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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Velhas amizades

Os velhos amigos são os melhores.

Domingos Amaral, in Enquanto Salazar Dormia...

Tão, mas tão verdade minha gente! Os amigos são como diz o ditado, «quanto mais velhos melhor», neste caso é «quanto mais antigos melhor». Não digo que quem apareceu nos últimos anos não tenha vindo a ganhar o seu cantinho no meu coração, no entanto não existe nada como quem já cá anda há anos e anos e não arreda pé nem nos maus momentos. 

São poucos e também é dificil a lista aumentar de forma rápida, no entanto quando deixo que alguém bata à porta da amizade e continue por lá é porque existe algo especial que tem de ser formado para que daqui a uns anos esta citação de Domingos Amaral se torne também real para quem está há menos tempo comigo. 

Saudades por despedimento

Infelizmente e como era bem esperado a empresa onde trabalho continua a meter água por todo o lado e o caminho parece ser cada vez mais só um! Com isto e porque ainda éramos sete pessoas sem necessidade, eis que de um momento para o outro ficamos reduzidos a quatro para ficarmos somente três daqui a uns dias.

Pois é, após meses e meses com a noção de que alguém deveria saltar, lá ficou decidido pela entidade superior que mais de metade das pessoas estavam a mais. Reunião geral, pedido para apresentação de propostas e eu, que até queria saltar, fui informado que não valia a pena tentar a sorte para deixar o barco porque estou entre o trio que tem de aguentar mais tempo. Tinha noção que isto era bem possível acontecer e que se sair será por vontade própria e sem nada, mas na verdade os que foram convidados a deixar a casa também pouco levaram consigo, já que nem metade dos seus direitos tiveram a hipótese de ter. Ou aceitavam ou ficavam sem saberem o que por ai virá. Os que podiam apresentar propostas apresentaram e saíram. Ficamos nós, os mais caros, os de confiança e os que também querem sair e que agora a solo ficam sem parte de uma equipa com quem se conviveu, no meu caso, ao longo de dez anos. Foi triste, ainda estou triste e sei que enquanto estiver onde eles já não estão continuarei sem a magia de outros tempos. Se antes as coisas já não me faziam sentido e não tinha qualquer vontade matinal para ir trabalhar, agora então ainda menos. Sinto a falta das companhias com quem convivi durante anos, com quem partilhei bons e maus momentos, chorei e gargalhei, das pessoas com quem almoçava e partilhava histórias do dia-a-dia. 

Vida de Amizade

Os anos vão fazendo com que as pessoas se cruzem, conheçam e acabem por perceber que os afastamentos também acontecem, por algum motivo, várias vezes com explicação de pelo menos uma das partes, mas sempre com uma explicação. 

Ao longo destes trinta anos de vida criei amizades de infância que com o crescimento fui deixando para trás em detrimento de novos conhecimentos que me fizeram sentir muito mais completo, dando-me essas novas amizades um círculo onde senti que seria feliz. Aos poucos fui deixando todo o grupo de escola primária que me foi acompanhando para conhecer de uma melhor forma algumas pessoas que ainda hoje fazem parte da minha vida. Se me posso ter arrependido das escolhas que fui fazendo na altura de forma involuntária em algum momento, hoje não sinto falta alguma de quem fui deixando pelo caminho por esses anos. Passamos de melhores amigos a conhecidos e em alguns casos nem um simples «olá» quando nos cruzamos proferimos, tal o que ficou do que outrora foi uma amizade de garotos.

Na adolescência, já tendo deixado relações para trás, voltei a conhecer, criando laços para depois nem todos, podendo até dizer, para quase nenhuns ficarem no círculo de amizades que queria ter na minha vida futura. Sou estranho, egocêntrico e não preciso de dezenas de amigos para ser felizes. Fui conhecendo, tentei manter comigo quem queria e fui deixando mais uma vez os outros, aqueles que seriam passageiros para trás. 

Mas foi na passagem da adolescência para a fase adulta que finalmente percebi que os verdadeiros amigos da altura seriam os que ficavam comigo até hoje. As amizades que surgiram após a primária, as amizades de secundária e algumas que já surgiram depois disso. Dispensei pessoas da minha vida por atitudes e comportamentos com que não concordei, que podiam não me afetar diretamente, mas por serem rotina acabaram por quebrar os nervos de qualquer pessoa.

Fui raptado!

Dia de Aniversário! Um Sábado! Sair às 18h00! Ser raptado! Sim, foi isso que me aconteceu pelas 18h00 de Sábado, 5 de Novembro, dia em que festejei o meu trigésimo aniversário!

Não quis organizar nada para celebrar o aniversário, nem jantares, nem saídas. Passei o dia a trabalhar, tenho andado cansado e queria que tudo acontecesse como sendo um dia normal, uma vez que também não sou de festejar datas especiais. O que aconteceu? Os queridos amigos tiveram a brilhante ideia de se meterem dentro de um carro ao lado do meu no pátio do meu local de trabalho, prenderam balões dourados com o número 30 às portas do carro e assim me conseguiram convocar para juntos irmos jantar e passar o serão. 

Claro que queriam logo que o rapto tivesse êxito e nem queriam que fosse até casa para tomar banho, mudar de roupa e apanhar um casaco. Queriam ir diretos para o restaurante mas tiveram de fornecer meia hora ao raptado para se colocar apresentável e cheiroso. E assim foi... Fui até casa de forma rápida, despachei-me e entreguei-me aos raptores a tempo e a boas horas para decidirmos ainda onde ir comer.

Um passado com mágoa!

Há uns dias, derivado de uma conversa, dei por mim relembrando factos de um passado onde uma década já passou mas foi deixando marcas que ainda hoje me fazem ser frio e não conseguir exprimir totalmente sentimentos e proferir palavras que possam dar a entender a verdade do que sinto. 

Amores que marcaram era o tema e a certa altura transferi-me para a fase em que acordei para a vida e onde acreditei ter descoberto o amor. Apaixonado, dando tudo o que conseguia na altura pela pessoa, levando ao mesmo tempo com mentiras, omissões, traições e mais tarde descobertas sobre o que acontecia nas minhas costas. De início não quis perceber o que se andava a passar quando não estava por perto. Tinha uns dezoito anos talvez, a outra pessoa uns vinte e poucos. Era um jovem a descobrir o mundo fora da aldeia e da vila mais próxima. Fui continuando a acreditar que tudo podia mudar, que existia sempre possibilidade para que mais tarde uma reconciliação acontecesse e a companhia percebesse que tinha de alterar os seus comportamentos para bem da relação. Nada mudou com a segunda oportunidade. Quer dizer, tudo parecia ter mudado de início mas depois os erros voltaram a ser cometidos e quem sofreu fui só eu, que voltei a cair sozinho num poço de onde vinha a subir para conseguir respirar e seguir em frente.

Amei, errei por amor, cai, voltei a acreditar e a queda ainda foi maior! Após toda esta situação em que confiei sempre fiquei de pé atrás com as pessoas, não só no amor, mas em todas as áreas! Não consigo fazer amizades com a facilidade geral dos outros, não vejo os colegas de trabalho sem ser somente colegas de trabalho e no amor antes de ter conseguido dar novo passo passou um bom tempo, um tempo em que não deixei que existisse aproximação ao ponto de poder existir paixão e sentimentos. Não me consegui voltar a entregar de forma fácil durante algum tempo mas isso passou, no entanto sei que continuo sendo uma pessoa fria, que penso muito no ego que por aqui vai por ter sempre o receio do que possa acontecer.

A Menina do Cão

Poderia ser o nome de um livro mas não o é! A Menina do Cão foi o nome que atribui a uma visão real que tive quando a caminho do trabalho logo pela manhã vi numa vivenda uma criança com o seu pequeno e jovem amigo de quatro patas ao colo.

A menina estava junto ao grande portão de entrada e saída dos automóveis e tinha o pequeno cachorro ao colo! Ela com um ar triste a ver os carros passarem e talvez há espera que alguém chegasse. Ele, ao colo, a olhar e talvez com o pensamento canino sobre o que se estaria a passar com umas coisas de quatro rodas a circularem de um lado para o outro. 

Aquela imagem tão simples e ingénua ficou-me na memória ao longo de horas por transmitir-me várias sensações pouco tempo após ter acordado! Vi naqueles dois seres companheirismo, amor e ternura entre ambos, mas ao mesmo tempo percebi que existia solidão no olhar de uma criança que talvez tenha sido compensada com a presença de um cachorro para colmatar o tempo que passa sozinha sem companheiros da sua idade com quem partilhar aventuras ou só mesmo para ter companhia ao longo das suas férias de Verão!

Laços laborais

A vida prega várias partidas com que não vamos contando e aos poucos, ao longo dos últimos tempos, tenho percebido isso, com conteúdos positivos em termos de convivência e futuras amizades. 

Ao longo de dez anos de trabalho na mesma empresa, no único local onde sempre trabalhei desde que terminei os estudos, que sempre tenho mantido a distância para com os colegas de longa e curta duração. Tento sempre dar-me bem com todos e acho que isso tem acontecido praticamente sempre, mas fora do ambiente de trabalho sou reticente para passar as pessoas com quem passo a maior parte dos dias para a minha vida privada. Geralmente não consigo unir os dois mundos, por vontade própria e também devido ao feitio complicado que existe em mim. 

No final do ano passado e ao longo dos últimos meses tenho dado por mim a deixar entrar pessoas, com quem trabalho, na minha vida fora do horário de expediente como antes não deixava. Não confiar e não querer que estejam comigo fora das oito horas diárias obrigatórias tem sido o meu lema ao longo desta década, mas agora, talvez pelo que as pessoas me têm transmitido, sinto que estou muito mais receptivo em conhecer as pessoas fora daquele mundo que tem sido isolado do resto da vida desta pessoa estranha e complicada. 

Após uma década de entraves, talvez tenha percebido que finalmente encontrei pessoas com quem quero manter contacto ao longo do tempo, mesmo que contratos terminem e que a ligação no trabalho seja assim obrigada a terminar. A personalidade, a presença, os feitios, as conversas... Existem sempre pontos que nos vão conquistando amizades que podem tardar em aparecer mas que quando surgem dão sinais e fazem com que alteremos a forma de pensar!

Entrada no estacionamento

Dois amigos dentro de um carro a entrarem para um parque de estacionamento de um centro comercial lisboeta em boa conversa onde a animação reinava e a pressa fazia-se sentir porque a sessão de cinema a que íamos assistir não esperava. 

Na fila para entrarmos no parque esperamos, entramos e quando o veículo já estava parado reparei que não tinha o bilhete para no final pagar e poder sair livremente do local. Ah pois é! Como é que entrei sem tirar o ticket? Ainda hoje não sei, só desconfio, confesso! Assim que dei pela falta do cartão logo fui até à recepção do parque, expliquei a situação, pediram-me a matrícula e para além de não a saber de cor, tive de voltar atrás para pegar nos documentos do carro. Matrícula fornecida, a hora mais ou menos de entrada dada e uns cinco minutos de espera para confirmarem a entrada que me parece ter sido feita como uma colagem ao veículo da frente. Os minutos passavam, a sessão estava prestes a começar, eu que odeio chegar atrasado a algum lado começava a ficar stressado e lá surgiu o novo ticket para resolver o problema!

Sim, sou egoísta!

Podem-me acusar de muita coisa, não se esqueçam é de também dizerem que consigo em certos momentos ser egoísta!

Não me sinto egoísta para com as coisas mas sim com o tempo! Dedico talvez demasiado tempo com as minhas pequenas e parvas coisas e admito que com as pessoas vou deixando passar horas, dias e mesmo semanas sem dizer alguma coisa. Sinto nesse campo o meu egoísmo mas sou assim, não que não me lembre dos outros e que viva somente em torno do meu umbigo, no entanto percebo perfeitamente que muito mais poderia dar do meu tempo a quem me rodeia, família e amigos. Deixo passar os momentos que podemos ter de convívio, muitas vezes por preguiça para sair de casa ou até porque adoro estar sozinho. Sou egoísta nesse campo, sem dúvida alguma, e assumo esse facto menos bom sobre a minha pessoa!

Olá 2016!

As boas-vindas a 2016 tinham de ser feitas de forma calma, junto das pessoas que há mais anos estão do meu lado e assim foi. Ao longo dos últimos meses fui sentindo calma, tranquilidade e a percepção que a confusão não está de mãos dadas comigo. Os amigos que sempre tenho querido do meu lado estiveram comigo e continuarão a estar e este salto anual tinha de ser feito com eles, principalmente quando algumas vidas foram alteradas e não nos podíamos despegar logo agora que existe um pequeno presente quase de Natal entre nós.

Éramos cinco adultos, uma pequena borboleta que ainda nem um mês tem e o canino! Não chegou? Chegou pois! Foi assim que quisemos passar o ano, com calma, sossego e juntos. Comemos, bebemos, brincamos e conversamos, sempre de olho na criança que de tão sossegada quase nem se dá por ela. Um serão divertido que começou bem cedo com compras e afazeres mas que só ao final da tarde existiu a reunião total que durou até praticamente às quatro da manhã com os ensonados a darem sinal, eu incluído, e a noite a ter assim de terminar pelo cansaço do dia, da semana e do ano que terminou, onde nem sempre as coisas foram fáceis para cada elemento do quinteto.

Tag: Once Upon a Time

Tag Once Upon a Time.jpg

O Homem Certo lançou a flecha para estas paragens com a Tag que nos reporta para a infância! Once Upon a Time leva-me até aos meus primeiros anos de vida, já lá vão uns bons tempos e como recordar é viver, lá irei desfiar o novelo do passado e recordar alguns dos bons momentos que marcaram esta pobre criatura que ainda hoje gosta de colocar o pezinho no mundo infantil. Em três, dois, um...

 

#1 - UM FILME DA MINHA INFÂNCIA

Curiosamente não tenho um filme que me tivesse marcado na infância. Tenho sim, anos mais tarde, quando já tinha uns doze/treze o filme que marcou muitos adolescentes, e não só, na altura. Titanic, esse sim é o filme que mais me terá marcado fora da infância, já na adolescência mas que ficou na memória, tendo sido visto inúmeras vezes até acabar por cansar. A cassete, a velhinha cassete que andava aqui por casa, desapareceu misteriosamente, tal como todas as outras que por aqui circulavam. 

 

#2 - UMA SÉRIE DA MINHA INFÂNCIA

Dartacão, sem dúvida alguma! Adorava chegar a casa, depois de um dia de escola e ver que estava a dar o Batatton onde o Dartacão e os Três Mosqueteiros estavam inseridos. A série dos heróis que lutavam pelo mal e onde a princesa Julieta suspirava de aflicões para com o seu amor guerreiro. Saudades!

 

#3 - UMA MÚSICA DA MINHA INFÂNCIA

«Todos os patinhos sabem nadar, sabem nadar, cabeça para baixo, rabinho para o ar...»

Quantas e quantas vezes ouvi e voltei a ouvir este tema aqui por casa, talvez para adormecer ou ficar mais calmo não sei!

Eles são loucos!

Um serão de Sábado na companhia dos amigos é qualquer coisa de especial, para mais quando as coisas são combinadas em cima do joelho com um jantar inesperado, uma boa disposição enorme e um gosto pelas pessoas! Sim, ontem sem nos termos afastado quase de casa, tirando para jantar, divertimo-nos como há muito não acontecia!

Um trio que depois passou a um maior número de pessoas, uma animação com conversas parvas, provocadoras e reveladoras e uma sangria seguida de vinho branco deram o mote para a noitada que se estendeu além das horas previstas com brindes por tudo e por nada, com tentações e ideiais inusitadas que somente podem surgir destas mentes quando estão reunidas.

Citação #Amizade

A amizade é uma coisa que nunca morre.

Mário Quintana

Tão mas tão verdade! As rupturas podem existir no amor, no trabalho e também na amizade, no entanto quando a verdadeira Amizade acontece, não existe um «adeus» definitivo, existindo vários «até já» que não nos deixam afastar de quem escolhemos ao longo de uma vida para estar do nosso lado nos bons e maus momentos!

Nem mais nem menos

Não me sinto mais que ninguém nesta vida, no entanto percebo que existem momentos onde não encaixo socialmente, ora por sentir algum desconforto para com atitudes e conversas que os outros têm onde não me revejo, ora porque também não sou daqueles seres que dá hipótese a que qualquer um entre pela minha vida dentro e me conte tudo para que também possa saber pormenores que só a mim e a quem está comigo dizem respeito.

Quando existem aqueles encontros sociais em que logo pensamos que iremos encontrar aquele tipo de pessoas que não nos dizem absolutamente nada é daquelas coisas que nos fazem reflectir sobre ir ou nem sequer aparecer, fingindo esquecimento ou afirmando a verdade. Sabe-se à partida que num grupo nem todos se dão da mesma forma mas existem aqueles com quem não nos damos, os que com quem vamos lidando e os outros, os que não sonhamos sequer que algum dia farão parte de algum círculo social onde pertençamos.

As pessoas são diferentes entre si e nem sempre estamos de acordo com o que a sociedade acha de normal. Conversas e comportamentos tratados da mesma forma por uma quantidade relativa de pessoas leva-me a pensar que poderei ser eu a não estar bem, mas depois de uma reflexão até percebo que afinal ao não me rever em tais vidas leva-me a crer que poderei ser eu a estar correcto sem os grandes dramas e malabarismos sociais do faz de conta e do querer parecer bem junto daqueles que querem que se sigam linhas pré definidas por alguns, os que vão na frente e levam o bando todo de arrasto. 

Amizade da Saúde

Li por um blogue nacional que por sua vez ouviu numa rádio que o facto de ter muitos amigos é bom para a saúde. Será que deverei ter medo de estar prestes a terminar de viver por ter um grupo bem restrito de pessoas que considero de verdadeiros amigos?

Conforme fui lendo o dito texto fui ao mesmo tempo pensado nas pessoas que coloco dentro do lote da amizade, deixando os conhecidos e os outros, aquele que nem sei bem o que são, para trás. Fazendo as contas percebi que os poucos e bons que tenho chegam-me perfeitamente por serem os que fui escolhendo e também os que me deixaram ficar nas suas vidas. Somos mesmo poucos, existindo uma distinção entre as pessoas que estão comigo e aquelas com quem me vou cruzando, cumprimentando e não desejando que passe disso. Os suficientes amigos que tenho chegam-me para o gasto mas agora fiquei a pensar que poderei estar a colocar a minha rica saúde em risco por ser assim tão ganancioso quando se fala de amizade.

Só um pormenor que me saltou à vista também pelo dito texto do blogger... Será que os variadíssimos amigos que existem pelas redes sociais também contarão para um melhoramento do estado de saúde? É que se assim for estou um pouco mais descansado, embora não conheça talvez uns noventa por cento das pessoas com que tenha «amizade» pelo Facebook, TwitterInstagram ou Goodreads.

Estarei com a vida em perigo?! Que grande estudo!

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