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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Atual leitura... Em Fuga

Um policial? Um romance? um thriller? Afinal em que categoria se encaixará a mais recente obra de Peter May onde os sonhos de adolescente podem dar origem a confrontos pessoais que se entrelaçam por amizades, omissões e segredos? A premissa de que «o passado vai persegui-los» dá o mote para o livro que será a minha atual leitura pelos próximos dias. 

Alguém tem opinião acerca da obra de Peter May? 

O Livreiro de Paris

o livreiro de paris.jpg

Autor: Nina George

Lançamento: Fevereiro de 2017

Editora: Editorial Presença

Páginas: 328

ISBN: 978-972-23-5961-0

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Jean Perdu é proprietário de um negócio tão especial quanto extraordinário: a Farmácia Literária, uma livraria instalada num barco atracado no rio Sena, em Paris. Ao invés de vender medicamentos, receita livros como remédio para os males da alma. Porém, embora saiba aliviar a dor dos outros, não consegue atenuar a sua própria dor. O que Monsieur Perdu não sabe é que a descoberta de uma carta do seu passado está prestes a mudar-lhe o destino. Depois de a ler, Jean encontra-se numa encruzilhada: continuar uma existência sombria e dolorosa ou embarcar numa viagem ao Sul de França, até à Provença, ao encontro da reconciliação com o passado e da beleza da vida.

 

Opinião: Primeiramente o leitor começa por se apaixonar pelo mundo criado por Jean Perdu na sua embarcação transformada em livraria num porto do rio Sena, em Paris. Para quem gosta de livros logo a premissa consegue conquistar, só que depois com o passar de cada capítulo rapidamente percebemos que por detrás da dedicação de Perdu existe uma solidão causada por um acontecimento do passado e aí tudo se começa a transformar. 

Confesso que ao perceber que aquela embarcação iria sair do seu lugar para viajar em busca de uma verdade que o leitor já conhece não consegui aproveitar e saborear o momento, achando desnecessário o desapego ao local que sempre acolheu o médico literário que dá conselhos sobre que obra deve ser lida perante as circunstâncias de cada cliente. Engoli em seco, perdi um pouco de interesse e fiquei a naufragar na leitura, só que a dado momento e depois de pensar como a descrição de cada local visitado era feita de forma rápida sem revelar grandes pormenores, acontece o virar da história. De um momento para o outro tudo muda e se existem livros que podem não estar a conquistar mas que na reta final conseguem dar a volta a toda a situação, O Livreiro de Paris é um deles. 

Atual leitura... O Livreiro de Paris

Um lançamento das Grandes Narrativas da Editorial Presença é geralmente sempre um bom livro, isto segundo a opinião de quem passou os últimos anos de adolescente somente a ler obras lançadas nesta colecção e nada mais. Como era estranho e sem querer abrir horizontes, não é?

Neste momento já tenho em mãos a leitura de O Livreiro de Paris, da autoria de Nina George. Para quem gosta de ler como poderia deixar passar esta narrativa de lado quando o mundo das palavras está em destaque? Vamos lá ver o que me reserva esta obra que já conta com segunda edição.  

O Anjo da Morte

o anjo da morte.jpg

Autor: M. J. Arlidge

Lançamento: Fevereiro de 2017

Editora: TopSeller

Páginas: 336

ISBN: 978-989-8855-43-5

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Helen Grace, até aqui considerada a melhor detetive do país, é acusada de homicídio e aguarda julgamento na prisão de Holloway. Odiada pelas restantes prisioneiras e maltratada pelos guardas, Helen tem de enfrentar sozinha este pesadelo. Tudo o que deseja é conseguir provar a sua inocência. Mas, quando um corpo aparece diligentemente mutilado numa cela fechada, essa revela ser, afinal, a menor das suas preocupações.

Os macabros crimes sucedem-se em Holloway e o perigo espreita em cada cela ou corredor sombrio. Helen não pode fugir nem esconder-se por atrás do distintivo. Precisa agora de ser rápida a encontrar o implacável serial killer? se não quiser tornar-se a sua próxima vítima.

 

Opinião: Ao longo dos últimos tempos tenho-me deixado conquistar por autores que desconhecia e dentro do thriller então as surpresas têm sido várias. Agora e sem saber que O Anjo da Morte pertence a uma série com livros já publicados, peguei neste último lançamento de M. J. Arlidge e encontrei aqui um autor que não tem nada a esconder com a sua escrita e narrativas tão bem criadas que conseguem prender o leitor do início ao fim sem que se perceba quem na verdade possa ser o rosto que será descoberto perto do final para que tudo fique esclarecido e se possa seguir em frente. 

Atual leitura... O Anjo da Morte

2015 e 2016 foram os anos em que me comecei a viciar um pouco no thriller literário graças a obras como A Rapariga no Comboio, Deixei-te Ir e Numa Floresta Muito Escura. Em 2017 não quero deixar este estilo de lado e nada melhor que conhecer um nome internacional bem comentado e com obra feita. O Anjo da Morte é o mais recente lançamento, da autoria de M. J. Arlidge, que a TopSeller colocou no mercado nacional. Após Um, Dó, Li, Tá, À Morte Ninguém Escapa, A Casa de Bonecas, A Vingança Serve-se Quente e Na Boca do Lobo, que não conheço, eis que chega O Anjo da Morte que, só pelos primeiros e rápidos primeiros capítulos, já me está a conquistar. 

Sensibilidade e Bom Senso

sensibilidade e bom senso.jpg

Autor: Jane Austen

Lançamento: Março de 2017

Editora: Bertrand Editora

Páginas: 480

ISBN: 978-972-25-3352-2

Classificação: 5 em 5

 

Sinopse: Marianne e Elinor Dashwood, com 17 e 19 anos respetivamente, são irmãs, mas não podiam ser mais diferentes. Marianne é toda ela coração, sensibilidade e romantismo; Elinor é a encarnação da razão, do bom senso e da reserva. Por entre reveses e amores, cada uma delas será posta à prova e terá de encontrar um equilíbrio - entre a sensibilidade e o bom senso - que lhes permita ser felizes.

 

Opinião: Jane Austen é um nome incontornável da literatura mundial mas infelizmente ainda não conhecia a sua obra com experiência enquanto leitor. Agora e para iniciar a opinião acerca de Sensibilidade e Bom Senso poderei desde já dizer que este foi o primeiro romance que li de Austen mas não será o último com toda a certeza.

Pegando no início do século XIX e numa família com jovens com idade para assumirem as obrigações do casamento, eis que duas irmãs, bem distintas entre si, assumem o protagonismo deste romance excelentemente bem desenvolvido com uma simplicidade tão notória onde a fluídez da narrativa surge sem cansar em algum momento o leitor. Elinor, a irmã mais velha é apta para analisar os comportamentos dos outros, mantendo a calma e pensamendo de forma racional, ao contrário de Marianne que embora sensível, deixa-se facilmente levar pelas primeiras impressões o que nem sempre corre bem para quem acredita que tudo é perfeito. Se uma tem Bom Senso a outra tem a Sensibilidade à flor da pele e está aqui dado o ponto de partida para esta obra que transborda verdade nos factos que não passam de ficção a demonstrar a realidade de outros tempos mas que ainda hoje pode ser vista através de distintos contornos para com a sociedade dos tempos modernos. 

Dia Mundial da Poesia

Literatura, que vasto mundo de palavras que têm lugar no mundo dos livros, entre páginas recheadas de palavras corridas encontramos também a poesia, que não agrada à maioria dos leitores até se encontrar o momento ideal para nos deixarmos apaixonar por um verso mais audaz, um poema de amor ou uma quadra perfeita com que nos identificamos. Hoje, dia 21 de Março, assinala-se o Dia Mundial da Poesia e que tal todos colocarmos no pensamento que pelos próximos tempos teremos de ler uma obra poética?!

De Fernando Pessoa a Sophia de Mello Breyner, Portugal é um país de poetas eternos que fizeram suspirar no seu tempo e deixaram marcas que ainda hoje nos tocam e amanhã continuarão a ser relembrados como figuras maiores da literatura nacional. Há que agarrar nos poetas de todos os tempos e não os deixar esquecidos no tempo e pelas estantes dos livreiros. 

Vencedor de Io Appolloni – Biografia sem tabus

Irreverência, liberdade, frontalidade, energia e talento são algumas das características que marcaram a carreira de Io Appolloni, a atriz que nos seus tempos áureos pisou os grandes palcos nacionais, entregou-se ao mesmo tempo ao cinema e foi uma mulher de amores que nunca deixou nada por dizer. Hoje, mais calma e sempre frontal, Io vê o seu amigo Carlos Quintas, também ator, relatar sem tabus e de forma biográfica a sua vida onde nada é esquecido. Os amores, as traições, os segredos de bastidores e conflitos profissionais ao longo do tempo. Nada parece escapar em Io Appolloni - Biografia sem tabus, a obra lançada pela Guerra e Paz e cujo um exemplar teve em sorteio aqui pelo blog.

Atual leitura... Sensibilidade e Bom Senso

Assinalando o bicentenário da morte da escritora Jane Austen, a Bertrand Editora lança nova edição do seu primeiro romance, Sensibilidade e Bom Senso. Lançado em 1811, contando assim com mais de duzentos anos desde a primeira publicação, este é um livro intemporal e de referência graças à sua qualidade linguística que conjugada com o bom argumento, critica social e factos inseridos num contexto histórico cativam.

Conseguirão duas irmãs tão diferentes enfrentar os seus problemas enquanto adolescentes de forma a se ajudarem mutuamente?! Sensibilidade e Bom Senso é a minha atual leitura e embora já tenha recebido comentários de surpresa por me meter com Jane Austen, vamos lá ver como tudo correrá. 

Grandes Histórias de Amor

grandes histórias de amor.jpg

Autor: José Jorge Letria

Lançamento: Janeiro de 2017

Editora: Guerra e Paz

Páginas: 216

Classificação: 2 em 5

 

Sinopse: Incendeiam este livro histórias de amores arrebatadores como os de D. Pedro I e D. Inês de Castro, Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre, Almeida Garrett e a viscondessa da Luz, Ava Gardner e Frank Sinatra, Oscar Wilde e Lord Alfred Douglas, John Lennon e Yoko Ono, Snu Abecassis e Francisco Sá Carneiro. Afinal, como escreveu Luís de Camões, o amor é «fogo que arde sem se ver». O fogo que arde neste livro pode não se ver, mas queima.

Os grandes amores desafiam as barreiras do tempo e do espaço e, muitas vezes, é a sua dimensão trágica que os mitifica e eterniza. Nestas páginas há histórias de amor heterossexual e homossexual, antigas e modernas, famosas e menos conhecidas, mas todas elas capazes de nos fazer suster a respiração.

 

Opinião: De Adão e Eva a Pedro e Inês para os amores mais recentes de Snu Abecassis e Francisco Sá Carneiro ou John Lennon e Yoko Ono, Grandes Histórias de Amor é um ponto entre várias reticências dos grandes romances que marcaram a sociedade e que se eternizaram de uma maneira ou de outra ao longo dos tempos.

Pela mão de José Jorge Letria, esta obra reflete um pouco cada forma de amar de figuras impares da nossa História. Os beijos roubados atrás do palco, as grandes viagens românticas, as declarações, os desaires, inconfidências, traições e verdades, tudo serve como fonte de inspiração para se percorrerem vidas que foram passadas com um grande amor que nem sempre esteve presente mas que marcou de certa forma uma etapa de cada momento que se conseguiu eternizar com o tempo e junto de todos.

Atual leitura... Grandes Histórias de Amor

Jornalista, poeta e dramaturgo, José Jorge Letria é agora o autor de Grandes Histórias de Amor, o Livro dos Amantes, uma das mais recentes obras lançadas pela editora Guerra e Paz. Fazendo o recurso a várias figuras da História nacional e internacional e com a junção de histórias antigas com as mais recentes, vários são os amores relatados nesta obra onde nos podemos apaixonar pela loucura que vários casais conhecidos e menos conhecidos viveram entre si e perante a sociedade.

A minha atual leitura para comentar daqui a uns dias...

A Avó e a Neve Russa

a avó e a neve russa.jpg

Autor: João Reis

Lançamento: Fevereiro de 2017

Editora: Elsinore

Páginas: 228

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: «As folhas caídas das árvores giram à minha volta com o vento, mas aperto mais o casaco, porque nem o vento nem as folhas-bailarinas me alegram com a melancolia, só me deixam ensopado em tristeza, como a chuva nos faz por vezes. Os homens não choram. Avanço. Os catos que vejo alinhados na rua voltam a ser árvores e a Babushka, deitada na cama de hospital, é uma criança que aumentou e encolheu.»

Babushka está doente. Esta russa idosa, emigrante no Canadá, sobreviveu ao acidente nuclear de Chernobyl. Esconde no peito a doença que a obriga a respirar a contratempo e lhe impõe uma tosse longa e larga e comprida e sem fim — um mal que a faz viver mergulhada nas memórias do seu passado luminoso, a neve pura da Rússia, recordação sob recordação.

Na fronteira com a realidade caminha o seu neto mais novo, de dez anos, um menino que não desiste de puxar o fio à meada e de tentar devolver a avó ao presente. Para ajudar Babushka, precisa de encontrar uma solução para os seus pulmões destruídos, sacos rasgados e quase vazios — mesmo que isso o obrigue a crescer de repente e partir em busca de uma planta milagrosa, o segredo que poderá salvar a família e completar a matriosca que só ele vê.

Narrado na primeira pessoa e escrito a partir da perspetiva de uma criança, A Avó e a Neve Russa é um livro feito da inocência e da coragem com que se veste o deslumbramento das infâncias. Romance simples e emotivo sobre a força da memória e da abnegação, relata a peregrinação de um neto através da esperança, do Canadá ao México, para encontrar a possibilidade de um final feliz.

 

Opinião: A ideia com que se parte para a leitura deste livro é um pouco abstrata, podendo existir um certo receio de que a história se confunda através das palavras de uma criança que luta pelo salvamento da sua avó que se encontra doente e em estado já avançado para conseguir orientar um pequeno homem com uma visão bem alargada acerca do Mundo, dos comportamentos humanos e das causas sociais que mudaram o rumo da História. 

Ao longo do tempo, sem pais e aos cuidados da avó e do irmão mais velho, um rapazito cujo nome é desconhecido ao leitor percebe que para manter o ambiente familiar que conhece e onde é feliz tem de agir, ajudando a continuação da sua Babushka, a avó que passou pelo acidente nuclear de Chernobyl, a sobreviver no tempo e para isso é necessário que se parta numa aventura de medos, receios, riscos e onde a amizade toma lugar.

Atual leitura... A Avó e a Neve Russa

Esperança é à primeira vista a melhor característica que posso atribuir ao ler a sinopse de A Avó e a Neve Russa, a primeira obra que irei ler de João Reis e também a minha primeira experiência com a Elsinore, editora responsável por este lançamento. 

A busca de uma solução para poder ajudar terá a função de fazer ao mesmo tempo uma criança crescer e perceber a realidade social numa viagem entre o Canadá e o México em busca de um final feliz. Confesso que estou curioso com esta leitura que é narrada na primeira pessoa e que não me parece tão simples como aparenta. 

Banda Desenhada para todos!

Nos dias que correm não leio Banda Desenhada, no entanto na adolescência já fui fã deste género de literatura que conquista miúdos e graúdos. Para os amantes do género eis uma boa notícia. A FNAC está neste momento e até dia 29 de Março com descontos até -50% numa selecção de Comics, Graphic Novels e Manga. 

A imagem acima representa uma pequena amostra do que está disponível com bons descontos neste momento! Basta clicar e entram num mundo onde o desenho toma lugar em histórias de super heróis.

Ganha... Io Appolloni – Biografia sem tabus

Io Appolloni.jpg

Io Appolloni marcou de certa forma a sociedade portuguesa com a sua irreverência, liberdade, frontalidade e energia ao longo dos tempos áureos em que a sua carreira como atriz a levou a pisar os grandes palcos nacionais, entregar-se a personagens cinematográficas e acima de tudo fazer bom espetáculo. Hoje, com uma vida para ser contada Carlos Quintas, seu amigo de longa data, é o autor de Io Appolloni, a biografia sem tabus onde tudo é contado, dos amores às traições, dos segredos pelos bastidores aos conflitos profissionais.

A biografia de Io Appolloni chegou às livrarias pela mão da editora Guerra e Paz e O Informador tem um exemplar desta obra para oferecer aos leitores do blog.

Envelhenescer

envelhenescer.jpg

Autor: Pedro Chagas Freitas

Lançamento: Janeiro de 2017

Editora: Marcador

Páginas: 200

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: 

Num país como todos os países, havia uma população como todas as populações. Até que, sem explicação, o tempo começa a andar ao contrário. As pessoas, ao invés de envelhecer, começam a rejuvenescer. E o que poderia parecer um sonho pode, afinal, ser um pesadelo com o qual é difícil lidar.

Envelhenescer é uma viagem desconcertante até às entranhas mais profundas daquele que é o grande sonho de toda a Humanidade. Mas estará a Humanidade pronta para ele?

 

Opinião: Não criei expetativas acerca de Envelhenescer porque queria ser surpreendido após ter uma ideia menos boa acerca de Prometo Falhar de Pedro Chagas Freitas em 2015. E não é que após terminar uma leitura feita de forma bastante rápida e que deixou curiosidade desde o início acabei por mudar completamente de opinião acerca de um dos autores mais vendidos em Portugal?

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