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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

07
Jul17

Parcerias


O Informador

Ser blogger em Portugal começa a ser visto como um modo de influenciar os leitores e a partir do momento em que as empresas com as suas marcas começaram a perceber isso, as parcerias têm vindo a aumentar, aparecendo como um modo de provocar as vendas perante o consumismo. Tenho parcerias e quem me segue percebe isso perfeitamente, no entanto não minto em relação ao que acho sobre o produto em si! Se gosto, gosto! Se não gosto, não gosto! Mas nem todos os bloggers funcionam assim!

Vejo por ai muito boa gente, com parcerias de anos, algumas as mesmas que as minhas ou ainda mais diversificadas que cometem erros atrás de erros com o que fazem com os acordos que mantém e ao que parece continuam porque nada lhes é dito acerca do que (não) fazem.

Primeiramente vou falar do meu caso, ao ter uma parceria e ao receber um produto de alguma marca, primeiro tento sempre mostrar assim que o recebo pelas redes sociais, mas não me fico por ai, ao contrário do que vejo acontecer constantemente. Recebo o produto, seja ele qual for, mas vou dar o exemplo dos livros por ser o mais fácil neste caso de falar a nível pessoal. A editora envia as suas novidades, combinadas ou não previamente comigo e dentro dos meus gostos. Chega o livro a casa, mostro o exemplar e o mesmo fica em espera para ser lido mas é lido e comentado no blog uns dias ou semanas depois, não ficando eternamente numa estante esquecido após ter mostrado uma mísera imagem pelas redes sociais em como o recebi e ponto final. Não, isso não é ético e isso não é mostrar capacidade para assumir uma combinação, tanto que já existem editoras a rever e todas o deveriam fazer, as suas parcerias junto de bloggers que se restringem a pousar os livros para a objetiva e de imediato os colocam a um canto sem mais lhes pegarem para terem uma opinião pessoal a defender acerca dos mesmos pelo blog. 

Para que as editoras quererão manter um contacto mais estreito com um blogger que gosta de ler se essa pessoa se resume a mostrar a capa e contracapa da obra e nem a lê para ter uma opinião a dar sobre a mesma? Não percebo sinceramente quem o faz há anos e que continua a ter o que bem quer e parece mostrar que esse é o caminho correto. 

Uma parceria tem de resultar da boa vontade dos dois lados e não somente se ficar por demonstrações como se fossem cartazes publicitários à beira da estrada onde os consumidores ficam somente com uma imagem na cabeça e terão de procurar uma opinião por outro local porque dali não tiram mais nada. 

06
Jun17

Aplicação do SapoBlogs


O Informador

Um apontamento que tenho de destacar e que ao longo de vários anos já devia ter sido melhorado pelos nossos Sapos que tratam dos Blogs é a aplicação, que não é bem uma aplicação, para os telemóveis.

Será que não pensam em fazer de raiz uma aplicação para os blogs onde seja mais fácil e ágil visitarmos os vizinhos do lado e principalmente comentarmos e respondermos aos comentários pelo nosso blog? Os comentários é o principal problema que deteto na suposta aplicação que existe porque além de bloquear e de andar constantemente a pedir para colocarmos os dados do login, os erros são uma constante na hora de fazer Publicar. 

Tendo tudo a funcional na perfeição seria muito melhor e de uma maior rapidez para conseguirmos estar em cima dos comentários que nos são feitos e podermos responder em qualquer lugar. Pessoalmente já nem tento comentar qualquer blog Sapo através do iPhone porque sei que terei de andar uns dez minutos para conseguir escrever sem bloqueios após abrir a conta e finalmente conseguir publicar. 

29
Mai17

O que é um blog de sucesso?!


O Informador

Ao longo da leitura de Ser Blogger, da autoria de Carolina Afonso e Sandra Alvarez, fui percebendo que vários dos blogs «de sucesso», que servem de exemplo ao longo deste bom guia explicativo, podem ser conhecidos mas pelos dados revelados em alguns dos casos acabei por constatar que ser um blogger de sucesso é ter menos visualizações que eu e mesmo em alguns casos um menor número de seguidores pelas redes sociais. 

Existe um caso partilhado pelo livro em que no total do mês o blog consegue ter as mesmas visualizações que o meu num só dia bom ou em três dias normais, tendo o mesmo estilo de público alvo que eu, entre os 24 e os 35 anos de idade e uma percentagem maior de mulheres a visitarem que homens. Existe uma diferença de visitantes e visualizações abismal entre os valores daquele exemplo de blog e do meu caso, mas se um é de sucesso sem números, O Informador não o é, pelo menos segundo o meu ponto de vista, mesmo tendo um maior volume de visitantes. A análise foi feita recorrendo a vários bloggers nacionais, mas se uns são conhecidos e com um grande número de visualizações, existem os que aparecem e que são somente conhecidos dentro do «nicho» do tema que abordam, tendo bem menos pessoas a passarem diariamente pelo espaço online.

Ter um blog de sucesso é sempre uma questão de pensamento da pessoa! Para mim o meu não é de sucesso, é um blog que tem crescido com dedicação mas que ainda está longe do sucesso. Existe depois quem olhe para o seu projeto e o considere cheio de trunfos e estrelas mas poucos são os que por lá passam. 

26
Mai17

Bloggers do Copy Paste


O Informador

Os blogs nascem como cogumelos por ai e se uns vão ficando com o tempo, existem outros que se esfumam tão rápido como o modo e forma como aparecem. O que não percebo nos bloggers é o facto de em muitos dos casos se cingirem a fazer copy paste de artigos que lhes são enviados via email ou que descobrem pela internet. 

Será que as pessoas não conseguem ter uns míseros cinco minutos para se inspirarem nos textos que lhes enviam de agências de comunicação e não só para elaborarem um novo artigo redigido com as suas próprias palavras sem fazerem o tão célebre Copiar e Colar? É falta de noção de quem tem blogs e não venham dizer que isto é uma moda recente e de quem está a aparecer e a começar a ser blogger agora porque não o é! Existem por ai muitos endereços com anos de experiência que continuam a praticar essa imbecilidade de pegar exatamente no que receberam, que muitas vezes se tiver um erro nem o detetam porque não se dignam sequer a ler, e a publicar sem qualquer alteração de texto. Ou seja, recebem, copiam e colam, colocam o título as tags e vamos lá publicar para terem um novo texto diário para os seus leitores os visitarem e perceberem que existe algo novo para espreitarem.

Sinceramente não percebo como é que ainda existem pessoas com esta capacidade de não serem originais e se deixarem ficar pela simplicidade das coisas sem terem o mínimo de trabalho de criarem algo seu. Como seria tão fácil no meu caso receber a lista dos lançamentos literários e coloca-la tal e qual como me aparece no email ou pegar numa sinopse de um novo espetáculo e publica-la, ficando de igual para igual com o que aparece no portal ou redes sociais da produtora e locais de vendas de bilhetes. Seria fácil e poupava tempo sim! Coloco a sinopse dos livros sim, mas acrescento sempre algo, porque tenho uma opinião para ser dada, tal como o faço com as peças de teatro que vejo e os produtos que experimento. Uma opinião pessoal é importante para mostrarem que são seres que pensam e refletem sobre o que fazem! Não visito blogs que façam somente um catálogo diário sobre os novos lançamentos, preferindo que tudo seja mais completo, podendo ser mostrando o que é lançado sim com o recurso ao copy paste mas depois existirem artigos de opinião sobre o que vão lendo, tal como outros textos sobre eventos e não só de forma a completarem o espaço. 

24
Mai17

Cansaço de blogger


O Informador

Existem momentos na vida em que é necessário falar porque ao fim e cabo se não falarmos com os outros acabamos por ir guardando para nós o que sentimos e isso acaba por massacrar e pesar ao longo do tempo.

Há uns dias andei um pouco saturado, talvez não possa dizer bem saturado, mas os bloggers devem compreender que por vezes achamos que o projeto que estamos a fazer já não vale a pena seguir em frente, mesmo que tudo aponte para coisas boas, percebemos que por vezes acabamos por acusar cansaço, mesmo que um blog não seja algo que nos exija permanência, mas sim dedicação consoante a disponibilidade de cada um. 

Foi por sentir que talvez o blog teria de terminar sem existirem verdadeiros motivos para o fazer, bem pelo contrário, que pensei que não valia a pena o esforço de dedicar minutos ou algumas umas horas diárias a este projeto que me dá tanto gozo fazer. 

Falei com uma pessoa que me aconselhou a parar por uns dias para também descansar e tentar refletir para perceber se era mesmo essa a ideia de colocar um ponto final que queria levar em diante. Acabei por nem levar assim tanto tempo por perceber que este blog já faz parte de mim, já convivemos há uns aninhos um com o outro e acaba assim por ser um espelho da pessoa por detrás das letras e imagens que vão sendo publicadas dia após dia. 

Senti que dias não são dias e talvez por agora andar mais disponível que anteriormente e a ideia de que me deveria dedicar um pouco mais ao blog acaba por atrofiar os pensamentos, já que o tempo é mais mas não é por isso que vejo este espaço de escrita e partilha como uma profissão a que tenho de dedicar a maior parte do tempo livre. Nada disso acontece e não é isso que tenciono levar em diante, optando por ter n' O Informador um escape do dia-a-dia.

25
Abr17

Vergonha de blogger


O Informador

Quem me conhece sabe que a lidar com desconhecidos e com uma pequena multidão sou um pouco, para não parecer assim tão mal, acanhado, mas aos poucos e em certas situações começo a perder a dita vergonha, principalmente nos temas que dizem respeito ao blog. 

Lembro-me perfeitamente como se tivesse a acontecer agora mesmo da primeira vergonha que apanhei aquando do levantamento de um convite teatral em Lisboa. Dirigi-me à bilheteira e assim que disse o meu nome, a pessoa que estava no atendimento disse-me de imediato que seguia o meu blog. Eu, sem esperar tal reação que não foi feita de forma discreta, fiquei em modo tomate, envergonhado até mais não, sem saber que dizer e somente com vontade de ter o bilhete na mão e desaparecer com uma vergonha tão grande que não consigo explicar. Fiquei super constrangido por ter sido reconhecido pela primeira vez por uma pessoa que seguia o blog e com quem falava por email para combinar as formas de parceria. 

Após esta vergonha existiram várias situações em que senti estar a ser reconhecido por leitores, ficando envergonhado e tentando disfarçar ou sair mesmo do local, mas nada como a primeira vez. Tudo bem mais tranquilo. Agora começo a ficar mais calmo e ambientado com a situação. Já vou a bilheteiras e sou reconhecido porque me seguem pelas redes sociais, falamos e não fico com tensão só de pensar que vão dizer que sou o Ricardo d' O Informador, já não sentido aquele nervoso miudinho de ter de falar com pessoas que conheço somente pelo Instagram, Facebook ou Twitter

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