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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

03
Jan18

Curtas e Diretas | 109 | Futebol


O Informador

Por vezes olho para o Twitter e percebo como nós, portugueses, adoramos tanto o Futebol! Os Assuntos do Momento conseguem em algumas horas de determinados dias serem totalmente ocupados por esta prática desportiva! Assim fizessem o mesmo com a literatura, teatro, cinema e pelas artes em geral!

01
Jan18

1, 2, 3... Vamos repetir!


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As pessoas por vezes conseguem ser tão pequeninas que não compreendem os gostos de cada um por determinadas áreas! Se gosto de ler e tenho sempre um livro por perto é porque gosto! Se como gelados no Inverno é porque aprecio! Se assisto mais que uma vez à mesma peça de teatro é porque vale a pena! Se visito o mesmo espaço várias vezes por ano é porque me sinto bem no local! Se... Se... Se... Metessem nas vossas vidas e seguissem os vossos gostos e sonhos não ganhavam mais?

Cada qual tem as suas opções de vida e faz o que lhe apetece ou sonha com o que gostaria de fazer e se existem coisas que todos optamos por repetir que mal tem isso na vida de quem está de fora? Se tiver de ir ao café todos os dias vou, se quiser ver um filme diariamente no cinema vejo, se gostasse de ir a concertos tentava não perder nenhum, se todos fossem assim o mundo seria muito melhor. 

Faço o que gosto e posso dentro da disponibilidade e gastos e não vejo mal algum em fazer a mesma coisa várias vezes quando sinto prazer no tempo que disponibilizo. Quantas vezes a mesma pessoa já não viu o Titanic e continua a emocionar-se? Quantas vezes não compram raspadinhas sabendo que pode não sair nada? Quantas vezes olham para o espelho e percebem a verdade sobre a idade? Quantas vezes querem ficar sozinhos num local isolado?

30
Nov17

Pocahontas


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A época natalícia chegou e mais uma vez, após os sucessos dos anos anteriores, Alice no País das Maravilhas e Aladino e a Lâmpada Mágica, a Yellow Star Company volta a apostar num espetáculo de Teatro no Cinema onde existe ligação entre a grande tela e o palco ao longo de cada sessão de encenações viradas para o público mais jovem. Este ano foi a Pocahontas a escolhida para visitar Portugal, contando com Sofia Ribeiro e Marta Faial, em regime de rotatividade, no papel de protagonista deste espetáculo vindo do mundo encanto da Disney.

Com adaptação a cargo de Paulo Sousa Costa, encenação da responsabilidade de João Didelet e com João Correia, Quimbé, Leandro Pires, Mario Pais, Pessoa Junior, Débora Monteiro, Fernando Oliveira e João Vilas a juntarem-se às protagonistas de Pocahontas, esta produção veio para conquistar miúdos e graúdos de 16 de Novembro a 30 de Dezembro, com sessões de fim-de-semana para o público em geral e de semana para grupos e escolas com reserva. Pocahontas encontra-se em cena nos Cinemas UCI El Corte Inglês!

Tendo visto este espetáculo a opinião tem de existir, e ao contrário dos anteriores espetáculos do género apresentados, não vejo esta aposta tão atrativa junto do público. Vamos aos factos! Pocahontas nunca foi um grande sucesso televisivo e de marketing, não sendo esta uma das princesas com maior destaque do mundo fantástico criado ao longo das últimas décadas. Talvez pela história guerrilheira e pelo combate, sabe-se que esta narrativa, quer seja no grande ecrã, em termos de série televisiva e pela literatura, nunca conseguiu chegar às proximidades de outras apostas do género, o que faz logo por si que a atração não se consiga fazer sentir com tanto entusiasmo. Sofia Ribeiro, que adoro, está no elenco, sim, mas neste espetáculo propriamente não vejo que um nome forte da televisão e redes sociais consiga fazer alguma diferença junto do público mais novo. É verdade que a Sofia é um dos pontos fortes do elenco, mas só por isso não chega, sendo necessário existir uma boa personagem, o que a Pocahontas não me parece ser. No que toca ao cenário, ao contrário do que tem sido hábito nas apostas de Teatro no Cinema que a Yellow Star Company tem apresentado, junto do ecrã encontra-se um espaço completamente vazio, o que dá uma visão negativa logo de início. Percebo que assim seja para que exista uma mudança mais rápida entre os vários locais, mas em Aladino e a Lâmpada Mágica, por exemplo, o campo visual estava tão bem recheado com adereços físicos que tudo ajudou a criar outro ambiente. Em Pocahontas existe ainda uma parte em que algumas das personagens se deslocam ao cimo da sala de cinema, o que faz com que o público se tenha de virar, o que com crianças destabiliza um pouco a sala, para mais quando alguns se têm de colocar de pé para conseguirem perceber algo do que se está a passar bem no fundo do auditório. 

08
Nov17

Vitória & Abdul


O Informador

vitória e abdul

Inspirado nos últimos anos da Rainha Vitória nasceu o filme Vitória & Abdul onde o surgimento de uma improvável amizade entre a soberana de Inglaterra e um jovem proveniente da Índia ganha uma dimensão inesperada que enfrenta a própria casa real ao longo dos últimos anos de vida de Vitória. 

Abdul é o escolhido para representar o seu país e presentear assim a Rainha com um símbolo do seu povo, mas a sua ação rapidamente chama a atenção de sua majestade que manda chamar este jovem para que continue a prestar-lhe serviços como seu empregado, o que não cai bem junto dos empregados que sempre serviram Vitória. Aos poucos Abdul vai ganhando espaço na vida da sua senhora a quem serve e sobre a qual vai começando a ensinar os seus costumes e hábitos, criando-se uma relação de amizade e proximidade que não é bem vista por quem circula pelos corredores da casa real. 

Uma relação de amizade e carinho entre a Rainha Vitória e Abdul que aconteceu de facto e que foi passada assim para a grande tela através da excelente representação de Judi Dench e Ali Fazal que dão vida a estas duas personagens históricas que se uniram para durante um curto período de tempo se cuidarem de forma mútua, num envolvimento que psicologicamente terá atingido muito mais que a amizade mas que pelos relatos escritos deixados por Abdul, relatos esses que ajudaram a dar origem a este filme, não passou de puro carinho, respeito e vontade de cuidar sempre de uma senhora que se apaixonou de certa forma pelo muçulmano que a voltou a fazer feliz nos seus últimos anos de vida, após um grande período de ausência, solidão e obrigações a cumprir.

Uma história emotiva, talvez ainda mais por se saber que aconteceu e embora partes que são mostradas tenham muito de ficção, a realidade marca presença e mostra como a vida de Vitória nem sempre foi fácil, tendo de enfrentar inimigos fora de portas e várias vezes quem vivia mesmo consigo e não aceitava as suas decisões pessoais para com a sua própria vida e com a do reino. 

Um drama com toques de comédia que vale a pena ver, mesmo para quem não acompanha a História de Reis e Rainhas de outrora. 

11
Ago17

À Conversa com… Diogo Garcia


O Informador

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Diogo Garcia já fez cinema e televisão mas é no teatro onde pode ser visto com maior frequência, fruto do amor pela arte e das oportunidades que têm surgido na sua carreira. Com espetáculos para miúdos e graúdos no processo de crescimento enquanto ator, este jovem ainda tem muito para percorrer no mundo da representação onde cada momento serve para ajudar a ganhar conhecimento e criar laços que ficam para a vida.

Convido-vos a conhecer um pouco do seu percurso e dos projetos que mais marcaram o Aladino dos palcos nacionais!

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Gostaria que o Diogo se apresentasse ao público em geral que ainda não teve contacto com o seu trabalho.

Ora bem... Então o Diogo é um rapaz cheio de sonhos, um ator com uma maluqueira saudável em palco e na vida, por vezes em excesso, que preza a verdade em cena e fora dela.

 

Atualmente tem sido uma presença assídua dos palcos nacionais, mas até atingir o início de um sonho, que caminhos foram percorridos?

(Assídua acho exagerado) Foram audições em cima de audições, muitos "não", trabalhos fora da área, muito estudo, muitas alegrias e pouco choro, mesmo em situações de maior aperto. A persistência é o fator essencial e a sorte dá trabalho. Não tive medo de "bater à porta" e dizer "Olá, sou ator e estou disponível para trabalhar". Com o tempo aprendi a ter "lata".

22
Mai17

Rescaldo dos Globos de Ouro


O Informador

globos de ouro.png

Vamos lá comentar a 22ª Gala dos Globos de Ouro que a SIC exibiu ontem, 21 de Maio de 2017, em parceria com a revista Caras.

Primeiramente é necessário falar da Passadeira Vermelha de apresentação em modo Televendas como já é habitual ser feito. É mesmo de serviço útil ao telespetador saber as marcas das vestimentas das estrelas que vão desfilando até entrar no Coliseu dos Recreios? Será que não conseguem somente falar com os famosos, maioritariamente rostos da estação, dos seus projetos e não comentarem roupas, sapatos e joias? Um outro pormenor que já é comum na Passadeira Vermelha dos Globos é o facto de dizerem que estão em direto quando assim não o é, já que é bem notório pela claridade do céu que as reportagens foram gravadas uns bons minutos antes, dado que depois quando começou a gala todos os convidados que há dois minutos estavam a entrar já estavam bem sentados nos seus respetivos lugares sem andarem pessoas em pé de um lado para o outro. Para mais este ano ainda tiveram uma falha no diferido e passaram um dos minutos com a Andreia Rodrigues em dose dupla, mas talvez ela tenha repetido a entrevista duas vezes e com a mesma pose, não sei!

Agora sim, a 22ª Gala dos Globos de Ouro! Antes demais questiono-me sobre a escolha de João Manzarra para a apresentação da suposta gala do ano em substituição de Bárbara Guimarães que foi assim afastada! As piadas consecutivas do Manzarra são aquela base já habitual com todos os apresentadores que passaram pelos Globos ao longo dos anos. O texto é tão formatado que o público na sala esquece-se de rir diversas vezes. Mas a questão essencial é... A sério que não existiam outras pessoas dentro do lote de apresentadores do canal para apresentar a que chamam de «Gala do Ano»? Júlia Pinheiro e João Baião são os dois rostos com maiores ordenados e só servem para apresentarem talk shows que perdem diariamente nas audiências e não podem fazer um especial de horário nobre uma vez por ano para tentarem compensar os maus resultados dos restantes dias?

Bárbara Guimarães subiu ao palco com Rodrigo Guedes de Carvalho e o jornalista tocou na ferida da apresentadora. Falou no drama da violência doméstica dando um chá de forma indireta a Manuel Maria Carrilho. Sério que isto era necessário num espetáculo nacional e onde se pretende estabelecer a alegria?

Mariana Pacheco e Vítor Silva Costa souberam mostrar a várias das duplas que foram ao palco apresentar e entregar globos que não é preciso elaborar muito para se estar bem e não cometer gralhas com as tentativas de ter graça junto de um público snob e que só se quer é despachar para seguir em frente para a verdadeira festa que o avançar da noite tem reservada. 

Rita Blanco e Albano Jerónimo esqueceram o teleponto e graças à atriz conseguiram ter dos melhores momentos cómicos da noite enquanto dupla a entregar um globo. Improviso e com o excelente bom humor de Rita Blanco, a dupla deixou o texto para trás e seguiu em frente. 

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