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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

23
Out17

Capela das Conchas, em Alcáçovas


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IMG_2262.JPG

Situada no centro de Alcáçovas, vila alentejana, encontramos a Capela das Conchas, fundada em 1622 por D. Henrique Henriques.

Com uma decoração fora do comum, para mais num local distante do mar, esta capela tem as suas paredes e tetos recheados de conchas. Segundo a história, estes elementos foram recolhidos ao longo dos caminhos que os portugueses navegaram e colocados assim, por pessoas dedicadas e verdadeiros artistas, neste espaço que ainda hoje contém vestígios da beleza implantada. Fazendo jus pela tradição marítima nacional, esta capela e seus jardins adjacentes estão adornados com verdadeiras obras de arte com desenhos pormenorizados sobre o tema religioso, como é o caso das pombas que se encontram nos cantos do teto e os anjos junto de uma das entradas exteriores. No jardim também os canteiros e fontes estão embelezados com coloridos trabalhos de conchas de diferentes cores e tamanhos.

15
Out17

Vinho alentejano


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Visita pelo Alentejo que também pode servir um pouco para vos relembrar sobre os bons produtos que a região tem e que todos podem adquirir. Apeteceu-me fazer por aqui uma rápida lista sobre vinhos alentejanos, disponíveis nos locais habituais, e cujos preços variam bem, a favor da qualidade, grau e do nome da casa onde são produzidos.

Geralmente é nos vinhos brancos do Alentejo e do Dão pelos quais me deixo mais facilmente levar, mas como esta semana de Outubro está a ser passada pela região alentejana, deixo-vos com uma pequena amostra, sobre a qual até podem comprar de forma online, de vinhos que são feitos pela zona. Dos suaves frutados aos secos, existem variações para todos os gostos e há que provar para perceber em qual reside o paladar que melhor agrada a cada um. A mim são os frutados suaves que me deixam satisfeito, mas não descarto provar um vinho mais pesado e seco.

07
Out17

Férias de Outono!


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outono.jpg

Quatro meses após ter iniciado o novo ciclo profissional, chega a primeira pausa! Começo hoje um período de férias ao longo da próxima semana, fugindo da rotina e dos locais que me são familiares ao longo de grande parte do ano!

Na verdade ainda não sentia a necessidade de descansar e venho a pensar que a semana do regresso será talvez das mais complicadas que irei ter até ao final do ano para repor o que ficará para trás neste período de ausência, no entanto agora é tempo de descansar, desfrutar destes dias de Outono, que até parecem convidativos, para andar na rua e passear um pouco pelas planícies alentejanas que tanto aprecio.

O início do Outono é um dos períodos onde geralmente tiro uns dias de pausa por ainda não estar frio e porque os restos deixado pelo Verão ainda se fazem sentir por algumas horas diárias. Aliando a isso a pacatez do Alentejo, a simpatia das «gentes» e a beleza da zona, eis a escolha do local para poder descansar a sério sem a correria do dia-a-dia que se vive pelas zonas urbanas.

03
Out16

Silêncio na biblioteca


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Ao longo das férias alentejanas fui até ao espaço de internet da biblioteca da vila e se há coisa que me irrita é ouvir constantemente as funcionárias a pedirem aos miúdos para falarem baixo e não arrastarem as cadeiras quando depois são elas próprias a falarem alto entre si, ao telemóvel ou com quem passa na rua.

Afinal de contas quem acaba por incomodar mais com o barulho? Os miúdos que estão a jogar e falam entre si sobre o que estão a fazer ou aquelas funcionárias, tão preocupadas, que estão constantemente a mandar vir e depois infringem as regras que tentam impor aos mais novos? 

30
Set16

Alterações alentejanas


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Visito o Alentejo, zona de Évora, com maior regularidade de há seis anos para cá e desde então que a diferença nos campos se nota.

No início da década os terrenos pareciam meio abandonados, com culturas esporádicas aqui e acolá, sem existir uma continuação do que está a ser cultivado ou criado. Agora podemos andar por quilómetros e quilómetros e a criação de gado, principalmente de bovinos, parece ser o grande forte desta zona que já não se resume a criar vacas somente de uma espécie, a castanha. Nos dias que correm, além dos terrenos estarem maioritariamente cuidados, graças também aos subsídios do estado, a criação animal acontece e as vacas que são vistas pelas áreas agrícolas já não se ficam somente pelo tom acastanhado. As leiteiras, os touros escuros e os grandes bovinos de terras nortenhas já são criados também pelo Alentejo que se tem mostrado uma região de grande investimento do que melhor existe pela zona. Existe território a ser explorado e os seus proprietários já utilizam todo o espaço que têm ao seu dispor para diversificarem as suas apostas.

29
Set16

Simpatia alentejana


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De cada vez que visito a zona alentejana mais rendido vou ficando a estas terras pacatas e onde se respira tranquilidade. Tudo por aqui consegue encher a alma de uma pessoa!

As pessoas, os locais e o conforto que se vai sentido ao longo dos dias que por aqui se passa conseguem ser únicos. Acordar e espreitar um sol que vai para lá do horizonte e onde não existem correrias de veículos de um lado para o outro. Sair pela rua, distribuir sorrisos e acabar por dar dois dedos de conversa com quem vamos conhecendo de vista e sente curiosidade pelos visitantes da aldeia. Conhecer, mostrar interesse e dar a perceber aos outros a verdade, aquela verdade que nos faz sentir bem num local acolhedor e onde existe vontade de viver.

Confesso que nada me parece faltar por este interior onde nada me chateia e onde penso que conseguiria permanecer, no entanto percebo que nos dias que correm ainda seja cedo para acalmar de vez e fugir das zonas urbanas para viver num local onde existe necessidade de percorrer quilómetros para locais em busca de movimento.

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