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Pensamentos que podem ser de qualquer um!

10
Ago17

O Homem Que Mordeu o Cão - 20 Anos: Uma Vida de Cão


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Dia 06 de Outubro de 2017 será a data em que Nuno Markl tem vinte bons motivos para comemorar. Isto porque a criação de O Homem Que Mordeu o Cão completa 20 anos nesse mesmo dia e como existem bons motivos para celebrar, eis que um espetáculo bem especial está a ser preparado para presentear o público pelo Coliseu de Lisboa.

Nuno Markl, a equipa das Manhãs da Rádio Comercial e um lote de convidados, a divulgar pelas próximas semanas, irão subir ao palco do Coliseu de Lisboa pelas 21h30 para celebrarem os 20 anos de um dos maiores sucessos da rádio que passou também pelos palcos, televisão, livrarias e ficou na memória. 

A 06 de Outubro de 1997 começava a aventura onde um estranho noticiário ia para o ar nas manhãs da rádio com notícias tão bizarras que acabaram por criar uma forte ligação com os ouvintes que ainda hoje recordam O Homem Que Mordeu o Cão como um dos melhores produtos de humor produzidos e que um maior número de seguidores e ouvintes foi conquistando. 

08
Ago17

Convites duplos para Let The Sunshine In [11.08.2017]


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O Auditório do Casino Estoril recebe ao longo deste Verão a loucura dos anos 60 através do novo musical da ArtFeist, Let The Sunshine In! E mais uma vez tens a oportunidade de assistir a este espetáculo de forma gratuita!

Let The Sunshine In é a nova produção dos manos Feist que celebram assim os grandes temas dos anos 60. Contando com Henrique Feist, Diogo Leite, Daniel Galvão, Valter Mira e o regresso aos palcos nacionais de Vanessa Silva, este espetáculo tem direção musical a cargo de Nuno Feist. 

Para todos poderem apreciar Let The Sunshine In tenho cinco convites duplos para oferecer aos leitores do blog. A sessão a que se destinam é a da próxima Sexta-feira, 11 de Agosto, pelas 21h45, e a corrida é muita para se ser um dos vencedores e poder assim apreciar em boa companhia este musical. 

28
Jul17

Vencedores dos convites duplos para Let The Sunshine In [29.07.2017]


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Henrique Feist, Vanessa Silva, Daniel Galvão, Valter Mira e Diogo Leite são os artistas em palco e Nuno Feist o diretor musical de Let The Sunshine In, o espetáculo que recorda a loucura dos anos 60. 

Em cena no Auditório do Casino Estoril, esta nova aposta da ArtFeist Produção Artísticas recorda o bom ambiente dos anos 60 e para que todos possam celebrar com o elenco, foi lançado passatempo aqui pelo blog com a oportunidade de poderem ganhar convites duplos para a sessão de Sábado, 29 de Julho, pelas 21h45. 

Eis os vencedores deste desafio e que irão assistir em boa companhia a esta aposta de Verão... Ana Romano, Célia Machado, Ricardo Moreira, Joaquim Andrade e Diana Nisa foram os sorteados e irão receber email com as informações para que possam levantar o seu prémio a tempo e horas. 

24
Jul17

Convites duplos para Let The Sunshine In [29.07.2017]


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O Auditório do Casino Estoril recebe ao longo deste Verão o novo musical da ArtFeist, Let The Sunshine In, a loucura dos anos 60!

Let The Sunshine In é a nova produção dos manos Feist que celebram assim os grandes temas dos anos 60. Contando com Henrique Feist, Diogo Leite, Daniel Galvão, Valter Mira e o regresso aos palcos nacionais de Vanessa Silva, este espetáculo tem direção musical a cargo de Nuno Feist. 

Para todos poderem apreciar Let The Sunshine In tenho cinco convites duplos para oferecer aos leitores do blog. A sessão a que se destinam é a do próximo Sábado, 29 de Julho, pelas 21h45, e a corrida é muita para se ser um dos vencedores e poder assim apreciar em boa companhia este musical. 

18
Jul17

Let The Sunshine In [ArtFeist]


O Informador

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O Verão está ai e nesta altura do ano poderemos pensar que os espetáculos apresentados são mais soft e não tão bons como nos restantes meses. Desengane-se quem está com essa ideia porque existem estreias de produções pensadas para estes meses quentes que surpreendem tanto ou mais que apostas de longa duração.

No Auditório do Casino Estoril acabou de estrear uma nova produção da ArtFeist, Let The Sunshine In, uma comemoração musical aos loucos anos 60. Se ia um pouco reticente quanto ao estilo de apresentação que iria assistir, desde logo fiquei convencido que estava perante um bom trabalho dos artistas que com um texto cuidado e trabalhado conseguem chegar facilmente junto do público. Henrique Feist, Vanessa Silva, Daniel Galvão, Valter Mira e Diogo Leite são os atores e cantores deste espetáculo que conta com Nuno Feist na direção musical. Dos temas célebres de Portugal para o Mundo, os êxitos de outros tempos são assim recordados através de interpretações afinadas que se conjugam com pequenas introduções pessoais e através de memórias históricas em vídeo ao longo de hora e meia de espetáculo.  

Henrique Feist e Vanessa Silva dispensam apresentações e com o apoio dos jovens promissores Daniel Galvão, Diogo Leite e Valter Mira formam um espetáculo onde o trabalho de ator, cantor e mesmo de bailarino é visível entre todos que se apresentam com uma boa coordenação numa encenação exemplar e que deixa outros espetáculos para trás. 

Let The Sunshine In é uma amostra que por vezes basta ser original e reformular o que já existe para se conseguir fazer uma boa apresentação sem que exista necessidade de pegar em sucessos internacionais para adaptações que nem sempre resultam junto do público português. Elaborar demais não é sinónimo de sucesso e com este musical além de se poder recordar os anos 60 todos conseguimos aplaudir e cantarolar vários temas célebres que foram passando de geração em geração. 

15
Jul17

Vencedores dos convites duplos para Let The Sunshine In [15.07.2017]


O Informador

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Henrique Feist, Vanessa Silva, Daniel Galvão, Valter Mira e Diogo Leite são os artistas em palco e Nuno Feist o diretor musical de Let The Sunshine In, o espetáculo que recorda a loucura dos anos 60. 

Em cena no Auditório do Casino Estoril, esta nova aposta da ArtFeist Produção Artísticas pretende fazer recordar o bom ambiente dos anos 60 e para que todos possam celebrar com o elenco, foi lançado passatempo aqui pelo blog com a oportunidade de poderem ganhar convites duplos para a sessão de hoje, Sábado, 15 de Julho, pelas 21h45. 

Eis os vencedores deste desafio e que logo mais poderão assistir em boa companhia a esta aposta de Verão... Cristina Nascimento, Sara Alves, Rita Penedo, Lídia Inácio, Susana Coelho, Sónia Fernandes, Teresa Ferreira, Tânia Venâncio, Maria Gonçalves, Daniel Silva, Bruno Calçada e Marta Guerra foram os sorteados e irão receber email com as informações para que possam levantar o seu prémio a tempo e horas. 

14
Jul17

Convites duplos para Let The Sunshine In [15.07.2017]


O Informador

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A loucura dos anos 60 está de volta e desta vez chegou ao Auditório do Casino Estoril através do novo espetáculo musical de Henrique Feist!

Let The Sunshine In é a nova produção dos manos Feist e que celebra assim os grandes temas dos anos 60. Contando com Henrique Feist, Diogo Leite, Daniel Galvão, Valter Mira e o regresso aos palcos nacionais de Vanessa Silva, este espetáculo tem direção musical a cargo de Nuno Feist e conta com todos nós pela plateia. 

Para todos podermos apreciar Let The Sunshine In tenho não um, não cinco, não dez mas sim catorze convites duplos para oferecer aos leitores do blog. A sessão a que se destinam é a do próximo Sábado, 15 de Julho, pelas 21h45, e a corrida é muita para se ser um dos vencedores e poder assim apreciar em boa companhia este musical. 

05
Jul17

Vencedores de Toda a Cidade Ardia [06-07-2017]


O Informador

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A obra e vida de Alice Vieira inspiraram Marta Dias para a criação de um texto tão poético como real onde a vida de uma jovem ambiciosa e sonhadora é apresenta ao público. Falamos de Toda a Cidade Ardia, o espetáculo que se encontra em cena de Quarta a Sábado, pelas 21h30, e aos Domingos, pelas 16h00, na Sala Azul do Teatro Aberto. 

Cum um elenco encabeçado por Ana Guiomar e Sílvia Fílipe, esta produção percorre uma vida, passando por gerações e mostrando como um verdadeiro amor nem sempre é esquecido, podendo dar vez à outras aventuras, mas sem nunca desaparecer por completo do coração de quem sentiu e não conseguiu em certa altura, por circunstâncias da vida, alcançar o verdadeiro sentido da vontade. 

02
Jul17

Bilhetes para Toda a Cidade Ardia [06-07-2017]


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O texto é de Marta Dias, a inspiração recaiu sobre a obra de Alice Vieira e os atores dão vida a personagens tão reais quanto possível ao longo do espetáculo Toda a Cidade Ardia, em cena de Quarta-feira a Domingo na Sala Azul do Teatro Aberto.

Através de um texto inspirador e poético, em Toda a Cidade Ardia conhecemos a vida de Ana, uma jovem sonhadora e apaixonada que nem sempre tem do seu lado o que pretende, já que a sociedade reprime os sentimentos de muitos, os que não se conseguem soltar das vontades dos outros e agem para satisfar as ideias alheias, deixando os seus ideais para trás. Conhecemos Ana enquanto uma jovem jornalista para terminarmos com a personagem como uma das escritoras mais vendidas do país, percorrendo a sua vida profissional e pessoal onde a perseverança sobre um passado nunca esquecido sobressiste. Podem saber um pouco mais acerca da minha opinião sobre esta peça aqui.

O que agora vos tenho para contar é algo que vos irá deixar contentes. É que tenho dez, sim dez convites duplos para oferecer para a sessão da próxima Quinta-feira, dia 6, deste espetáculo aos leitores do blog.

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02
Jul17

Toda a Cidade Ardia [Teatro Aberto]


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Toda a Cidade Ardia e a vida passa mas nem sempre deixa para trás o que já lá vai, sobrando réstias de esperança para que um dia se volte a encontrar o amor perfeito de outrora, mesmo que para isso se tenha amado de outra forma ao longo do tempo uma família que foi criada. Este é o ponto de partida da peça que se encontra em cena no Teatro Aberto da autoria de Marta Dias que se inspirou, em boa hora, nos poemas de Alice Vieira. 

Num dos melhores textos que já vi em palco, em Toda a Cidade Ardia somos convidados a conviver com a história de Ana que vive o presente com o olhar sobre o passado onde foi feliz e onde sofreu bastante por um amor que não conseguiu alterar o seu modo de estar e pensar a favor da felicidade. Uma mulher que sempre percorreu os caminhos atrás das suas vontades, mesmo tendo contrariado as ideias familiares e a sociedade da altura mas que inverteu o percurso que lhe estava definido à partida. Ana não se deixou ficar, arriscou, começou desde cedo a entrar no mundo do jornalismo onde só os homens eram figura de destaque e com isso viveu ao longo do tempo onde conheceu também a sua primeira e grande paixão. Só que nem todas as pessoas são irreverentes e sonhadoras, e se ela seguia os seus instintos, já o seu parceiro não conseguia dizer não às exigências que lhe eram colocadas, não sabendo amar porque as obrigações pesavam-lhe numa altura em que não existia liberdade.

Uma mulher livre e cheia de esperança e um homem que quer viver o seu amor mas ressente-se pelos outros. Toda a Cidade Ardia é um misto de sentimentos onde o Amor se une à solidão mas também mostra que existe sempre espaço para voltar a acreditar sem colocar um passado completamente de lado. Se entrar cedo no jornalismo foi uma afirmação para Ana, já ter casado mais tarde com um homem mais velho e novamente contra a vontade da família voltou a ser um grito de guerra de quem não teve medo de fazer o que sempre achou correto.

O presente familiar com um marido que sempre a apoio na sua carreira de jornalista e de escritora e um passado desfocado que por vezes vai aparecendo em situações inesperadas para relembrar que a esperança por vezes existe quando o coração não fechou por completo um tema que lhe foi marcante e que não ficou bem resolvido. Conseguirá Ana viver para sempre com a mágoa do afastamento e perda do passado para manter a esperança de que um dia exista volta a dar e viver finalmente como sempre quis? Um sonho que não foi concretizado mas onde existe sempre tempo para voltar atrás e viver o que estava por fazer!

Um texto poético onde o Amor é o centro de toda a história vivida em Portugal ao longo do século passado, convivendo com as alterações económicas, culturais e políticas da altura e passando entre gerações que vão ajudando a alterar comportamentos e mentes. Toda a Cidade Ardia é daqueles trabalhos tão bem conseguidos na escrita, na criação de personagens com profissionais atores e com um cuidado de produção onde nada falha. Do texto ao cenário bem mexido como é habitual no Teatro Aberto, dos passos às reflexões que vão sendo deixadas junto do público por uma mulher que não perde a esperança de recuperar a vida que sempre quis, nem que para isso tenha de deixar um passado mais recente de lado.

23
Jun17

Vencedores de Mais Respeito Que Sou Tua Mãe [25-06-2017]


O Informador

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Joaquim Monchique enche as salas de espetáculos por onde passa e ao celebrar os seus 30 anos de carreira, o ator resolveu recuperar alguns dos seus êxitos do passado para os voltar a apresentar ao público que tem seguido o seu trabalho. Após uma temporada de sucesso no Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa, que termina este fim-de-semana, o espetáculo Mais Respeito Que Sou Tua Mãe não perderá o contacto com o público e logo a partir de dia 30 iniciará uma nova temporada pelo Teatro Villaret.

Como o que é bom é para ser visto até ao final e porque uma temporada agora termina para logo começar outro, tivemos três convites duplos para oferecer aos leitores do blog. A Marina Frias, a Maria Baião e a Paula Carvalho foram as vencedores dos bilhetes e irão ser contactadas para saberem como proceder para que o levantamento do seu prémio aconteça nas melhores condições!

22
Jun17

O Principezinho [Byfurcação]


O Informador

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Antoine de Saint-Exupéry criou O Principezinho que tem sido literatura aconselhada pelos anos de escolaridade com um texto já tantas vezes representado mundialmente. A Byfurcação Teatro que não gosta de se ficar por simples textos em locais diferentes para serem representados convida agora o seu público para no Parque da Liberdade, em Sintra, assistirem a um espetáculo célebre ao ar livre.

Com uma adaptação próxima do texto original e com a escadaria do local a ser recurso para esta representação de O Principezinho, esta produção virada para os mais novos convida o público de todas as idades a assistir à aventura do jovem sonhador pelos planetas que ficam na proximidade do seu. Em busca de encontrar seres parecidos consigo e com a intenção de mostrar aos outros que o bem e a estabilidade depende do interior da pessoa, O Principezinho é daqueles textos de reflexão sobre o encontro e entrega intima de cada um aos seus objetivos. A felicidade afinal de contas parte da necessidade de nos rodearmos de bens materiais ou por conseguirmos dar valor a simples pormenores e situações que deverão ser cuidadas para que subsistam na vida, longe das guerras e ambições do Mundo? Para que serve ter um reino sem ninguém para ser governado? Valerá a pena andar constantemente a fazer contas se depois não conseguimos tirar partido da quantidade de bens que vamos amontoado? No trabalho é importante querer sempre mais, caindo na exaustão para deixar a mente sôfrega e incapaz de respirar? E as corridas diárias entre os afazeres diurnos e as guerras noturnas valerão a pena?

As questões vão sendo colocadas ao longo de hora e meia de espetáculo onde de planeta em planeta O Principezinho vai viajando e conhecendo os seus solitários habitantes que todos os bens materiais e idílicos parecem querer ter para si mas que depois nem percebem a falta de carinho e dedicação a algo numa estrutura mental que não consegue ser valorizada contra os bens materiais que são uma constante da luta humana. Afinal de contas o que todos seremos neste planeta? Uns passageiros que têm de conviver, cuidar, amar e percorrer caminhos paralelos sem criar situações perpendiculares de contrassenso pessoal que nada oferece à felicidade intima de cada ser. 

O recurso constante à proteção e dedicação que o jovem rapaz tem para com a sua delicada flor de quatro espinhos e os três vulcões que fazem parte do seu planeta são o exemplo que com pouco se consegue ter muito. O tempo, o orgulho, os cuidados e sentimentos para com elementos naturais mas que fazem com que seja no interior de cada um que as situações se resolvam para que o espírito viva de bem com o que tem de importante de forma espiritual, não dando valor a bens que não passam de orgulho pessoal que nada importa porque nada de concreto faz do outro um ser melhor, sendo tudo provocado pela estabilidade interior para se poder seguir em frente e transmitir positividade a todos os que se vão cruzando connosco. 

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