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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

29
Set17

Atos discutíveis


O Informador

No dia-a-dia vou encontrando situações que parecem que se não fossem vistas não daria para acreditar sobre o comportamento de pessoas que pensam em si e esquecem que vivem numa sociedade onde existe necessidade de bom entendimento entre todos para que não existam chatices.

De veículos mal estacionados constantemente e pelas mesmas pessoas em locais com o chão marcado para facilitar toda a vizinhança a manter a ordem no momento de deixar o carro a manobras feitas em locais com menor visibilidade, existem problemas na aldeia para com os condutores com um ego acima do normal que deixam muito a desejar. Dos carros para o lixo, existe quem espere pelas horas noturnas, após a meia-noite para ir despejar sacos gigantes ao lixo. Como num meio pequeno qualquer barulho mais forte é ouvido quando está tudo em silêncio, essas pessoas que preferem deitar os seus restos de noite para o lixo conseguem ter a proeza de abrir o contentor para que a tampa bata com força na parede e depois conseguem também baixar a dita tampa de empurrão, para que cause impacto com o eco que se faz sentir pelas casas que estão próximas do local. Sabemos que não gostam de lavar a roupa que vestem e preferem deitar fora de noite, mas com o barulho que fazem acabam por dar mais nas vistas do que se o fizessem de dia. Existe uma vendedora ambulante que para a sua carrinha duas vezes por semana próxima do local onde por vezes deixo o carro, a mim não aconteceu ainda, mas já vi que aquela dita madame do peixe abre a porta traseira da carrinha e coloca um pano nos carros que estiverem ao lado para que a dita porta não fique encostada aos vidros dos carros dos vizinhos. Será que não existe consciência que tem outros lugares onde pode estacionar sem andar a encostar a porta aos carros dos outros porque mesmo com um pano a tentar fazer de proteção podem existir riscos e depois? Além disso posso falar das escamas que a dita senhora deita para o chão e que quando parte a meio da manhã deixa como se nem tivesse dado por isso. Se alguém estiver a ver apanha, mas se conseguir escapar lá vai ela e lá ficam as escamas para serem pisadas e espalhadas por quem passa e pelo vento ou chuva que se possa fazer sentir. E o que dizer das pessoas que mal nos ouvem a entrar na rua aparecem logo à porta para darem fé de quem chega? É mesmo daqueles casos de que não se pode «dar um peido» porque todos ficam logo a saber, ao bom estilo do jornal mais sensacionalista do país. Existe também quem tenha cães que atacam pessoas e que mesmo assim os deixam andar soltos à procura de umas queixas e depois os outros é que são maus. Lembro-me de andar a correr há uns tempos e de ter de me pendurar num muro para não ser mordido, quando umas semanas antes o mesmo animal tinha ferido uma pessoa.

28
Set17

Noções contrárias


O Informador

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As noções sobre a realidade são distintas de pessoa para pessoa, o problema surge somente quando a minha noção não é a mesma que a tua mas quando a ideia é colocada em prática acaba por se dar um choque de noções que não conseguem entrar em concordância.

Vejo o Mundo de uma forma, tu tens uma visão diferente, com algumas perspetivas semelhantes mas não idênticas. Quando se dá o debate de ideias acerca do Mundo o que acaba por acontecer? Estamos em situações opostas, com alguns pontos comuns e acabamos por nos atropelar e nenhum consegue levar a melhor. É assim que vejo de certo modo os comportamentos que não entendo e com os quais não concordo. 

Penso de uma forma, talvez distinta da maioria, não sei, mas opto por ter as minhas ideias e não ser levado pelo que os outros acham ou pretendem. Só que percebo facilmente que a minha noção de certo e errado não é de todo a mesma dos outros, daqueles com quem vou falando e agindo. Estarei mal na forma de agir segundo os pensamentos ou os demais é que andam ao contrário da visão normalizada?

Na verdade não percebo! Digo uma coisa, faço-me explicar e no final de contas percebo que o que acabei por estar a tentar explicar acaba por ser contrariado com comportamentos sobre os quais não aceito. De onde está o mal? A minha noção dos factos pode afetar os outros mas a dos outros também me afeta a mim, já que vão justamente bater no que acho ser «não correto». 

24
Set17

Limitações


O Informador

Quando te dizem que alguém é um pouco limitado de raciocínio não levas logo isso como uma verdade sobre determinada pessoa mas com o tempo e conhecimento vais percebendo que afinal existem seres humanos que não conseguem olhar para a realidade tal e qual como a deviam interpretar e embora desempenhem determinadas funções acabam por ficar parados no tempo e não acompanham o que vai surgindo. 

Por estes dias têm acontecido situações tão estranhas que até penso que estou inserido num filme de comédia em que sou o que faz caretas e ralha quando vê determinados emails a chegarem. Uma que me pede para confirmar uma coisa quando ela própria dá a resposta com uma imagem que anexa ao email. Outros que pedem para fazer o que já está feito e estão informados sobre a situação. Ainda existem os que conseguem teimar sobre determinado tema quando a resposta está à frente ou mesmo nas suas mãos.

09
Set17

Fumos vizinhos


O Informador

Não é que os vizinhos, aqueles meio estranhos que não cumprimentam, não estendem roupa e não geram lixo, agora deram para grelhar carne numa varanda do quarto quando têm do lado da cozinha a rua mesmo ao lado?

Pois é, se nos descuidamos com janelas abertas e roupa estendida fica tudo a cheirar a fumo e como se isso não bastasse, o fogareiro e o carvão que utilizam devem ser tão reutilizados que larga pequenas fagulhas que ficam pelo parapeito das janelas e pelo chão da nossa varanda como se tivesse existido um incêndio. Não sei como é as pessoas conseguem não ter raciocínio para tentarem fazer as coisas corretamente e tentarem estar de acordo com o bem-estar social.

Montaram uma antena de televisão por cabo e deixaram o quintal da vizinhança cheio de pó, não limpam a entrada de casa há meses, não abrem janelas e quando saímos há rua ao mesmo tempo que abrem a porta para saírem o bafo do tabaco quase que nos adormece, a varanda estala quando andam do pó que acumulou e por isso é que está forrada com um pano escuro para não se ver a desgraça, as flores murchas plantadas em vasos partidos, um pássaro que passa os dias ao sol, o berbequim a furar paredes semanalmente pelas primeiras horas do dia ao fim-de-semana...

01
Set17

Consciência da Moda


O Informador

Por vezes cruzo-me com pessoas que deixam a consciência e a moda falhar e acabam por cair no ridículo, mas num estado super avançado que até custa a acreditar, para com o modo em como colocam o corpinho a andar pelas ruas deste país.

Existe cada disparate andante por ai que até penso por vezes que não seja verdade. Será que as pessoas não têm consciência que nem tudo lhes fica bem ou cada qual deverá sair há rua como bem lhe apetece, mesmo que isso choque os outros?

Há uns dias cruzei-me com uma senhora de meia idade, uns sessenta avançados, que além de vestir uns calções curtos acompanhados por umas botas semi transparentes quase até aos joelhos, conseguiu ainda conjugar uma camisa branca com um soutien preto de folhos. Linda e jeitosa que a madame andava na rua. Olhei, pensei em toda a beleza da conjugação, mas depois também refleti que aquela jovem de meia idade só se pode sentir bem com aquela vestimenta porque caso contrário tinha escolhido outro modelito. Então se a pessoa se sente bem tem é de usufruir da moda como acha correto, mesmo que acabe por dar nas vistas e não esteja dentro do tipicamente normal. Mas afinal de contas o que será o tipicamente normal? É que para mim é uma coisa que para ti ou mesmo para aquela senhora será outra. 

Mentalmente julguei a indumentária mas depois também me acabei por julgar porque de certo que nem sempre estou vestido de acordo com os padrões da maioria das pessoas com quem me cruzo. A consciência da moda é uma coisa lixada e ridícula porque cada qual tem de andar como se sente bem, mas será que devemos circular com livre trânsito de modo a fazer figurinhas para que meia sociedade olhe, pense, reflita e por vezes até comente em voz alta? Todos acabamos por ser ridiculos neste campo, tanto quem anda como quer e sabe que os outros olham como os olheiros que não percebem os gostos diferentes e distantes de cada um. 

31
Ago17

Ocupação tranquilizante


O Informador

As pessoas não se apercebem mas os factos são verídicos. Quanto mais se estiver ocupado no dia-a-dia melhor nos conseguimos sentir connosco e com os outros, não causando tantos problemas e complicações pessoais e para com quem nos é mais próximo. 

Como é sabido estive mais de dois meses desocupado e sem conseguir dar a volta para ocupar as horas que antes estavam ocupadas e que passaram a estar livres. E agora percebo que nessa altura, sem que me desse conta, tudo me começava a fazer confusão. O que poderia ser uma questão que nem ligaria em tempos normais daria logo para gerar uma conversa menos boa e causar ligeiros conflitos com quem me é mais próximo. O cérebro ao estar demasiado desocupado começa a criar problemas onde eles não existem e isso acaba por não ser benéfico para ninguém, acima de tudo para o próprio, que entra numa espiral de onde pode ser complicado sair por se criar um hábito. A pessoa sente-se vazia, inútil e ao ver os outros com os seus afazeres diários acaba por se auto magoar e também por arrastar quem não tem culpa de nada para os seus problemas que ganham proporções acima do normal porque alguém que passa um dia em vão não compreende que quem está ocupado simplesmente quer descansar quando chega e não está para aturar os dramas que deixam de ser relativizados, ganhando sim outros contornos que vão adensando devido ao tempo que é passado sem nada fazer.

Percebi isso ao longo daquelas semanas em que me senti a ficar ainda mais chato e maçador para com quem me é mais próximo, tornando-me implicativo com mínimas coisas e só depois, uns tempos após ter retomado a vida normal, é que percebo que isso aconteceu verdadeiramente. Não é que não me tenham alertado e que não veja tais comportamentos nos outros, mas passei pelo mesmo sem me ter dado conta, ao contrário do que afirma o velho ditado, «só quem está no convento é que sabe o que vai lá dentro». E é verdade, hoje tenho capacidade para perceber que além de ter ficado mais sensível e carente naquela altura, a paciência esgotava-se com uma maior facilidade. 

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