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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

16
Jan18

Tontura? Não, foi um Sismo!


O Informador

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Falemos do sismo que na passada Segunda-feira, 15 de Janeiro, teve o seu epicentro em Arraiolos, no Alentejo, e que eu, em Alenquer senti. Sentir, sentir não posso dizer porque o que aconteceu foi que achei que naquele momento estava a ter uma tontura!

Encontrava-me a trabalhar, sentado à secretária, a ler um contrato em papel, com a concentração colocada no tampo da mesa onde se encontravam as folhas e no momento em que olho em frente, para o ecrã do computador, algo aconteceu. Pensei naquele momento que ao ter elevado a cabeça de forma rápida que pudesse ter tido uma tontura, ficando com alguma dúvida sobre o que se tinha passado. Duvidei sobre a minha perspetiva do que tinha acontecido por um momento repentino mas fiquei-me porque estava bem. Logo a seguir ouço alguém a perguntar numa das salas do lado, «sentiram»? Foi ai que percebi que a minha mente parva não tinha sofrido qualquer abanão solitário, já que milhares de pessoas sentiram o mesmo pelo país, com menor ou maior intensidade que eu. 

15
Jan18

Meteoro nos Sonhos


O Informador

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Sonho muito pouco, pelo menos é muito raro lembrar-me de qualquer sonho ou pesadelo que tenha, mas esta semana sofri uma aventura noturna que ao acordar recordei e até me ri. Na verdade o que sonhei podia e devia ser descrito como um pesadelo, mas não o senti como tal. 

O que recordo assim de concreto vou passar a enumerar como se estivesse a assistir a toda a situação porque existiram momentos em que as imagens surgiram como se estivesse como espetador dos acontecimentos.

Duas pessoas seguem num carro numa estrada junto ao mar, a noite já se instalou e além da conversa que parece seguir divertida, a rádio ajuda a fazer companhia. De repente, sem nada que fizesse prever, no horizonte começa a surgir uma luz bastante viva, luz essa que se move, a grande velocidade. O carro continua a andar, ficam atentos ao que se aproxima do planeta terra e do nada, em meros segundos, aquela luz que afinal é um meteoro está literalmente em cima do carro, passa e embate de imediato no solo que se revolta, criando uma cratera que estremece tudo o que está à sua volta, o veículo é atirado para o mar com o levantar dos terrenos que ficam num estado de destruição autêntico.

14
Jan18

Racismo da H&M


O Informador

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As grandes marcas mundiais possuem grandes e boas equipas a trabalhar para que nada falhe, no entanto por vezes surgem fatores que sempre escapam e que a sociedade não perdoam, bastando que alguém se sinta melindrado com determinada situação para que seja necessário voltar atrás num trabalho de meses para não ferir suscetibilidades.

Há dias surgiu no site e na aplicação da conhecida marca H&M uma imagem publicitária de um menino negro que veste uma camisola com a mensagem «o macaco mais fixe da selva» e a partir daí a polémica instalou-se com a revolta nas redes sociais, acusando a marca de racismo. A par desta imagem, uma outra foi colocada pela mesma coleção onde um menino branco veste uma camisola onde se pode ler «especialista em sobrevivência». Se a primeira não caiu bem, quando colocada lado-a-lado com a segunda, só levou a que a situação piorasse.

Muitos foram os comentários reacionários que se fizeram desde logo sentir, com pessoas a rejeitarem um regresso às conhecidas lojas da marca, tendo já vários famosos também comentado estas imagens publicitárias como vindo de uma empresa com atitudes menos boas, cheias de insensibilidade, perante o consumidor e a sociedade em que vivemos. 

A indignação perante este anúncio publicitário foi tanta que a marca já tornou público um pedido de desculpas, admitindo o erro, tendo cancelado e retirado as imagens dos seus meios publicitários e lojas online para que a revolta instalada passe rapidamente. 

Não quero desculpar a marca por este ato, no entanto olho para estas reações também como um ato extremista da sociedade. Sim, comparando as duas camisolas e com crianças de cor de pele diferentes a darem a sua cara pelas mesmas, foi uma má opção, mas aconteceu, não querendo acreditar que tenha sido um ato propositado o da criança negra ter calhado com a camisola que poderia suscitar mais suscetibilidade, porque se lhe tivessem vestido a outra, falando da sobrevivência, tenho quase a certeza que a polémica estaria instalada também.

Ou seja, neste caso o que me parece é que tanto num caso como em outro, quem optou por comentar de forma negativa este erro da H&M mostrou que jamais vestia aos seus filhos uma camisola com aquelas frases, porque se analisarmos bem estão ambas no mesmo patamar, somente uma foi lançada com a imagem de um menino negro e a outra com um menino branco, mas não vejo grandes diferenças nas duas frases, estando ambas com capacidades para provocar a discórdia, em modos não tão distintos assim. 

13
Jan18

Ser escuteiro... Não compreendo!


O Informador

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A questão de ver miúdos escuteiros por ai ao frio e a percorrerem quilómetros de estrada ao escuro, com lanternas na cabeça e sem estarem acompanhados por adultos é daqueles temas que nunca vou compreender e com o qual me debato sobre quem me vier dizer que os seus filhos andam nos escuteiros e que os pais ficam descansados quando as suas crias ficam noites fora de casa ou dias onde não sabem o seu paradeiro e o que andam a fazer. Desculpem-me a sinceridade, mas estas provas de aptidão para mim não colam e não as consigo aceitar!

Há dias voltei a cruzar-me com quatro miúdos, com idades entre os dez e os treze, não mais que isso, quando já era noite cerrada. Os quatro de coletes florescentes colocados, três deles com lanterna na cabeça e cada qual com o seu «cajado» de guerra. Pelo menos quatro quilómetros aqueles pré adolescentes iam fazer para chegarem a nova pista junto de uma pessoa mais velha e que no lugar de estar sentada em espera que grupo a grupo fosse chegando deveria sim andar a acompanhar no sentido de ser responsável pelos elementos mais novos que colocam a andar por ai, vagueando com um sentido que só os mentores percebem e que nunca vou entender. Conheço jovens que se iniciaram nos escuteiros em criança e que hoje são lideres de grupo e adoram, defendendo estas atividades, as noites frias passadas fora de casa, em tendas partilhadas e onde por vezes cada qual tem de se desenrascar com a sua própria alimentação e comodidades ao longo de estadias de horas em que assentam arraiais após caminhadas de longa distância para voltarem a acordar e ter um novo caminho pela frente. Os miúdos gostam, ok, mas será que não deviam existir cuidados redobrados com estes jovens grupos que circulam em estradas sem iluminação e onde os acidentes acontecem, para mais quando a circulação não é feita em fila pela berma da estrada, mas sim ao lado uns dos outros. Sei que as regras ditam todas as leis de proteção na estrada, mas essas mesmas regras não são cumpridas quando se é mais novo e se pensa em brincar e aproveitar o momento de caminhada para colocar a conversa com os amigos em dia. 

12
Jan18

Curtas e Diretas | 112 | Regresso informático


O Informador

Após uma pausa informática por casa, já que no trabalho sou obrigado a trabalhar com computadores todo o dia, eis que hoje o meu portátil voltou à base e em excelentes condições! Só tenho a agradecer a quem o arranjou e o deixou ao mesmo tempo como novo. Posso dizer que regressou recuperado por fora e limpo por dentro!

12
Jan18

Deus Não Mora em Havana | Yasmina Khadra


O Informador

deus não mora em havana.jpg

Autor: Yasmina Khadra

Editora: Editorial Bizâncio

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Fevereiro de 2017

Páginas: 256

ISBN: 978-972-53-0586-7

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: No momento em que o regime castrista perde o alento, «Don Fuego» continua a cantar nos cabarés de Havana. Outrora, a sua voz electrizava as multidões. Agora, os tempos mudaram e o rei da rumba tem de ceder o seu lugar. Entregue a si próprio, conhece Mayensi, uma jovem «ruiva e radiosa como uma chama», pela qual se apaixona perdidamente. Mas o mistério que cerca essa beldade fascinante ameaça o seu improvável idílio.

Cântico dedicado aos fabulosos destinos contrariados pela sorte, Deus não Mora em Havana é também uma viagem ao país de todos os paradoxos e de todos os sonhos.

Aliando a mestria e o fôlego de um Steinbeck contemporâneo, Yasmina Khadra conduz uma reflexão nostálgica sobre a juventude perdida, incessantemente contrabalançada pelo júbilo de cantar, de dançar e de acreditar em amanhãs felizes.

 

Opinião: Yasmina Khadra convida o leitor, como o próprio título da obra indica, a viajar até Havana para conhecer Don Fuego, um otimista artista que aos sessenta anos enche salas de espetáculos com público que surge de todos os cantos do Mundo. Só que nem tudo é controlado na vida de todos nós e de um momento para o outro o cantor que já teve Fidel, Leonid Brejnev e Pérez Pardo pela sua plateia percebe que uma mudança súbita na liderança do cabaret onde brilha todas as noites irá alterar o seu percurso profissional e consequentemente a sua vida pessoal. 

Começou assim o meu conhecimento enquanto leitor para com a vida de Juan del Monte Jonava, Don Fuego, uma personagem rica e verdadeira para com os seus sentimentos no tempo do regime de Fidel Castro. A música e os sonhos do cantor em união com a força de um povo onde a família e os valores são tornados como base importante para a sociedade acabam por ser a base desta história onde rapidamente consegui perceber que estava perante um bom romance. 

Com a vida do avesso mas sem perder a verdadeira esperança de começar de novo, Don Fuego consegue mesmo assim olhar para quem se encontra em pior situação e é assim que se cruza com Mayensi, uma jovem que o conquista facilmente pela sua beleza e forma de trato. O tempo vai passando, a situação profissional vai sofrendo os seus altos e baixos e a jovem descoberta continua sob a sua alçada, redescobrindo o nosso herói o amor onde o companheirismo e a cumplicidade são descobertos ao mesmo tempo que se vai procurando reencontrar um lugar social que foi perdido de um momento para o outro. Mas quem será Mayensi, que misteriosamente aparece para mexer com a vida de Juan, e que não me inspira grande confiança logo de início?

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