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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Alterações alentejanas

Visito o Alentejo, zona de Évora, com maior regularidade de há seis anos para cá e desde então que a diferença nos campos se nota.

No início da década os terrenos pareciam meio abandonados, com culturas esporádicas aqui e acolá, sem existir uma continuação do que está a ser cultivado ou criado. Agora podemos andar por quilómetros e quilómetros e a criação de gado, principalmente de bovinos, parece ser o grande forte desta zona que já não se resume a criar vacas somente de uma espécie, a castanha. Nos dias que correm, além dos terrenos estarem maioritariamente cuidados, graças também aos subsídios do estado, a criação animal acontece e as vacas que são vistas pelas áreas agrícolas já não se ficam somente pelo tom acastanhado. As leiteiras, os touros escuros e os grandes bovinos de terras nortenhas já são criados também pelo Alentejo que se tem mostrado uma região de grande investimento do que melhor existe pela zona. Existe território a ser explorado e os seus proprietários já utilizam todo o espaço que têm ao seu dispor para diversificarem as suas apostas.

Constelações

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Os universos paralelos podem ou não existir, dependendo também do ponto de vista de cada qual, mas para um homem e uma mulher que se cruzam na Sala Vermelha do Teatro Aberto existem várias variantes da história de amor que vivem. 

Joana Brandão e Pedro Laginha dão a cara e o corpo ao manifesto em Constelações, da autoria de Nick Payne, numa produção onde, e tal como o Teatro Aberto já nos habituou, quando o público entra na sala logo fica surpreendido com o esquema do cenário que encontra à sua frente. 

Ao longo de hora e meia de espetáculo um homem e uma mulher cruzam-se e voltam a cruzar-se de diferentes formas. Amam-se e chateiam-se com a mesma facilidade com que voltam a amar logo de seguida, com a mesma base mas com outro estado de espírito. Encontros e coincidências ao longo do tempo que podem ser vividos de diferentes formas por existirem universos paralelos que ajudam a alterar o rumo de uma situação para que o presente seja melhor que o passado mas não tão bom como o futuro. Ou será que acontecerá o contrário? Diferentes possibilidades de vida são corridas em simultâneo provocando o acaso, as decisões, certezas e teorias! Conseguiremos viver a mesma situação de diferentes prismas e consoante o espaço, o tempo e tudo o que nos envolve?

Constelações é uma produção com o selo de qualidade do Teatro Aberto, onde as apresentações não se destinam a todo o público que goste e aprecie um bom espetáculo teatral. Nesta obra de Nick Payne a premissa inicial tem de chegar rapidamente junto do espetador para que todo o encadeamento consiga ser levado de forma convicta com as personagens que vão desfilando nas plataformas que assinalam a mudança. No mesmo minuto uma cena dramática é levada a cabo como logo de seguida a mesma situação acontece com uma ligeireza que acaba por ser subtil. 

Bacalhôa Buddha Eden

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Há uns anos já tinha visitado o espaço ao ar livre dos jardins da Quinta dos Loridos, também conhecido por Bacalhôa Buddha Eden. No passado dia 25 de Abril voltei à propriedade que fica situada na zona do Bombarral e a visita foi bem positiva!

Com cerca de 35 hectares, o jardim dos budas tem vindo a crescer de ano para ano e se aquando da primeira visita já tinha ficado deliciado, agora mais então... O espaço foi desenvolvido, os jardins aumentaram, a arte ganhou novos contornos e verdadeiras obras-primas ao ar livre estão expostas por todo o lado para que os visitantes possam passar um dia no meio da natureza e ao mesmo tempo cruzarem-se com budas, pagodes, estátuas de terracota e as mais variadas esculturas culturais que entre a união da vegetação, de lagos e escadarias representativas fazem do Bacalhôa Buddha Eden um espaço único em Portugal. 

Joana Vasconcelos, Alexander Calder, Fernando Botero, Tony Cragg, Lynn Chadwick e Allen Jones são alguns dos artistas com assinatura nesta colecção pertencente ao grandioso mundo de Berardo, que está também exposto pelo Centro Cultural de Belém. Esta galeria ao ar livre vai proporcionando aos seus visitantes novas experiências, já que existem peças que vão sendo substituídas para dar espaço a outras, renovando assim o espaço de forma a sempre existir algo de novo neste Jardim do Eden português em crescimento.

Uma das novidades mais recentes do Bacalhôa Buddha Eden são as esculturas africanas em homenagem ao povo Shona do Zimbabué que há mais de mil anos esculpe pedra à mão fazendo assim arte. Nestas esculturas a união entre o mundo físico e espiritual é o principal atrativo, uma vez que o povo Shone acredita em espíritos ancestrais, conhecidos como Vadzimu. Cada pedra representa um espírito vivo que influencia o que a obra se tornará como se fosse um verdadeiro guia para o artista. Neste jardim recheado com mais de mil palmeiras, são mais de duzentas esculturas em exposição dedicadas a um povo com história. 

Ao Vivo e em Directo

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Ao Vivo e em Directo representa o mundo corrupto e do poder numa representação a cargo de um excelente elenco onde o texto de Raúl Malaquias Marques relata o que poderá acontecer em vários locais onde quem tem algo a dizer e tem trunfos na manga consegue chegar-se aos que facilmente são influenciáveis para passar a mensagem. A comunicação social vista por dentro num momento em que a verdade de outros tempos quer ser colocada em cima da mesa para que o esclarecimento social aconteça. 

A corrupção é o verdadeiro ato que desencadeia toda a acção desta obra vencedora do Grande Prémio Teatro Português atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores em 2014. Em Ao Vivo e em Directo o debate marca presença, despindo de preconceitos o que acontece, por exemplo, numa redacção de uma estação de televisão. Conseguirão os profissionais mostrar o que verdadeiramente pensam quando vão contra às ideias de uma direcção que por sua vez tem de mostrar provas junto dos accionistas da empresa? Um novelo onde os mais fracos acabam por agir contra as suas crenças. Os tubarões sociais conseguem mesmo ter os holofotes virados para si quando o pretendem, nem que para isso paguem e deitem quem está ao seu redor abaixo.

Esta produção conta no elenco com Ana Lopes, Dina Félix da Costa, Emanuel Rodrigues, Francisco Pestana, Maria Emília Correia, Paulo Pires, Rui Mendes, Tiago Costa e Vítor d’Andrade numa peça recheada de dinamismo em palco e com a noção dos vários pontos da verdade a serem debatidos «ao vivo e em directo» para com o público presente na Sala Vermelha do Teatro Aberto. Com uma representação eximia e sem qualquer falha, tenho a destacar também o excelente trabalho cénico onde, como já é habitual nesta sala teatral, tudo está em movimento de cena para cena, com um décor a esconder o que se segue com paredes que deslizam enquanto os personagens vão tomando o seu devido lugar no ato que se segue. Sinceramente, só tenho a dizer que o Teatro Aberto consegue sempre surpreender com os seus cenários e que ao entrar na sala logo começo a pensar no que irá mover-se, no que aparecerá de um lado ou do outro. Perfeito!

Lá se foi a Cultura de Soares

João Soares 2.png

João Soares deixou a Cultura e estamos todos com muita pena que isto tenha acontecido, não é verdade?

Agora existem duas questões que se colocam...

Quem irá António Costa colocar no lugar do filho de Mário Soares?

Mas acima de tudo...

Para que cargo público irá saltar daqui a umas semanas João Soares?

Ah pois é, a influência familiar tem sempre algo a dizer e neste caso não será excepção!

No Dia Mundial do Teatro...

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No Domingo de Páscoa, 27 de Março de 2016, celebra-se também o Dia Mundial do Teatro e no Teatro Nacional D. Maria II, tal como em vários outros espaços nacionais onde a representação é protagonista, os espetáculos terão entrada livre. 

Como tem vindo a ser habitual neste dia, vários são os espetáculos para todas as idades que subirão ao palco da sala lisboeta, num dia em que também o renovado Café Garrett, com vista para a estação do Rossio, será inaugurado para receber o público que celebra a cultura e a arte teatral. 

Judite

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Rui Catalão é o criador de Judite, o espectáculo que se encontra na sala estúdio do Teatro D. Maria até 27 de Março. Com Ana Guiomar, Cláudia Gaiolas e Tiago Vieira a cena bíblica entre Judite e Holofernes é recontada segundo a visão do autor que sempre adapta cada trabalho às suas crenças. Sessão após sessão Judite de espada na mão e com o apoio da sua serva bem presente na história deixa Holofernes decapitado. A luta pelo amor com a tentativa de salvar o seu povo por parte de Judite contra a destruição e vontade de matar do general sem medo que convive diariamente com os seus soldados faz-se de forma densa para que tudo termine em desgraça onde o bem consegue sair valorizado sobre o mal. 

Confesso que esta é uma história complexa e que na sessão em que assisti onde uma turma escolar entrava directamente no que era contado em palco, com interrupções de Rui Catalão e alguns improvisos pelo meio, consegui ficar desorientado a meio do espectáculo que depois seguiu o seu rumo sem mais percalços. 

No que toca aos atores não existem palavras para elogiar, mais uma vez, o excelente trabalho desempenhado por Ana Guiomar. Esta jovem actriz é a melhor da sua geração em cima de um palco e disso não tenho dúvidas, tal como Catalão não as teve na hora de a convidar para esta personagem. Tiago Vieira no início do espectáculo parece estar abaixo da sua companheira de palco mas conforme o tempo vai passando percebe-se então onde está o verdadeiro sentido desta presença. Uma personagem em crescendo num actor que dá o tudo por tudo para demonstrar a loucura presente em palco de forma gradual. Cláudia Gaiolas tem consigo a presença mais solitária mas que com simples gestos e olhares consegue mostrar a sua atitude perante a situação que vai decorrendo à sua volta. Um bom elenco num espectáculo que a meu ver peca pela presença de jovens que acabam por destabilizar a concentração do público que consegue perder o fio condutor por surgirem risos e ruídos de conversas em baixo som,...

Coitadooooo do João Soares!

João Soares.png

Uma petição pública anda a circular para que um dos rostos das chamadas «cunhas» seja demitido do seu cargo de ministro da Cultura! Agora que o filho de Mário Soares assentou arraiais no Parlamento e que encaixou o seu filho na Câmara de Lisboa é que se lembraram disto? Coitadooooooo!

Que venha um novo ministro da Cultura com competência s.f.f!

Vencedores de A Bela e o Monstro

Em cena no Teatro da Trindade, o musical A Bela e o Monstro tem esgotado as sessões na sala lisboeta. Como vi pelo ano passado esta fantástica produção e fiquei com uma verdadeira paixão pelo trabalho, este ano em colaboração com a Yellow Star Company lançamos um passatempo com a finalidade de atribuir cinco convites duplos para o espetáculo. Com o terminar do prazo de participação no passatempo, eis chegado o momento de revelar a lista dos vencedores seleccionados através do sistema random.org para a sessão de amanhã, 05 de Dezembro, pelas 11h00.

  • Isabel Costa
  • Maria Batista
  • Celeste Bernardo
  • Ana Filipa Pacheco
  • Carlos José Ribeiro

Obrigado a todos os participantes e bom espetáculo aos vencedores! Já agora e antes que me esqueça, depois se tiverem um tempinho passem por aqui para contarem o que acharam de A Bela e o Monstro!

Como poupar na Cultura

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Quem não gosta de passear, mergulhar na cultura do seu país e, acima de tudo, adora Lisboa? Caso a tua resposta seja positiva, segue-se uma lista com uma dicas culturais a ter em conta...

Atualmente está cada vez mais difícil ter acesso a grande parte da cultura feita no nosso país. A equipa do ComparaJá.pt fez uma breve lista de sítios ou locais a visitar sem ter que despender (muito) dinheiro, podendo desta forma, guardar o mesmo para aquelas despesas fixas ao final do mês.

 

Cinema

Durante o Verão, tem várias zonas de Lisboa, patrocinadas pela Câmara de Lisboa, que promove o cinema ao ar livre e que na maioria das zonas, a entrada é livre, sujeita a lotação.

Para além deste tipo de iniciativas, os sortudos podem sempre contar com o famoso cartão “mágico” da NOS, que confere ao titular, filhos ou cônjuge, usufruir de dois bilhetes ao preço de um, ou então um bilhete e menu que contempla, uma bebida e pipocas para a sessão.

Para quem tem tempo e gosta, os passatempos de ante-estreias ocorrem todas as semanas por vários espaços da web, normalmente à terça e quarta-feira. Ao participar nos variadíssimos passatempos, ficas habilitado a um convite duplo, isto é, terás dois bilhetes de forma gratuita. Como sabes um bilhete de cinema varia entre os 6€ e os 8€; caso ganhes o tal bilhete duplo, irias ter uma poupança aproximada de 15€.

 

Teatro

O Teatro é provavelmente das áreas de cultura mais caras que existe em Portugal, seguidas da música e pintura. Rara é a peça de teatro, cuja entrada seja menos de 12€. A melhor forma de tirar partido deste tipo de cultura é aproveitar os descontos que uma série de entidades parceiras conferem aos titulares dos cartões (por exemplo: cartão Lisboa Viva, cartão jovem, maiores de 65 anos, desempregados com comprovativo, etc). Por vezes é pena, a cultura não funcionar como os supermercados e, poder acumular os descontos.

Bilhetes para Allo Allo (19-11-2015)

Estreado recentemente pelo Teatro da Trindade, Allo Allo é o espetáculo que recorda a hilariante série televisiva de outros tempos. Para reviver ou conhecer, como foi o meu caso, a Yellow Star Company produz agora este Allo Allo onde nos transporta até um café central em França onde tudo e mais alguma coisa vai acontecendo com René, personagem de João Didelet, no centro da acção. Retratando os tempos de guerra, França encontra-se a ferro e fogo, no entanto o que preocupa René e todos os envolvidos na acção é a Madona Caída com Grandes Mamas. O que é isto? Uma tela que todos querem mas que só uma das pessoas sabe do seu paradeiro! Ao longo de praticamente duas horas o público é convidado a assistir a tudo o que vai acontecendo entre as forças alemãs e britânicas onde nem os oficiais britânicos escondidos na adega do café, duas empregas loucas e uma mulher supostamente vistosa marcam presença. Para ver pelo Teatro da Trindade até 27 de Dezembro, de Quarta a Sábado pelas 21h30 e ao Domingo pelas 18h00. 

E como gosto de partilhar com todos o que de bom se faz pelos palcos nacionais, eis que tenho seis convites duplos de Allo Allo para oferecer da sessão do próximo dia 19, Quinta-feira!

Allo Allo.jpg 

A acção passa-se durante a ocupação alemã no decorrer da II Grande Guerra Mundial, no Café René, que está, a partir de agora, novamente aberto!

O café vai ficar cheio de alemães para com quem René tem de ser... simpático, depois chega a sua mulher com quem René tem de ser também... simpático, depois as suas empregadas de mesa, Mimi e Yvette com quem René… gosta de ser simpático, principalmente quando a mulher não está por perto. No piso de cima está a sogra de René com quem ninguém gosta de ser simpático.

Um café bastante normal no tempo de guerra em França, podem vocês achar.

Mas não se deixem enganar. Na adega do café estão escondidos dois oficias britânicos, aviadores. Se os Alemães os descobrem... René será fuzilado!

Na cozinha está pendurada uma salsicha alemã em decomposição, que contém o retrato valiosíssimo da Madona Caída com Grandes Mamas, executado pelo grande mestre pintor de grandes peitos Van Klomp. Está escondida para os alemães, mas, se a Resistência descobre... René será fuzilado!

E, se a mulher descobre que René tem um caso com a Mimi, será fuzilado! E se a Mimi descobre que René tem um caso com a Yvette ela fuzila-o, assim como o fará a Yvette se souber do caso com a Mimi.

A esperança de vida de René é praticamente a mesma de alguém que já está morto. Mas não vai ficar por aqui... ainda muitas coisas vão acontecer... Talvez até o próprio Hitler apareça... Tudo por causa de uma Madona Caída com Grandes Mamas!

Produção: Yellow Star Company

De: Jeremy Lloyd e David Croft

Encenação: Paulo Sousa Costa e João Didelet

Elenco: João Didelet, Elsa Galvão, Sissi Martins, Ruben Madureira, José Henrique Neto, Melânia Gomes, Pedro Pernas, Suzana Borges, Oceana Basílio, José Carlos Pereira, Filipe Crawford e Luis Pacheco

Este passatempo decorrerá até às 19h00 de 18 de Novembro, Quarta-feira, e para se habilitarem a um dos bilhetes duplos que tenho para sortear só têm de:

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  • Preencher o formulário que se segue onde só é permitida uma participação por endereço de e-mail.

Allo Allo

A estreia de Allo Allo encheu a sala do Teatro da Trindade, não fosse esta produção assinada pela Yellow Star Company que tem vindo a mostrar boa qualidade nos seus lançamentos que depois ficam em palco meses, voltando e andando em tournée pelo país. Desta vez poderá não ser excepção se existirem pelas próximas sessões algumas alterações para com a forma como a apresentação de Allo Allo é feita junto do público!

Não digo que não gostei porque isso não seria a verdade, porém ao longo do espetáculo percebi que existem vários momentos talvez desnecessários onde se percebe que a intenção é levar o público ao riso, o que acaba por não acontecer. Certo que numa estreia nem sempre as coisas correm pelo melhor, existindo a partir daí um trabalho a ser feito para se conseguir chegar o espetáculo a quem se senta pela plateia da sala, percebendo onde se poderá puxar pelo texto e performance e onde se poderão anular algumas cenas. Acredito que isso será feito com Allo Allo que daqui a uma ou duas semanas já deverá conter um outro desenrolar de cena para cena que agradará a quem entrar na sala principal do Teatro da Trindade para reviver o sucesso televisivo da série de outros tempos! 

Um elenco do melhor onde João Didelet protagoniza e encena ao lado de Paulo Sousa Costa este espetáculo que tem pernas para andar, mostrando o nervosismo instalado no café de René, situado num dos locais centrais em França em tempos de guerra. Com oficiais britânicos escondidos, uma mulher que adora ser glamorosa, duas empregadas hilariantes e os alemães sempre atentos a cada passo fora do esquema, no café de René a tensão está sempre presente, com um entra e saí. Afinal Hitler está a caminho e é necessário estar bem ciente disso, existindo uma peça, a Madona Caída de Grandes Mamas para ser entregue ao poder! Onde anda então essa peça de arte no meio de tanto alarido? Na salsicha senhores, na salsicha! Ou será que não?

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