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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

21
Dez17

Inferno em Lisboa [Flávio Capuleto]


O Informador

inferno em lisboa.jpg

Autor: Riley Sager

Editora: Topseller

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Outubro de 2017

Páginas: 384

ISBN: 978-989-8869-30-2

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Inferno em Lisboa começa com o desaparecimento de Sílvia Frattini, uma jornalista famosa, casada com um ex-político toxicodependente, ciumento e vingativo.

Rapto? Assassínio?

A Polícia abre um inquérito e o caso é entregue ao inspector Mortágua que, ao tentar descobrir o paradeiro da repórter, se vê enredado numa teia de crimes por esclarecer.

Um corpo decapitado encontrado a flutuar nas águas do Tejo, esqueletos de recém-nascidos escondidos num sótão e um vírus letal criado em laboratório dificultam a investigação e adensam o mistério.

Tendo como cenário a cidade de Lisboa e com um enredo apaixonante, este thriller é uma emocionante história de amor, traição, intriga e vingança, que irá prender o leitor até à última página.

 

Opinião: Um thriller bem português com personagens típicas e uma história que podia acontecer em qualquer lugar do Mundo. Mas é em Lisboa que Flávio Capuleto, o autor, decidiu colocar e centrar grande parte da ação de Inferno em Lisboa, dando ao escritor fictício Luís Bernardo Santiago e à jornalista Sílvia Frattini os principais papéis que a certa altura acabam por se dispersar. 

Com uma escrita leve, corrida e real, Capuleto criou uma boa base ao género de grandes sucessos internacionais, mas não desenvolveu, pecando por esse ponto. Neste momento sinto-me muito mais curioso com histórias preenchidas com grandes pormenores, lotes de personagens onde todos podem ser suspeitos e uma narrativa densa, onde cada pormenor pode revelar uma pista. Em Inferno em Lisboa tudo acontece de forma rápida, parecendo uma típica leitura de Verão, que não cansa mas que consegue entreter e ficar na memória do leitor. 

Nesta criação envolta em suspense sobre o desaparecimento da conhecida jornalista aparentemente existem suspeitos óbvios mas com o desenrolar da histórias outras figuras vão surgindo para baralhar o previamente definido onde nem mesmo o inspetor principal do caso é envolvido num circulo criativo que pode gerar alguma controvérsia quando acontece na vida real. 

15
Dez17

Vencedores dos convites duplos para O Último Dia de um Condenado [16 e 17.12.2017]


O Informador

o ultimo dia de um condenado.jpg

Virgílio Castelo está de regresso aos palcos com o monólogo O Último Dia de Um Condenado, em cena no Teatro Armando Cortez, sendo este espetáculo uma das novas apostas da Yellow Star Company para os próximos tempos pela sala lisboeta.

Comemorando os 150 anos da Abolição da Pena de Morte em Portugal (1867-2017) esta produção conta com setenta minutos de duração onde o texto de Victor Hugo é excelente interpretado pelo ator português que foi encenado por Paulo Sousa Costa. De Quinta a Sábados pelas 21h30 e aos Domingos pelas 18h00, O Último Dia de Um Condenado está bom e recomenda-se e é por isso que estiveram convites duplos em sorteio junto dos visitantes do blog.

Segue a lista dos vencedores para as sessões de Sábado à noite e Domingo à tarde, respetivamente, que foram selecionados através do sistema random.org. Maria Helena Amaral, Renato Pernadas, Tiago Miranda e Ana Filipa Machado foram os vencedores dos convites para a sessão de Sábado, 15, pelas 21h30. Já Paula Carvalho, Sílvia Ferreiro, Rodrigo Lopes, Rita Penedo, Teresa Figueiredo e Maria João Marques ganharam os bilhetes destinados à sessão das 18h00 de Domingo, 16 de Dezembro.

14
Dez17

Atual leitura... Inferno em Lisboa [Flávio Capuleto]


O Informador

inferno em lisboa.jpg

A Cultura Editora nasceu este ano e tem dado cartas no mercado literário com lançamentos de obras de novos autores junto dos leitores e também apostando em nomes já conhecidos. É este o caso de Flávio Capuleto que lança assim o seu novo thriller através da Cultura Editora. Após No Calor dos Trópicos, em 2012, do sucesso Inferno no Vaticano, em 2014, Amar não é Pecado, em 2015, e Corrupção, em 2016, surge agora em 2017, Inferno em Lisboa.

O desaparecimento de uma conhecida jornalista com um pesado casamento serve como ponto de partida numa investigação onde o mistério se cruza com a verdade num enredo onde o crime acontece de várias formas perante o estuário do Tejo. 

13
Dez17

Vidas Finais [Riley Sager]


O Informador

vidas finais as sobreviventes.jpg

Autor: Riley Sager

Editora: Topseller

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Outubro de 2017

Páginas: 384

ISBN: 978-989-8869-30-2

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Para sobreviver a um assassino, é preciso ter um instinto assassino.

Há dez anos, Quincy Carpenter, uma estudante universitária, foi a única sobrevivente de uma terrível chacina numa cabana onde passava o fim de semana com amigos. A partir desse momento, começou a fazer parte de um grupo ao qual ninguém queria pertencer: as Últimas Vítimas. Desse grupo fazem também parte Lisa Milner, que perdeu nove amigas esfaqueadas na residência universitária onde vivia, e Samantha Boyd, que enfrentou um assassino no hotel onde trabalhava.

As três raparigas foram as únicas sobreviventes de três hediondos massacres e sempre se mantiveram afastadas, procurando superar os seus traumas. Mas, quando Lisa aparece morta na banheira de sua casa, Samantha procura Quincy e força-a a reviver o passado, que até ali permanecera recalcado.

Quincy percebe, então, que se quiser saber o verdadeiro motivo por que Samantha a procurou e, ao mesmo tempo, afastar a polícia e os jornalistas que não a deixam em paz, terá de se lembrar do que aconteceu na cabana, naquela noite traumática.

Mas recuperar a memória pode revelar muito mais do que ela gostaria.

 

Opinião: Nada melhor que iniciar a leitura de um thriller pelo início de tudo, pelo momento que deu origem ao presente, e é assim que Riley Sager mostra como a vida de Quincy se alterou no fim-de-semana que passou com os amigos no Chalé dos Pinheiros. 

Recorrendo ao passado onde um narrador ausente relata os acontecimentos que deram origem a tudo, desde a chegada dos jovens estudantes ao local do crime até que as descrições e as memórias de Quincy vão tendo lugar com o decorrer do tempo presente onde se vê confrontada com o aparecimento de Sam, uma Última Vítima que num outro local também conseguiu sobreviver a um massacre quantitativo. Quincy, Sam e Lisa são as sobreviventes de distintos massacres mas com histórias semelhantes e é com a morte de Lisa, que aparece sem vida na banheira de sua casa, que Sam procura pela primeira vez Quincy, para que juntas se apoiem sobre o mal que lhes aconteceu e que sempre continua a atormentar a vida de cada pessoa que passa pelo mesmo tipo de traumas.

Hoje no presente o que terá Sam para dar a Quincy após a morte de Lisa? E Quincy como terá recuperado a sua vida, onde o passado dramático parece ter sido esquecido e limpo da mente logo após o momento dos incidentes? Vidas Finais: As Sobreviventes é daquelas histórias brilhantemente conduzidas entre o passado e o presente, onde o leitor vai percebendo tudo o que aconteceu anteriormente ao mesmo tempo que acompanha a verdade dos dias que correm, aliando-se assim os dois fios condutores de uma história comum que não era possível existir uma sem a outra, porque o presente de cada um depende sempre das escolhas e vivências do passado. 

11
Dez17

Convites duplos para O Último Dia de um Condenado [16/17.12.2017]


O Informador

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Comemorando os 150 anos da Abolição da Pena de Morte em Portugal (1867-2017), Virgílio Castelo sobe ao palco do Teatro Armando Cortez de Quinta a Sábado pelas 21h30 e aos Domingo às 18h00 com O Último Dia de Um Condenado, um texto de Victor Hugo excelentemente interpretado pelo ator português.

A produtora Yellow Star Company arrisca assim junto do público com o seu primeiro monólogo, encenado por Paulo Sousa Costa e a meu ver a aposta não podia correr melhor.

Para que todos tenham a hipótese de ver e apreciar um bom texto interpretado por um dos melhores atores portugueses, eis que estão em jogo dez convites duplos para as sessões dos dias 16, Sábado, pelas 21h30, e 17, Domingo, pelas 18h00. Ou seja, para vos presentear este Natal ofereceremos para o mesmo fim-de-semana vinte bilhetes duplos para poderem ver O Último Dia de Um Condenado.

09
Dez17

O Último Dia de Um Condenado [Yellow Star Company]


O Informador

o ultimo dia de um condenado.jpg

A comemoração dos 150 anos sobre a Abolição da Pena de Morte em Portugal (1867-2017) são comemorados por Virgílio Castelo através do seu regresso aos palcos com O Último Dia de Um Condenado, um monólogo adaptado da obra de Victor Hugo, autor das reconhecidas obras literárias Os Miseráveis e O Corcunda de Notre-Dame.

Em cena no Teatro Armando Cortez, em Lisboa, sob produção da Yellow Star Company e encenação de Paulo Sousa Costa, Virgílio Castelo surpreende ao longo de setenta minutos a solo com um texto pesado e uma história que foi bem real para muitos que sofreram e foram condenados à morte. Primeiramente e sabendo que iria assistir a um monólogo fiquei um pouco reticente sobre o tempo de duração do espetáculo e também devido ao tema, sendo teoricamente uma união que poderia não correr bem, mas felizmente fiquei surpreendido, estando este espetáculo tão bem trabalhado e explorado que o tempo passa junto do público como para as várias personagens que o ator vai dando vida em palco. Os minutos passam num ápice como os dias, semanas e meses que um condenado vai vendo seguirem o seu caminho em espera que o seu fatídico dia chegue para que tudo termine num ato repugnante de pena capital. 

Virgílio Castelo prova em palco o seu estatuto enquanto um dos melhores atores, recorrendo a diversas técnicas para alterar o percurso da sua personagem enquanto prisioneiro a aguardar uma sentença ao mesmo tempo que vai convivendo com guardas, juízes e familiares ao longo do seu caminho pelo corredor da morte. A sociedade do século XIX torna-se alvo de críticas de um homem com um castigo penal às costas e que levanta várias questões éticas e morais para com os atos de quem o condena e que vai enfrentando ao longo dos seus últimos tempos de vida. 

Esta adaptação foi preparada num crescendo, onde um condenado mostra primeiramente os seus primeiros momentos dentro de quatro paredes até que o tempo vai passando, a noção do que está acontecendo aparece, o sofrimento provoca o cansaço e a saudade cada vez mais forte da sua vida, da sua família e de tudo o que tem fora da prisão que serve como o último resguardo para um fim anunciado antecipadamente. O Último Dia de Um Condenado pode muito bem ser descrito como um monólogo onde a ação possível se vai aproximando do público que começa a sentir preocupação para com o que se seguirá após os vários pontos fulcrais e de mudança de um homem sem qualquer possibilidade de recuo. 

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