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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

A oposição sobre o roubo de Tancos

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A lista do material roubado dos paióis de Tancos já foi divulgada pelo jornal El Espanhol, citando fontes do Governo de Madrid, mas por cá o que me acaba por provocar uma certa comichão sobre este tema é, mais uma vez, a oposição que nada fez enquanto esteve a governar o país e agora aparecer a criticar a irresponsabilidade política e dos órgãos competentes para que isto tivesse acontecido.

Após as criticas que os partidos de direita fizeram à Ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, acerca do incêndio de Pedrógão Grande, agora as mesmas figuras aparecem a pedir satisfações para com o roubo de armamento dos paióis de Tancos. A questão que aqui coloco é se essas mesmas figuras quando estiveram no poder fizeram alguma coisa para alterar a situação? É que tudo estava da mesma forma que agora, o que aconteceu é que foi em 2017 que um grande incêndio roubou dezenas de vidas e deixou centenas de pessoas hospitalizadas e sem os seus bens e foi também em 2017 que existiram roubos militares que colocam em causa a segurança mundial. Mas isto aconteceu agora por culpa de quem lidera neste momento o país ou os problemas surgem também através do passado?

É que pelas palavras de Assunção Cristas e Pedro Passos Coelho tudo parece ter estado bem na sua época de governação, existindo controlo sobre todas estas situações, com todos os sistemas de segurança a funcionarem corretamente e sem quaisquer falhas no sistema. Tiveram sorte porque estes graves incidentes não apareceram enquanto estiveram no poder e agora que estão na retaguarda dão-se ao luxo de pedirem satisfações aos outros, aqueles que também podem não ter feito para melhorarem o que estava a correr mal. Mas se estes não fizeram os do passado também não tiveram ação e por isso é que estes problemas não estão resolvidos e só quando incidentes de maior gravidade aparecem é que se percebem os erros cometidos no presente mas essencialmente ao longo do tempo.

Sinceramente há uns anos gostava da senhora Cristas por ter demonstrado trabalho na sua área enquanto esteve no poder, mas o tempo de oposição tem mostrado que a deputada e candidata já por si derrotada à Câmara de Lisboa tem mostrado mau perder e sede de vingança por quem lhe roubou o lugar. 

A ministra que não se demita!

Primeiro tudo ficou aflito por causa dos incêndios e da tragédia de Pedrógão Grande, mas mal as coisas acalmaram por um dia e eis que os partidos políticos de direita logo começaram a atirar pedras à Ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa. Existia mesmo necessidade de nem deixarem arrefecer as coisas para pedirem a demissão de uma pessoa que herdou pesos do passado de outras legislaturas partidárias que agora são os opositores que lançam as questões e atiram a passadeira contra uma mulher que apanhou a situação mais complicada de todos os tempos no que toca a tragédias nacionais a envolverem incêndios?

Constança Urbano de Sousa é simplesmente a Ministra da Administração Interna numa altura devastadora, mas se fosse outra pessoa tudo seria igual porque só quando os problemas acontecem é que se percebem os verdadeiros erros e os que se encontram do outro lado da barricada esquecem-se de olhar para trás para perceberem que nada fizeram também para alteraram a situação atual das florestas nacionais, dos bombeiros e das forças de segurança e protecção civil para que tudo tivesse tido uma melhor coordenação. 

A atual Ministra não errou sozinha, todos os que estiveram no seu lugar nada fizeram e agora queriam que tudo fosse alterado em ano e meio só porque esta tragédia de maior envergadura aconteceu? Não faz sentido sequer falar-se em demissão de uma pessoa que tem atuado, que reagiu de imediato, acompanhou a situação no local e fez, pelo menos quero acreditar que sim, tudo o que estava ao seu alcance e achou correto ser feito naqueles dias de caos e complicações que colocaram um país em estado de alerta total. 

Pedrógão Grande

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O calor que se faz sentir pelos últimos dias e a trovoada do final do dia de ontem, Sábado, fizeram das suas e quando me deitei à noite existiam informações que davam como certas dezanove mortes num grande incêndio na zona do Pedrógão Grande, distrito de Leiria. Hoje ao acordar deparo-me primeiramente com as notificações no telemóvel de vários órgãos de comunicação social a darem conta de mais de cinquenta mortos, várias pessoas desaparecidas e um cenário de destruição caótico. Liguei a televisão num canal informativo e das palavras à imagem existe uma grande diferença.

O que vi logo pelos primeiros momentos foram estradas com carros carbonizados que ainda continham corpos no seu interior. As pessoas tentavam fugir pelas estradas possíveis e foram apanhadas pelo incêndio que devastou quilómetros de mata, aldeias e que acabou por roubar dezenas de vidas no que já é considerado o mais trágico acidente dos últimos cinquenta anos em Portugal. Assistir a um acidente destes de longe é complicado, colocando-me na pele de quem esteve e continua no local, longe das suas casas, não sabendo de familiares e procurando respostas para o que ainda não se sabe afirmar.

As temperaturas altas, as matas, o terreno complicado para se lidar com incêndios, tudo parece ter corrido mal num só local num fim-de-semana prolongado com famílias a desfrutarem das praias e lagos naturais da zona para passarem as horas quentes do dia, quando o início do incêndio acontece e só existem caminhos de fuga onde as chamas já começavam a tomar conta de estradas, casas e tudo o que foram apanhando pela frente. 

Hyundai lança o seu Kona

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A Europa irá receber um novo membro da gama de SUVS da Hyundai e o nome não podia ser melhor para criar todo o tipo de piadas e trocadilhos pelas redes sociais. Então não é que está a chegar o Hyundai Kona?

Primeiro convém dizer que o nome do veículo foi escolhido para homenagear o distrito de Kailua-Kona, na ilha do Hawai. Depois é bom frizar que o novo Hyundai é de modelo compacto do segmento B, juntando-se aos já conhecidos Santa Fé, Grande Santa Fé e Tucson. Os quatro modelos inserem-se na intenção de tornar a marca coreana como o principal fabricante asiático na Europa com a finalidade de destronar a Nissan e a Toyota dos lugares cimeiros. Indo de encontro a um estilo moderno, contemporâneo e progressista, a intenção é atrair os clientes pelo designer exterior e interior e pelos extras que compõem o Kona. 

Agora voltemos ao bizarro nome entre nós, portugueses. Se as piadas já andam por ai, como passo a citar dois exemplos, «Imaginem o dono do carro: - Avariei a Kona; - Bati com a Kona; - Emprestei a Kona; - A minha Kona é a diesel; - A Kona ficou sem bateria;» e «Vou comprar um Kona, o que acham?», o que seria quando o veículo for lançado para o mercado com este nome?

Adeus Cristina!

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Dois anos depois do primeiro número da revista Cristina ter chegado às bancas, eis que o seu fim é anunciado dentro da Masemba, editora responsável pelo projeto até ao momento.

De há uns dias para cá que se vinha a falar sobre o encerramento editorial da revista de Cristina Ferreira e agora está confirmado pela própria que partilhou pelas redes sociais uma imagem sua com a legenda «E se isto acabar? O que vier será melhor», dando a entender que algo está por um fio, ao mesmo tempo que a Masemba anunciou em comunicado o final da parceria. «A revista Cristina foi o projeto editorial com maior sucesso em Portugal nos últimos dois anos, tendo sido seguramente o título mais impactante lançado na última década. Tratou-se de um título rentável desde o número 1. A Masemba agradece à Cristina Ferreira e à equipa da revista Cristina, o empenho, dedicação e paixão que imprimiram ao mesmo», frisam. 

Segundo fontes do projeto, esta decisão foi «por mútuo acordo», tendo ficado decidido o final da «parceria que tinha uma lógica anual», mas que ambas as partes saem felizes do projeto. A última edição será lançada no próximo dia 7 de Fevereiro, podendo a partir daí ficar-se a saber se será mesmo o final da revista Cristina ou se o projeto continuará numa nova editora. Para já a certeza é o final desta parceria, mas o resto ainda é uma incógnita, já que a revista tem mantido as boas vendas desde o seu número 1, com edições de maior saída que outras, como todas. 

Marcelo Rebelo de Sousa, Ricardo Araújo Pereira, Rita Pereira, Manuel Luís Goucha, Sofia Ribeiro, Simone de Oliveira, Santana Lopes, Simão Sabrosa, Mariza, Joana Amaral Dias, Bárbara Guimarães e Quaresma foram alguns dos rostos que protagonizaram as capas das vinte e três edições lançadas da revista que assinala os dois anos com a possível edição de fecho. 

Até ao momento ainda não se sabe quem será a figura central da última Cristina e se esse será mesmo o último número da revista, mas dentro de dias as dúvidas deverão ser desfeitas pela própria Cristina Ferreira que pelas redes sociais ou através do Você na Tv! contará de certo o que irá acontecer a um dos seus desafios fora do pequeno ecrã. 

A tradição de Marcelo

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Marcelo Rebelo de Sousa festejou a primeira passagem de ano como Presidente da República mas nem isso deixou que a sua tradição de ano novo fosse esquecida. O nosso Presidente deu o seu primeiro mergulho na Praia dos Pescadores, em Cascais, tal como faz há mais de 40 anos. 

Para Marcelo este primeiro banho salgado do ano é revigorante e um hábito que pretende manter enquanto puder. Os banhos na praia, quer seja Verão ou Inverno, são um costume do antigo comentador político que em alguns anos pelo primeiro dia de Janeiro chegou a desfrutar da companhia dos seus familiares mais próximos nesta sua tradição que para muitos parece ter um pouco de loucura. 

A água fria e o tempo nublado não tiraram a ideia de Marcelo Rebelo de Sousa que desfrutou assim do seu primeiro banho na praia de Cascais com várias pessoas a assistirem e com a comunicação social a dar-lhe o seu destaque, não fosse Marcelo o Presidente PopStar da nossa nação. 

Curtas e Diretas #35

A Super Lua pode ter sido muito linda, muito xxl, muito amarela e muito cheia que não vi nada de nada. Espreitei e não vi a lua em lado nenhum, não sei se por ser tão grande assim ou porque as casas da aldeia tapam a visibilidade total. Fiquei sem ver este grande momento da natureza e estou em modo desesperado devido a tanta tristeza. 

Atitude positiva! Dos Touros para o Desporto!

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A Câmara Municipal de Viana do Castelo mostrou atitude ao declarar-se em 2009 "anti-touradas" e agora, mais de sete anos depois, a autarquia irá iniciar o processo de alteração do espaço da praça de touros para o transformar num complexo desportivo que envolve além do recinto todo o seu espaço envolvente. 

A antiga praça de touros de Viana do Castelo, que recebia uma vez por ano um espetáculo pela altura das Festas da Senhora D'Agonia, irá assim ser convertida a bem do desporto local. Com um investimento de 2,5 milhões de euros, a antiga arena irá dar lugar a um espaço multiusos com pista de atletismo, campos desportivos e uma vista panorâmica no topo do edifício. 

A renovada "Praça de Viana" será utilizada a favor do desporto com várias modalidades a decorrerem dentro do espaço e com acesso a toda a área em redor que será também reconstruida para tornar a zona num espaço familiar e de bem-estar que possa ser utilizado ao longo de todo o ano com vários eventos a decorrerem. 

O caso do Bebé de Ourém

Felizmente o pequeno Martim, o bebé de dois anos de Ourém que entregue à avó desapareceu enquanto ficou sozinho por uns minutos nas redondezas da habitação, foi encontrado a dois quilómetros de casa após vinte e cinco horas após o seu desaparecimento. Mas várias questões são colocadas sobre este tema!

Primeiro, se foram feitas buscas por populares e autoridades pelas redondezas do local onde a criança desapareceu, como é que só depois de um dia o mesmo é encontrado próximo da casa da avó, com a chucha e o peluche com que desapareceu? Uma criança de dois anos vai deixando cair as coisas, para mais tendo passado supostamente uma noite pela rua! Tudo aponta para um rapto que depois pelo alarido deixou alguém com receio, acabando por deixar o pequeno num local onde poderia ser encontrado dentro de pouco tempo.

No entanto a questão que levanto verdadeiramente é sobre a responsabilidade daquela avó! Como é que uma senhora conseguiu deixar um bebé de dois anos a brincar sozinho durante um período de tempo para que o mesmo tivesse desaparecido do local onde tinha sido deixado? Uma criança não se deixa assim sozinha, seja em casa, na rua ou no carro. A avó afirma que o deixou a brincar junto à casa enquanto foi picar uma cebola! Mas será que não fez todo o refogado até voltar a vigiar o menor? Onde anda a responsabilidade dos adultos para com as crianças que num instante podem desaparecer, ingerir alguma coisa, cair, etc...

Os mendigos do Partido Socialista

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Alguém que me explique como é que um partido, o socialista, quer tanto governar o país em pleno quando são reveladas notícias e confirmadas em comunicado sobre dívidas de milhões do partido para com as contas de água, luz e por ai fora? O PS está com dificuldades financeiras no seio partidário e pede para que os militantes façam um gesto de generosidade para que as contas comecem a ser pagas!

E nós, todos os portugueses, o que teremos de fazer mais para que as nossas finanças fiquem equilibradas?

Não conseguem gerir o partido e querem fazer boa figura com um país! Impossível meus caros!

Assustado com o futuro sismo em Lisboa

Jantava e seguia as notícias através do Jornal das 8 da TVI, eis quando surge uma reportagem com base numa entrevista feita em estúdio a João Duarte, investigador do Instituto Dom Luiz, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Na reportagem em questão a jornalista deixou claro, com base no que foi dito, que Lisboa sofrerá um grande sismo pelos próximos anos. 

Explicando que não existem datas, previsões ou ideia de quando tal acontecerá, o que ficou certo naquela reportagem, que me deixou assustado, é que mais ano menos ano Lisboa terá um sismo tão ou mais grave que o de Itália e o número de mortes poderá ser bem maior, devido ao nível populacional da cidade. 

Lisboa tem várias falhas de construção urbana com falta de fiscalização e edifícios antigos sem pilares que foram retirados para poderem ser feitas grandes montras, falta de estruturas e poucos melhoramentos ao longo do tempo, sendo ainda que a maioria dos edifícios não estão construidos para enfrentarem fortes atividades sísmicas. 

A entrevista pode ser vista aqui, já a dita reportagem não a consigo encontrar online neste momento, mas a jornalista que a fez não zelou pelo bem-estar atual da população, deixando a mensagem que irá acontecer num amanhã que tanto pode estar próximo como longínquo um sismo de elevadas dimensões que não deixará Lisboa como pode ser vista atualmente. Concordo que devemos estar informados acerca do que pode acontecer, mas... Não existia necessidade de criar um alarme no presente do que só poderá acontecer daqui a umas décadas!

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