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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

12
Dez17

Convites duplos para Pocahontas [26/28/29/30.12.2017]


O Informador

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As aventuras de Pocahontas chegaram aos Cinemas UCI El Corte Inglês no passado mês de Novembro e desde a estreia que miúdos e graúdos se têm encantado com a história da famosa personagem da Disney através da aposta Teatro no Cinema da Yellow Star Company.

Sofia Ribeiro e Marta Faial dividem o protagonismo deste espetáculo que conta com João Correia, Quimbé, Leandro Pires, Mario Pais, Pessoa Junior, Débora Monteiro, Fernando Oliveira e João Vilas no elenco de uma produção adaptada por Paulo Sousa Costa e encenada por João Didelet.

Após o Natal este espetáculo continuará em cena e é a pensar em ti que tenho agora a oportunidade de ganhares um de vinte convites duplos para Pocahontas. Estão disponíveis cinco convites diários para as sessões das 16h00 dos dias 26, 28, 29 e 30 de Dezembro, totalizando os vinte bilhetes para duas pessoas em sorteio. A oportunidade é grande e ainda podem escolher a sessão que pretendem ver!

11
Dez17

Convites duplos para O Último Dia de um Condenado [16/17.12.2017]


O Informador

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Comemorando os 150 anos da Abolição da Pena de Morte em Portugal (1867-2017), Virgílio Castelo sobe ao palco do Teatro Armando Cortez de Quinta a Sábado pelas 21h30 e aos Domingo às 18h00 com O Último Dia de Um Condenado, um texto de Victor Hugo excelentemente interpretado pelo ator português.

A produtora Yellow Star Company arrisca assim junto do público com o seu primeiro monólogo, encenado por Paulo Sousa Costa e a meu ver a aposta não podia correr melhor.

Para que todos tenham a hipótese de ver e apreciar um bom texto interpretado por um dos melhores atores portugueses, eis que estão em jogo dez convites duplos para as sessões dos dias 16, Sábado, pelas 21h30, e 17, Domingo, pelas 18h00. Ou seja, para vos presentear este Natal ofereceremos para o mesmo fim-de-semana vinte bilhetes duplos para poderem ver O Último Dia de Um Condenado.

09
Dez17

O Último Dia de Um Condenado [Yellow Star Company]


O Informador

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A comemoração dos 150 anos sobre a Abolição da Pena de Morte em Portugal (1867-2017) são comemorados por Virgílio Castelo através do seu regresso aos palcos com O Último Dia de Um Condenado, um monólogo adaptado da obra de Victor Hugo, autor das reconhecidas obras literárias Os Miseráveis e O Corcunda de Notre-Dame.

Em cena no Teatro Armando Cortez, em Lisboa, sob produção da Yellow Star Company e encenação de Paulo Sousa Costa, Virgílio Castelo surpreende ao longo de setenta minutos a solo com um texto pesado e uma história que foi bem real para muitos que sofreram e foram condenados à morte. Primeiramente e sabendo que iria assistir a um monólogo fiquei um pouco reticente sobre o tempo de duração do espetáculo e também devido ao tema, sendo teoricamente uma união que poderia não correr bem, mas felizmente fiquei surpreendido, estando este espetáculo tão bem trabalhado e explorado que o tempo passa junto do público como para as várias personagens que o ator vai dando vida em palco. Os minutos passam num ápice como os dias, semanas e meses que um condenado vai vendo seguirem o seu caminho em espera que o seu fatídico dia chegue para que tudo termine num ato repugnante de pena capital. 

Virgílio Castelo prova em palco o seu estatuto enquanto um dos melhores atores, recorrendo a diversas técnicas para alterar o percurso da sua personagem enquanto prisioneiro a aguardar uma sentença ao mesmo tempo que vai convivendo com guardas, juízes e familiares ao longo do seu caminho pelo corredor da morte. A sociedade do século XIX torna-se alvo de críticas de um homem com um castigo penal às costas e que levanta várias questões éticas e morais para com os atos de quem o condena e que vai enfrentando ao longo dos seus últimos tempos de vida. 

Esta adaptação foi preparada num crescendo, onde um condenado mostra primeiramente os seus primeiros momentos dentro de quatro paredes até que o tempo vai passando, a noção do que está acontecendo aparece, o sofrimento provoca o cansaço e a saudade cada vez mais forte da sua vida, da sua família e de tudo o que tem fora da prisão que serve como o último resguardo para um fim anunciado antecipadamente. O Último Dia de Um Condenado pode muito bem ser descrito como um monólogo onde a ação possível se vai aproximando do público que começa a sentir preocupação para com o que se seguirá após os vários pontos fulcrais e de mudança de um homem sem qualquer possibilidade de recuo. 

08
Dez17

Vencedores dos convites duplos para O Último Dia de um Condenado [09 e 10.12.2017]


O Informador

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Virgílio Castelo está de regresso aos palcos com o monólogo O Último Dia de Um Condenado, que acabou de estrear no Teatro Armando Cortez, sendo este espetáculo uma das novas apostas da Yellow Star Company para os próximos tempos pela sala lisboeta.

Comemorando os 150 anos da Abolição da Pena de Morte em Portugal (1867-2017) esta produção conta com setenta minutos de duração onde o texto de Victor Hugo é excelente interpretado pelo ator português que foi encenado por Paulo Sousa Costa. De Quinta a Sábados pelas 21h30 e aos Domingos pelas 18h00, O Último Dia de Um Condenado está bom e recomenda-se e é por isso que estiveram convites duplos em sorteio junto dos visitantes do blog.

Segue a lista dos vencedores para as sessões de Sábado à noite e Domingo à tarde, respetivamente, que foram selecionados através do sistema random.org. Sérgio Dias, Ana Maria Morais, Maria Gonçalves, Manuel Diniz e João Vasconcelos foram os vencedores dos convites para a sessão de Sábado, 09, pelas 21h30. Já Ana Salomé, Luís Costa e Silva, Tânia Venâncio, Gisela Dias, Natália Guia, Carlos Ribeiro e Cristina Gaspar ganharam os bilhetes destinados à sessão das 18h00 de Domingo, 10 de Dezembro.

02
Dez17

Convites duplos para O Último Dia de um Condenado [09 e 10.12.2017]


O Informador

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Virgilio Castelo está de regresso aos palcos nacionais através do novo espetáculo produzido pela Yellow Star Company numa comemoração sobre os 150 anos da Abolição da Pena de Morte em Portugal (1867-2017). Através de O Último Dia de um Condenado de Vitor Hugo, o ator fará companhia ao público que a partir de 07 de Dezembro estiver pela plateia do Teatro Armando Cortez. Com encenação de Paulo Sousa Costa, este espetáculo encontra-se em cena de Quinta a Sábado pelas 21h30 e aos Domingos pelas 18h00.

Como O Informador continua de mãos dadas com a Yellow Star Company, eis que surge assim a oportunidade de oferecer convites duplos aos leitores e visitantes do blog. Sendo assim tenho para oferecer cinco convites duplos para a sessão de Sábado, 09 de Dezembro, pelas 21h30, e sete convites duplos para a sessão das 18h00 de Domingo, 10 de Dezembro. 

01
Dez17

Vencedores dos convites duplos para A Bela e o Monstro [02.12.2017]


O Informador

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Recentemente estreada uma nova temporada do musical A Bela e o Monstro no Auditório do Casino Estoril, o público está assim de novo convidado a assistir a este espetáculo que tem agradado a miúdos e graúdos ao longo dos quatro anos em que já se encontra em cena e em digressão pelo país. Agora e porque é Natal, as personagens conhecidas de todos nós voltaram aos arredores da capital e aqui pelo blog estiveram dois convites duplos disponíveis para oferecer a quem se inscreveu no desafio que agora termina. 

Sorteados de forma aleatória através do sistema random.org, Liliana Sá e Susana Simões foram as vencedoras dos convites duplos destinados à sessão das 11h00 de Sábado, 02 de Dezembro. As vencedoras irão assim ter a oportunidade de assistir a este espetáculo que conta com a interpretação de Mara Prates, Luis Pacheco, Jorge Kapinha, Mafalda Teixeira, Patricia Candoso, Diogo Garcia, Anilson Eugénio, José Nuno e Júlio Mesquita num texto adaptado por Paulo Sousa Costa e encenado por João Didelet. 

30
Nov17

Pocahontas


O Informador

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A época natalícia chegou e mais uma vez, após os sucessos dos anos anteriores, Alice no País das Maravilhas e Aladino e a Lâmpada Mágica, a Yellow Star Company volta a apostar num espetáculo de Teatro no Cinema onde existe ligação entre a grande tela e o palco ao longo de cada sessão de encenações viradas para o público mais jovem. Este ano foi a Pocahontas a escolhida para visitar Portugal, contando com Sofia Ribeiro e Marta Faial, em regime de rotatividade, no papel de protagonista deste espetáculo vindo do mundo encanto da Disney.

Com adaptação a cargo de Paulo Sousa Costa, encenação da responsabilidade de João Didelet e com João Correia, Quimbé, Leandro Pires, Mario Pais, Pessoa Junior, Débora Monteiro, Fernando Oliveira e João Vilas a juntarem-se às protagonistas de Pocahontas, esta produção veio para conquistar miúdos e graúdos de 16 de Novembro a 30 de Dezembro, com sessões de fim-de-semana para o público em geral e de semana para grupos e escolas com reserva. Pocahontas encontra-se em cena nos Cinemas UCI El Corte Inglês!

Tendo visto este espetáculo a opinião tem de existir, e ao contrário dos anteriores espetáculos do género apresentados, não vejo esta aposta tão atrativa junto do público. Vamos aos factos! Pocahontas nunca foi um grande sucesso televisivo e de marketing, não sendo esta uma das princesas com maior destaque do mundo fantástico criado ao longo das últimas décadas. Talvez pela história guerrilheira e pelo combate, sabe-se que esta narrativa, quer seja no grande ecrã, em termos de série televisiva e pela literatura, nunca conseguiu chegar às proximidades de outras apostas do género, o que faz logo por si que a atração não se consiga fazer sentir com tanto entusiasmo. Sofia Ribeiro, que adoro, está no elenco, sim, mas neste espetáculo propriamente não vejo que um nome forte da televisão e redes sociais consiga fazer alguma diferença junto do público mais novo. É verdade que a Sofia é um dos pontos fortes do elenco, mas só por isso não chega, sendo necessário existir uma boa personagem, o que a Pocahontas não me parece ser. No que toca ao cenário, ao contrário do que tem sido hábito nas apostas de Teatro no Cinema que a Yellow Star Company tem apresentado, junto do ecrã encontra-se um espaço completamente vazio, o que dá uma visão negativa logo de início. Percebo que assim seja para que exista uma mudança mais rápida entre os vários locais, mas em Aladino e a Lâmpada Mágica, por exemplo, o campo visual estava tão bem recheado com adereços físicos que tudo ajudou a criar outro ambiente. Em Pocahontas existe ainda uma parte em que algumas das personagens se deslocam ao cimo da sala de cinema, o que faz com que o público se tenha de virar, o que com crianças destabiliza um pouco a sala, para mais quando alguns se têm de colocar de pé para conseguirem perceber algo do que se está a passar bem no fundo do auditório. 

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