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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

03
Ago17

Cartão de Refeição = Problema


O Informador

Pela primeira vez recebo o subsídio de refeição através de cartão, mas esta primeira vez em algo não está a correr assim tão bem como esperado. Aparentemente o valor devido foi colocado no cartão no dia 1, tendo-me sido entregue o dito cartão no dia 2. Rapidamente fiz a adesão online para ter a aplicação e poder controlar o valor ao longo do mês, mas espantem-se... O dinheiro ainda lá não estava no dia 2! Dizem que é porque aquela empresa de cartões não atualiza o saldo dos cartões diariamente. No dia 3 voltei a verificar e 0€, fui a um multibanco tirar o saldo e 0€. Amanhã se nada de novo acontecer terei de voltar a falar com a contabilidade e talvez com a empresa responsável para perceber o que se passa. Aparentemente pelo que me disseram a primeira vez nem sempre é fácil com aquele bocado de plástico, mas será que demoram assim tanto a deixar o valor ficar disponível quando nos estreamos?

27
Abr17

Até Napoleão gostava de ganhar nos dados


O Informador

napoleão.jpg

Se querem que vos diga existiu uma altura em que tinha uma paixão pelo casino e suas apostas. Uma atracão que existe e aparece em muitas pessoas, não sendo somente representada em livros e filmes mas também chegando a todos na cultura popular. Os entusiastas vão até há alguns anos antes de Cristo e, ao longo da história, eram quase todos eles imperadores, escritores ou políticos, portanto este meu antigo e ultrapassado calcanhar de aquiles só pode vir do facto de eu ter uma pequena costela de cada um deles.

Deixo-vos aqui um resumo, para terem uma ideia. Tudo começou com os imperadores da Roma Antiga: Júlio (100-44 a.C.) já participava em jogos de sorte públicos e contasse que, enquanto atravessava o Rio Rubicão, disse a famosa frase 'alea iacta est' (“os dados estão lançados”). Depois Calígula (12-41 d.C.), que já apostava em corridas de carroças e jogos de dados e que chegou a transformar o palácio imperial numa casa de jogos para conseguir dinheiro para o tesouro. Por fim Nero (37-68 d.C.), que adorava todo o tipo de desportos e jogos, mas ainda mais apostar neles.

Depois, o famoso italiano Lourenço de Médici, um político renascentista, patrono de vários artistas, que era não só um excelente jogador de cartas como até acabou por ser ele a criar alguns dos jogos. Também o famoso escritor e historiador francês, Voltaire (1694-1778) era aquilo a que se pode chamar um jogador ávido. Por isso, quando o governo francês criou a lotaria e só permitia que participassem aqueles que comprassem uma determinada quantia de obrigações, Voltaire arranjou uma forma de contornar as regras: criou uma estratégia em que obtinha obrigações que permitiam o número máximo de entradas. Acabou por ganhar a maior parte do dinheiro destinado à lotaria, na época. Voltaire era especialmente fã de um jogo de cartas chamado Faro e de Biribi, um jogo similar à roleta, onde os números eram retirados de um saco.

10
Mar17

Impérios com baixos salários


O Informador

É uma realidade sobre a qual todos temos noção, mas quando é contada na primeira pessoa acaba por ter outro sentido. Um trabalhador com mais de seis anos de casa numa grande cadeia de supermercados nacional ganha praticamente o mesmo hoje que há seis anos, tendo sido aumentado somente por obrigação e estando agora a receber pouco mais de treze euros que os seus colegas que entraram há meses com as mesmas funções. Assim se percebe a ditadura da liderança dos grandes que reinam sobre tudo e todos com preços baixos e com salários também baixos. Escravidão e sentimento de falta de consideração e valorização das pessoas que se esforçam no trabalho para não verem uma recompensa lhes bater à porta. 

Trabalhar praticamente todos os fins-de-semana, receber quase o ordenado mínimo, horários diários trocados e perceber que não existe futuro num dos grandes que supostamente deveriam formar pessoas para que ano após ano se sentissem bem onde estão parece não ser a ideia das empresas que lideram o mercado e deitam abaixo os mais pequenos em busca dos milhares que poderiam dividir com quem dá o litro por pouco. 

É uma completa vergonha perceber isto de forma real e em conversa num corredor de supermercado, quando os anos passam, a vida se vai alterando e é necessário mais para seguir em frente. Mas que mais quando o empregador não valoriza os seus funcionários que tenta manter mas para os quais não olha ao final do mês. Todos não passamos de peões neste mundo de cifrões onde os mais ricos continuarão sempre a rebaixar as classes mais baixas que dificilmente conseguem dar a volta enquanto dia após dia necessitamos de ser consumidores, gastando o pouco que se ganha em empresas que não praticam o bem. 

03
Fev17

Sem Ordenado [5ª Parte]


O Informador

Após um Janeiro em que o ordenado foi pago tarde e por duas vezes, eis que tudo volta ao normal, mas com uma ajuda extra que não se voltará a repetir daqui a umas semanas.

Pois é, se o salário de Dezembro foi pago a meio de Janeiro, desta vez no último dia do mês já estava em cada conta a totalidade do que é nosso por direito. Existiu um extra na empresa e só assim conseguimos receber a tempo, só que sabemos que esse mesmo extra não voltará a aparecer e a partir de agora é respirar e tentar fazer dinheiro para que no próximo final de mês possamos dizer de novo que recebemos tudo direito e no dia certo. 

12
Jan17

Sem Ordenado [4ª Parte]


O Informador

Eis que ao contrário de todas as expetativas, os restantes sessenta por cento que restavam ser pagos do ordenado em atraso acabou de entrar na conta pelas últimas horas. Nada o fazia prever, no entanto foi com surpresa que ontem acabamos por saber que iríamos já receber o que nos restava, mais de metade. 

Ao longo de dez anos sempre recebi através de transferência bancária, este mês além do atraso bem notório de duas semanas, acabei por receber a primeira parte em dinheiro e agora o resto acabou por surgir pela via normal, estando agora tudo em ordem.

11
Jan17

Sem Ordenado [3ª Parte]


O Informador

Eis que o dia das promessas para o pagamento do ordenado passou e para além de estarmos em espera desde o início do mês e de só termos visto parte, nem metade na véspera do dia prometido para a totalidade, ontem recebi mais um pouco do que é meu, um pouco mesmo.

O resto? Bem, esse é apontado chegar lá para a próxima Segunda-feira! Será que acredito? Não! Não mesmo! Para mais quando ao longo de dez anos as promessas feitas têm caído várias vezes em sacos bem rotos e com um fundo que mais parece uma memória esquecida!

Estamos informados acerca das leis através do ACT, mas só podemos agir a partir do dia 15 quando não existe qualquer pagamento feito até ao último dia do mês, o que neste caso já não pode acontecer, tendo agora de esperar outras duas semanas para saber o que poderá ser feito através da rescisão de contrato com direitos, já que a falta de pagamento do ordenado foi em parte colmatada mas nem metade ainda está nas nossas mãos. Se quase a meio do mês ainda nos falta sessenta por cento do salário, quando passarmos para a próxima mensalidade que nos terá de ser paga quanto tempo teremos de esperar?

10
Jan17

Sem Ordenado [2ª Parte]


O Informador

Ainda ontem revelava a falta de ordenado este mês e eis que surgiram novidades, não totalmente positivas, mas um sinal. Recebi uma parte, nem metade, do salário que já devia ter sido pago há uns dias, ficando-se com a promessa que até ao final da semana deverá surgir o restante. 

Se acredito que isso irá ser possível? Não, mas pelo menos uma das partes já cá está, infelizmente fora de prazo e mostrando que as coisas estão tão complicadas que o dinheiro vem de forma faseada.

09
Jan17

Sem ordenado


O Informador

É triste, mas é a verdade! Este mês e estando já preparado para que isto fosse acontecer, ainda não recebi o ordenado!

As coisas na empresa encontram-se mal, bastante mal, mas até agora os ordenados tinham batido sempre a horas na conta, só que quem tem olhos percebe o que vai acontecer e a previsão que fizemos acabou mesmo por acontecer. Após os subsídios de Natal terem sido pagos mais de uma semana e meia depois do que dita a lei, logo ficou visível que os ordenados também sofreriam um atraso. As previsões, sonhadoras segundo o meu ponto de vista, ditam que o dinheiro ficará nas nossas contas lá para dia 10. Para ser sincero e vendo como as coisas estão a correr não acredito, mas pode ser que venha a ser surpreendido um dia destes com os meus euros no lugar a que pertencem. 

A vontade é deixar tudo e partir para outro local, mas ao mesmo tempo tenho dez anos de casa e ainda tenho esperança, uma mísera esperança, de conseguir arrecadar alguma coisa que seja minha pelo tempo dedicado à empresa quando tudo terminar.

Por agora já existe um ordenado com dias em atraso para ser pago. A continuar assim no próximo mês o que agora podem ser dez dias passara a quinze e por ai em diante. Estarei preparado para aguentar um barco onde não quero sair a perder mas onde já estou neste momento a perder?

22
Out16

Zonas de inflação


O Informador

O que acontece no momento em que se constata que o mesmo produto tem preços bem dispares em zonas diferentes do país?!

É irrisório perceber que o preço do mesmo produto consegue variar tanto de local para local dentro do mesmo país, basta mudarmos de zona ou por vezes só mesmo sair da cidade para a aldeia. As coisas são feitas no mesmo espaço, são transportadas nas mesmas condições e depois os estabelecimentos, inflacionados pelo local onde se encontram e seu público alvo marcam como querem os produtos para que o lucro seja tão elevado. Na noite então as alterações são tão distantes que o gasto é visível e bem na carteira. O consumo pode ser praticamente o mesmo mas na hora de pagar percebe-se que a capital e zona algarvia conseguem disparar com os valores de forma absolutamente absurda e sem qualquer nexo explicativo em comparação com as outras zonas do país. Como por vezes os preços conseguem quadruplicar e a qualidade do serviço consegue sair por cima onde tudo é mais barato?

30
Jul16

Mudanças no Euromilhões


O Informador

Setembro irá ficar marcado na história do Euromilhões por ser o mês escolhido para que várias alterações aconteçam no principal jogo de apostas em Portugal. Mais caro, mais uma estrela e mais prémios são para já as principais novidades!

Primeiramente a aposta simples passará de dois para dois euros e meio, incluindo, para compensar, um novo jogo exclusivo para Portugal. Este novo jogo, que para já tem como nome provisório TotoSorteio irá atribuir semanalmente um milhão de euros a um apostador, além de que duas vezes por ano serão atribuídos vinte e cinco milhões de euros a distribuir por vinte e cinco apostadores. No aumento da aposta trinta cêntimos são para o TotoSorteio e os outros vinte são de imposto estadual. 

Além disto, o boletim contará com nova estrela, passando a ter doze à disposição na hora de jogar e existe a promessa de que serão atribuídos mais milhões a dividir pelos prémios mínimos, tudo a partir de Setembro. 

Se os prémios mais baixos irão subir, também os lugares cimeiros ganharão novos valores base. O primeiro prémio garantido passará de quinze para dezassete milhões de euros e os Super Jackposts Mínimos Garantidos passarão de cem para cento e trinta milhões. 

28
Mai16

Carro só dá despesa!


O Informador

Maio é daqueles meses que a partir deste ano ganha novos contornos em termos de gastos extra! Então não é que num só mês tenho três pagamentos relacionados com o carro para efetuar? Ah pois é! Por aqui não se brinca em serviço!

Imposto de Circulação, Inspecção e Seguro! Três pagamentos num só mês que até dá para ver estrelas! Ainda hoje fui à Inspecção e paguei o Imposto e quando vinha para casa pensei que o Seguro estaria a aparecer... E não é que talvez hora e meia depois lá aparece o envelope da Tranquilidade para me deliciar de alegria e bastante contentamento por ter novo pagamento à espera?

09
Abr16

Arte nas novas moedas


O Informador

mw-1600.jpg

 

A Casa da Moeda apresentou há dias as novas e especiais moedas de dois euros. No total de nove novas moedas, duas delas correntes e as restantes somente de coleccionador, a homenagem a várias figuras nacionais e a lembrança da participação portuguesa nos próximos Jogos Olímpicos são assinaláveis. 

A moeda de dois euros dedicada aos Jogos Olímpicos e ao Fado tem a assinatura de Joana Vasconcelos, tendo sido feitas apenas 650 mil exemplares. Já o escultor José Aurélio ficou com a responsabilidade de assinalar os 50 anos da Ponte 25 de Abril na outra moeda que andará a circular daqui a umas semanas. As restantes moedas pertencem à colecção comemorativas e ficaram ao cargo do ilustrador André Carrilho, da designer letã Baiba Sime, do escultor Charters de Almeida, Rui Vasquez, José Viriato Bernardo, do escultor João Duarte e do escultor naturalista Luís Valadares.

No total esta operação que envolveu 4 milhões e 200 mil euros para cunhar um milhão e 700 mil moedas continuará a ser aposta em 2017, estando já prometida a homenagem também a pessoas vivas, como será o caso dos atletas Carlos Lopes e Rosa Mota, do arquiteto Siza Vieira e de Souto Moura. Inicia-se assim um novo ciclo de moedas comemorativas e de circulação que teve o seu início em 1914 com a alusão à Implantação da República em 1910. 

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