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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Nula lavagem

Não sei se sou caso raro mas quando lavo o carro, por aquelas lavagens automáticos que existem como formigas por ai, tenho o cuidado de passar com a água por todo o lado, de cima a baixo, tendo especial atenção à parte baixa das portas laterais. Lavo com água e detergente, passo água e depois o brilho. Tudo perfeito antes de seguir viagem. Então não é que se parar o carro logo de seguida e esperar que escorra, a parte baixa das portas está suja que nem parece que lá passou água?

O carro é preto (bem que me avisaram para comprar de outra cor) e dizem-me que nos carros assim escuros fica sempre sujidade se não se passar com um pano ou escova ao longo da lavagem. Mas esqueço-me e tenho sempre esperança que «desta vez» tudo ficará lavado e sem manchas de terra e pó. Não fica, por mais que tente e passe com a mangueira, nada muda. 

Curtas e Diretas #16

Então não é que fui ao supermercado de propósito para comprar garrafas de água para amanhã levar para o trabalho e trouxe tudo o que não fazia falta menos a água? Nem passei sequer no corredor dos líquidos e se quando entrei pensei que não me podia mesmo esquecer da água, quando cheguei a casa é que percebi que afinal a ida ao supermercado não valeu de muito! 

Para os mais curiosos... Ao contrário da maioria das empresas, a minha não fornece água aos trabalhadores e clientes! Tudo levado de casa ou pago no local através de uma máquina de bebidas!

Água, o bem indispensável!

copo de água.jpg

O calor chegou em força e a pessoa que antes nem bebia assim tanta água, agora anda quase de garrafa atrelada ao longo do dia! O esforço já passou a hábito e nem custou assim tanto!

Primeiro deixei de beber sumos ou outro tipo de bebidas às refeições em casa e no trabalho, deixando ficar os almoços e jantares fora com as bebidas habituais porque uma vez por outra não faz mal a ninguém quebrar a rotina. Depois comecei a tornar rigorosa a ideia de que tinha de beber água ao longo de todo o dia e não somente às refeições e quando a sede apertava mesmo até deixar a garganta seca. Agora bebo pelas horas de trabalho perto de três litros de água, duas garrafas de litro e meio, ainda acrescentando os dois copos ao jantar, a garrafa que me acompanha no ginásio e a da mesa-de-cabeceira que é praticamente consumida na sua totalidade antes de me deitar. 

A vida num prédio!

Prédio.jpg

Os canos da casa do lado não andam em boas condições e deixam a água escorrer para o andar debaixo.

Uma mãe stressada quando nada advém aqui de casa, uns vizinhos de baixo em apuros porque o tecto está encharcado dia após dia, o esquentador tapado porque pinga-lhe em cima e o proprietário e rendeiros da casa que se encontra com problemas parecem não querer tomar decisões. O rendeiro sai durante horas e dias e deixa o contador aberto com a água a sair por algum lado que não pelas torneiras, o proprietário diz-se em espera que o canalizador lhe diga alguma coisa. Com tudo isto já passaram praticamente duas semanas e a tenda continua!

A falta de água

Sabem o modo como uma dona de casa desesperada fica quando falta a água? Sim, é isso mesmo que está a acontecer por aqui neste momento!

Senta, levanta para ver se a água já voltou aos canos! Passados uns minutos, poucos por sinal, volta a verificar o estado da situação! Fala e volta a falar sobre a falta de água, não compreendendo que as roturas acontecem e não são resolvidas assim com tanta rapidez como deseja!

10 indispensáveis na praia

Caminhar até à praia para um dia bem passado também tem as suas regras e com elas surgem os acessórios que todos deveremos levar para que o tempo passado no areal seja levado em paz e sem correr riscos. Aqui estão os dez, aquela dezena de acessórios que acredito que sejam indispensáveis para quem vá até à praia pelos próximos dias... 

  • Protetor solar, porque todo o cuidado é pouco.
  • Água, a hidratação é totalmente necessária para um dia quente. 
  • Bolachas, sempre com algo para trincar. 
  • Óculos de sol, com a finalidade de poder olhar para todo o lado sem os outros repararem. 
  • Chapéu de sol, uma sombra é sempre necessária para a ajuda da protecção solar. 
  • Toalha, quem se gostará de deitar pela areia?
  • Livro, um bom companheiro silencioso e de aprendizagem.
  • Telemóvel, não vá uma boa conversa telefónica ser necessária enquanto o corpo toma a cor bronzeada. 
  • Documento identificativo, os acidentes podem sempre acontecer ao menor descuido e é necessário andar identificado.
  • Uns trocos para a bola de berlim, «olha a bola, fresquinha e apetitosa». 

Tens o saco pronto? Bora lá então para a praia mais próxima porque o tempo está mesmo a convidar!

Será possível?

Há quanto tempo me queixei de chegar a casa e não ter água por andarem a tratar de alguma rotura pelas imediações do prédio? Pouco, muito pouco mesmo! O que voltou então agora a acontecer é que cheguei a casa, depois de um Sábado de trabalho, preciso de água para fazer as minhas coisas e eis que volto a ter uma surpresa desagradável!

Não existe água por aqui porque estão de novo a recuperar algo que estava mal. Não sei se o problema continua ou não a ser o mesmo, no entanto estas coisas começam a virar rotina por estas paragens. Não poderão arranjar uma solução coordenada com os meus horários? Estou por aqui com a necessidade de um prolongado banho e agora só posso esperar, esperar e continuar a esperar!

Sem água!

Acorda-se a meio da manhã de Domingo, aquele dia de descanso certo e percebe-se que não existe água canalizada mais uma vez, tal como por um dos fins-de-semana anteriores aconteceu!

Parece ser rotina existir alguma rotura aqui pela aldeia agora pelas manhãs dos dias em que estou por casa. Será macumba ou mera coincidência? Ainda para mais o problema volta a ser no mesmo local que o anterior, o que indica que as coisas não ficaram arranjadas na sua totalidade, mas sim rematadas para aguentar uns dias!

Oh S. Pedro, faz alguma coisa!!!

Será pedir muito a S. Pedro, o santo que todos dizem ser o responsável pela chuva, que o mau tempo acalme por umas horas? Desde ontem há noite e até agora que por aqui, em Alenquer, ainda não parou de chover. Quando digo que não parou de chover posso também dizer que não acalmou sequer a intensidade dos pingos para algo apelidado por «molha tolos».

A chuva chegou ontem antes da hora do jantar e desde então não mais parou! Não está vento nem muito frio, no entanto a água já é bastante, as estradas estão alagadas, rios e riachos cheios e as coisas tornam-se complicadas para quem tem de andar pela rua, como é o meu caso.

Não digo que não goste quando o tempo está assim mais para o molhado, mas fazer uma viagem debaixo de água, sair do carro e ficar todo encharcado e andar a desviar caminhos para conseguir chegar a casa por ter estradas cortadas são bons motivos para pedir ao santinho que acalme lá este tempo por umas horas, deixando tudo repousar para depois poder voltar a soltar as trombas de água que tem prontas a serem descarregadas. 

Oh S. Pedro estás aí? Lê lá este texto e faz alguma coisa rapaz!

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