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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Prometo Falhar

Amores opostos, intenções infundadas, corações despedaçados, vidas entrelaçadas... Em Prometo Falhar, de Pedro Chagas Freitas, tudo vai acontecendo às milhentas personagens que desfilam pelo livro com histórias que não se cruzam mas conseguem tocar-se em vários pontos ao longo de tanta linha e palavra. Existirá ao nosso redor uma das alianças que é descrita nesta obra? Sim, ao longo desta junção de textos sempre vamos encontrando pontos em comum com alguma realidade que tão bem conhecemos. 

Se gostei de Prometo Falhar? Não, não apreciei! Este é um livro que de folha para folha vira a história, o que não dá definitivamente para mim! Não sou apreciador de contos e muito menos deste tipo de crónicas de amor e contradições que tão rapidamente começam como já estão a terminar! A escrita tem os seus sssss, ora totalmente compreensível e presente, ora enfadonha e desconexa com o que tenta ser explicado de modo interpretativo ao leitor. Com tantos malabarismos Chagas Freitas consegue levar ao longo de quase quatrocentas páginas o leitor para mundos reais mas onde no final nada fica na memória com tanta coisa contada e nada em concreto revelado. 

Não fiquei a odiar o autor nem perto disso, simplesmente como estreia que tive para com a sua escrita não fiquei convencido pelo tipo de histórias relatadas, no entanto irei em breve marcar presença junto do livro Eu Sou Deus, também recheado de crónicas, para colocar os pontos nos 'is' para com este autor que tanto furor tem feito nacionalmente e junto de uma determinada faixa de público que o tem em grande estima. 

Prometo Falhar.jpg

Sinopse
Prometo Falhar é um livro de amor.
O amor dos amantes, o amor dos amigos, o amor da mãe pelo filho, do filho pela mãe, pelo pai, o amor que abala, que toca, que arrebata, que emociona, que descobre e encobre, que fere e cura, que prende e liberta.
O amor.
No seu estilo intimista, quase que sussurrado ao ouvido, Pedro Chagas Freitas leva o leitor aos estratos mais profundos do que sente. E promete não deixar pedra sobre pedra.
Mergulhe de cabeça numa obra que mostra sem margem para equívocos porque é que é possível sair ileso de tudo.
Menos do amor.

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