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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Chega-se de férias e... Surpresa!

14.10.14Publicado por O Informador

A Virgem1Mais de uma semana de férias e no regresso a casa um presentinho da Guerra e Paz! A editora lançou a mais recente obra de Tempestade Celestino há poucos dias e um dos exemplares veio direitinho para a minha morada! O autor natural de Lobito já publicou vários artigos, poemas, crónicas e contos pelo seu país de origem, sendo agora esta obra lançada em Portugal!

Agradeço à editora por me ter enviado este romance, que pela sua sinopse parece ser uma obra bem animada, aliando a beleza de uma cidade com a de uma jovem com muito por descobrir e com os seus pretendentes a darem-lhe música!

Pelos próximos dias irei começar a ler A Virgem, no entanto agora deixo a sinopse desta obra para quem sabe aliciar os leitores do blogue a fazerem o mesmo!

Título: A Virgem
Autor: Tempestade Celestino
Género: Ficção/Romance
Ano de Edição: 2014
Formato: 15x23
Nº de Páginas: 256
Peso: 415
ISBN: 978-989-702-121-3

Catarina é muito bonita, religiosa, educada, obediente, bondosa e não con­segue terminar uma frase sem sorrir. Não há em todaa cidade do Lobito nenhuma moça que cante como ela. E é virgem. Talvez demasiado virgem.

Catarina é a mulher que todo o homem quer ter. Pretendente à mão de Catarina, o maestro Martins da Silva Caquarta é o homem que nenhum ho­mem quer ser. Porquê?

Esta é a história que o povoconta: a bela corista Catarina, o grande maes­tro Caquarta. Será que tocam a mesma música?

Agora um aviso, muadié leitor. Para leres A Virgem prepara-te:

Vais viajar de azulinho, pagas 500 kz e tens sorte se ninguém senta no teu colo.

Tens de pagar assoria a Rei Panda e Bolo Fofo, malandros que controlam a mal-afamada discoteca Estraga Família.

Queres casamento? Paga alembamento na tia Bolinha: quatro pa­res de sapato cabedal de marca Luísa vaiumton e três garrafas de Minet Espumante Grão Couve.

Capricha a ouvir o coro Maná Celestial. Até os flamingos lhe aplaudem.

Não se meta com a tia Nonjamba. No tempo colonial, ela humi­lhou uma karateca, negra bonita, seios provocantes, ancas vo­lumosas, conhecida como Maria Bunda.

Se na casa do pastor Romano falta então a electricidade, grita só com os candengues: Uóóóóóó! Luz foi.

Poças, pá, lês e não vais contar no Fecibuki.

Boas leituras para todos e até já!