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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

20
Nov17

MasterChef Júnior sem chorar?!


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masterchef junior tvi.png

Será possível ver um episódio do MasterChef Júnior sem soltar uma lágrima? Os miúdos cativam e a produção portuguesa, mais uma vez, está tão bem feita que é impossível não chorar um pouco quando os miúdos não passam à fase seguinte e têm de se despedir uns dos outros! Acabou de estrear a segunda edição do MasterChef Júnior e tudo indica que estamos perante uma boa e renovada temporada deste formato de sucesso.

Este é dos melhores programas já feitos na televisão portuguesa, seja em edição normal, com crianças ou famosos! É dos melhores formatos mundiais, por isso também estar já bastante premiado, e Portugal está entre os melhores países a produzirem o MasterChef!

Tem rigor, tem alegria, emoção, verdade e é um excelente programa de entretenimento! Além disso ver a versão Júnior é ao mesmo tempo um misto porque se gosto de ver e fico agarrado ao formato, por vezes sinto vergonha por perceber que crianças de palmo e meio cozinham e sabem truques de culinária que me deixam completamente ko pelas minhas simples habilidades na cozinha!

03
Out16

Silêncio na biblioteca


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Ao longo das férias alentejanas fui até ao espaço de internet da biblioteca da vila e se há coisa que me irrita é ouvir constantemente as funcionárias a pedirem aos miúdos para falarem baixo e não arrastarem as cadeiras quando depois são elas próprias a falarem alto entre si, ao telemóvel ou com quem passa na rua.

Afinal de contas quem acaba por incomodar mais com o barulho? Os miúdos que estão a jogar e falam entre si sobre o que estão a fazer ou aquelas funcionárias, tão preocupadas, que estão constantemente a mandar vir e depois infringem as regras que tentam impor aos mais novos? 

14
Jan16

Adoção tardia


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Em pleno século XXI ainda sou capaz de ficar parvo quando vejo as situações demoradas de adoção que o nosso poder impõe para que crianças ganhem uma família e deixem de viver por tempo indeterminado em instituições.

Como é que bebés vão parar a instituições e por lá ficam anos e anos enquanto milhares de cidadãos estão inscritos nas filas de espera para conseguirem ter uma criança consigo? Não é necessário a criança entrar numa casa e ficar automaticamente adoptada, sendo aí que os técnicos sociais têm de agir. Muito preferível ver uma criança ser entregue logo nos seus primeiros meses a uns pais do que ficar anos entre a auxiliares e educadores e só depois, quando já percebem que foram abandonados, serem destinados a quem os vai receber já em fase tardia, onde o tempo perdido de ligação não volta atrás. 

Não critico que não se adopte crianças já crescidas porque todos têm o direito de sair das instituições onde são colocados, no entanto se tudo funcionasse da forma como é devido, os pequenos, aqueles que são abandonados pelas maternidades e que são automaticamente retirados aos pais mal nascem podem logo entrar no processo de entrega a quem está à espera para receber um filho nos braços, não existindo qualquer necessidade de passarem tanto tempo institucionalizados para só depois poderem ver o seu processo avançar.

07
Out15

Protecção literária


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Aquelas pessoas que afirmam que ler é desperdiçar tempo não sabem mesmo do que falam e devem adorar viver no seu mundo onde não existem reflexões, comentários e debates. Ao ler reflete-se sobre os diversos temas que vão aparecendo ao longo das histórias e isso é tão melhor que andar por aí em busca da imperfeição da vida alheia.

Ando a ler O Pintassilgo, tal como já tinha revelado, e ao longo da leitura das duas primeiras partes desta obra, que me está a conquistar, dei por mim a pensar em como uma pessoa viúva ou separada sem saber onde o seu antigo parceiro foi parar lida com o pensamento da própria morte quando existem filhos menores ao seu cuidado.

Tenho amigos e conhecidos que foram criados simplesmente com um dos progenitores e ao longo das primeiras cem páginas da obra de Donna Tartt fui pensando em como seria a vida de x ou y se o seu principal e único cuidador faltasse quando ainda existissem vários anos pela frente enquanto criança? O que um pai/mãe pensa ao longo dos anos em que é o único sustento das suas crias sobre a possibilidade, porque existe sempre a hipótese de acontecerem fatalidades, de uma perda? Onde ficam as crianças nessa altura, com quem, quando por vezes não existem avós com condições para os aceitarem ou familiares próximos capazes de se chegarem à frente? Situações complicadas que por vezes atiram jovens para instituições porque a vida não lhes foi meiga com a perda, por variados motivos, de quem mais os queria ver bem.

26
Abr15

Crianças do IPO


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O jovem cantor D8 lançou um videoclip em homenagem às crianças que passam pelo IPO com a infeliz doença que está na moda. Sorri é o nome deste tema que faz a diferença por ser especial e totalmente dedicado aos que sofrem e que enfrentam horas, dias, semanas, meses e anos nos quartos e corredores de um hospital onde a esperança por um futuro existe. 

Um bom projeto que decerto arrancará alguma, a possível no momento, felicidade a todas as crianças, jovens e seus familiares que estão a enfrentar uma grande caminhada de vida. Só quem passa pelos problemas é que os consegue enfrentar com um sorriso na cara e uma esperança reforçada no futuro, no entanto este tipo de projetos mostram que existe sempre uma ajuda ao virar da esquina. 

07
Abr15

A felicidade é sempre a resposta


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Família é quem dá amor com tudo o que isso inclui. A Coca-Cola tem neste momento um anúncio que bem descreve como a felicidade é sempre a resposta para os problemas que os outros apontam para cada seio familiar. 

A mensagem é bem passada com um simples vídeo promocional e que serve de alerta para todos nós que vivemos num mundo cada vez mais diversificado onde a família tradicional já não existe como meio único para criar uma criança feliz. 

Dará um casal heterossexual uma educação tão diferente da possível por dois seres homossexuais ou somente por uma única pessoa capaz de adoptar? A felicidade dos adultos do futuro é sempre a resposta mais importante no momento de pensar numa criança enquanto membro do seio familiar. 

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