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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Conversa de gajas

Quando duas quase gémeas fisicamente se encontram e uma afirma para a outra que esta está mais gorda e tem como resposta um «sim, umas gramas», logo fica à vista a maldade que estava imposta na primeira e que a segunda detectou de pronto. 

Pois é, porque são as mulheres tão más umas para as outras no que toca ao peso e visual? «Ai, parece que estás mais gorda!» ou o «Estás com uns quilos a mais ou é impressão minha?. Para quem está magro e quer engordar a conversa maldosa é diferente mas no mesmo sentido, «Estás de novo mais magra!» ou «Tens andado a comer em condições?». Enfim, magras e gordas sofrem do mesmo mal, a malvadez da galinha da vizinha que está sempre pronta a picar o ponto e mostrar que mesmo que esteja mal a outra está sempre em situação pior.

Bloguista a tempo inteiro

Um ano e meio já passou desde que dei o primeiro passo com este blogue e aos poucos tenho percebido como certas personagens deste mundo da escrita e partilha online tiveram que abdicar das suas profissões por verem o seu espaço em crescimento e sem tempo para se poderem dedicar a cem por cento à sua criação, tal como era desejado e já pedido pelo blogue e também pelos leitores que aparecem diariamente para saberem as novidades, as cusquices, lerem os novos textos e verem as imagens publicadas.

O Informador ocupa-me parte do final de tarde e por vezes do serão, isto porque ao longo do dia trabalho e tenho os meus afazeres diários que não me libertam para poder estar mais tempo dedicado ao blogue como gostaria. Neste momento queria ter, pelo menos, mais uma hora por dia livre para poder estar dedicado em exclusivo a este espaço, podendo ter outros destaques, publicando mais textos com pensamentos, opiniões, citações, divagações e por aí fora. Ando a publicar um ou dois textos por dia, estando por vezes a meio gás pela falta de tempo, tendo também algumas reservas para que nos dias em que o tempo escasseia e não me deixa escrever algo tenha sempre um recurso para poder partilhar com quem aparece por aqui diariamente em busca de novidades.

Gostaria que este fosse o meu emprego, poder dizer que trabalhava como blogger em Portugal e que tinha sucesso junto dos leitores, das marcas, dos anunciantes, podendo fazer vida disso, divulgando, anunciando, noticiando, tendo a minha agenda como bloguista, podendo andar pelos eventos para os quais tenho convite, mostrando logo de seguida e quase em cima do acontecimento como tudo aconteceu, sem ter que esperar algumas horas ou mesmo dias para poder contar o que vi e achei sobre determinado tema. Ir aos locais, poder conviver enquanto um rosto que tem um espaço aberto a todos, não ter de dizer que «infelizmente não vou poder estar presente por motivos laborais!». Ter um blogue e querer ter o projeto que tenho em mente para O Informador é ter de abdicar de um emprego de oito horas diárias das nove às dezoito com pausa para almoço. Ser um blogger a tempo inteiro é não ter horas marcadas, é não ter horários definidos para as refeições, é poder estar de manhã em Lisboa e à tarde no Porto, falando do que se está a fazer pelas duas cidades.

Poder partilhar e contar o que se vive, poder ter tempo com dedicação... É isto que eu sonho um dia conseguir com O Informador! Este é o meu projeto online e era daqui que gostaria daqui a uns tempos poder viver, deixando o emprego estável e parado para me dedicar ao que me tem dado prazer fazer e onde não consigo estar como quero por ter tudo em pensamento e poucas horas livres ao longo das vinte e quatro horas diárias!

A Vida no Céu

A Vida no CéuJosé Eduardo Agualusa não é um dos novos autores que aparece e passado um tempo já poucos sabem quem é! Este homem veio para ficar na literatura e através de A Vida no Céu percebi isso mesmo... A grandeza do poder de escrita que nos leva a voar através de um mundo real que acontece pelos ares, numa história que poderia ser imaginada por qualquer um mas que só quem sabe a conseguiu contar de forma a conquistar os seus leitores. 

Através de um contador que fala na primeira pessoa para quem segue a sua narrativa, em A Vida no Céu somos levados de Paris ao Rio de Janeiro num ápice e através do mundo real que é criado pelos ares, em balões de ar quente que se transformam em cidades, vilas e aldeias quando o dilúvio bíblico da atualidade acontece. Carlos, o grande anfitrião deste romance conta a sua busca, de balão em balão, que é como quem diz, de cidade em cidade, pel' O Voador, o seu pai. Uma procura pelo progenitor que serve de mote para se contarem vidas onde se consegue perceber que é bem fácil sonhar porque sem o sonho não existe futuro e sem futuro não existe realidade. A Ilha Verde é um caso bem real desse sonho de que todos falam mas só os mais destemidos e perspicazes conseguem encontrar.

Um mundo real mas passado em outro nível da terra, os ares! Agualusa conseguiu encaixar neste romance a atualidade na perfeição com as guerras de conflitos a não ficarem para trás, tal como não ficaram as redes sociais, os campeonatos de futebol e os locais mais emblemáticas do planeta que também marcam a sua presença nos balões mais luxuosos e requintados onde os pobres podem não ter lugar. Na terra como no céu, existem as diferenças culturais e raciais e isso nunca mudará porque quando se dá um passo em frente para um lado, depressa aparece alguém a dar dois passos de recuo.

Felizmente existem os sonhos que comandam a vida e é com essa mensagem que o autor nos brinda neste fantástico romance que me conquistou do início ao fim e que me levou pelos céus deste nosso pequeno e grande mundo que tem muito por descobrir pelas suas várias vertentes naturais e sociais.

Sinopse

A Vida no Céu é um romance distópico, num futuro que se segue ao Grande Desastre, e em que o Mundo deixou de ser onde e como o conhecemos. Encontrando-se o globo terrestre inteiramente coberto por água, e a temperatura, à superfície, intolerável, restou ao Homem subir aos céus. Mas essa ascensão é literal (não é alusiva ou simbólica): a Humanidade, reduzida agora a um par de milhões de pessoas, habita aldeias suspensas e cidades flutuantes – dirigíveis gigantescos denominados Tóquio, Xangai ou São Paulo -, e os mais pobres navegam o ar em pequenas balsas rudimentares. Carlos Benjamim Moco é o narrador da história. Tem 16 anos e nasceu numa aldeia, Luanda, que junta mais de cem balsas. O desaparecimento do pai fará com que Benjamim decida partir à sua procura.

«O melhor da viagem é o sonho.»

«As nuvens, asseguram eles, foram criadas para os sonhadores.»

José Eduardo Agualusa

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