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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

03
Out16

Silêncio na biblioteca


O Informador

Ao longo das férias alentejanas fui até ao espaço de internet da biblioteca da vila e se há coisa que me irrita é ouvir constantemente as funcionárias a pedirem aos miúdos para falarem baixo e não arrastarem as cadeiras quando depois são elas próprias a falarem alto entre si, ao telemóvel ou com quem passa na rua.

Afinal de contas quem acaba por incomodar mais com o barulho? Os miúdos que estão a jogar e falam entre si sobre o que estão a fazer ou aquelas funcionárias, tão preocupadas, que estão constantemente a mandar vir e depois infringem as regras que tentam impor aos mais novos? 

30
Set16

Alterações alentejanas


O Informador

Visito o Alentejo, zona de Évora, com maior regularidade de há seis anos para cá e desde então que a diferença nos campos se nota.

No início da década os terrenos pareciam meio abandonados, com culturas esporádicas aqui e acolá, sem existir uma continuação do que está a ser cultivado ou criado. Agora podemos andar por quilómetros e quilómetros e a criação de gado, principalmente de bovinos, parece ser o grande forte desta zona que já não se resume a criar vacas somente de uma espécie, a castanha. Nos dias que correm, além dos terrenos estarem maioritariamente cuidados, graças também aos subsídios do estado, a criação animal acontece e as vacas que são vistas pelas áreas agrícolas já não se ficam somente pelo tom acastanhado. As leiteiras, os touros escuros e os grandes bovinos de terras nortenhas já são criados também pelo Alentejo que se tem mostrado uma região de grande investimento do que melhor existe pela zona. Existe território a ser explorado e os seus proprietários já utilizam todo o espaço que têm ao seu dispor para diversificarem as suas apostas.

29
Set16

Simpatia alentejana


O Informador

De cada vez que visito a zona alentejana mais rendido vou ficando a estas terras pacatas e onde se respira tranquilidade. Tudo por aqui consegue encher a alma de uma pessoa!

As pessoas, os locais e o conforto que se vai sentido ao longo dos dias que por aqui se passa conseguem ser únicos. Acordar e espreitar um sol que vai para lá do horizonte e onde não existem correrias de veículos de um lado para o outro. Sair pela rua, distribuir sorrisos e acabar por dar dois dedos de conversa com quem vamos conhecendo de vista e sente curiosidade pelos visitantes da aldeia. Conhecer, mostrar interesse e dar a perceber aos outros a verdade, aquela verdade que nos faz sentir bem num local acolhedor e onde existe vontade de viver.

Confesso que nada me parece faltar por este interior onde nada me chateia e onde penso que conseguiria permanecer, no entanto percebo que nos dias que correm ainda seja cedo para acalmar de vez e fugir das zonas urbanas para viver num local onde existe necessidade de percorrer quilómetros para locais em busca de movimento.

20
Set16

O Alentejo


O Informador

Deitar cedo num serão pacato no seio alentejano é sinónimo também de acordar pelas primeiras horas da manhã, com o sol a espreitar e os animais, principalmente os galos e rolos, a lembrarem todos os humanos, que se encontram pelas suas proximidades, de que já é dia e horas de levantar.

Um acordar preguiçoso, com olhos meio abertos, esticar pernas e braços antes de dar o pulo para poder calçar chinelos e começar a fazer a primeira e rápida higiene diária. Tudo aqui tem o seu tempo, nada exige pressa, para mais quando a juntar ao espírito de paz e sossegado ainda existe o fator férias a completar o ramalhete. Pequeno-almoço é preparado enquanto as novidades pelas redes sociais e também pelas aplicações da imprensa vão sendo obtidas. Existe tempo para comer com calma, sentar e desfrutar de uma tigela de flocos de cereais e umas torradas, o que no dia-a-dia acaba por ser uma perda de tempo para quem abre os olhos e faz tudo a correr para ir trabalhar logo de seguida. No Alentejo isso não acontece! Tudo tem o seu tempo, não importa se o pequeno-almoço é mais demorado ou não, o que importa é ficar de estômago cheio e confortável para umas horas de descanso, com um passeio matinal pelas ruas pacatas da aldeia e onde o «bom dia» não é deixado de lado. Aqui, todos se cumprimentam, residentes ou visitantes, nacionais ou estrangeiros. Existem boas maneiras entre a população que gosta de receber quem por cá passa.

Um bom descanso é feito numa aldeia alentejana sem pressões, sem trânsito e com as correrias distantes. Mesmo de férias pelos centros urbanos todos andam a correr, não se conseguindo ter um verdadeiro momento de paz e reflexão para que se consiga desfrutar do momento. Aqui não, tudo é feito com tempo, com calma e existe verdade através de palavras que são proferidas porque estão na educação das pessoas, não por qualquer ato de obrigação para com o próximo.

10
Abr15

Eis o momento...


O Informador

E surge o momento em que se está de férias e a televisão decidi avariar! Para uma pessoa que sempre tem de estar em casa com o televisor ligado este é um momento complicado de acontecer, para mais quando o tempo ameaça voltar a começar a chover, ainda existe dia e meio para ficar por aqui e só os computadores com acesso há internet sobrevivem na pacatez do Alentejo.

Uma televisão avariada servirá para aprofundar outros gostos como a leitura, a escrita e o passeio, este último não porque o tempo não deixa. Já agora, o que fazer agora com o televisor? Se fosse meu ia já para o lixo mas assim fico-me pela ideia e deixo-me andar por aqui sem o aparelho mágico a servir como som de fundo mesmo nos momentos em que não se está com a mínima atenção ao que se está a passar. 

06
Abr15

Estou de férias!


O Informador

Primeiras férias de 2015 a começarem agora! Uma semana de descanso espera-me e o Alentejo será o destino para passar os próximos dias, longe de tudo e todos e onde a correria e stress do dia-a-dia não existem!

Estou de férias, o sol não tem marcação para aparecer, o que é uma grande pena, mas o que interessa é que vou estar em descanso absoluto sem ter muito para me preocupar e sem ter de pensar que todos os dias terei de acordar para passar oito horas a trabalhar. Como é bom poder dizer que por estes dias até me sabe bem acordar só para pensar que não tenho obrigações marcadas, podendo decidir o que fazer, onde ir e quando ficar em repouco absoluto. 

13
Out14

Um exemplo a seguir!


O Informador

Pelo Alentejo, existe tempo e se por um lado as coisas podem não estar assim tão bem elaboradas, por outro existem pormenores que fazem a diferença e que mostram haver um maior cuidado com o futuro de crianças e adolescentes da zona.

Na biblioteca municipal de uma pequena vila onde todos se conhecem a preocupação para com os mais novos existe! Os horários e turmas de cada jovem estão ao dispor das funcionárias e estas conseguem controlar as faltas dos mais novos que fogem da escola para estarem pela internet e na brincadeira pelo centro da vila. Existe uma preocupação e um cuidado maior, sendo que assim que conseguem perceber que algum dos menores está a faltar às aulas logo o mesmo fica impedido de frequentar os computadores do espaço público, sendo a escola contactada para confirmar tais faltas e os pais do aluno posteriormente avisados sobre o que se anda a passar.

Muitas vezes pais e familiares mais próximos não percebem o que os mais novos andam a fazer até serem avisados devido à abundância de faltas dos seus educandos e aqui, em pela zona rural onde a calma e o tempo fazem a diferença, existe espaço para um maior acompanhamento da vila e das instituições públicas para com os jovens que andam pelas ruas quando deveriam estar sentados pelas cadeiras escolares com os livros pela frente.

Uma ideia de cuidados educacionais a ser seguida por outros centros rurais e urbanos do país e que consegue fazer toda a diferença no futuro escolar dos mais novos!

12
Out14

E continua a saga do TDT


O Informador

Continuo sem perceber como mais de dois anos depois do início das transmissões da televisão digital terrestre pelo nosso país os problemas com o sistema continuam a persistir pelas zonas mais rurais do nosso país!

Em plena zona alentejana os problemas que aparecem com o mau tempo pelas sintonizações televisivas continuam a persistir e sempre que chove ou o vento sopra com uma maior intensidade, lá a televisão desaparece, ficando horas desligada e sem qualquer sinal, tanto em termos de imagem como de som.

Como foi feita a passagem por todo o país para o TDT que tudo continua a correr mal pelas zonas mais afastadas dos grandes centros? Felizmente só estou aqui de férias, mas se no espaço de uma semana fico sem a caixinha mágica por dois dias devido ao mau tempo, como seria se aqui vivesse e isto estivesse sistematicamente a acontecer?

Consigo estar sem rádio e sem imprensa por vários dias, agora sem televisão é mais complicado, isto porque posso não estar concentrado no que está a ser transmitido mas ter aquele som e imagem sempre presentes alegra qualquer local onde esteja!

Quem deve ficar a ganhar com tantos problemas pelo sistema gratuito de televisão são mesmo as operadoras de cabo que ganham assim novos clientes devido à má qualidade do que nos foi imposto nacionalmente!

Felizmente que vivo num local onde estes problemas não acontecem e que o MEO já chegou lá a casa!

07
Out14

Stress alentejano! O que é isso?


O Informador

As diferenças de região para região pelo nosso país fazem-se notar explicitamente quando nos deixamos ficar vários dias seguidos por outra zona que não é a nossa. Andar pelo Alentejo, fugindo da confusão dos arredores lisboetas, é sempre um bom presságio de descanso e paz de espírito, longe das correrias e complicações do dia-a-dia stressante que todos acabamos por causar em simultâneo.

Pelo Alentejo tudo acontece com tempo, longe das corridas matinais para ir trabalhar, fora dos problemas com os colegas! Não digo que as coisas não existam, mas de outra forma. Parece que por aqui tudo aparece e é resolvido de outra maneira, com tempo e sem grandes alaridos. Pela zona alentejana não encontramos carros a alta velocidade porque a hora para entrar no emprego já está a chegar, não existem pessoas complicadas pelos supermercados e tudo tem o seu momento para acontecer.

Os cafés enchem-se de pessoas, de ano para ano existem novidades pelos estabelecimentos que são renovados num instante e os donos não se deixam ficar com o que têm, trabalhando para servir a comunidade e para terem lucro. Entrar no local onde tive há uns meses e perceber que tudo é novo porque é sempre necessário reformular ajuda a perceber que por aqui tudo está em mudança contínua, existindo sempre tempo e ajudas para tudo poder acontecer a favor da mudança melhorada. 

Pelo Alentejo rural o stress da cidade não existe, reinando a calma e paz onde até trabalhar não deve custar tanto como para nós, que vivemos pelos grandes centros urbanos a correr, chateados com a vida, percebendo que um e outro estão sempre prontos para nos fazerem a folha ao virar da esquina.

A favor da falta de complicações e dos horários corridos mudava-me para aqui! No entanto a falta de vários serviços e o facto de não ter tudo a dez minutos de casa iria acabar por causar-me o caos, numa vida habituada e farta da correria, mas sem querer ficar quase isolado do mundo!

29
Jun14

Férias marcadas


O Informador

Pelos últimos anos tenho passado as férias de Verão pelo Algarve e costa alentejana, agora será por Espanha que irei desfrutar de alguns dias de pausa, num local onde não terei que fazer nada, só a pensar no descanso e bem estar! Acabei por marcar as férias de Julho através da agência de viagens Besttravel!

Este ano será para Torremolinos, no sul do país vizinho, que irei passar os meus dias de descanso do trabalho. Estadia completa, hotel com serviço de refeições, bar, sauna, jacuzzi e piscina. Vou com o pensamento de que o calor vai ser o companheiro ideal da última semana do próximo mês e que irei desfrutar de uma boa estadia em terras de nossos hermanos.

Férias vão ser estas! Sem ter que cozinhar, ir ao supermercado, pensar no que comprar, sem horários para voltar a casa e ter algo para fazer! Agora sim, vou conseguir estar uns dias a desfrutar sem pensamentos negativos nenhuns!

Quando é que chega o dia 24 de Julho?

24
Mar14

Curiosidade alentejana


O Informador

Férias numa aldeia alentejana também simbolizam muita curiosidade dos seus habitantes para com os novos seres que estão a habitar por uns dias a casa da rua tal, estando na vizinhança da não sei quantas e próximos do café central. Pois, ao longo da estadia de uma semana em terras desertas do nosso país, fui percebendo que a presença de desconhecidos pelas ruas da pequena vila causa desconforto aos seus habitantes, isto porque querem saber informações sobre tais extraterrestres que apareceram sem avisar na pacatez do seu círculo de conhecidos. Sempre se disse que a curiosidade matou o gato... Ai os alentejanos!

Os olhares, o «desculpe, mas posso fazer-lhe uma pergunta?» e as conversas em baixo som vão sendo feitas pela passagem dos tais seres desconhecidos que frequentam por uns dias cafés, lojas, biblioteca e ruas mais antigas que os transeuntes que as percorrem constantemente através das obrigações e das lides domésticas e comerciais que se fazem sentir regularmente. As pessoas sentem a presença de desconhecidos nestes pequenos centros rurais, que tendem a decair ao longo dos anos, e ficam com algum tormento que as levam a crer saber mais para também poderem partilhar com os vizinhos, aqueles que irão aparecer logo de seguida e que irão colocar as mesmas questões sobre de quem se trata aquele carro que não é habitual estar estacionado por tais paragens!

A curiosidade não é inata dos seres humanos, mas que é bem notória, lá isso não é de duvidar, para mais em locais pequenos e onde pouco ou nada acontece!

16
Mar14

De férias pelo Alentejo


O Informador

Um mês de trabalho intenso só poderia terminar com uma semana de repouso absoluto e longe de casa e do trabalho habitual. Depois de três semanas pela zona nortenha e do regresso a casa para pouco mais de dois dias, eis que viajei até ao Alentejo para uma semana de pausa do trabalho, começando agora a recarregar as baterias para as novas etapas que se fazem adivinhar pelos próximos meses!

Uma viagem de quatro horas, com duas paragens para compras e jantar, serviu para chegar a uma aldeia alentejana onde a pacatez acontece e o descanso aparecerá. Quero desfrutar destes dias em boa companhia e sempre a pensar que tenho de renovar as forças para os próximos tempos porque não existem certezas do que está para vir, só mesmo ideias, frases e conversas soltas que têm sido reveladas aqui e ali.

Pela próxima semana preciso de dormir, aproveitar o sossego da zona, desfrutar do bom tempo, comer, namorar e encontrar-me em paz!

Mostrarei imagens dos locais onde estarei, das comidas e natureza e das boas pausas a acontecerem! Que férias tão desejadas e merecidas!

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