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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

15
Mar14

Ambição


O Informador

Foram quase três semanas longe de casa, em trabalho pela zona do Porto, e nesse tempo senti uma mudança interior a acontecer. Ao longo da passagem dos dias fui percebendo que tinha de mudar certos aspectos da minha personalidade, fui moldando os pensamentos a favor do bem estar pessoal e acredito que cresci para o próprio bem e também para conseguir estar numa melhor união com quem me rodeia.

A falta que as pessoas me fizeram, a saudade de casa, a ausência dos meus bens, a dificuldade provocada pelo cansaço e várias outras coisas, ajudaram-me a perceber o que quero, quem sou e o que tenho de definir como metas pessoais para os próximos tempos. Todos os dias tive de enfrentar-me a mim próprio através da situação em que me encontrava onde o trabalho prevalecia e o pensamento aparecia sobre os assuntos que deixei pendentes e um pouco para trás.

Fui para longe, não tendo saído do país, fiquei entre colegas, mas deixei paixão, família e amigos no local do costume, onde me sinto em casa e onde tenho sido feliz. Sei que neste momento preciso de mais e que quero conquistar tudo a que tenho direito, percebendo que não posso parar, pensar nos outros e deixar-me ficar para não pisar ninguém nem deixar quem chegou antes para trás. Preciso e quero mais para o meu próprio bem pessoal e profissional e é por isso que vou lutar.

Sinto-me diferente, com uma maior confiança e ambições, algo que há muito já não prevalecia por aqui!

26
Fev14

Senti-me velho!


O Informador

Encontrei uma conhecida dos tempos de escola com quem me dava e cheguei a tomar conta das suas duas crianças em algumas situações. Quando terminei o 12º ano comecei a deixar de ter ligação com os dois pequenitos e foram raras as vezes em que os voltei a ver posteriormente. Hoje têm onze anos e de certo que já não os reconheço se me cruzar com ambos! Como o tempo passa e como me senti velho quando ouvi a idade dos gémeos que talvez achasse que continuavam pequenos como antes!

Nas horas mortas entre as aulas íamos para casa dela e brincávamos na altura com as duas crianças que vimos crescer talvez até aos três anos! Fomos acompanhando a sua evolução até deixarmos o secundário e a partir daí só os voltei a ver uma vez, já teriam eles uns sete anos. Agora têm onze e além de não me conhecerem também tenho quase a certeza que me posso cruzar com ambos e não os vou associar àqueles pequenos seres com quem andei ao colo!

Como o tempo passa e como me senti velho no momento de perceber que uma década passou na vida de todos nós e que a Raquel e o Rodrigo já estão crescidos! Coisa chata que me atormentou a ideia!

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