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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Próxima leitura... A Virgem

27.12.14Publicado por O Informador

A Virgem1Depois de dois meses quase forçados a ler Comer, Orar, Amar, eis que já está escolhido o próximo livro que me irá fazer companhia pelos próximos dias, esperando que seja uma leitura bem mais rápida que a anterior.

Tendo sido uma oferta há umas semanas da editora Guerra e Paz que pensei que iria desde logo abraçar, o tempo com a obra anterior foi passando devido à sua fraca história e acabei por ir adiando a leitura do romance da autoria de Tempestade Celestino.

Agora vou embarcar na história de Catarina, a jovem que todos querem ter ao seu lado e que poderá não tocar o mesmo tema que os seus pretendentes mais ousados perante a sua beleza! Bem, por aqui vos deixo com a sinopse de A Virgem porque eu irei ter o prazer completo da sua leitura!

Título: A Virgem

Autor: Tempestade Celestino

Género: Ficção/Romance

Ano de Edição: 2014

Formato: 15×23

Nº de Páginas: 256

Peso: 415

ISBN: 978-989-702-121-3

Catarina é muito bonita, religiosa, educada, obediente, bondosa e não con­segue terminar uma frase sem sorrir. Não há em todaa cidade do Lobito nenhuma moça que cante como ela. E é virgem. Talvez demasiado virgem.

Catarina é a mulher que todo o homem quer ter. Pretendente à mão de Catarina, o maestro Martins da Silva Caquarta é o homem que nenhum ho­mem quer ser. Porquê?

Esta é a história que o povoconta: a bela corista Catarina, o grande maes­tro Caquarta. Será que tocam a mesma música?

Agora um aviso, muadié leitor. Para leres A Virgem prepara-te:

Vais viajar de azulinho, pagas 500 kz e tens sorte se ninguém senta no teu colo.

Tens de pagar assoria a Rei Panda e Bolo Fofo, malandros que controlam a mal-afamada discoteca Estraga Família.

Queres casamento? Paga alembamento na tia Bolinha: quatro pa­res de sapato cabedal de marca Luísa vaiumton e três garrafas de Minet Espumante Grão Couve.

Capricha a ouvir o coro Maná Celestial. Até os flamingos lhe aplaudem.

Não se meta com a tia Nonjamba. No tempo colonial, ela humi­lhou uma karateca, negra bonita, seios provocantes, ancas vo­lumosas, conhecida como Maria Bunda.

Se na casa do pastor Romano falta então a electricidade, grita só com os candengues: Uóóóóóó! Luz foi.

Poças, pá, lês e não vais contar no Fecibuki.

Até já!