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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Refeições de moleza

As recordações de infância são sempre uma mistura de bons e maus momentos da altura que se refletem em boas ideias sobre o que nos foi acontecendo. Na verdade percebo aos trinta que tive uma infância feliz, com pais que me amam, com uma família que sempre me deu mimo e com uma curiosidade e rebeldia de criança que em casa era uma coisa e na rua perante a sociedade era outra. 

Hoje apetece-me comentar o facto de ser um autêntico caracol no que toca a refeições. Lembro-me tão bem dos tempos de escola primária em que ao longo de uma hora ia até casa para almoçar, o que sempre foi bom por viver na terrinha, e conseguia demorar todos aqueles sessenta minutos a comer. Não, não era porque o prato estava cheio demais, era sim porque até mais ou menos aos dez anos era um molenga de primeira para comer. Demorava eternidades a tomar uma refeição, tentavam que comesse sozinho mas para o fim da hora já me tinham de ajudar para que não voltasse para as aulas de estômago vazio. Conseguia sentar-me à mesa e ficar a olhar para o prato, escolhendo o que colocar no garfo e nada levar até à boca para me despachar. Claro que aquela hora raramente acabava bem porque a vontade de comer era pouca, depois começavam a ralhar, ajudavam e por vezes acabava mesmo por apanhar uma lambisca para tentarem que comesse alguma coisa de jeito. E quando era peixe então tudo se tornava bem pior, uma autêntica tortura. 

Hoje envergonho-me dessa má fase que dei aos meus pais que se viam aflitos para que conseguissem fazer-me comer alguma coisa mas lembro-me daquelas inúmeras situações em que sentado numa mesa branca redonda ficava de olhos postos no prato e de boca fechada.

Lavagens higiénicas

Por estes dias estava sentado a cear num restaurante de fast-food e como estava sozinho dei por mim a analisar os comportamentos de quem me rodeava. E nessa análise consegui perceber que além das pessoas não se dirigirem ao «banheiro» quando entram para fazerem o mínimo da higiene antes de colocarem as mãos na comida, muitos nem usam guardanapo como auxiliar para pegar no hambúrguer ou o que quer que seja. 

As pessoas esquecem-se um pouco de lavar as mãos, mesmo que seja de forma rápida, antes de agarrarem na comida. Se a refeição for feita de garfo e faca não se deve mais as coisas ainda passam, agora em locais onde tudo é comido à mão convém que exista higiene não? É que ainda por cima depois não se auxiliam de guardanapos para agarrarem a comida, já para não falar que as batatas fritas são transportadas do pacote para a boca com o recurso aos dedos. Falei nos guardanapos, mas esses serão bons para se usar diretamente com o que estamos a comer? É que também já passaram por vários locais e mãos! 

O importante é refletir no facto de que a maioria das pessoas que vão a cadeias de fast-food não se dirigem primeiramente aos lavabos para expulsarem as bactérias que adquiriram na viagem, a ver roupa, a mexer em animais e por ai fora... 

Curtas e Diretas #46

Após comer ao longo do dia doces e alguns ainda quentes por terem acabado de ser feitos, eis que a barriga ressente-se com dores! Para todas as invejosas e invejosos (seguindo a igualdade de género aconselhada) que também queriam comer bolos e doces e não o fazem pelas dietas, eis a vossa alegria... O que comi revoltou-me o estômago! 

Devorar a Lasanha do Lidl

Quando a conversa gira em torno da famosa lasanha do Lidl, aquela que no rótulo contém a informação que dá para quatro pessoas e que consigo, quando estou inspirado, comer na totalidade, o que eu faço?! Fico calado!

Um dizia que um tabuleiro daqueles lhe dava para cinco refeições (como come pouco o moço), outro dividia o tabuleiro em três partes (sempre se alimenta um pouco melhor que o primeiro) e o terceiro afirmava devorar em duas refeições a lasanha. Eu, com receio de chocar mentes mais sensíveis por ser magro e comer tanto, optei por ficar calado e não comentar essa parte da conversa para não ter de dizer que um tabuleiro serve-me como refeição.

Já apostaram comigo que não o conseguia fazer! Já provei que o faço numa boa, basta estar com vontade para comer lasanha e aquela é perfeita! Sei que afirmar estas coisas sem provas para apresentar é complicado, mas podem acreditar... Quando a vontade surge, o tabuleiro é todo meu! 

McDonald's com Nutella

McDonalds-Italia-sweet-nutella.jpg

A McDonald's não estava contente com os seus doces recheados de açúcar servidos no McCafé e o que fez agora? Uma aliança de peso com a Ferrero que irá dar origem a «hamburgers» recheadas de Nutella. 

Itália será o primeiro país a receber esta novidade calórica onde o creme de chocolate à base de avelãs irá ser barrado sobre um brioche. Esta novidade representa cerca de 256 calorias para serem consumidas logo pela manhã. 

O novíssimo Sweety com Nutella irá integrar assim a ementa do McCafé, fazendo parte dos menus de pequeno almoço que a cadeia de fast-food lançou recentemente também no nosso país. 

Sem rótulos

image.jpeg 

O guloso foi comprar uns folhados para a viagem e a escolha recaiu somente pelo que os olhos viam, já que ingredientes e composição não estavam disponíveis na caixa do produto, ao contrário do que é indicado na etiqueta do preço. Então não é obrigatório o cliente saber ao certo o conteúdo do que está a comer?

Neste caso o nome do produto está lá quase todo, embora os ingredientes não estejam, mas existiam uns outros folhados que nem mencionavam o que estava no seu interior. Seriam folhados somente de massa folhada?! 

Reforço ao pequeno-almoço

Sempre, desde pequeno, que o meu pequeno almoço foi feito de forma rápida e com pouca coisa, geralmente leite e nada mais, só tendo o acrescento do café quando alcancei uma fase da adolescência em que já era autorizado a tomar cafeína. Nos dias que correm a primeira refeição não tem sido muito diferente da dos vinte e tal anos anteriores. Porém, ando em mudanças!

Pois é, de há uns dias para cá a solitária caneca de leite quente sem açúcar tem dado lugar a outro tipo de alimentação onde a junção vai sendo feita aos poucos e também para que o tempo que tenho para me despachar de manhã não seja muito alterado. Iogurte misturado com frutas e sementes, nestum com uma junção de bolacha maria, sumos naturais e torradas.

Diariamente tenho tentado, de há uma semana para cá, alterar o conteúdo do pequeno-almoço, não me ficando pelo leite aquecido no microondas de forma rápida para consumo rápido também. Não sei se esta pequena mudança, que ainda não é suficiente, na primeira refeição diária é ou não a casa, mas o que é certo é que tenho ido trabalhar com uma outra disposição. É certo que quando entro ao serviço fico com algum mal-estar rotineiro, mas tenho-me sentido bem melhor a sair de casa.

Sem McDonald's

McDonalds_logo_2015_Distribuicao_Hoje.jpg

Nos últimos dias do ano anterior pensei enquanto estava em espera no McDrive... «Em Janeiro não vou comer McDonald's!». Quinze dias depois o desejo e vontade estão a ser cumpridos e quero que assim continue pelo menos até ao último dia do mês. 

Não que sinta vontade de entrar e fazer o meu pedido numa das lojas da conhecida marca internacional, mas em certas horas, principalmente as nocturnas, enquanto se vai para casa pensa-se que poderia fazer um desvio para pedir umas duas ou três hambúrgueres e seguir viagem. Não! Não! E não! Este mês não vou comer McDonald's porque aquela comida só faz efeito no momento e logo ficamos com fome. Uma gulosice na maioria dos casos.

Quando penso agora em passar pelo McDrive, logo recuo na ideia e começo a elaborar a rápida ementa do que tenho por casa para comer de forma rápida assim que chegar. Poupo dinheiro e não ingiro comida que não me mata a fome a longo prazo!

Olá 2016!

As boas-vindas a 2016 tinham de ser feitas de forma calma, junto das pessoas que há mais anos estão do meu lado e assim foi. Ao longo dos últimos meses fui sentindo calma, tranquilidade e a percepção que a confusão não está de mãos dadas comigo. Os amigos que sempre tenho querido do meu lado estiveram comigo e continuarão a estar e este salto anual tinha de ser feito com eles, principalmente quando algumas vidas foram alteradas e não nos podíamos despegar logo agora que existe um pequeno presente quase de Natal entre nós.

Éramos cinco adultos, uma pequena borboleta que ainda nem um mês tem e o canino! Não chegou? Chegou pois! Foi assim que quisemos passar o ano, com calma, sossego e juntos. Comemos, bebemos, brincamos e conversamos, sempre de olho na criança que de tão sossegada quase nem se dá por ela. Um serão divertido que começou bem cedo com compras e afazeres mas que só ao final da tarde existiu a reunião total que durou até praticamente às quatro da manhã com os ensonados a darem sinal, eu incluído, e a noite a ter assim de terminar pelo cansaço do dia, da semana e do ano que terminou, onde nem sempre as coisas foram fáceis para cada elemento do quinteto.

Peso de Natal

Não comi assim tantos doces e porcarias que surgem maioritariamente na época do Natal para me sentir com o estômago assim tão pesado. Parece que em poucas horas consegui colocar demasiada farinha e fermento na barriga que agora estão a fermentar e a deixar um certo mal estar por ter comido sonhos e coscorões em demasia e com um certo grau de calor. 

Descansem que já comecei a abrandar nos doces e o chá calmante já entrou em acção!

Gelado de bolacha maria

Será que já existe pelos supermercados caixas de gelados com sabor a bolacha maria?

Há uns dias fui com a amiga grávida a um café com geladaria e provei esse bom sabor! Não é que é dos melhores que já devorei por um cone? E o que dizer da junção que fiz com uma bola de caramelo? Delicioso a dobrar, tenho a confessar!

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