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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

29
Ago17

Arrancaram a tinta!


O Informador

Ainda não vos contei, mas no parque de estacionamento ao lado da empresa uma colega a estacionar achou que o carro não estava bem arrumado, resolveu andar um pouco para trás, raspar-me a carrinha, voltar a andar para a frente e parar! Que coisa fofa logo pela manhã!

Pois é, isto aconteceu logo pelas oito da manhã! Não vi, mas uns minutos após ter entrado, ligava o computador e o telefone tocou. Vi quem era e logo pensei o que me queria logo de manhã. Atendi e perguntou-me se a carrinha era minha, é que tinha encostado a sua na minha ao tentar melhorar o seu estacionamento. Sugeriu logo ativar o seguro, tentei perceber o que teria de ser feito nas horas seguintes junto de um pintor, mas ativamos mesmo o seguro.

Agora aguardo ser contactado para verem o veículo e depois me dizerem onde poderei coloca-lo a pintar. Já sei que ficarei no mínimo dois dias sem viatura por uns riscos que tiraram tinta, mas prefiro assim do que deixar passar e uns dias depois aparecer outro encosto do género e começar a ficar com o carro cheio de arranhões. 

15
Ago17

Perigo desnecessário


O Informador

poste.jpg

Há dois meses que passo numa estrada em que logo reparei que existia um poste de eletricidade em condições menos próprias para ainda não ter sido substituído, tal como pode ser visto na imagem. Pergunto-me como é que a Câmara Municipal de Alenquer ainda nada fez para que esta situação tivesse sido resolvida. 

Certamente este incidente terá ocorrido após algum embate de um veículo com alguma velocidade e desde ai tentaram deixar o poste tal e qual como ficou, com a segurança a deixar muito a desejar. Está bem que o sustento do peso continua lá, mas meio forçado e abalado. 

Agora se a responsabilidade camarária nada fez ainda, será que os moradores, com casas mesmo encostadas ao poste ainda não se queixaram? É que mais dia menos dia ainda alguém volta a chocar com o que está inseguro no seu lugar ou as ventanias que se fazem sentir de forma mais forte por vezes ainda podem ajudar à queda daquele bloco de cimento que se encontra neste momento a entrar em fase de risco.

Acho uma autêntica irresponsabilidade dos orgãos competentes que já deviam ter atuado nesta situação que se encontra pelo menos nestas condições há pelo dois meses, mas certamente que várias semanas ou mesmo meses se poderão juntar ao tempo em que comecei a passar naquela estrada. É a velha questão do «deixa andar» até acontecer alguma coisa!

21
Jun17

Sensacionalismo por Pedrógão Grande


O Informador

pedrógão grande.png

Nos dias trágicos sobre o acidente de Pedrógão Grande e tudo o que tem surgido depois com uma imensa área territorial a arder, todos os meios de comunicação social viraram sensacionalistas. Acho que não é difícil perceber o que quero dizer já que os factos têm-se refletido pelas reportagens televisivas dos principais canais nacionais e seus parceiros de informação.  

Através da transmissão de imagens chocantes em direto os canais informativos tentaram criar impacto junto do espetador usando e abusando da tragédia de Pedrogão Grande que continua a devastar quilómetros de área onde não é só a mata que fica em cinzas. 

Portugal não está preparado para este tipo de situações e os meios de comunicação social ao apanharem um caso tão forte acabaram por usar e abusar da situação, criando um alarido onde vale tudo para se ser o melhor, para mostrar o que dá audiências, recorrendo a depoimentos de pessoas sensibilizadas e que perderam familiares e os seus bens, optando por mostrar corpos espalhados, feridos a serem socorridos, num autêntico cenário de guerra a ser mostrado em direto nos canais generalistas e informativos nacionais. 

Nos últimos anos assistiu-se a uma alteração no modo de se fazer notícia, tentou-se criar uma informação mais rigorosa que desse outra imagem ao que era feito e transmitido ao espetador, no entanto quando acontecimentos de maior envergadura aparecem, todos acabam por cair no erro do facilitismo com o impacto onde a situação leva a comportamentos controversos e onde os momentos sensíveis, tocantes e polémicos surgem através de profissionais que se desequilibram de um momento para o outro pela pressão de querer ser o melhor e reconhecido nos momentos de aflição. 

18
Jun17

Pedrógão Grande


O Informador

pedrogão grande.jpg

O calor que se faz sentir pelos últimos dias e a trovoada do final do dia de ontem, Sábado, fizeram das suas e quando me deitei à noite existiam informações que davam como certas dezanove mortes num grande incêndio na zona do Pedrógão Grande, distrito de Leiria. Hoje ao acordar deparo-me primeiramente com as notificações no telemóvel de vários órgãos de comunicação social a darem conta de mais de cinquenta mortos, várias pessoas desaparecidas e um cenário de destruição caótico. Liguei a televisão num canal informativo e das palavras à imagem existe uma grande diferença.

O que vi logo pelos primeiros momentos foram estradas com carros carbonizados que ainda continham corpos no seu interior. As pessoas tentavam fugir pelas estradas possíveis e foram apanhadas pelo incêndio que devastou quilómetros de mata, aldeias e que acabou por roubar dezenas de vidas no que já é considerado o mais trágico acidente dos últimos cinquenta anos em Portugal. Assistir a um acidente destes de longe é complicado, colocando-me na pele de quem esteve e continua no local, longe das suas casas, não sabendo de familiares e procurando respostas para o que ainda não se sabe afirmar.

As temperaturas altas, as matas, o terreno complicado para se lidar com incêndios, tudo parece ter corrido mal num só local num fim-de-semana prolongado com famílias a desfrutarem das praias e lagos naturais da zona para passarem as horas quentes do dia, quando o início do incêndio acontece e só existem caminhos de fuga onde as chamas já começavam a tomar conta de estradas, casas e tudo o que foram apanhando pela frente. 

16
Nov15

Continuamos em Paris


O Informador

Neste momento assistir aos principais noticiários que passam pelos canais generalistas torna-se complicado! Os atentados em Paris estão em destaque, como é evidente, e a cada hora que passa novas imagens e pormenores macabros têm sido revelados, recontando a história trágica que pode bater à porta de qualquer um!

Enquanto se toma o pequeno-almoço, almoça ou janta, as noticias vão passando, deixando o garfo estático por uns tempos enquanto se assistem a imagens de luto, ouvem-se histórias macabras do fatídico serão e recontam-se aqueles momentos de várias perspectivas, acrescentando novos pormenores que revelam como tudo aconteceu. Ataques terroristas que podiam apanhar qualquer cidadão comum sem culpa alguma das decisões dos líderes da nação que acabam por mexer com um mundo em reboliço, cada vez com uma maior vontade de ter um pequeno ponto para tocar no inimigo que tantas vezes mora ao lado. 

O que pensar agora sobre frequentar locais públicos onde aglomerados se concentram? Tenho a confessar que com estes recentes atentados penso ao longo do dia-a-dia que uma bomba poderá explodir numa sala de cinema, num centro comercial, supermercado, teatro, sala de espectáculos, casino... onde poderei estar! Estamos seguros em algum lado? Não, para mais quando estamos num país onde a segurança parece existir porque não têm existido acidentes do género. Se os mesmos atracarem em Portugal é bem previsível que não exista uma preparação de acção imediata.

05
Set15

Um quase acidente


O Informador

Hoje de manhã, um pouco antes das nove, lá ia eu a caminho do trabalho e quando paro em fila atrás de dois carros que abrandaram a sua marcha devido a um peão que passava na passadeira, eis que vejo um carro pelo espelho retrovisor a viver em alta velocidade de um cruzamento em direcção ao meu. Quase! Quase! Quase! Mas não foi!

Depois do susto e da noção de que a condutora não tinha encostado o seu carro no meu, olho com maior atenção e eis que uma antiga colega de escola era a pessoa que estava ao volante, talvez a caminho do trabalho também, não sei! A moça ficou mais assustada que eu, não sei se percebeu que nos conhecemos, mas fiz-lhe sinal de que estava tudo bem, com um .

12
Mai15

Morri de susto!


O Informador

Por muito que não se queira dizer e se saiba que está mal, o que é certo é que todos proferimos com os nervos do momento várias frases menos próprias. Num dos dias da semana passada, que depois esqueci-me de relatar logo pelas horas seguintes por aqui, quase que ia morrendo e aí sim mandei a pessoa que me ia atirando para algum lado, mas não para onde estou neste momento, para todos os sítios e mais alguns com direito a palavrões e tudo.

Então não é que o raio de um velho, sim foi isso que eu lhe chamei na altura, mas que não devia, quase me fez ter um acidente? Ia descansado de manhã para o trabalho, estava a chegar a um cruzamento, o senhor parou porque todos tinhamos prioridade antes de si e no momento exacto em que estava a passar à sua frente, sendo o que tinha a primeira prioridade, o senhor já com mais de oitenta anos resolve acelerar. Na altura só sei que buzinei, o senhor encolheu os ombros, tendo ficado com cara de assustado, quem estava na rua gritou e eu consegui desviar-me para a outra faixa onde só cabia mesmo um carro. Com isto posso dizer que se viesse alguém em sentido contrário ao meu não tinha conseguido fazer o desvio que fiz, tendo de embater contra o senhor que se atravessou no meu caminho, não sei com que intenção. 

07
Jul14

Tragédia privada/pública


O Informador

A ver vamosEduardo Cintra Torres é o comentador regular das páginas do jornal Correio da Manhã, o diário que não tem deixado de lado a morte de André Bessa, filho da jornalista Judite de Sousa. Num pequeno texto bem explícito sobre as notícias que têm vindo a público pelo jornal para o qual trabalha, não está Cintra Torres a tentar passar paninhos quentes sobre o que de mal tem sido feito pelo Correio da Manhã nos últimos dias?

Já passou mais de uma semana sobre o momento do acidente fatal e a publicação continua a encher a sua capa e várias páginas com o mesmo tema. Ora são as últimas conversas com os amigos, o local do acidente, o telemóvel com que estava no momento, o álcool com que a festa foi regada, o apoio que Judite tem tido dos amigos e familiares... Já não chegou o momento de deixarem o assunto para ser tratado por quem de direito e dever tem de o fazer? A última notícia que li, acompanhada de imagens, foi a de que até um drone - veículo aéreo comandado à distância - foi usado para mostrar o local do acidente com fotografias. Um tema que tem de sair das páginas dos jornais e revistas porque há que respeitar a dor, sendo que a família não está disposta a comentar tal facto com a comunicação social, como é normal em tais situações.

Quanto ao texto acima mencionado pela imagem, o seu autor, Eduardo Cintra Torres, mostra os dois lados da moeda de uma figura pública, fazendo-me lembrar outros casos como a situação de Sónia Brazão, o escândalo da Casa Pia com Carlos Cruz, a morte de Carlos Castro, ... Mas aqui a situação é diferente! Existiu uma morte e não está a ser pedido ao dito jornal que faça notícias sobre o caso, querendo é que o mesmo desapareça das bancas para deixar o descanso aparecer para que aos poucos se consiga voltar à vida que se deseja e que os pais nunca irão conseguir atingir como antes. Não existem pedidos de informação pública, não existe nada para contar que possa ajudar a resolver um caso de morte por acidente! Não, aqui não existem famílias a falar para os jornalistas, não existe um julgamento público, existe um pedido de esquecimento social para o bem de todos!

O A Ver Vamos de Cintra Torres bem tenta desculpar o Correio da Manhã e percebo as suas palavras, no entanto não aceito as atitudes que a direcção e redacção do jornal têm tido pelos últimos dias!

09
Jun14

Reportagem 15-12-2013


O Informador

Meio ano já passou após a tragédia do Meco e ainda hoje a imprensa continua a debater o assunto, principalmente a TVI pela mão da jornalista Ana Leal. Se até agora todas as reportagens feitas sobre os jovens que morreram e os seus familiares deram destaque ao acidente, aos culpados, à situação em concreto, desta vez decidiram recordar quem eram os filhos, amigos, namorados e alunos que partiram!

Finalmente uma reportagem sobre a tragédia do Meco que não se debateu sobre a fatídica noite, mostrando quem foram os jovens adultos que deixaram a sua vida junto ao mar por um qualquer erro humano onde alguém e todos foram culpados. A jornalista não tem deixado o caso desde as suas primeiras horas e continua do lado das famílias que ficaram sem os seus filhos, em busca da verdade, mas com uma persistência cansativa publicamente.

Esta reportagem mostrou o outro lado, mostrou as pessoas que viveram e foram felizes ao longo da sua presença na terra, rodeados de quem sempre os amou. Confesso que fiquei comovido ao ver a reportagem 15-12-2013, percebendo a falta que as partidas fazem, o modo como cada qual é recordado e quem foram!

O acidente do Meco não tem de ter julgamento público e embora seja um caso que o país tem acompanhado, queria acreditar que esta reportagem em jeito de homenagem às vítimas poderia muito bem terminar o caso pela imprensa. Aplaudo o bom trabalho jornalístico, mas já chega!

01
Jun14

Top de Maio


O Informador

O mês de Maio já lá vai e este blogue só tem motivos para celebrar, sendo que estes dias serviram para reforçar o crescimento d' O Informador. Este espaço tem crescido e mês após mês mostrado valores superiores aos anteriores, como tal só tenho mesmo que agradecer a todos os que visitam a página diariamente, enchendo-me com ideias positivas e também dando-me a certeza de que o trabalho feito tem sido bem aceite por todos! Posso dizer que no espaço de ano e meio os valores do blogue cresceram acima do esperado, deixando-me com a perspectiva que vamos fechar este ano com uns valores bem positivos!

Como tem sido habitual, quando um mês termina partilho a lista dos textos mais vistos dos últimos trinta dias, como tal segue-se o top dez dos mais bem colocados de Maio!

  1. Rir com listas telefónicas
  2. Passatempo – Eu Sou Deus
  3. Suicídio no Carregado
  4. Passatempo – A Manhã de Ser
  5. A Lacuna
  6. O desconvite a Teresa Guilherme
  7. José Rodrigues dos Santos lança livro em França e esquece Portugal
  8. Loom Bands, a nova moda
  9. Passatempo – A Volta ao Medo em 80 Dias
  10. Mimikas e companhia

E parece que, ao contrário do mês de Abril, os passatempos não foram os reis exclusivos da festa! Desta vez só três conseguiram infiltrar-se entre os mais vistos, deixando os restantes sete lugares para artigos de opinião! As listas telefónicas que podem servir para um bom momento de descontração, o acidente fatídico no Carregado a que assisti, opinião sobre livros, o lançamento de uma obra de autor nacional por França e os famosos com as pulseiras da moda conseguiram chegar aos lugares cimeiros de Maio.

Um top variado com literatura, passatempos, diversão e notícias! No mês que terminou a oferta foi para todos os gostos! Grato pela adesão!

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