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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

13
Abr17

As carrinhas azuis da CGD


O Informador

carrinha cgd.jpg

A Caixa Geral de Depósitos irá ver vários, centenas, dos seus balcões fecharem portas pelos próximos anos numa fase de reestruturação do banco público nacional. O mais engraçado de tudo isto é a novidade que Paulo Macedo anunciou onde existe a hipótese, que terá de ser aprovada pelo Banco de Portugal, de existir um serviço móvel de balcões, ou seja, umas carrinhas para prestarem os serviços bancários pelas zonas rurais e junto de populações mais envelhecidas. 

No final de contas a novidade que se quer colocar em prática é um retrocesso no tempo, fazendo lembrar os centros médicos, as carrinhas de venda ambulante, os palhaços itinerantes, a venda de peixe fresco (?) porta a porta e por ai fora. Agora que as estruturas estão montadas pensam então em fechar e colocar os banqueiros a andar por ai, na condução de um carro, convém ser blindado, com milhares de euros no interior. Fazendo bem as contas talvez tenha de existir um bancário ou dois, um condutor, um segurança e mais alguém para auxiliar todo o processo somente para uma carrinha que servirá de banco itinerário a viajar por cada região necessitada por uma CGD por perto, com um serviço mensal ou semanal, com sorte, a passar de forma regular de aldeia em aldeia. 

15
Ago13

A moeda suja


O Informador

MoedaRecebi estas duas moedas no mesmo sítio, à mesma hora e em conjunto com outras de valor inferior. Fui eu que recebi a moeda suja e que parece que já enfrentou uma guerra ao longo dos anos, mas tenho a confessar que senti vergonha por a receber e tive vontade de pedir para a trocar, não o conseguindo fazer, claro!

A moeda limpa tem a data de 2009, já a sua congénere feia foi feita em 2002 e embora sete anos separem ambas, isso não equivale a que este nojo tenha que andar por aí de mão em mão e sempre com os mesmos pensamentos sobre si quando se olha para o troco que se recebe em algum local.

Assim que tiver oportunidade vou despachar esta moeda feia que me veio parar à carteira. Neste caso preferia receber moedas de cinco cêntimos até ao valor de um euro do que ter esta sujidade entre as minhas outras moedas. Dinheiro é dinheiro, mas também é verdade que é algo em que todos tocamos e existe um certo grau de higiene, o que neste caso não pode existir porque o mal já está feito e agora só o Banco de Portugal pode remover este exemplar do mercado.

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