança é algo que não consigo compreender. Estamos em pleno século XXI, o casal trabalha e quando ela chega a casa tem de fazer tudo sozinha e ainda cuidar da criança para o maridinho estar sentado no sofá a ver os seus jogos de futebol, tendo ainda a lata de lhe dizer que não consegue tratar da filha e que não sabe fazer nada pela cozinha. Tenham dó, mas um casamento ou união de facto assim não conjuga com o meu ideal de matrimónio, muito menos quando uma família cresce e só um tem o encargo de fazer tudo e mais alguma coisa porque o outro além de dizer que não sabe fazer ainda diz ter nojo de tratar da muda das fraldas da filha.

Pode-se chamar a isto de união perfeita quando o homem ainda acredita que vive na época dos seus avós ou bisavós onde as lides domésticas e as crianças eram obrigação exclusiva da mulher? Quando ouço certas conversas como se tudo fosse normal o meu estômago acaba por se revoltar com tanta pala que as raparigas deixam que lhes coloquem, aceitando tudo o que os seus namorados, companheiros ou o que lhes queiram chamar acham de correcto.

Será que elas acreditam mesmo que um marido que não levanta o rabo do sofá para nada é o ideal para o seu futuro onde serão as trabalhadoras, donas do lar, mães e tudo o que eles desejarem, esquecendo-se que são mulheres com tantos direitos e deveres como os que fazem delas o que querem, fazendo-lhes crer que isso é o correcto?!

Ainda há muito a evoluir na sociedade dos tempos modernos!

12
Nov14

As mães


O Informador

As mães, o bicho papão que em certa altura das nossas vidas nos dão dores de cabeça por terem comportamentos e atitudes que só dão vontade de as atirar para algum lado. Sempre foram e serão assim, todos nos queixamos dos seus maus feitios, das suas complicações com as arrumações e das suas ideias que acreditam piamente serem as mais correctas e sobre as quais não podem existir opiniões contrárias. Todos nos queixamos de certa forma delas, mas o que seria de muitos sem as suas bruxas chatas e complicadas por perto?

Sempre ouço o mal dos outros como vendo o meu no que toca à ligação para com as mães de cada qual! Elas têm o seu feitio, vivem para serem adoradas e muitas vezes o centro de cada lar e embora nunca o admitam, quando sentem que algo não está dentro das suas regras logo começam a gritar e barafustar por não verem com bons olhos tais comportamentos que para todos são normais menos para elas, as complicadas do costume! Todas são iguais, umas com maior acidez outras mais açucaradas, mas o que é certo é que todas conseguem passar as suas frustrações para filhos e maridos que não fazem exatamente o que elas têm na sua agenda mental programado para cada qual. Os pormenores, aqueles temas e descuidos naturais e que ninguém complica sem serem elas. As coisas no lugar, as malvadas arrumações que acabam por se transformar numa desarrumação por mexerem onde não devem, um tapete torto, uma porta que bate com o vento mas que já serve para começar a lenga lenga do costume, o controlo remoto sobre tudo e mais alguma coisa.

As mães adoram sentir que tudo lhes tem de passar por debaixo do nariz, que conseguem controlar tudo, que são o centro da casa, as rainhas do lar e que nada falha. As mães deles são iguais à minha, todos nos queixamos delas e todos nos acabamos por compreender. Quando as filhas forem mães comportar-se-ão da mesma forma que agora comentam? Acredito mesmo que sim e nessa altura serão os filhos a estarem a falar sobre as complicações das suas mães, aquelas que falaram e vão acabar por serem tão chatas como as que serão as avós do futuro!

Nós amamos-as mas que elas são chatas demais, lá isso não se pode negar!

12
Jun14

40 e Então?


O Informador

40 e entãoAs quarentonas estão retratadas na peça 40 e Então?, em cena no Teatro Tivoli BBVA. Eu, que ganhei um passatempo lançado pelo Guia de Lazer do jornal Público, assisti a este espetáculo com as atrizes Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano e Maria Henrique, conseguindo perceber que existem mulheres que mesmo não tendo tal idade, conseguem atingir os pensamentos dos «40»!

Em palco as três atrizes desfilam personagens e vidas ao longo da interpretação de vários textos escritos por Helena Sacadura Cabral, Rute Gil, Sónia Aragão, Ana Bola, Silvia Baptista, Rita Ferro, Maria Henrique, Leonor Xavier e Inês Maria Menezes, mostrando o que é a vida de uma mulher com quarenta anos! Os desafios da idade, a maternidade, as sogras, as saídas, a bebida, o divórcio, a moda e os mil e um assuntos que conseguem preencher a mente de uma mulher ao longo das suas vinte e quatro horas do dia marcam presença nesta peça.

Um espetáculo divertido, com três atrizes que surpreendem e com um andamento perfeito! Sem intervalo para não perder o ritmo, 40 e Então? mostra os problemas enfrentados quando se passa para a barreira dos «enta» e tudo parece começar a desmoronar. Três amigas em palco numa união e sintonia encruzilhada onde se juntam com tantas «Marias» que andam por aí à procura da felicidade e do bem-estar.

Leve, espontânea, fácil e bem interpretada são quatro dos vários factores positivos que o espetáculo tem para levar a sua plateia aos aplausos e risos ao longo de hora e meia. Gostei e recomendo a qualquer pessoa, principalmente às mulheres que estão prestes ou já passaram a barreira dos 40!

29
Ago13

Bebés aprendem palavras ainda na barriga


O Informador

Os futuros pais que andam por aí que se ponham finos se querem ter uma criança que não diga asneiras e não comece assim que diga as primeiras palavras a mandar tudo e todos para o outro lado. É que o novo estudo afirma que ainda na barriga, os bebés aprendem as palavras e depois assim que nascem retêm-nas para mais tarde as colocarem em prática.

Parece que as crianças absorvem as palavras que ouvem mais vezes enquanto estão na barriga da mãe, isto segundo um novo estudo da Universidade de Helsínquia, da Suécia. Pronto, é só na última fase que têm de ter um maior cuidado com o que dizem, mas é necessário estarem em alerta não vá o pequeno rebento reconhecer o que não deve e depois reagir a essas palavras feias.

Meninos que estão à espera para serem pais pelos próximos meses, atenção com o que andam a dizer pelas redondezas da barriga porque não quero ter um sobrinho emprestado a saber dizer o que não deve.

Já agora, podem saber mais sobre este estudo na notícia do TVI24.

12
Mar13

Educar com presentes


O Informador

Na sociedade dos dias que correm é cada vez mais comum ver os pais sem tanto tempo para os filhos como acontecia há uns anos atrás. Não sou pai, mas tenho visto que as crianças são cada vez mais conquistadas com presentes, faltando a base de tudo, faltando o que eu tive.

Acredito que existe uma percepção geral de que o consumismo, mesmo em altura de crise, é forte no que toca a comprar crianças. Os pais muitas vezes para verem os seus filhos bem e contentes dão-lhes o que pedem e esquecem que é através dos afetos e da proximidade que existe educação.

As crianças têm tudo e conseguem ter tudo dos seus pais e familiares mais próximos e mal começa a aparecer uma birra logo se muda tudo com a compra de algo que é pedido. A ausência dos pais, devido às várias horas de trabalho, também acontece numa maior escala e isso ajuda a esta compra com presentes que os pais fazem.

Educar não é isto, pelo menos eu não fui educado assim e não fui habituado a ter tudo o que pedia. Sempre tive um dos meus pais mais presente que o outro, mas cedo comecei a perceber que podia pedir, mas eram mais as vezes que não tinha o que queria do que o contrário.

Hoje não se educam as crianças, hoje compram-se os filhos para se compensarem as horas de ausência e a falta de paciência que se agrava com o stress social que existe!

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