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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

11
Nov17

Os jantares no Panteão


O Informador

panteão nacional.jpg

O Panteão Nacional está desde o dia 24 de Junho de 2014 ao abrigo do Despacho 8356/2014, onde foi aprovado o Regulamento de Utilização dos Espaços sob tutela da Direção Geral do Património Cultural e desde ai que o local é utilizado para receber várias comemorações, só que se até aqui tudo foi feito de forma bem recatada, com o jantar que foi organizado pela finalização do Web Summit a situação tomou proporções a nível nacional e a polémica ficou instalada com o Governo agora a querer proibir os jantares no Panteão.

panteão nacional mesas.jpg

Ao longo de três anos foi possível a empresas e entidades privadas e públicas utilizarem o salão central deste símbolo português para organizarem jantarem e eventos, só que agora, após a polémica, para António Costa, «é ofensivo utilizar deste modo um monumento nacional com as características e particularidades do Panteão Nacional», reforçando que «a utilização do Panteão Nacional para eventos festivos é absolutamente indigna do respeito devido à memória dos que aí honramos». A questão é se o senhor Primeiro-Ministro só agora teve conhecimento sobre este despacho ou se só falou após ver toda a polémica que o jantar do Web Summit tem causado junto da sociedade em geral e através das redes sociais.

Segundo consta através da comunicação social, o Ministério da Cultura quer agora proibir a realização de festas no Panteão Nacional e que o jantar da passada Sexta-feira, 10 de Novembro, no local só foi conhecido por Luís Filipe Castro Mendes, Ministro da Cultura, após a sua realização. Assim sendo, o Ministro em funções já determinou «a imediata revisão» do despacho de 2014 para que a «proibição de realização de eventos de natureza festiva no Corpo Central do Panteão Nacional» seja feita. Em comunicado foi ainda mencionado que «O Ministério da Cultura não permitirá que a utilização para eventos públicos dos monumentos nacionais possa pôr em causa o caráter e a dignidade próprias de cada um desses monumentos.» Agora pergunto... Será que o senhor Ministro e toda a sua equipa também desconheciam o despacho que deu luz verde à utilização destes espaços para celebrações e festividades?

03
Jul17

A oposição sobre o roubo de Tancos


O Informador

granadas 1.jpg

A lista do material roubado dos paióis de Tancos já foi divulgada pelo jornal El Espanhol, citando fontes do Governo de Madrid, mas por cá o que me acaba por provocar uma certa comichão sobre este tema é, mais uma vez, a oposição que nada fez enquanto esteve a governar o país e agora aparecer a criticar a irresponsabilidade política e dos órgãos competentes para que isto tivesse acontecido.

Após as criticas que os partidos de direita fizeram à Ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, acerca do incêndio de Pedrógão Grande, agora as mesmas figuras aparecem a pedir satisfações para com o roubo de armamento dos paióis de Tancos. A questão que aqui coloco é se essas mesmas figuras quando estiveram no poder fizeram alguma coisa para alterar a situação? É que tudo estava da mesma forma que agora, o que aconteceu é que foi em 2017 que um grande incêndio roubou dezenas de vidas e deixou centenas de pessoas hospitalizadas e sem os seus bens e foi também em 2017 que existiram roubos militares que colocam em causa a segurança mundial. Mas isto aconteceu agora por culpa de quem lidera neste momento o país ou os problemas surgem também através do passado?

É que pelas palavras de Assunção Cristas e Pedro Passos Coelho tudo parece ter estado bem na sua época de governação, existindo controlo sobre todas estas situações, com todos os sistemas de segurança a funcionarem corretamente e sem quaisquer falhas no sistema. Tiveram sorte porque estes graves incidentes não apareceram enquanto estiveram no poder e agora que estão na retaguarda dão-se ao luxo de pedirem satisfações aos outros, aqueles que também podem não ter feito para melhorarem o que estava a correr mal. Mas se estes não fizeram os do passado também não tiveram ação e por isso é que estes problemas não estão resolvidos e só quando incidentes de maior gravidade aparecem é que se percebem os erros cometidos no presente mas essencialmente ao longo do tempo.

Sinceramente há uns anos gostava da senhora Cristas por ter demonstrado trabalho na sua área enquanto esteve no poder, mas o tempo de oposição tem mostrado que a deputada e candidata já por si derrotada à Câmara de Lisboa tem mostrado mau perder e sede de vingança por quem lhe roubou o lugar. 

23
Jun17

A ministra que não se demita!


O Informador

Primeiro tudo ficou aflito por causa dos incêndios e da tragédia de Pedrógão Grande, mas mal as coisas acalmaram por um dia e eis que os partidos políticos de direita logo começaram a atirar pedras à Ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa. Existia mesmo necessidade de nem deixarem arrefecer as coisas para pedirem a demissão de uma pessoa que herdou pesos do passado de outras legislaturas partidárias que agora são os opositores que lançam as questões e atiram a passadeira contra uma mulher que apanhou a situação mais complicada de todos os tempos no que toca a tragédias nacionais a envolverem incêndios?

Constança Urbano de Sousa é simplesmente a Ministra da Administração Interna numa altura devastadora, mas se fosse outra pessoa tudo seria igual porque só quando os problemas acontecem é que se percebem os verdadeiros erros e os que se encontram do outro lado da barricada esquecem-se de olhar para trás para perceberem que nada fizeram também para alteraram a situação atual das florestas nacionais, dos bombeiros e das forças de segurança e protecção civil para que tudo tivesse tido uma melhor coordenação. 

A atual Ministra não errou sozinha, todos os que estiveram no seu lugar nada fizeram e agora queriam que tudo fosse alterado em ano e meio só porque esta tragédia de maior envergadura aconteceu? Não faz sentido sequer falar-se em demissão de uma pessoa que tem atuado, que reagiu de imediato, acompanhou a situação no local e fez, pelo menos quero acreditar que sim, tudo o que estava ao seu alcance e achou correto ser feito naqueles dias de caos e complicações que colocaram um país em estado de alerta total. 

18
Jun17

Pedrógão Grande


O Informador

pedrogão grande.jpg

O calor que se faz sentir pelos últimos dias e a trovoada do final do dia de ontem, Sábado, fizeram das suas e quando me deitei à noite existiam informações que davam como certas dezanove mortes num grande incêndio na zona do Pedrógão Grande, distrito de Leiria. Hoje ao acordar deparo-me primeiramente com as notificações no telemóvel de vários órgãos de comunicação social a darem conta de mais de cinquenta mortos, várias pessoas desaparecidas e um cenário de destruição caótico. Liguei a televisão num canal informativo e das palavras à imagem existe uma grande diferença.

O que vi logo pelos primeiros momentos foram estradas com carros carbonizados que ainda continham corpos no seu interior. As pessoas tentavam fugir pelas estradas possíveis e foram apanhadas pelo incêndio que devastou quilómetros de mata, aldeias e que acabou por roubar dezenas de vidas no que já é considerado o mais trágico acidente dos últimos cinquenta anos em Portugal. Assistir a um acidente destes de longe é complicado, colocando-me na pele de quem esteve e continua no local, longe das suas casas, não sabendo de familiares e procurando respostas para o que ainda não se sabe afirmar.

As temperaturas altas, as matas, o terreno complicado para se lidar com incêndios, tudo parece ter corrido mal num só local num fim-de-semana prolongado com famílias a desfrutarem das praias e lagos naturais da zona para passarem as horas quentes do dia, quando o início do incêndio acontece e só existem caminhos de fuga onde as chamas já começavam a tomar conta de estradas, casas e tudo o que foram apanhando pela frente. 

04
Abr17

Hyundai lança o seu Kona


O Informador

kona.jpg

A Europa irá receber um novo membro da gama de SUVS da Hyundai e o nome não podia ser melhor para criar todo o tipo de piadas e trocadilhos pelas redes sociais. Então não é que está a chegar o Hyundai Kona?

Primeiro convém dizer que o nome do veículo foi escolhido para homenagear o distrito de Kailua-Kona, na ilha do Hawai. Depois é bom frizar que o novo Hyundai é de modelo compacto do segmento B, juntando-se aos já conhecidos Santa Fé, Grande Santa Fé e Tucson. Os quatro modelos inserem-se na intenção de tornar a marca coreana como o principal fabricante asiático na Europa com a finalidade de destronar a Nissan e a Toyota dos lugares cimeiros. Indo de encontro a um estilo moderno, contemporâneo e progressista, a intenção é atrair os clientes pelo designer exterior e interior e pelos extras que compõem o Kona. 

Agora voltemos ao bizarro nome entre nós, portugueses. Se as piadas já andam por ai, como passo a citar dois exemplos, «Imaginem o dono do carro: - Avariei a Kona; - Bati com a Kona; - Emprestei a Kona; - A minha Kona é a diesel; - A Kona ficou sem bateria;» e «Vou comprar um Kona, o que acham?», o que seria quando o veículo for lançado para o mercado com este nome?

01
Fev17

Adeus Cristina!


O Informador

cristina fim.png

Dois anos depois do primeiro número da revista Cristina ter chegado às bancas, eis que o seu fim é anunciado dentro da Masemba, editora responsável pelo projeto até ao momento.

De há uns dias para cá que se vinha a falar sobre o encerramento editorial da revista de Cristina Ferreira e agora está confirmado pela própria que partilhou pelas redes sociais uma imagem sua com a legenda «E se isto acabar? O que vier será melhor», dando a entender que algo está por um fio, ao mesmo tempo que a Masemba anunciou em comunicado o final da parceria. «A revista Cristina foi o projeto editorial com maior sucesso em Portugal nos últimos dois anos, tendo sido seguramente o título mais impactante lançado na última década. Tratou-se de um título rentável desde o número 1. A Masemba agradece à Cristina Ferreira e à equipa da revista Cristina, o empenho, dedicação e paixão que imprimiram ao mesmo», frisam. 

Segundo fontes do projeto, esta decisão foi «por mútuo acordo», tendo ficado decidido o final da «parceria que tinha uma lógica anual», mas que ambas as partes saem felizes do projeto. A última edição será lançada no próximo dia 7 de Fevereiro, podendo a partir daí ficar-se a saber se será mesmo o final da revista Cristina ou se o projeto continuará numa nova editora. Para já a certeza é o final desta parceria, mas o resto ainda é uma incógnita, já que a revista tem mantido as boas vendas desde o seu número 1, com edições de maior saída que outras, como todas. 

Marcelo Rebelo de Sousa, Ricardo Araújo Pereira, Rita Pereira, Manuel Luís Goucha, Sofia Ribeiro, Simone de Oliveira, Santana Lopes, Simão Sabrosa, Mariza, Joana Amaral Dias, Bárbara Guimarães e Quaresma foram alguns dos rostos que protagonizaram as capas das vinte e três edições lançadas da revista que assinala os dois anos com a possível edição de fecho. 

Até ao momento ainda não se sabe quem será a figura central da última Cristina e se esse será mesmo o último número da revista, mas dentro de dias as dúvidas deverão ser desfeitas pela própria Cristina Ferreira que pelas redes sociais ou através do Você na Tv! contará de certo o que irá acontecer a um dos seus desafios fora do pequeno ecrã. 

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