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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

26
Dez14

Comer, Orar, Amar


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Comer Orar AmarUm livro bem aplaudido pela crítica e que acabou por ser um tormento pelo meu percurso literário dos últimos anos! Demorei semanas a ler Comer, Orar, Amar, estando a arrastar este livro pelos meus serões e tempos livres por ter uma história lamechas e ser o típico romance feminino de paixões e encontrões na vida.

O destino de Elizabeth, que vai retratando a sua viagem espiritual por Itália, Índia e Indonésia, é revelado de forma maçadora ao leitor que é levado a conhecer os três países e as suas culturas na perspectiva de uma mulher frágil e em busca de uma mudança profunda na sua vida.

O passado com dor amorosa, traumas e presságios é levado para esta viagem na busca essencial do interior que aos poucos vai sendo moldado graças aos vários modelos de meditação encontrados através de diferentes gurus e sábios espirituais. A auto descoberta, a busca do divino de si e do mundo fazem parte desta narrativa que parece quer mudar os leitores que sofrem com casamentos infelizes, depressões e fraca auto-estima.

Este é um romance de viagens que ajuda a conhecer um pouco das raízes por onde Liz vai passando, no entanto Comer, Orar, Amar não me conseguiu convencer minimamente. Este pode ser considerado o livro dos sentidos através da gastronomia, tradições e experiências, porém nada me conseguiu conquistar nesta viagem de amadurecimento e ascensão pessoal onde se tenta deixar para trás as vivências dolorosas e de esperança através da força e coragem da sua autora.

Um livro fraco que mesmo assim deu origem a um filme que fez sucesso quando estreou pelos cinemas mundiais! Costuma-se dizer que as histórias literárias quando são adaptadas para a grande tela que acabam por perder a sua essência, no entanto neste caso parece-me que o filme ficou melhor que o livro!

Uma obra que não recomendo nem ao menino Jesus!

11
Out14

A ler Comer, Orar, Amar


O Informador

Comer Orar AmarComer, Orar, Amar é o meu novo companheiro literário! Já tinha a obra comigo há alguns meses, desde a última edição da Feira do Livro de Lisboa, e agora vou colocar a sua leitura em prática. Pelas primeiras páginas parece-me ser um romance muito virado para a fé e para as vontades pessoais de uma mulher divorciada que quer conhecer o mundo e desfrutar da liberdade que não teve enquanto casada. Conseguirá Elizabeth Gilbert, a autora, conquistar-me com este estado de rebeldia e aprendizagem pessoal através de uma busca por Itália, na Índia e pela Indonésia?

Aos 34 anos, Elizabeth Gilbert, escritora premiada e destemida jornalista da GQ e da SPIN, descobre que afinal não quer ser mãe nem viver com o marido numa casa formidável nos subúrbios de Nova Iorque e parte sozinha numa viagem de 12 meses com três destinos marcados: o prazer na Itália, o rigor ascético na Índia, o verdadeiro amor na Indonésia. Irreverente, espirituosa, senhora de um coloquialismo exuberante, Elizabeth não abandona um minuto a sua auto-ironia e conta-nos tudo acerca desta fuga desesperada ao sonho americano que começou no momento em que encontrou Deus.

Quando fez 30 anos, Elizabeth Gilbert tinha tudo o que uma mulher americana formada e ambiciosa podia querer: um marido, uma casa, uma carreira de sucesso. Mas em vez de estar feliz e preenchida, sentia-se confusa e assustada. Depois de um divórcio infernal e de uma história de amor fulminante acabada em desgraça, Gilbert tomou uma decisão determinante: abdicar de tudo, despedir-se do emprego e passar um ano a viajar sozinha. "Comer na Itália, Orar na Índia e Amar na Indonésia" é uma micro-autobiografia desse ano.

O projecto de Elizabeth Gilbert era visitar três lugares onde pudesse desenvolver um aspecto particular da sua natureza no contexto de uma cultura que tradicionalmente se destacasse por fazê-lo bem. Em Roma, estudou a arte do prazer, aprendeu a falar Italiano e engordou os 23 kilos mais felizes da sua existência. Reservou a Índia para praticar a arte da devoção. Com a ajuda de um guru nativo e de um cowboy do Texas surpreendentemente sábio, Elizabeth empenhou-se em quatro meses de exploração espiritual ininterrupta. Em Bali, aprendeu a equilibrar o prazer sensual e a transcendência divina. Tornou-se aluna de um feiticeiro nonagenário e apaixonou-se da melhor maneira possível - inesperadamente.

Vou então continuar a aventura de Comer, Orar, Amar... E depois logo vos conto a experiência!

26
Abr14

Mudar repentinamente pela paixão


O Informador

Uma pessoa apaixonada consegue-se moldar aos poucos ao seu parceiro e vai alterando a sua personalidade, forma de estar e de agir ao longo do tempo. Porém existe quem mude radicalmente por amor e quase de um dia para o outro... Será isso possível? Não confio em tais mudanças repentinas!

Como é possível um ser com pensamentos, objetivos e vivências próprias conseguir atirar tudo para trás das costas e começar a mostrar à sociedade uma nova pessoa consoante o que quem tem ao seu lado acha correcto? Ninguém muda através de um clique e se os opostos se atraem, o tempo também faz com que se encaixem e percebam o que tem de ser alterado em ambos para uma melhor sintonia. Agora quando um muda de forma repentina só porque quer ficar bem na imagem que os outros vão ter de si... Perdoem-me, mas nessa não acredito nada!

Quem ama vai mudando com o tempo, agora quem quer disfarçar o seu amor com semelhanças e um equilíbrio perfeito assim de forma rápida, mais cedo ou mais tarde acaba por mostrar que tanto fingimento tem algo por revelar. Mudar repentinamente pela paixão é um erro em que muitos acreditam mas que poucos convencem!

24
Jun13

Amar pessoas


O Informador

O amor é complicado e a sexualidade mais ainda! Em pleno século XXI como é que ainda existem pessoas que se ofendem pelos outros terem gostos diferentes dos tradicionalmente convencionais? O amor acontece entre pessoas e não entre o sexo desses seres!

Acredito cada vez mais que amamos pessoas, sejam elas do mesmo género ou não que nós! Somos unidades com sentimentos que nos podemos sentir atraídos por quem quer que seja, sem termos que dar satisfações ao mundo sobre o que queremos e desejamos. Amar não é complicar, mas sim descomplicar e se o nosso coração apela por ter ao seu lado uma pessoa com o mesmo sexo que nós, por que razão o temos que contrariar, não admitindo os nossos verdadeiros sentimentos só porque os outros nos vão olhar de lado por terem mentes retrógradas e que não vivem em paz consigo próprios?!

O amor tem de ser vivido em pleno, seja com quem for. Pode ser do mesmo sexo, raça, cultura ou ter tudo ao contrário de nós, desde que o sentimento exista e as pessoas sejam compatíveis não existe nada mais a afinar. Só os dois têm que saber o que querem e não pensarem nos outros. Estamos no momento da sociedade perceber que se amam pessoas e não o sexo oposto como lhes foi sempre incutido.

Amar o outro, seja ele quem for, é o mais importante, isto depois de nos amarmos a nós próprios! Que se lixe o que os outros pensam e querem para as suas vidas, mesmo que sejam infelizes! Eu amo pessoas e não alinho no tradicionalmente correcto, pode ser?!

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