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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

01
Jul13

Leituras de Junho


O Informador

Adeus Junho, até para o ano!

Não sabia como começar este texto sobre as minhas leituras de Junho e escolhi a despedida do mês que acabou por terminar para o fazer. Ao longo do sexto mês do ano só me deixei levar por dois livros, As raparigas que sonhavam ursos e No Meu Peito não Cabem Pássaros. Vamos lá ver, de forma reduzida, o que achei destas duas obras!

as raparigasAs raparigas que sonhavam ursos

Margo Lanagan é a autora desta obra editada em Portugal pela Guerra & Paz e a história que foi idealizada por esta senhora não me conquistou em nada. Vivendo as principais personagens entre dois mundos criados para esta história, o que vai sendo contado parece não fazer sentido e não ter conjugação entre as várias peripécias que são narradas. Duas crianças que vivem com a sua mãe, depois de terem sido fruto de violações, percebem desde cedo que gosta de conviver com ursos, animais que têm por trás de si jovens homens que se transformam e que convivem com bruxas e personagens de contos fantásticos. Entre o risco, a imaginação e a impaciência dos leitores para com esta história inimaginável, As raparigas que sonhavam ursos não passa de um livro que me fez companhia durante uns dias mas que não me deixou saudades nenhumas! Arrumado na estante e de lá não sairá para voltar a ser lido!

Ver mais em... http://oinformador.com/as-raparigas-que-sonhavam-ursos/

No Meu Peito Não Cabem PássarosNo Meu Peito não Cabem Pássaros

Nuno Camarneiro é o vencedor do Prémio Leya 2012 com o livro Debaixo de Algum Céu, mas foi com No Meu Peito não Cabem Pássaros que comecei a perceber que este autor português terá um logo caminho de sucesso na literatura à sua espera. Com este seu primeiro romance fiquei completamente conquistado através do trio de personagens bem reais que Nuno escolheu para relatar um pouco das suas vidas. Fernando (Pessoa), Franz (Kafka) e Jorge (Luís Borges) são a tripla maravilha que não se cruza mas que viveu na mesmo época, em locais diferentes e com estilos e caminhos diferentes entre si. Camarneiro escreve como ninguém, deixando o leitor agarrado à sua história e com vontade de mais porque tudo parece ser tão pouco numa narrativa contada de forma soberba e com todas as palavras a serem escolhidas por quem sabe brincar com as letras. Um livro que não será esquecido porque o que é bom marca e o que marca fica na nossa vida!

Ver mais em... http://oinformador.com/no-meu-peito-nao-cabem-passaros/

11
Jun13

As raparigas que sonhavam ursos


O Informador

as raparigasMartírio poderia ser a descrição para dar ao livro As raparigas que sonhavam ursos, mas não me quero ficar por aí e quero prolongar-me um pouco mais sobre esta obra da autoria de Margo Lanagan, e editada em Portugal pela Guerra & Paz.

Antes de mais quero falar da relação existente entre o título, a história e a capa deste livro... O título avança aos curiosos leitores que se irá contar um romance onde jovens miúdas sonham com ursos, a capa escolhida para a edição nacional também mostra isso e depois chega-se à leitura e percebe-se que esta autora escolheu uma história que pouco tem de romance e de místico como poderá pensar-se pelo nome que deu a esta obra. O que falhou então aqui? Pois, talvez a edição nacional esteja a ser mal promovida como sendo um romance fantástico, quando tem pouco de romance!

Ao longo da leitura que fiz, fui percebendo que existe o mundo quase real e o outro, aquele em que tudo pode acontecer e onde os homens têm dias para se transformarem em ursos que podem ser carinhosos mas também traiçoeiros. Aí, nesse mundo fantástico, existe uma mãe com duas filhas e logo se começa a perceber que quem idealizou esta história deverá ter algum problema com a questão das violações porque logo de início fala disso e vai praticamente até aos momentos finais sempre com essa questão a fazer-se pesar na mente de determinadas personagens, fazendo até com que muitos fiquem com o sofrimento dessa dor. Será que Margo colocou um pouco de seu e da sua infância nesta história? É que pareceu-me ler um livro onde a sua autora se encontra transtornada com este tema que fiquei a pensar que existe ali mesmo um problema pessoal que se deixou passar para as palavras destas personagens criadas e idealizadas. É certo que numa criação existe sempre um toque do seu criador, mas aqui pareceu-me que o sofrimento pessoal passou mesmo para o livro e da pior forma.

Com uma história fantástica, mas que me pareceu contar parte da história da sua autora, em As raparigas que sonhavam ursos encontra-se uma escrita bem fácil, com nada de elaborado, mas depois também se encontram partes em que se poderá pensar que existiram duas pessoas encarregues da escrita desta narrativa porque percebe-se que existe uma mudança de vocabulário e forma de contar o que se quer. Além disso ainda é possível ver na edição nacional que existem muitos erros gramaticais e de tradução, mas aí a culpa é da Guerra & Paz e das pessoas que fizeram a tradução e posteriormente a sua revisão.

As raparigas que sonhavam ursos é um livro que não aconselho e que não me deixa saudades. Agora irá para a estante e jamais será uma obra recomendada por mim e que coloque em causa voltar a ler um dia.

Sinopse:

Como sobreviver num mundo onde a beleza não pode ser separada da crueldade?

As Raparigas Que Sonhavam Ursos é uma história comovente de viagens e transformações, que oscila entre o masculino e o feminino, a realidade e o mito, a natureza e a magia, o consciente e o inconsciente, o temporal e o espiritual.

Liga vive modestamente no seu céu pessoal, que lhe foi dado por magia em troca da sua vida terrena. As suas duas filhas, a doce Branza e a curiosa Urdda, crescem neste mundo harmonioso, protegidas da violência e dos preconceitos da cidade que, outrora, tinham tornado a vida da mãe insuportável.

Mas o mundo verdadeiro não pode ser negado para sempre e, gradualmente, as fronteiras entre o refúgio de Liga e o lugar de onde ela tinha fugido vão cedendo. 

Num romance de grande intensidade emocional, Margo Lanagan explora a maldade e a doçura e revela a magia de aprender a viver com as duas.

26
Mai13

Vou ler As raparigas que sonhavam ursos


O Informador

as raparigasO meu novo companheiro de leitura foi comprado há dias por cinco euros e tem como título As raparigas que sonhavam ursos. Premiado na categoria de Romance em 2009 com o World Fantasy Award, esta obra da autoria de Margo Lanagan e publicada em Portugal pela Guerra & Paz, já me tinha piscado o olho em tempos, mas na altura deixei-a para trás. Agora trouxe-a comigo por menos dinheiro do que na época se o tivesse comprado e lá vou eu conhecer estas raparigas que sonham com coisas estranhas...

Sinopse:

Como sobreviver num mundo onde a beleza não pode ser separada da crueldade?

As Raparigas Que Sonhavam Ursos é uma história comovente de viagens e transformações, que oscila entre o masculino e o feminino, a realidade e o mito, a natureza e a magia, o consciente e o inconsciente, o temporal e o espiritual.

Liga vive modestamente no seu céu pessoal, que lhe foi dado por magia em troca da sua vida terrena. As suas duas filhas, a doce Branza e a curiosa Urdda, crescem neste mundo harmonioso, protegidas da violência e dos preconceitos da cidade que, outrora, tinham tornado a vida da mãe insuportável.

Mas o mundo verdadeiro não pode ser negado para sempre e, gradualmente, as fronteiras entre o refúgio de Liga e o lugar de onde ela tinha fugido vão cedendo. 

Num romance de grande intensidade emocional, Margo Lanagan explora a maldade e a doçura e revela a magia de aprender a viver com as duas.

Não costumo ler nada, ou se o faço é porque calhou, sobre os livros que vou comprar ou ler, mas com este, e já depois de o ter comigo, andei pelo mundo dos blogues de quem já o leu e parece que tenho em mãos uma grande história. A ver vamos como As raparigas que sonhavam ursos me vai conquistar!

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