Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

19
Set16

Onde Estavas Quando Criei o Mundo?


O Informador

onde estavas quando criei o mundo.png

Autor: Artur Ribeiro

Lançamento: Setembro de 2016

Editora: Guerra e Paz Editores

Páginas: 96

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Uma mulher defende-se em tribunal com o propósito de explicar o seu crime. Embora não sejam claras de início, as circunstâncias pelas quais a mulher responde, acto mais hediondo não parecer haver: a ré é acusada de filicídio. O que leva uma mãe a este acto extremo? E como explicá-lo? Poderá ter sido um acto de piedade ou de sacrifício?

O leitor será colocado no papel tanto de juiz como de confessor, na tentativa desta mulher racionalizar o que está por de trás de actos extremos e as suas apologias — apoiando-se em exemplos da Bíblia, como o livro de Job — aos problemas sociais e familiares da actualidade, nomeadamente a questão da eutanásia.

 

Opinião: Artur Ribeiro, argumentista e realizador de produções televisivas e cinematográficas, como é o caso da novela Belmonte, recentemente transmitida pela TVI, e do filme Duplo Exílio, lançou-se em 2012 como dramaturgo com a peça Onde Estavas Quando Criei o Mundo?, estreada no Teatro Nacional D. Maria II e com interpretação de Manuela Couto. Essa peça passou agora do desafio teatral para a literatura e deu origem ao livro com o mesmo nome, lançado pela Guerra e Paz.

Eu, que sou fã da escrita de Artur Ribeiro para televisão, logo que vi esta obra a ser apresentada não hesitei e em boa hora fiz a sua leitura. Onde Estavas Quando Criei o Mundo? é daqueles livros para ler de uma só assentada. De escrita familiar, com fortes passagens entre o presente de uma mulher que enfrenta a justiça pela morte do filho e o passado onde vários recados são deixados, nesta obra o recurso a vários exemplos bíblicos existe através do livro de Job. A crítica e debate para com problemas sociais e familiares, tão díspares entre cada sociedade, a atualidade que vai sendo alterada ao longo dos anos e a verdadeira questão base desta obra que é a eutanásia. Afinal de contas, estará a lei portuguesa certa ou um pouco atrasada em relação a este tema que mexe com a mente de quem reflete sobre a questão?

Mais sobre mim

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Comentários Recentes

Mensagens

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D

Segue-me...

Facebook ___________________________________________________________ Instagram ___________________________________________________________ Twitter ___________________________________________________________ Pinterest Visita o perfil de O Informador no Pinterest. ___________________________________________________________ Goodreads
Envelhenescer
Três Homens Num Barco
Confissões de Inverno
O Templário Negro
Larga quem não te agarra
As Desaparecidas
Sentir
A Livraria
A Magia do Acaso
Hotel Vendôme
A Química
Não Gosto de Segundas Feiras
___________________________________________________________ BlogsPortugal
___________________________________________________________ Bloglovin Follow _____________________________________________________

 Subscreve O Informador