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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

09
Mar17

Sempre a mesma conversa...


O Informador

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Os concorrentes repetidos dos reality shows da TVI parecem terem uma cassete riscada consigo para se armarem em «donos disto tudo». Entram numa primeira edição e queixam-se, afirmando não mais voltarem por ganharem pouco para darem audiências ao canal pelas figuras que fazem ao longo de cada dia em jogo. Ameaçam, dizem o que não devem e quando lhes abrem a porta da rua saem e dizem que não voltam mais. Pois, mas basta TVI e Endemol estalarem os dedos e lá estão eles de novo a ganharem praticamente o mesmo, a fazerem as mesmas figuras de sempre e a darem audiências. Qual a razão de tanto reclamarem e ameaçarem que desistem para não voltar se depois estão sempre desejosos que um novo convite chegue para que apareçam e garantam umas presenças durante meses enquanto estão livres das casas dos reality shows?

Eles são expulsos pelo público, pela produção ou desistem de livre vontade e armam discussão ao deixarem o jogo mas voltam sempre que lhes é pedido para voltarem ao mesmo. Será que as pessoas não conseguem ter palavra ou simplesmente têm de fazer o seu show off para continuarem a dar nas vistas por mais umas semanas junto da imprensa e voltarem a ser chamados quando for necessário?

Se querem sair que saiam do jogo porque existem muitos desesperados para aparecer e a TVI já criou ao longo dos anos uma caderneta de cromos que se consegue substituir a qualquer momento para que tudo continue com uma ou duas caras novas a aparecerem de vez em quando para se ir renovado os elencos de mês para mês. 

05
Fev17

Saudades por despedimento


O Informador

Infelizmente e como era bem esperado a empresa onde trabalho continua a meter água por todo o lado e o caminho parece ser cada vez mais só um! Com isto e porque ainda éramos sete pessoas sem necessidade, eis que de um momento para o outro ficamos reduzidos a quatro para ficarmos somente três daqui a uns dias.

Pois é, após meses e meses com a noção de que alguém deveria saltar, lá ficou decidido pela entidade superior que mais de metade das pessoas estavam a mais. Reunião geral, pedido para apresentação de propostas e eu, que até queria saltar, fui informado que não valia a pena tentar a sorte para deixar o barco porque estou entre o trio que tem de aguentar mais tempo. Tinha noção que isto era bem possível acontecer e que se sair será por vontade própria e sem nada, mas na verdade os que foram convidados a deixar a casa também pouco levaram consigo, já que nem metade dos seus direitos tiveram a hipótese de ter. Ou aceitavam ou ficavam sem saberem o que por ai virá. Os que podiam apresentar propostas apresentaram e saíram. Ficamos nós, os mais caros, os de confiança e os que também querem sair e que agora a solo ficam sem parte de uma equipa com quem se conviveu, no meu caso, ao longo de dez anos. Foi triste, ainda estou triste e sei que enquanto estiver onde eles já não estão continuarei sem a magia de outros tempos. Se antes as coisas já não me faziam sentido e não tinha qualquer vontade matinal para ir trabalhar, agora então ainda menos. Sinto a falta das companhias com quem convivi durante anos, com quem partilhei bons e maus momentos, chorei e gargalhei, das pessoas com quem almoçava e partilhava histórias do dia-a-dia. 

24
Dez16

Feliz Natal daqui par'ai!


O Informador

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Oh! Oh! Oh! O Natal chegou e não tarda já todos estamos sentados à mesa a desfrutar do tradicional bacalhau com todos e do perú no forno pensando nos doces que se seguirão. A tradição já não é bem o que era nesta época onde o consumismo tem dado cartas para que os pormenores e afetos familiares fiquem para trás, no entanto o Natal continua a ser festivo segundo os novos modelos sociais e familiares e aqui estamos em mais um ano onde «paz, amor, saúde e felicidade» voltam a ser desejados numa noite onde o calor humano é desejado e merecido por todos, mesmo para aqueles que não têm onde se recolher nestas noites frias de Inverno.

Um bom e feliz Natal para todos os leitores do blog! 

01
Dez16

Um amor que não existe!


O Informador

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Como espetador de reality shows vou acompanhando o Secret Story nacional e o pseudo casal que entrou junto ou são muito bons jogadores para disfarçarem ao longo de três meses que são namorados ou então são um casal que não percebe que tudo corre mal entre os dois. 

Ele, Cláudio, pode sentir tudo por ela, Cristiana, mas amor aquilo não parece ser! Não existe atração dele para com ela que parece um cãozinho que continua dia após dia atrás de quem não a quer e lhe vai dando para trás, rebaixando e insultando. Se aquilo é um namoro vamos ali e voltamos! Discussões dele para com ela porque se sente perseguido por alguém que tem sentimentos não correspondidos. Cá para mim, que não sou comentador social, ele voltou a descobrir no programa do que gosta na verdade e não é da sua companheira de jogo com quem entrou e diz ser sua namorada. 

29
Out16

Um passado com mágoa!


O Informador

Há uns dias, derivado de uma conversa, dei por mim relembrando factos de um passado onde uma década já passou mas foi deixando marcas que ainda hoje me fazem ser frio e não conseguir exprimir totalmente sentimentos e proferir palavras que possam dar a entender a verdade do que sinto. 

Amores que marcaram era o tema e a certa altura transferi-me para a fase em que acordei para a vida e onde acreditei ter descoberto o amor. Apaixonado, dando tudo o que conseguia na altura pela pessoa, levando ao mesmo tempo com mentiras, omissões, traições e mais tarde descobertas sobre o que acontecia nas minhas costas. De início não quis perceber o que se andava a passar quando não estava por perto. Tinha uns dezoito anos talvez, a outra pessoa uns vinte e poucos. Era um jovem a descobrir o mundo fora da aldeia e da vila mais próxima. Fui continuando a acreditar que tudo podia mudar, que existia sempre possibilidade para que mais tarde uma reconciliação acontecesse e a companhia percebesse que tinha de alterar os seus comportamentos para bem da relação. Nada mudou com a segunda oportunidade. Quer dizer, tudo parecia ter mudado de início mas depois os erros voltaram a ser cometidos e quem sofreu fui só eu, que voltei a cair sozinho num poço de onde vinha a subir para conseguir respirar e seguir em frente.

Amei, errei por amor, cai, voltei a acreditar e a queda ainda foi maior! Após toda esta situação em que confiei sempre fiquei de pé atrás com as pessoas, não só no amor, mas em todas as áreas! Não consigo fazer amizades com a facilidade geral dos outros, não vejo os colegas de trabalho sem ser somente colegas de trabalho e no amor antes de ter conseguido dar novo passo passou um bom tempo, um tempo em que não deixei que existisse aproximação ao ponto de poder existir paixão e sentimentos. Não me consegui voltar a entregar de forma fácil durante algum tempo mas isso passou, no entanto sei que continuo sendo uma pessoa fria, que penso muito no ego que por aqui vai por ter sempre o receio do que possa acontecer.

15
Set16

A Menina do Cão


O Informador

Poderia ser o nome de um livro mas não o é! A Menina do Cão foi o nome que atribui a uma visão real que tive quando a caminho do trabalho logo pela manhã vi numa vivenda uma criança com o seu pequeno e jovem amigo de quatro patas ao colo.

A menina estava junto ao grande portão de entrada e saída dos automóveis e tinha o pequeno cachorro ao colo! Ela com um ar triste a ver os carros passarem e talvez há espera que alguém chegasse. Ele, ao colo, a olhar e talvez com o pensamento canino sobre o que se estaria a passar com umas coisas de quatro rodas a circularem de um lado para o outro. 

Aquela imagem tão simples e ingénua ficou-me na memória ao longo de horas por transmitir-me várias sensações pouco tempo após ter acordado! Vi naqueles dois seres companheirismo, amor e ternura entre ambos, mas ao mesmo tempo percebi que existia solidão no olhar de uma criança que talvez tenha sido compensada com a presença de um cachorro para colmatar o tempo que passa sozinha sem companheiros da sua idade com quem partilhar aventuras ou só mesmo para ter companhia ao longo das suas férias de Verão!

03
Set16

O Homem Que Me Fizeste Ser


O Informador

o homem que me fizeste ser a.jpg

Autor: André Sousa

Data: Julho de 2016

Editora: Chiado Editora

Número de páginas: 158 páginas

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: “São três da manhã e o sono parece não querer chegar. As memórias são tantas: os dias vividos, as fotografias espalhadas por esta mesa e a certeza… de que te amo acima de tudo nesta vida. Poderia passar o resto dos meus dias a escrever-te, a contar-te tudo o que despertas em mim, tudo o que fizeste para mudar a minha história. No fim de contas, fizeste de mim um homem melhor, um lutador que te abraça nas noites frias, que te beija nos instantes de loucura, que te protege em todos os dias desta nossa paixão.”

 

Opinião: Um diário privado de um ser que ama com todas as forças que consegue atrair até si! Uma conjugação de verdadeiras recordações de sentimentos correspondidos onde a distância é culmatada pelo encontro, naquela união entre quatro paredes, numa cama com cheiro a paixão e onde a verdade flue num desenrolar de emoções entre dois seres que se completam. André Sousa é o autor de O Homem Que Me Fizeste Ser, uma obra pessoal e onde o poder de amar de um homem é descrito na perfeição!

O momento em que tudo começa com simples olhares, toques e partilhas até ao desenvolver dos sentimentos que geram o amor. A cumplicidade, conhecimento e união onde a plenitude acontece e a saudade causada pela distância toma lugar para derrubar todos os pensamentos negativos que possam surgir. O verdadeiro amor existe e pode ser refletido quando os sentimentos são reais, não significando um ato representativo junto do outro, não querendo alimentar expetativas para com quem está do outro lado. 

18
Fev16

As Grandes Cartas de Amor


O Informador

As Grandes Cartas de Amor.jpg

Autor: Vários Autores (Coordenação e Selecção a cargo de Elizabete Agostinho)

Data: Janeiro de 2016

Editora: Guerra e Paz, Editores, S. A.

Número de páginas: 208 páginas

Classificação: 3 em 5

 

Opinião:

Numa compilação de escritos amorosos de grandes nomes sonantes da sociedade de várias épocas, As Grandes Cartas de Amor é daqueles livros para ser lido com calma e ao sabor dos pequenos momentos livres do dia-a-dia que todos vamos tendo, de manhã à noite, durante o pequeno-almoço ou enquanto se beberica o café após o lanche.

Das primeiras cartas ao êxtase, passando por triângulos e traições, rupturas e despedidas e até chegar às cartas de saudade e amor eterno, neste compêndio amoroso várias são as formas descritas da paixão. Como todo o sentimento entre dois seres é levado ao extremo ou percorrido entre a maturidade e descrição. As verdadeiras intenções foram escritas por grandes autores, pintores e artistas de todos os tempos que percorreram os meandros amorosos com toda a intensidade, deixando marcas para podermos nos dias que correm recordar. Lamentos sôfregos, emoções controladas, corações partidos, tudo cabe em As Grandes Cartas de Amor, uma obra que reúne as várias formas de amar e viver os temas do coração consoante cada personalidade tão distinta e única como vaga e útil.

14
Fev16

Amor na viuvez


O Informador

Anos e anos de amor correspondido e depois quando um parte como é vivida a solidão que tem de seguir de mãos dadas com quem enfrenta a dor do luto?!

Neste Dia dos Namorados também é bom pensar nos que ficaram sozinhos pelos últimos tempos pela perda física do seu companheiro de vida, aquele com quem foi criada uma família recheada de bons e maus momentos de união e onde o amor existe. Como ultrapassar uma fase conturbada após anos de felicidade e reaprender a celebrar com um testemunho diferente os dias que supostamente foram de alegria ao longo de algum tempo?

Vivemos e festejamos por tudo e mais alguma coisa, esquecendo de quem perde ao longo da vida a sua metade, o elo perfeito para uma vida também ela perfeita de conjugação de dois seres que se completam e que seguem de mãos dadas com um amor correspondido e interrompido pelas causas da vida. 

Muitos não ligam a dias marcados para lançar os foguetes e celebrarem o amor, por exemplo, mas como ficarão os que sempre ficaram de mãos dadas neste dia célebre do amor? Acredito que a tristeza cause mossa, peso e traga consigo aquele verdadeiro sentimento de solidão que os apaixonados com a sorte do seu lado não conseguem entender. Os verdadeiros crentes continuam a celebrar o amor eterno com o seu companheiro que entretanto possa partir, mas nada é como antes. Uns tempos de luto, a vontade de reagir é pouca ou nenhuma mas a fé que a volta irá ser dada acontece e por vezes quando menos se espera. 

Acredito que sempre, em qualquer idade, existe espaço e tempo para dar a volta à situação, reencontrando o amor. Sabe-se que quem ama e fica sozinho não pensa de imediato em voltar a encontrar a paixão, mas o que é certo é que nos assuntos do coração a surpresa por vezes também faz das suas, existindo sempre a hipótese de voltar a encontrar a companhia perfeita que irá encher de calor um ser outrora em comunhão com a tristeza e pessimismo. Não digo que um grande amor de uma vida que entretanto foi interrompida seja esquecido, nada disso, mas que pode ficar acompanhado por outro amor, vivido de outra forma, isso é possível, basta ter vontade de seguir em frente e pensar na felicidade que pode espreitar ao virar da esquina, sem medos e pensamentos sobre seguir ou não em frente quando a vontade existe.

27
Jan16

Atual leitura... As Grandes Cartas de Amor


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Irei finalizar Janeiro com duas obras entre mãos! Para além de Tempo de Partir, da Editorial Presença, tenho agora também uma obra da Guerra e Paz que acabou de ser lançada. As Grandes Cartas de Amor de várias personalidades que marcaram a sociedade nas suas épocas estão reunidades numa só obra coordenada por Elizabete Agostinho. De Marcel Proust a Florbela Espanca e de Karl Marx a Beethoven, sem esquecer Maria Barroso e Mário Soares. Nesta união de escritos celebra-se o amor, seja ele vivido de que forma for. Confesso que este livro será uma boa fonte de inspiração agora que o Dia dos Namorados começa a aproximar-se!

As Grandes Cartas de Amor.jpg

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