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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

19
Out17

Atual leitura... Imperium [Robert Harris]


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imperium.jpg

Os próximos dias literários serão dedicados à trilogia sobre a vida de Cícero, narrada por Robert Harris. Iniciando em Imperium, onde os últimos quarenta anos da república em Roma são relatados, entrarei logo de seguida no segundo volume, Lustrum, para terminar em Dictator, lançado recentemente. Optei por esperar que os três volumes estivessem disponíveis para levar esta leitura de seguida e sem pausas para que não existam hipóteses de certas partes da história ficarem no esquecimento. 

A trilogia já se encontra toda disponível em Portugal na coleção Grandes Narrativas da Editorial Presença e agora é tempo de ler para depois vos contar tudo!

10
Jul17

A Pérola Que Partiu a Concha [Nadia Hashimi]


O Informador

a pérola que partiu a concha.jpg

Autor: Nadia Hashimi

Editora: Editorial Presença

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Abril de 2017

Páginas: 432

ISBN: 978-972-23-6002-9

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Cabul, 2007. Com um pai toxicodependente e sem um único irmão, Rahima e as irmãs só podem frequentar a escola esporadicamente e mal lhes é permitido sair de casa. 

A Rahima, resta a esperança proporcionada pela bacha posh, uma prática antiga através da qual as raparigas podem ser tratadas como rapazes, e adotar o seu comportamento, até terem idade para casar. Como filho, ela pode ir à escola, ao mercado e sair à rua para acompanhar as irmãs mais velhas. Rahima não é a primeira da família a seguir esta prática pouco comum. Shekiba, sua trisavó, já o fizera um século antes para tentar salvar-se. 

Os destinos das duas cruzam-se numa história, ao mesmo tempo, bela e triste que nos fala da condição feminina num ambiente hostil. O que acontecerá a Rahima quando tiver idade para se casar? Como sobreviverá? E Shekiba, terá ela conseguido construir uma vida nova e mais digna? A Pérola que Partiu a Concha é a história de duas mulheres que lutam para sobreviver no Afeganistão.

 

Opinião: Conhecer as vidas de Rahima e Shekiba foi como viajar para o Afeganistão e perceber a realidade de uma sociedade tão distinta da minha. Com décadas a separar as vidas destas duas personagens tão reais, o que é certo é que a realidade não se alterou assim tanto numa zona territorial em guerra e onde as mulheres continuam a ser tratadas como seres nulos e onde em zonas afastadas dos grandes centros urbanos são vistas como seres procriadores e pouco mais. 

Um romance bem escrito e verdadeiro que pode ser confundido tão facilmente com a realidade de tantas mulheres que enfrentam o poder dos seus maridos e da sua família em locais onde não têm uma palavra a dizer. Estas duas mulheres pertencem, em gerações diferentes, à mesma família e é através de Rahima que vamos conhecendo a sua história atual e a realidade vivida pela sua trisavó Shekiba. Ambas enfrentam vários processos de solidão, massacre, obrigações e violência até encontrarem um caminho que só é possível pelo que passaram ao longo dos seus primeiros anos de vida. Praticamente cem anos separam estas duas figuras femininas que em momentos diferentes vivem situações semelhantes mostrando assim a autora o pouco que foi alterado nos direitos da mulher afegã ao longo do tempo. 

A Pérola Que Partiu a Concha é um romance que pode muito bem ser considerado a biografia de alguém, de uma mulher que tenha sobrevivido à dor ao longo de situações controversas aos nossos olhos. A figura feminina sem direitos e somente com deveres existe e é infelizmente retratada de forma exemplar nesta narrativa onde os maus tratos, a obediência, a dor e a rejeição são mostrados de forma tão verossímil quanto possível. 

O nascimento logo manchado quando se nasce mulher traça o rumo de uma vida que desde logo fica riscada. Uma filha é vendida e trocada por bens materiais para que seja mais uma esposa, muitas vezes quando ainda criança, de um homem que somente quer ter filhos homens para lhe seguirem o legado e ficar bem visto junto dos seus semelhantes. Uma mulher, transformada em esposa por obrigação e que tenha somente filhas é deixada de lado, muitas vezes morta porque não cumpriu com o seu papel de procriadora de um varão.

Na sociedade afegã ter somente filhas também poderá querer dizer que uma ou mais poderão ser transformadas em bacha posh, o que desconhecia por completo, mas que é uma situação bem real. Uma bacha posh é uma rapariga que antes de atingir a puberdade e mesmo em alguns casos após se tornar mulher, é transformada num rapaz para poder estudar, sair à rua livremente e dar ao seu pai algum alento durante um tempo por ter a companhia de um filho masculino. Uma situação complicada de explicar mas que em A Pérola Que Partiu a Concha está tão percetível que mostra a quanta dedicação foi atribuída pela autora a este tema. 

01
Jul17

Atual leitura... A Pérola Que Partiu a Concha [Nadia Hashimi]


O Informador

a pérola que partiu a concha.jpg

Mais uma vez e porque acho que tomei embalagem, vou voltar a entrar no mundo ocidental em termos literários, desta vez com a leitura de A Pérola Que Partiu a Concha, um romance inserido na colecção Grandes Narrativas da Editorial Presença.

Da autoria de Nadia Hashimi, esta obra reflete a realidade afegã antes da invasão soviética, local onde a autora nasceu mas de onde partiu bem cedo com os pais para os EUA. Formada em Medicina e Biologia, esta primeira obra de Nadia já foi vendida para mais de dez países e promete conquistar os leitores com a realidade dos factos a ser descrita através das vidas de duas mulheres bem distintas, com um século de diferença, mas com coragem e sonhos bem semelhantes na luta pela sobrevivência no Afeganistão.

27
Mai17

TAG Feira do Livro


O Informador

A Mulher que Ama Livros lançou a TAG Feira do Livro e a Holly Reader foi uma das nomeadas para lhe seguirem o exemplo. Agora e porque as meninas não estavam contentes, eis que fui chamado a responder também às várias questões da TAG, mas desta vez ainda não irei fazer vídeo. Quem sabe numa próxima. 

Vamos lá então...

  1. Um livro que se passe em Lisboa - A Magia do Acaso, da autoria de Tiago Rebelo e lançado pela editora ASA. Podem saber um pouco mais sobre a obra e a opinião que tenho sobre a mesma aqui.

  2. Indica um livro para ler no Verão - Larga quem não te agarra, da autoria de Raul Minh'Alma e lançado pela Manuscrito. A razão desta escolha é simples e pode ser explicada com dois fatores. Primeiramente de leitura simples e depois também porque ao ser um livro de reflexão e já que os dias de férias, por exemplo, também servem para recarregar baterias, nada melhor do que pensar no ano que está um pouco em modo pausa para recomeçar de novo, dando novas oportunidades aos outros e a nós próprios. Podem saber um pouco sobre a obra e a opinião que tenho sobre a mesma aqui

  3. Indica um livro doce - Feliz Aniversário, da autoria de Danielle Steel e lançado pela Bertrand Editora. A escolha desta sugestão é simples. Algo mais doce do que a união familiar? Este é um romance simples e onde o amor acontece. Quando pensei em doçuras logo pensei em Danielle Steel e dentro das opções, nada melhor que este título que nos transporta por um bom ambiente familiar, como se estivéssemos a percorrer um percurso recheado de coisas boas para ir saboreando ao longo da vida. Podem saber um pouco mais sobre a obra e a opinião que tenho sobre a mesma aqui

     

  4. Qual o autor que deveria ir à Feira do Livro - Danielle Steel, que sabem que é uma das minhas autoras de romance preferidas. J. K. Rowling seria interessantíssimo ouvir falar sobre os seus mundos fantásticos junto dos fãs. 
  5. Elege as tuas três editoras preferidas - Não criando um top mas sim enumerando de forma aleatória. Editorial Presença e Bertrand Editora pelo facto de serem as editoras de sempre e com as obras com que mais me tenho identificado ao longo dos anos. Seja no romance, no suspense, estas duas editoras têm nomes fortes, com capas que dão nas vistas e que me conseguem prender. Mais recentemente tenho ficado fã da Topseller dentro do estilo thriller e até agora nenhuma outra me conseguiu conquistar dentro deste estilo como a editora do grupo 20|20.
  6. Indica um livro muito bom com mais de 18 meses - O Quarto de Jack, da autoria de Emma Donoghue. Posso parecer cliché com esta escolha, mas este é um dos meus livros de coração e que aconselho vivamente por mostrar a perseverança e vontade de vencer na vida. 

  7. Já pediste autógrafos? Mostra - Não sou de pedir autógrafos por vergonha talvez de me dirigir às pessoas de forma a lhes roubar um pouco do seu tempo quando todos temos direito ao nosso espaço de forma livre. Existem as sessões de autógrafos mas mesmo ai não sou de ficar em espera em busca de uma assinatura e um comentário igual por vezes a tantos outros. Tenho um livro do NunoNepomuceno ainda por ler que o autor me enviou autografado e sei que existem mais uns que foram enviados também já com o autografo dos seus autores, mas nada pedido por mim ou por me ter dirigido à pessoa com a finalidade de pedir a sua assinatura numa das suas obras. Já agora Obrigado Nuno!

    autografo nuno nepomuceno.jpg

  8. Dois livros que compraste nos anos anteriores e ainda não leste - Neste campo vale mais recorrer ao provérbio... «Vale mais uma imagem que mil palavras.» Não sei quais foram comprados na Feira do Livro ou oferecidos no Natal e assim, mas sei que já por cá andam há uns meses e mesmo anos em espera para serem lidos!

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  9. Revela dois livros que pretendas comprar este ano - Escrito na Água de Paula Hawkins, a autora de A Rapariga no Comboio que lançou assim o seu segundothriller. E tentar completar a coleção já extensa das obras de Danielle Steel que sei que me faltam uns lançamentos antigos pela biblioteca cá de casa e que ainda não li. 

27
Abr17

Deixa-me Ir [Gayle Forman]


O Informador

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Autor: Gayle Forman

Editora: Editorial Presença

Lançamento: Abril de 2017

Edição: 1ª Edição

Páginas: 304

ISBN: 978-972-23-5994-8

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Maribeth Klein é mãe de gémeos e editora de uma revista de moda. Conciliar essas duas facetas da vida tem sido um desafio quase impossível e Maribeth sente-se esgotada. A azáfama do dia a dia, cada vez mais intensa, não a deixa parar um segundo, nem para perceber que acaba de ter um ataque cardíaco. 

Durante a recuperação, dispondo finalmente de algum tempo para pensar, Maribeth decide fazer as malas e partir. Longe das obrigações familiares e apoiada por novas amizades, pode por fim lidar com os problemas que a atormentam há muito e enveredar por uma jornada de descoberta que lhe permitirá perceber o que é realmente importante.

 

Opinião: Mulher, editora numa revista de moda, esposa e mãe de gémeos com todas as responsabilidades pessoais, familiares e profissionais que tudo isto acarreta, Maribeth é a personificação de uma pessoa que não faz pausas para descansar, nem mesmo se estiver a enfrentar os sintomas de um ataque cardíaco. Continuando com a sua azáfama diária e sem dar qualquer importância ao que lhe está a acontecer, de um momento para o outro vê-se obrigada a entrar no hospital onde se vê perante uma situação que não consegue controlar, ao contrário do que está habituada a fazer na vida onde consegue visionar tudo o que está ao seu redor. 

Deixa-me Ir é a amostra que a luta do dia-a-dia desenfreado por vezes tem de acalmar porque nem tudo compensa e existem assuntos a tratar bem mais importantes que o trabalho e a tentativa de correr para tudo e todos sem parar para pensar que o próprio também tem de se sentir bem e valorizado consigo. É isto que acontece com a nossa Maribeth quando numa cama hospitalar e no pós operatório percebe que a sua vida não é a que sonhou e a que deveria ter.

Com a perceção que algo tem de mudar, faz a mala, deixa uma carta ao marido e aos pequenos filhos e parte com o objetivo de respirar e alterar o seu presente mas também em busca de resolver assuntos do passado para que consiga ajudar a resolver um futuro familiar que pode ser uma ameaça para a próxima geração perante o seu ataque cardíaco numa idade onde estes problemas de saúde geralmente não acontecem com tanta frequência. Será este um problema familiar e passado de geração em geração?

26
Abr17

Atual leitura... Deixa-me Ir [Gayle Forman]


O Informador

Gayle Forma lançou Espera Por Mim, Se eu Ficar, Apenas Um Dia, Apenas Um Ano e Eu Estive Aqui, tudo livros juvenis. Agora e porque os seus leitores também cresceram e continuam a pedir mais, eis que a autora lança Deixa-me Ir, a sua primeira obra para adultos.

Com a premissa de ser uma história apaixonante e intensa, em Deixa-me Ir vivemos lado a lado com Maribeth Klein, uma mãe de gémeos, mulher e esposa, profissional e super dedicada a tudo e a todos os que estão na sua vida. Só que nem tudo conseguimos controlar e uma doença súbita a que tenta não dar valor aparece para a fazer perceber que vários pontos terão de ser alterados no seu percurso. 

Confesso, a julgar pelos bons comentários que fazem sobre a autora, que estou bastante curioso com esta leitura que de certo demorará breves dias a ser feita, só mesmo para não dizer horas.  

04
Abr17

O Livreiro de Paris


O Informador

o livreiro de paris.jpg

Autor: Nina George

Lançamento: Fevereiro de 2017

Editora: Editorial Presença

Páginas: 328

ISBN: 978-972-23-5961-0

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Jean Perdu é proprietário de um negócio tão especial quanto extraordinário: a Farmácia Literária, uma livraria instalada num barco atracado no rio Sena, em Paris. Ao invés de vender medicamentos, receita livros como remédio para os males da alma. Porém, embora saiba aliviar a dor dos outros, não consegue atenuar a sua própria dor. O que Monsieur Perdu não sabe é que a descoberta de uma carta do seu passado está prestes a mudar-lhe o destino. Depois de a ler, Jean encontra-se numa encruzilhada: continuar uma existência sombria e dolorosa ou embarcar numa viagem ao Sul de França, até à Provença, ao encontro da reconciliação com o passado e da beleza da vida.

 

Opinião: Primeiramente o leitor começa por se apaixonar pelo mundo criado por Jean Perdu na sua embarcação transformada em livraria num porto do rio Sena, em Paris. Para quem gosta de livros logo a premissa consegue conquistar, só que depois com o passar de cada capítulo rapidamente percebemos que por detrás da dedicação de Perdu existe uma solidão causada por um acontecimento do passado e aí tudo se começa a transformar. 

Confesso que ao perceber que aquela embarcação iria sair do seu lugar para viajar em busca de uma verdade que o leitor já conhece não consegui aproveitar e saborear o momento, achando desnecessário o desapego ao local que sempre acolheu o médico literário que dá conselhos sobre que obra deve ser lida perante as circunstâncias de cada cliente. Engoli em seco, perdi um pouco de interesse e fiquei a naufragar na leitura, só que a dado momento e depois de pensar como a descrição de cada local visitado era feita de forma rápida sem revelar grandes pormenores, acontece o virar da história. De um momento para o outro tudo muda e se existem livros que podem não estar a conquistar mas que na reta final conseguem dar a volta a toda a situação, O Livreiro de Paris é um deles. 

01
Abr17

Atual leitura... O Livreiro de Paris


O Informador

Um lançamento das Grandes Narrativas da Editorial Presença é geralmente sempre um bom livro, isto segundo a opinião de quem passou os últimos anos de adolescente somente a ler obras lançadas nesta colecção e nada mais. Como era estranho e sem querer abrir horizontes, não é?

Neste momento já tenho em mãos a leitura de O Livreiro de Paris, da autoria de Nina George. Para quem gosta de ler como poderia deixar passar esta narrativa de lado quando o mundo das palavras está em destaque? Vamos lá ver o que me reserva esta obra que já conta com segunda edição.  

29
Nov16

A Química


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a quimica.jpg

Autor: Stephenie Meyer

Lançamento: Novembro de 2016

Editora: Editorial Presença

Páginas: 544

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Neste thriller empolgante, uma ex-funcionária perseguida pela agência governamental para a qual trabalhava tem de executar uma última missão para limpar o seu nome e salvar a sua vida.

Apesar de trabalhar para o governo dos EUA, poucos sabiam disso. Considerada uma especialista, era um dos elementos mais ocultos de uma agência tão secreta que nem sequer tem nome. Quando entenderam que a sua ex-funcionária os punha em perigo, tomaram de imediato a decisão de a perseguir. Agora, ela tem de mudar constantemente de lugar e de identidade. Os seus perseguidores mataram a única pessoa em quem confiava, mas as informações secretas que guarda são uma ameaça, por isso estão determinados a elimina-la o mais rapidamente possível.

Quando o seu antigo supervisor lhe propõe uma alternativa para sair desta situação, ela crê estar perante a única oportunidade de escapar. Para tal, terá de aceitar uma última missão para a agência. Infelizmente, cedo compreende que as informações que lhe foram transmitidas a colocam numa situação ainda mais perigosa. Decidida a lutar, prepara-se para o confronto mais difícil da sua vida, mas dá por si apaixonada por um homem que apenas complica as suas possibilidades de sobrevivência. À medida que essas possibilidades escasseiam, vê -se obrigada a usar os seus talentos únicos de formas que nunca imaginou.

Neste novo romance, Stephenie Meyer criou uma nova heroína determinada, fascinante e com talentos únicos, demonstrando mais uma vez o que a leva a ser uma das autoras mais admiradas da atualidade.

 

Opinião: Só por si Stephenie Meyer chama a atenção dos leitores e a curiosidade aumenta com A Química quando é rapidamente percetível que esta obra foge do mundo de Crepúsculo, sendo a mudança necessária para que o público perceba que a autora sabe contar muito mais que romances de vampiros que inspiram jovens adolescentes e sonhadores por todo o mundo. 

21
Nov16

Atual leitura... A Química


O Informador

O sucesso mundial da saga Twilight catapultou Stephenie Meyer para os tops que rapidamente a transformaram numa das autoras de maior sucesso. Agora, após a febre dos vampiros, Stephenie arrisca com um outro estilo literário e presenteou os leitores com A Química, um thriller que promete agarrar e conquistar através de personagens que se envolvem em situações intensas onde a busca da verdade dará origem a perseguições, missões e salvamentos da própria vida. Curiosos? Eu estou!

A Química será talvez um dos livros do ano, quero assim acreditar e o poder afirmar quando esta leitura estiver terminada. As expetativas estão altas e daqui a uns dias já vos contarei como tudo correu com esta Grande Narrativa lançada pela Editorial Presença.  

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