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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

09
Dez17

O Último Dia de Um Condenado [Yellow Star Company]


O Informador

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A comemoração dos 150 anos sobre a Abolição da Pena de Morte em Portugal (1867-2017) são comemorados por Virgílio Castelo através do seu regresso aos palcos com O Último Dia de Um Condenado, um monólogo adaptado da obra de Victor Hugo, autor das reconhecidas obras literárias Os Miseráveis e O Corcunda de Notre-Dame.

Em cena no Teatro Armando Cortez, em Lisboa, sob produção da Yellow Star Company e encenação de Paulo Sousa Costa, Virgílio Castelo surpreende ao longo de setenta minutos a solo com um texto pesado e uma história que foi bem real para muitos que sofreram e foram condenados à morte. Primeiramente e sabendo que iria assistir a um monólogo fiquei um pouco reticente sobre o tempo de duração do espetáculo e também devido ao tema, sendo teoricamente uma união que poderia não correr bem, mas felizmente fiquei surpreendido, estando este espetáculo tão bem trabalhado e explorado que o tempo passa junto do público como para as várias personagens que o ator vai dando vida em palco. Os minutos passam num ápice como os dias, semanas e meses que um condenado vai vendo seguirem o seu caminho em espera que o seu fatídico dia chegue para que tudo termine num ato repugnante de pena capital. 

Virgílio Castelo prova em palco o seu estatuto enquanto um dos melhores atores, recorrendo a diversas técnicas para alterar o percurso da sua personagem enquanto prisioneiro a aguardar uma sentença ao mesmo tempo que vai convivendo com guardas, juízes e familiares ao longo do seu caminho pelo corredor da morte. A sociedade do século XIX torna-se alvo de críticas de um homem com um castigo penal às costas e que levanta várias questões éticas e morais para com os atos de quem o condena e que vai enfrentando ao longo dos seus últimos tempos de vida. 

Esta adaptação foi preparada num crescendo, onde um condenado mostra primeiramente os seus primeiros momentos dentro de quatro paredes até que o tempo vai passando, a noção do que está acontecendo aparece, o sofrimento provoca o cansaço e a saudade cada vez mais forte da sua vida, da sua família e de tudo o que tem fora da prisão que serve como o último resguardo para um fim anunciado antecipadamente. O Último Dia de Um Condenado pode muito bem ser descrito como um monólogo onde a ação possível se vai aproximando do público que começa a sentir preocupação para com o que se seguirá após os vários pontos fulcrais e de mudança de um homem sem qualquer possibilidade de recuo. 

01
Dez17

Um Mais Um [Jojo Moyes]


O Informador

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Autor: Jojo Moyes

Editora: Porto Editora

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Setembro de 2017

Páginas: 424

ISBN: 978-972-0-03002-3

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Uma mãe por conta própria

Jess Thomas faz o seu melhor, dia após dia. É difícil lutar sozinha.

E, por vezes, assume riscos que não devia. Apenas porque tem de ser…

 

Uma família caótica

Tanzie, a filha de Jess, é uma criança dotada e brilhante a lidar com números, mas sem apoio nunca terá oportunidade de se revelar.

Nicky, enteado de Jess, é um adolescente reservado, que não consegue sozinho fazer frente às perseguições de que é alvo na escola.

Por vezes, Jess sente que os filhos se estão a afundar…

 

Um desconhecido atraente

Ed Nicholls entra nas suas vidas. Ele é um homem com um passado complicado que foge desesperado de um futuro incerto. Ed sabe o que é a solidão. E quer ajudá-los…

 

Uma história de amor inesperada

Um mais um - A fórmula da felicidade é um romance cativante e original sobre duas pessoas que se encontram em circunstâncias difíceis.

 

Opinião: Um Mais Um é daqueles romances que acabam por não surpreender na generalidade da história que vai sendo contada, no entanto é uma narrativa que me acabou por conquistar desde o início pela simplicidade e verdade dos factos que vão sendo contados. 

Neste romance onde a busca da felicidade escondida acontece Jojo Moyes consegue provocar um misto de emoções junto do leitor que começa por acompanhar a vida de Jess e dos seus dois filhos, Tanzie e Nicky, numa vida solitária e de luta diária onde um adulto faz de tudo para nada faltar junto dos mais novos que estão ao seu cuidado. Uma luta diária onde as contas estão para pagar, a comida é necessária pela mesa onde a tristeza não pode ser mostrada para que nada influencie a vida familiar. As dificuldades rotineiras de Jess, os problemas de bullying para com Nicky junto dos outros miúdos na escola e as contas exatas de Tanzie revelam uma família que facilmente conquista o leitor logo na fase inicial de perceção da história e é ai que Jojo Moyes mostra que tem a fórmula certa para nos prender desde o primeiro instante a Um Mais Um.

Contando a história primeiramente entre as vidas comuns de Jess, Tanzie e Nicky e acrescentando depois e para fazer contrassenso o milionário Ed Nicholls, a autora vai mostrando o passado destas quatro figuras até ao momento em que se encontram para uma viagem inesperada e recheada de tantos contratempos que os dias parecem anos e esse tempo consegue ser tão bem descrito com o que vai acontecendo que consegui chegar ao final a pensar que tudo tinha acontecido ao longo de semanas, quando grande parte da ação não durou sequer uns ligeiros dias. Jojo é uma excelente contadora de histórias e isso está bem provado em Um Mais Um onde em algum momento o leitor fica cansado da informação que está a receber. Tudo nesta criação parece tão real e faz sentido, desde o abandono de Jess por parte do marido que a deixou com uma filha do casal nos braços e a criar ainda um filho que não é seu, deixado pelo marido aos seus cuidados e provando que a família não se faz só de sangue mas sim dos afetos. Depois a mudança que Ed vai vendo acontecer ao lado desta família que não está dentro das normas que a sociedade dita como normais. A conturbada viagem para alcançar um sonho, a descoberta e aproximação com o passado, os receios, os medos e as questões que vão sendo colocadas por cada personagem são fulcrais junto do leitor que vai ficando preso aos desenvolvimentos que estão por acontecer, tendo chegado a pensar que talvez a união pudesse mesmo terminar num contra-tempo. 

A base é simples, fácil de perceber o final, embora se possa hesitar em alguns momentos que os caminhos não seguirão o trajeto desejado, mas a forma como esta narrativa está embrulhada cativa e conquista de tal modo que nem os limites onde Jess vive, os receios de Nicky, os estudos matemáticos de Tanzie e os problemas judiciais de Ed deixam de fazer sentido. Juntos numa viagem onde as experiências de vida distantes, poderes económicos dispares e uma adrenalina recheada de preconceitos que se aliam ao conhecimento do outro fazem a diferença e mantém a curiosidade sobre como o que começa em tempestade conseguirá terminar em beleza, mesmo quando nada segue o caminho da pacificação.

22
Nov17

Enigma [ByFurcação]


O Informador

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A ByFurcação Teatro tem, ao longo dos últimos anos, apostado em espetáculos de teatro imersivo, mas desta vez surge Enigma, onde o público é convidado também a entrar num jogo ao mesmo tempo que vai assistindo ao espetáculo mostrado na Quinta Nova da Assunção, em Belas. 

Fazendo a reserva para uma das sessões que se realizam de 17 de Novembro de 2017 a 24 de Fevereiro de 2018, todas as Sextas-feiras e Sábados, pelas 21h30, o público é convidado a responder a um questionário que ajudará a equipa de produção a decidir os caminhos com que irá guiar essa pessoa a partir do momento em que entra neste desafio onde existirá sempre um vencedor por sessão que passará diretamente para a grande final onde vários prémios estarão à espera do mais perspicaz. Feita a reserva e o pagamento, eis que a entrada em Enigma aproxima-se. Todos são convidados a colocar uma capa de distinção para ser possível entrar em cena e a partir dai começa o jogo. Silêncio é necessário a partir de então porque nada pode escapar a cada grupo de cinco elementos que serão distribuídos aleatoriamente. Cada grupo terá percalços logo à partida consigo já que cada um dos elementos terá uma dificuldade acrescida ao longo do percurso. Com incapacidades alheadas aos sentidos, que não vos quero contar para não cortar o momento de quando entrarem neste Enigma, só vos posso dizer que a entre-ajuda entre equipa é fundamental para se chegar longe neste espetáculo de teatro imersivo que se complementa com um jogo. De sala em sala, assistindo a vários momentos representativos, o espetador é convidado a contemplar cada personagem tal e qual como lhe aparece pela frente, tendo de existir concentração, de uns mais que de outros, para se tentar tirar algo do que é referido para que mais à frente cada palavra, cada momento, possa ajudar a decifrar um código para que se consiga triunfar numa batalha que começa com união e acaba de forma individual de sessão para sessão. 

Estive no primeiro dia de Enigma, numa sessão experimental, para que depois o público possa encontrar esta produção já bem definida e digo-vos que tive uma experiência que não esperava. Andei uma hora a ver navios a passar, fazendo uso do olfato, da memória e da audição para conseguir caminhar ao lado de quatro pessoas que não conhecia e sobre as quais fiquei sem saber quem eram, mesmo andando cerca de hora e meia lado a lado com estes elementos que fizeram toda a sessão comigo. Este é um espetáculo onde todos são convidados a ficarem defraudados de um elemento a que estão habituados no seu dia-a-dia e é esse facto que faz de Enigma um espetáculo diferente, embora não aceite por todos. Pode tornar-se complicado quem assistir como eu a este espetáculo sem conseguir ter acesso ao que os outros têm. Pois, para os mais distraídos, andei vendado durante todo o percurso da peça, não fiz qualquer tipo de batota e consegui levar o jogo em diante. Se um está vendado, os outros ficarão também sem um dos elementos sensitivos a que estão habituados. Preparem-se, porque neste Enigma nem tudo é fácil, acreditem! Vale pela experiência de que gostei, mas percebo que é complicado pagar um bilhete para andar de olhos vendados e ter de usar todos os outros sentidos para chegar a algum lado, não conseguindo ajudar a equipa em todos os momentos e na decifração de algumas provas. É um facto que percebi um pouco as dificuldades de uma pessoa invisual, mas não vejo que a maioria das pessoas entenda esta experiência como eu, embora saiba que a produção após esta experiência com público convidado irá rever a situação para que ninguém se sinta deixado para trás e sem as mesmas capacidades em termos de jogo que os restantes.  

Vale a pena entrar e enfrentar este Enigma, para mais para quem pensar que estão prémios também em jogo após uma experiência de teatro imersivo diferente. Todos os participantes terão direito a prémios de parceiros da ByFurcação, variando esses prémios entre experiências de SPA, jantares em alguns restaurantes e estadias em pousadas e hotéis, tal como vários descontos. Apesar disso poderão existir outras surpresas em cada sessão, sendo que os apurados para a final, onde existirá um jantar para se encontrar o verdadeiro segredo deste Enigma, habilitam-se a ganhar um prémio que poderá atingir valores entre os 666€ e os 3333€. Um pouco aliciante, não é?

15
Nov17

Lustrum [Robert Harris]


O Informador

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Autor: Robert Harris

Editora: Editorial Presença

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Julho de 2011

Páginas: 448

ISBN: 978-972-23-6044-9

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Lustrum é o segundo volume da soberba trilogia sobre a vida de Cícero, o político e orador brilhante que viveu durante um dos períodos mais conturbados da história de Roma. 

Corre o ano de 63 a. C. e Cícero acaba de ser eleito cônsul, mas muitos são aqueles que cobiçam o poder - César, o seu rival implacável; Pompeu, o general mais importante da república; Crasso, o homem mais rico; Catão, um político fanático; Clódia, um playboy movido pela ambição; e Catilina, um psicopata que conspira contra Cícero e contra a própria república de Roma. O narrador é Tirão, secretário pessoal de Cícero ao longo de quase quatro décadas, e é através do seu olhar astuto que entramos nos meandros políticos da Roma Antiga, na finíssima e labiríntica teia de traições, intrigas, sedução e crueldade que a envolve. 

Com uma fundamentação histórica irrepreensível e um virtuosismo literário exuberante, Lustrum evoca a Roma de Cícero com uma vivacidade raramente conseguida.

 

Opinião: Lustrum é o segundo volume da trilogia sobre a vida de Cícero na sociedade romana e se a leitura de Imperium foi ganhando alento ao longo de cada etapa que ia sendo descrita pelo fiel escravo e amigo Tirão, com esta continuação o gosto pela vida do herói romano ganhou outro destaque. 

Em Lustrum o leitor é convidado a conhecer um Cícero numa nova fase da sua vida. Após o grande e excelente desempenho como orador, a ascensão política vai acontecendo até à conquista do Senado onde triunfou graças aos certeiros discursos onde conseguiu levar as votações para o lado que bem entendia, conseguindo com o seu método de persuasão através das palavras encaminhar quem seguia os seus ideais e quem também andava indeciso entre o caminho a seguir. Cícero conquistou multidões, enfrentou nomes bem sonantes de Roma, como é o caso de Catilina que foi um dos primeiros derrotados numa história real. Caminhando entre armadilhas e amaldiçoado por quem queria o seu lugar, Cícero é descrito nesta narrativa como um dos heróis de todos os tempos, um dos responsáveis por algumas mudanças políticas que o Mundo foi conhecendo ao longo dos tempos. 

Se numa primeira fase de Lustrum conhecemos o grande e todo poderoso Cícero que a maioria quer seguir, aos poucos o poder transforma as suas ideias e é ai que alguns dos que lhe são próximos conseguem virar o jogo, tendo o leitor a visão do tirano que este homem se transformou ao longo dos anos de poder. Robert Harris, o autor, sempre mostra um Cícero herói e mesmo quando o trajeto deste líder começa a entrar numa fase menos boa e descente, o leitor é convidado a continuar a ter uma noção de um Cícero frágil mas graças à capacidade de influência do autor não consegui ter qualquer pensamento menos bom sobre os atores deste romano em algum momento ao longo da leitura. Cícero pode ter feito muita coisa boa mas também conseguiu trilhar socialmente maus caminhos, tendo seguido um rumo de ditador para com os seus opositores onde a maldade aliada ao poder mostraram um ser sem escrúpulos que em Lustrum é bem embrulhado por Harris a favor da imagem de um herói. Do grande orador, ao grande cônsul e até chegar à queda correram poucos anos porque Júlio César, Pompeu e Crasso não se deixaram abater por este líder que tudo teve para tudo perder. 

12
Nov17

O Rio de Esmeralda [José Rodrigues]


O Informador

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Autor: José Rodrigues

Editora: Coolbooks

Edição: 2ª Edição

Lançamento: Agosto de 2017

Páginas: 250

ISBN: 978-989-766-138-9

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: «O tempo não apaga tudo, sobretudo quando no tudo está incluído um grande amor.»

Esmeralda e António viveram, em jovens, um amor profundo, bruscamente interrompido quando Esmeralda se vê forçada a abandonar a aldeia onde ambos viviam. Os jovens prosseguiram, entretanto, as suas vidas, felizes com o que o destino lhes proporcionou.

Quando ambos estão já na idade madura, a inauguração de um empreendimento turístico na aldeia é o pretexto ideal para o reencontro há muito desejado. Sentimentos há muito esquecidos voltam à superfície, mais fortes do que nunca, e o que antes era desvio parece ser agora o melhor dos caminhos. Entre a doçura da memória e a realidade do presente, a escolha nem sempre é linear…

 

Opinião: O Rio de Esmeralda é logo à partida daqueles romances que com a sua descrição simples e suave consegue atingir a perspicácia junto do leitor para que este siga em frente na descoberta de duas vidas que cresceram juntas mas que o destino separou. 

Boa e rápida explicação de um passado livre, ligado à família e que leva a mudanças que fizeram Esmeralda, a protagonista, alterar o rumo de vida que a levou até ao atual presente, longe da terra que a viu nascer e sem as suas raízes consigo. No presente vive da recordação de um passado, olhando e recuando no tempo onde a atualidade a transporta para memórias de outros tempos, através de parecenças, cheiros, expressões, nomes... No final de contas o passado nunca ficou para trás e arrumado, permanecendo no dia a dia de Esmeralda, em família, no trabalho e com os amigos da cidade que foi conhecendo com o tempo e após ter colocado um ponto que no final de contas não foi final para com a sua vida de menina crescida na aldeia. As pessoas do passado num local onde não quis mais voltar quando se viu sozinha no Mundo desapareceram da sua vista mas continuaram a marcar presença no pensamento que coabita com a solidez do presente. 

Mostrando um passado longínquo e bem real, a história de Esmeralda cruza-se com a de António logo à nascença e daí em diante as duas crianças da aldeia não mais se largaram durante os primeiros vinte anos de cada um. Aos quarenta existirá espaço para se voltar atrás e remendar o que ficou por resolver?

08
Nov17

Vitória & Abdul


O Informador

vitória e abdul

Inspirado nos últimos anos da Rainha Vitória nasceu o filme Vitória & Abdul onde o surgimento de uma improvável amizade entre a soberana de Inglaterra e um jovem proveniente da Índia ganha uma dimensão inesperada que enfrenta a própria casa real ao longo dos últimos anos de vida de Vitória. 

Abdul é o escolhido para representar o seu país e presentear assim a Rainha com um símbolo do seu povo, mas a sua ação rapidamente chama a atenção de sua majestade que manda chamar este jovem para que continue a prestar-lhe serviços como seu empregado, o que não cai bem junto dos empregados que sempre serviram Vitória. Aos poucos Abdul vai ganhando espaço na vida da sua senhora a quem serve e sobre a qual vai começando a ensinar os seus costumes e hábitos, criando-se uma relação de amizade e proximidade que não é bem vista por quem circula pelos corredores da casa real. 

Uma relação de amizade e carinho entre a Rainha Vitória e Abdul que aconteceu de facto e que foi passada assim para a grande tela através da excelente representação de Judi Dench e Ali Fazal que dão vida a estas duas personagens históricas que se uniram para durante um curto período de tempo se cuidarem de forma mútua, num envolvimento que psicologicamente terá atingido muito mais que a amizade mas que pelos relatos escritos deixados por Abdul, relatos esses que ajudaram a dar origem a este filme, não passou de puro carinho, respeito e vontade de cuidar sempre de uma senhora que se apaixonou de certa forma pelo muçulmano que a voltou a fazer feliz nos seus últimos anos de vida, após um grande período de ausência, solidão e obrigações a cumprir.

Uma história emotiva, talvez ainda mais por se saber que aconteceu e embora partes que são mostradas tenham muito de ficção, a realidade marca presença e mostra como a vida de Vitória nem sempre foi fácil, tendo de enfrentar inimigos fora de portas e várias vezes quem vivia mesmo consigo e não aceitava as suas decisões pessoais para com a sua própria vida e com a do reino. 

Um drama com toques de comédia que vale a pena ver, mesmo para quem não acompanha a História de Reis e Rainhas de outrora. 

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