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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Perigo desnecessário

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Há dois meses que passo numa estrada em que logo reparei que existia um poste de eletricidade em condições menos próprias para ainda não ter sido substituído, tal como pode ser visto na imagem. Pergunto-me como é que a Câmara Municipal de Alenquer ainda nada fez para que esta situação tivesse sido resolvida. 

Certamente este incidente terá ocorrido após algum embate de um veículo com alguma velocidade e desde ai tentaram deixar o poste tal e qual como ficou, com a segurança a deixar muito a desejar. Está bem que o sustento do peso continua lá, mas meio forçado e abalado. 

Agora se a responsabilidade camarária nada fez ainda, será que os moradores, com casas mesmo encostadas ao poste ainda não se queixaram? É que mais dia menos dia ainda alguém volta a chocar com o que está inseguro no seu lugar ou as ventanias que se fazem sentir de forma mais forte por vezes ainda podem ajudar à queda daquele bloco de cimento que se encontra neste momento a entrar em fase de risco.

Acho uma autêntica irresponsabilidade dos orgãos competentes que já deviam ter atuado nesta situação que se encontra pelo menos nestas condições há pelo dois meses, mas certamente que várias semanas ou mesmo meses se poderão juntar ao tempo em que comecei a passar naquela estrada. É a velha questão do «deixa andar» até acontecer alguma coisa!

Sensacionalismo por Pedrógão Grande

pedrógão grande.png

Nos dias trágicos sobre o acidente de Pedrógão Grande e tudo o que tem surgido depois com uma imensa área territorial a arder, todos os meios de comunicação social viraram sensacionalistas. Acho que não é difícil perceber o que quero dizer já que os factos têm-se refletido pelas reportagens televisivas dos principais canais nacionais e seus parceiros de informação.  

Através da transmissão de imagens chocantes em direto os canais informativos tentaram criar impacto junto do espetador usando e abusando da tragédia de Pedrogão Grande que continua a devastar quilómetros de área onde não é só a mata que fica em cinzas. 

Portugal não está preparado para este tipo de situações e os meios de comunicação social ao apanharem um caso tão forte acabaram por usar e abusar da situação, criando um alarido onde vale tudo para se ser o melhor, para mostrar o que dá audiências, recorrendo a depoimentos de pessoas sensibilizadas e que perderam familiares e os seus bens, optando por mostrar corpos espalhados, feridos a serem socorridos, num autêntico cenário de guerra a ser mostrado em direto nos canais generalistas e informativos nacionais. 

Nos últimos anos assistiu-se a uma alteração no modo de se fazer notícia, tentou-se criar uma informação mais rigorosa que desse outra imagem ao que era feito e transmitido ao espetador, no entanto quando acontecimentos de maior envergadura aparecem, todos acabam por cair no erro do facilitismo com o impacto onde a situação leva a comportamentos controversos e onde os momentos sensíveis, tocantes e polémicos surgem através de profissionais que se desequilibram de um momento para o outro pela pressão de querer ser o melhor e reconhecido nos momentos de aflição. 

Pedrógão Grande

pedrogão grande.jpg

O calor que se faz sentir pelos últimos dias e a trovoada do final do dia de ontem, Sábado, fizeram das suas e quando me deitei à noite existiam informações que davam como certas dezanove mortes num grande incêndio na zona do Pedrógão Grande, distrito de Leiria. Hoje ao acordar deparo-me primeiramente com as notificações no telemóvel de vários órgãos de comunicação social a darem conta de mais de cinquenta mortos, várias pessoas desaparecidas e um cenário de destruição caótico. Liguei a televisão num canal informativo e das palavras à imagem existe uma grande diferença.

O que vi logo pelos primeiros momentos foram estradas com carros carbonizados que ainda continham corpos no seu interior. As pessoas tentavam fugir pelas estradas possíveis e foram apanhadas pelo incêndio que devastou quilómetros de mata, aldeias e que acabou por roubar dezenas de vidas no que já é considerado o mais trágico acidente dos últimos cinquenta anos em Portugal. Assistir a um acidente destes de longe é complicado, colocando-me na pele de quem esteve e continua no local, longe das suas casas, não sabendo de familiares e procurando respostas para o que ainda não se sabe afirmar.

As temperaturas altas, as matas, o terreno complicado para se lidar com incêndios, tudo parece ter corrido mal num só local num fim-de-semana prolongado com famílias a desfrutarem das praias e lagos naturais da zona para passarem as horas quentes do dia, quando o início do incêndio acontece e só existem caminhos de fuga onde as chamas já começavam a tomar conta de estradas, casas e tudo o que foram apanhando pela frente. 

Continuamos em Paris

Neste momento assistir aos principais noticiários que passam pelos canais generalistas torna-se complicado! Os atentados em Paris estão em destaque, como é evidente, e a cada hora que passa novas imagens e pormenores macabros têm sido revelados, recontando a história trágica que pode bater à porta de qualquer um!

Enquanto se toma o pequeno-almoço, almoça ou janta, as noticias vão passando, deixando o garfo estático por uns tempos enquanto se assistem a imagens de luto, ouvem-se histórias macabras do fatídico serão e recontam-se aqueles momentos de várias perspectivas, acrescentando novos pormenores que revelam como tudo aconteceu. Ataques terroristas que podiam apanhar qualquer cidadão comum sem culpa alguma das decisões dos líderes da nação que acabam por mexer com um mundo em reboliço, cada vez com uma maior vontade de ter um pequeno ponto para tocar no inimigo que tantas vezes mora ao lado. 

O que pensar agora sobre frequentar locais públicos onde aglomerados se concentram? Tenho a confessar que com estes recentes atentados penso ao longo do dia-a-dia que uma bomba poderá explodir numa sala de cinema, num centro comercial, supermercado, teatro, sala de espectáculos, casino... onde poderei estar! Estamos seguros em algum lado? Não, para mais quando estamos num país onde a segurança parece existir porque não têm existido acidentes do género. Se os mesmos atracarem em Portugal é bem previsível que não exista uma preparação de acção imediata.

Um quase acidente

Hoje de manhã, um pouco antes das nove, lá ia eu a caminho do trabalho e quando paro em fila atrás de dois carros que abrandaram a sua marcha devido a um peão que passava na passadeira, eis que vejo um carro pelo espelho retrovisor a viver em alta velocidade de um cruzamento em direcção ao meu. Quase! Quase! Quase! Mas não foi!

Depois do susto e da noção de que a condutora não tinha encostado o seu carro no meu, olho com maior atenção e eis que uma antiga colega de escola era a pessoa que estava ao volante, talvez a caminho do trabalho também, não sei! A moça ficou mais assustada que eu, não sei se percebeu que nos conhecemos, mas fiz-lhe sinal de que estava tudo bem, com um .

Morri de susto!

Por muito que não se queira dizer e se saiba que está mal, o que é certo é que todos proferimos com os nervos do momento várias frases menos próprias. Num dos dias da semana passada, que depois esqueci-me de relatar logo pelas horas seguintes por aqui, quase que ia morrendo e aí sim mandei a pessoa que me ia atirando para algum lado, mas não para onde estou neste momento, para todos os sítios e mais alguns com direito a palavrões e tudo.

Então não é que o raio de um velho, sim foi isso que eu lhe chamei na altura, mas que não devia, quase me fez ter um acidente? Ia descansado de manhã para o trabalho, estava a chegar a um cruzamento, o senhor parou porque todos tinhamos prioridade antes de si e no momento exacto em que estava a passar à sua frente, sendo o que tinha a primeira prioridade, o senhor já com mais de oitenta anos resolve acelerar. Na altura só sei que buzinei, o senhor encolheu os ombros, tendo ficado com cara de assustado, quem estava na rua gritou e eu consegui desviar-me para a outra faixa onde só cabia mesmo um carro. Com isto posso dizer que se viesse alguém em sentido contrário ao meu não tinha conseguido fazer o desvio que fiz, tendo de embater contra o senhor que se atravessou no meu caminho, não sei com que intenção. 

Tragédia privada/pública

A ver vamosEduardo Cintra Torres é o comentador regular das páginas do jornal Correio da Manhã, o diário que não tem deixado de lado a morte de André Bessa, filho da jornalista Judite de Sousa. Num pequeno texto bem explícito sobre as notícias que têm vindo a público pelo jornal para o qual trabalha, não está Cintra Torres a tentar passar paninhos quentes sobre o que de mal tem sido feito pelo Correio da Manhã nos últimos dias?

Já passou mais de uma semana sobre o momento do acidente fatal e a publicação continua a encher a sua capa e várias páginas com o mesmo tema. Ora são as últimas conversas com os amigos, o local do acidente, o telemóvel com que estava no momento, o álcool com que a festa foi regada, o apoio que Judite tem tido dos amigos e familiares... Já não chegou o momento de deixarem o assunto para ser tratado por quem de direito e dever tem de o fazer? A última notícia que li, acompanhada de imagens, foi a de que até um drone - veículo aéreo comandado à distância - foi usado para mostrar o local do acidente com fotografias. Um tema que tem de sair das páginas dos jornais e revistas porque há que respeitar a dor, sendo que a família não está disposta a comentar tal facto com a comunicação social, como é normal em tais situações.

Quanto ao texto acima mencionado pela imagem, o seu autor, Eduardo Cintra Torres, mostra os dois lados da moeda de uma figura pública, fazendo-me lembrar outros casos como a situação de Sónia Brazão, o escândalo da Casa Pia com Carlos Cruz, a morte de Carlos Castro, ... Mas aqui a situação é diferente! Existiu uma morte e não está a ser pedido ao dito jornal que faça notícias sobre o caso, querendo é que o mesmo desapareça das bancas para deixar o descanso aparecer para que aos poucos se consiga voltar à vida que se deseja e que os pais nunca irão conseguir atingir como antes. Não existem pedidos de informação pública, não existe nada para contar que possa ajudar a resolver um caso de morte por acidente! Não, aqui não existem famílias a falar para os jornalistas, não existe um julgamento público, existe um pedido de esquecimento social para o bem de todos!

O A Ver Vamos de Cintra Torres bem tenta desculpar o Correio da Manhã e percebo as suas palavras, no entanto não aceito as atitudes que a direcção e redacção do jornal têm tido pelos últimos dias!

Reportagem 15-12-2013

Meio ano já passou após a tragédia do Meco e ainda hoje a imprensa continua a debater o assunto, principalmente a TVI pela mão da jornalista Ana Leal. Se até agora todas as reportagens feitas sobre os jovens que morreram e os seus familiares deram destaque ao acidente, aos culpados, à situação em concreto, desta vez decidiram recordar quem eram os filhos, amigos, namorados e alunos que partiram!

Finalmente uma reportagem sobre a tragédia do Meco que não se debateu sobre a fatídica noite, mostrando quem foram os jovens adultos que deixaram a sua vida junto ao mar por um qualquer erro humano onde alguém e todos foram culpados. A jornalista não tem deixado o caso desde as suas primeiras horas e continua do lado das famílias que ficaram sem os seus filhos, em busca da verdade, mas com uma persistência cansativa publicamente.

Esta reportagem mostrou o outro lado, mostrou as pessoas que viveram e foram felizes ao longo da sua presença na terra, rodeados de quem sempre os amou. Confesso que fiquei comovido ao ver a reportagem 15-12-2013, percebendo a falta que as partidas fazem, o modo como cada qual é recordado e quem foram!

O acidente do Meco não tem de ter julgamento público e embora seja um caso que o país tem acompanhado, queria acreditar que esta reportagem em jeito de homenagem às vítimas poderia muito bem terminar o caso pela imprensa. Aplaudo o bom trabalho jornalístico, mas já chega!

Top de Maio

O mês de Maio já lá vai e este blogue só tem motivos para celebrar, sendo que estes dias serviram para reforçar o crescimento d' O Informador. Este espaço tem crescido e mês após mês mostrado valores superiores aos anteriores, como tal só tenho mesmo que agradecer a todos os que visitam a página diariamente, enchendo-me com ideias positivas e também dando-me a certeza de que o trabalho feito tem sido bem aceite por todos! Posso dizer que no espaço de ano e meio os valores do blogue cresceram acima do esperado, deixando-me com a perspectiva que vamos fechar este ano com uns valores bem positivos!

Como tem sido habitual, quando um mês termina partilho a lista dos textos mais vistos dos últimos trinta dias, como tal segue-se o top dez dos mais bem colocados de Maio!

  1. Rir com listas telefónicas
  2. Passatempo – Eu Sou Deus
  3. Suicídio no Carregado
  4. Passatempo – A Manhã de Ser
  5. A Lacuna
  6. O desconvite a Teresa Guilherme
  7. José Rodrigues dos Santos lança livro em França e esquece Portugal
  8. Loom Bands, a nova moda
  9. Passatempo – A Volta ao Medo em 80 Dias
  10. Mimikas e companhia

E parece que, ao contrário do mês de Abril, os passatempos não foram os reis exclusivos da festa! Desta vez só três conseguiram infiltrar-se entre os mais vistos, deixando os restantes sete lugares para artigos de opinião! As listas telefónicas que podem servir para um bom momento de descontração, o acidente fatídico no Carregado a que assisti, opinião sobre livros, o lançamento de uma obra de autor nacional por França e os famosos com as pulseiras da moda conseguiram chegar aos lugares cimeiros de Maio.

Um top variado com literatura, passatempos, diversão e notícias! No mês que terminou a oferta foi para todos os gostos! Grato pela adesão!

Traumas

Os acidentes e acontecimentos do género sempre me ficam marcados pela mente por longos anos e os locais onde acontecem jamais são esquecidos, estando as imagens bem presentes quando passo pelo sítio onde algo de mau aconteceu. Agora foi o suicídio no Carregado mas antes já outros momentos do género marcaram a minha área traumática.

Lembro-me de quando tinha aí uns onze anos, mais coisa menos coisa, e ir a caminho da praia da Foz do Arelho com os meus pais e a estrada nacional estar cortada. Tivemos que fazer um desvio e uns quilómetros depois do início desse mesmo desvio o trânsito estava todo parado. Ficamos paralisados na estrada uns bons minutos até que o meu pai decidiu ir a pé ver o que se passava, já que nenhum carro circulava nem para um lado nem para o outro. Como sempre fui curioso em relação a tudo lá tive que ir também ver o que se passava e uns bons metros mais à frente um acidente... Uma senhora desmaiada, acho, cheia de sangue e com um aspecto terrível dentro de um carro esmagado! Hoje ainda me lembro daquela imagem, daquela mulher loura, com sangue pelo corpo e sei bem o local onde tal acidente aconteceu, não tendo mais passado no mesmo, felizmente!

Anos mais tarde, talvez aí há uns dois, a caminho de Lisboa pela auto estrada, quando a noite já se fazia sentir e o trânsito corria como se nada acontecesse nova peripécia do género aconteceu! A poucos quilómetros da entrada da capital passei por um corpo no meio da estrada, disseram-me no momento para não olhar mas não resisti porque tenho de ver sempre estas situações que me fazem mal. Olhei e vi um corpo decapitado chapado no meio da faixa de rodagem! No dia seguinte foi notícia que um motociclista tinha perdido a vida na A1, tendo o corpo perdido a cabeça com o embate. Hoje quando passo no local sempre me lembro do que vi!

Agora foi este suicídio no Carregado, num local onde passo praticamente todos os dias! Sei que não me irei esquecer do que vi e ouvi assim de forma tão rápida como desejado! Não consigo deixar de olhar por querer tentar perceber o que se passa com estas situações e depois fico com traumas para a vida que me fazem sentir mal e ter locais marcados de forma infeliz!

Vencedores do Passatempo – Grande Revista à Portuguesa [10ªEdição]

O Informador lançou pela décima vez um passatempo para atribuir bilhetes duplos do espetáculo Grande Revista à Portuguesa, em cena no Teatro Politeama há vários meses e com estadia prolongada pelo mês de Fevereiro. Chegou agora a altura de revelar a lista dos vencedores que irão poder ver, no dia de hoje, 6, pelas 21h30, esta produção de Filipe La Féria.

Eis os nomes dos cinco comentadores mais rápidos e que agarraram assim a oportunidade de poderem estar na sala lisboeta a assistirem ao espetáculo encabeçado por João Baião, Marina Mota, Ricardo Castro, Rui Andrade e Vanessa Silva, estando Maria Vieira afastada por tempo indeterminado do palco do Politeama devido a um acidente rodoviário onde partiu duas costelas.

Lucia Amaro

Vanda Dias

Joana Louro

Helena Isabel

Tiago Pina

Parabéns aos quinteto vencedor e um bom espetáculo a todos! Quanto aos leitores que também queriam ter tal oportunidade, fiquem atentos porque em breve novos passatempos teatrais, e não só, irão surgir!

4,27g/l de Sónia Brazão

Um bom tempo depois e na véspera de Sónia Brazão começar a ser julgada devido à explosão que aconteceu no seu apartamento, surge a notícia que as análises feitas à atriz após o acidente, revelaram que a mesma tinha 4,27g/l de álcool no sangue. Isto não será algo estranho?

Primeiro por tal notícia só aparecer agora, à porta do início do julgamento, e depois porque 4,27g/l não é assim um peso tão leve e com esta percentagem a Sónia já deveria estar em coma. Existem bons motivos dos vizinhos e, por acréscimo, dos advogados de acusação para a Sónia ser revelada culpada deste acidente e tudo leva a crer tal desfecho, sendo titular de um aparente crime, mas será que esta alta taxa de alcoolemia aconteceu mesmo? É que é bem elevada para uma pessoa só, para mais e se bem me lembro, a atriz estava naquele momento acompanhada pela mãe, o que não me parece que seja um motivo para a bebida em demasia aparecer assim do nada.

Um caso que sempre foi estranho, através das suas verdades e mentiras e que talvez, mesmo após o julgamento, nunca se saberá a verdade, tal e qual como aconteceu. A Sónia conta a sua versão e os vizinhos a outra realidade, quem mente e quem omite mais pormenores? Uma incógnita que nem o tribunal conseguirá resolver porque as dúvidas ficarão para sempre no ar, seja qual for o desfecho deste caso!

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