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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

22
Jul16

Pokémon, o Filme... Brevemente


O Informador

Uns bons anos depois do lançamento da série animada Pokémon, eis que a febre dos pequenos seres amigos de Pikatchu voltou através da aplicação para telemóveis Pokémon Go. Agora e porque grande parte da sociedade anda louca com este fenómeno repentino, eis que a série de desenhos animados irá saltar para o cinema e em carne e osso.

O sucesso do momento não deixou margem para dúvidas e a produtora Legendarye em conjunto com The Pokémon Company entraram em acordo para transformarem este sucesso numa série de filmes que terão início em 2017. Os Pokémons saltam assim em versão real para a grande tela após centenas de episódios animados no pequeno ecrã, o mais diverso merchandising à venda, vários videojogos e o mais recente sucesso através da aplicação móvel que tem cimentado o seu lugar nos tops mundiais. 

21
Jul16

O Amigo Gigante


O Informador

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As expectativas com o filme O Amigo Gigante estavam altas, mas rapidamente a apelidada de obra de arte dos últimos anos do cinema e que iria destituir ET das preferências mundiais caiu por terra, acreditando que tal sensação não me bateu só a mim, dado os valores de bilheteira que a película tem alcançado.

Steven Spielberg é o realizador deste filme e Roald Dahl o autor e também responsável pela adaptação de um conto para a produção cinematográfica. Se os nomes responsáveis por esta película têm marcado a história do cinema e literatura, através de O Amigo Gigante não me conseguiram convencer. 

Existe história mas esperava muito mais! A união entre a pequena Sofia, uma menina com necessidade de afectos e o Gigante que nada se parece com os moradores do País dos Gigantes, com quem se defronta e se vê em apuros devido à amizade criada com a mais pequena. A ideia que tinha sobre este filme logo se foi desvanecendo quando entrei na sala do Cinema City e percebi que afinal o filme não estava tão bom como esperava. Pensei que O Amigo Gigante teria uma história muito mais envolvente e onde o caminho entre as duas personagens centrais sofresse muito mais contratempos com a finalidade de ao mesmo tempo mostrar verdadeiros e puros sentimentos. União, fraternidade, carinho e protecção seriam alguns dos valores que esperava que tivessem maior presença neste filme que deveria ter a mensagem junto do público muito mais reforçada do que aquilo que foi conseguido. 

13
Jul16

Branca de Neve e os Sete Anões


O Informador

Branca de Neve e os Sete Anões é a mais recente produção que a bYfurcação Teatro faz subir ao palco, destinada a encantar o público mais novo. 

Três atores compõem o elenco, seis marionetas completam o grupo e o público ainda é convidado a interagir e a participar em certas partes desta peça que no espaço de uma hora transporta miúdos e graúdos para o mundo encantado onde habita a Branca de Neve, os seus sete amigos anões, o príncipe e a maléfica bruxa que de tudo tenta para derrubar a beleza da jovem. 

Afastada das grandes produções com maiores investimentos, Branca de Neve e os Sete Anões tem um cenário adequado ao que é pedido junto dos mais novos, os atores cumprem bastante, existindo, talvez pelo formato da sala, uma quebra com o som, principalmente nas personagens não humanas, fazendo com que certas expressões não sejam entendidas na plateia, algo a resolver com o tempo em que o espetáculo irá encontrar-se em cena, já que assisti a uma das primeiras exibições. Outro dos factores que não me afectou mas que notei que não foi bem aceite pelos mais pequenos foi o facto do príncipe da história falar em espanhol, arranhando o português. Geralmente são crianças a sentarem-se na plateia com a companhia dos pais e existe dispersão por questionarem os pais com o que «ele» disse ou então ficam mesmo sem perceberem as falas. De resto o texto está de acordo com o pretendido, a música encanta (adorei!) e os atores estão lá em personagem e em marioneta na perfeição!

12
Jul16

Constelações


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Os universos paralelos podem ou não existir, dependendo também do ponto de vista de cada qual, mas para um homem e uma mulher que se cruzam na Sala Vermelha do Teatro Aberto existem várias variantes da história de amor que vivem. 

Joana Brandão e Pedro Laginha dão a cara e o corpo ao manifesto em Constelações, da autoria de Nick Payne, numa produção onde, e tal como o Teatro Aberto já nos habituou, quando o público entra na sala logo fica surpreendido com o esquema do cenário que encontra à sua frente. 

Ao longo de hora e meia de espetáculo um homem e uma mulher cruzam-se e voltam a cruzar-se de diferentes formas. Amam-se e chateiam-se com a mesma facilidade com que voltam a amar logo de seguida, com a mesma base mas com outro estado de espírito. Encontros e coincidências ao longo do tempo que podem ser vividos de diferentes formas por existirem universos paralelos que ajudam a alterar o rumo de uma situação para que o presente seja melhor que o passado mas não tão bom como o futuro. Ou será que acontecerá o contrário? Diferentes possibilidades de vida são corridas em simultâneo provocando o acaso, as decisões, certezas e teorias! Conseguiremos viver a mesma situação de diferentes prismas e consoante o espaço, o tempo e tudo o que nos envolve?

Constelações é uma produção com o selo de qualidade do Teatro Aberto, onde as apresentações não se destinam a todo o público que goste e aprecie um bom espetáculo teatral. Nesta obra de Nick Payne a premissa inicial tem de chegar rapidamente junto do espetador para que todo o encadeamento consiga ser levado de forma convicta com as personagens que vão desfilando nas plataformas que assinalam a mudança. No mesmo minuto uma cena dramática é levada a cabo como logo de seguida a mesma situação acontece com uma ligeireza que acaba por ser subtil. 

13
Jun16

As Segundas da FOX


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Os serões de Segunda-feira da FOX Portugal agora estão bem mais assustadores! Então não é que para além da segunda temporada da minha adorada série Wayward Pines que não era para ter continuação devido aos seus custos e bla, bla, bla, mas que depois o sucesso assim exigiu que nova saga surgisse um ano depois, eis que a estreia de Outcast criou um impacto tal que fiquei rendido!

Do criador de sucesso de The Walking Dead, Robert Kirkman, eis que surge no pequeno ecrã Outcast, inspirado na banda desenhada com o mesmo nome. Após tanta publicidade, tanto comentário, tanto secretismo e tanto tempo de espera, as redes sociais no dia desta estreia ficaram invadidas com um só tema... Outcast, aquela que poderá ser a série de terror e suspense dos próximos tempos!

12
Mai16

Paulo Portas, comentador TVI


O Informador

A partir do momento em que Paulo Portas anunciou o fim da sua carreira como líder do CDS que afirmei que o filho de Helena Sacadura Cabral iria seguir os passos de Marcelo Rebelo de Sousa ao utilizar o pequeno ecrã para chegar a Belém! Umas semanas depois de Portas ter anunciado que estava de saída do partido surgiu a notícia de que existia interesse da SIC e TVI para o terem como comentador! Mais uma vez afirmei que a escolha do Paulinho das feiras deveria de recair no quarto canal por este o ajudar a ganhar maior popularidade e de forma mais rápida. Hoje surge a informação oficial que Paulo Portas é o novo comentador da TVI! Neste caso foi tudo tão previsível que nem existe margem para existirem surpresas! 

15
Abr16

Ao Vivo e em Directo


O Informador

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Ao Vivo e em Directo representa o mundo corrupto e do poder numa representação a cargo de um excelente elenco onde o texto de Raúl Malaquias Marques relata o que poderá acontecer em vários locais onde quem tem algo a dizer e tem trunfos na manga consegue chegar-se aos que facilmente são influenciáveis para passar a mensagem. A comunicação social vista por dentro num momento em que a verdade de outros tempos quer ser colocada em cima da mesa para que o esclarecimento social aconteça. 

A corrupção é o verdadeiro ato que desencadeia toda a acção desta obra vencedora do Grande Prémio Teatro Português atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores em 2014. Em Ao Vivo e em Directo o debate marca presença, despindo de preconceitos o que acontece, por exemplo, numa redacção de uma estação de televisão. Conseguirão os profissionais mostrar o que verdadeiramente pensam quando vão contra às ideias de uma direcção que por sua vez tem de mostrar provas junto dos accionistas da empresa? Um novelo onde os mais fracos acabam por agir contra as suas crenças. Os tubarões sociais conseguem mesmo ter os holofotes virados para si quando o pretendem, nem que para isso paguem e deitem quem está ao seu redor abaixo.

Esta produção conta no elenco com Ana Lopes, Dina Félix da Costa, Emanuel Rodrigues, Francisco Pestana, Maria Emília Correia, Paulo Pires, Rui Mendes, Tiago Costa e Vítor d’Andrade numa peça recheada de dinamismo em palco e com a noção dos vários pontos da verdade a serem debatidos «ao vivo e em directo» para com o público presente na Sala Vermelha do Teatro Aberto. Com uma representação eximia e sem qualquer falha, tenho a destacar também o excelente trabalho cénico onde, como já é habitual nesta sala teatral, tudo está em movimento de cena para cena, com um décor a esconder o que se segue com paredes que deslizam enquanto os personagens vão tomando o seu devido lugar no ato que se segue. Sinceramente, só tenho a dizer que o Teatro Aberto consegue sempre surpreender com os seus cenários e que ao entrar na sala logo começo a pensar no que irá mover-se, no que aparecerá de um lado ou do outro. Perfeito!

10
Abr16

Aladino e a Lâmpaga Mágica


O Informador

aladino

A iniciativa Teatro no Cinema quando apareceu pela mão da Yellow Star Company parecia tímida por ser uma nova aposta feita onde a união de dois estados da representação acontecia. Nos tempos que correm e com Aladino e a Lâmpada Mágica em cena tudo indica que a fórmula resulta e que está para durar!

Recorrendo ao mundo imaginário das aventuras de Aladino e com um elenco que reúne rostos conhecidos do grande público e novatos na área, este espetáculo consegue cativar miúdos e graúdos do início ao fim, para mais com os momentos de interacção para com os mais pequenos a acontecerem ao longo de todo o espetáculo com as várias personagens a percorrerem os corredores e escadarias da sala de cinema que se transforma ao longo de quase hora e meia num palco teatral.

Aventura e romance em união para a aproximação do público alvo acontecer estão de mãos dadas com vários momentos de boa disposição que ajudam a soltar uma boa gargalhada a quem se deixa envolver nesta fantasia animada encenada por Paulo Sousa Costa e João Didelet. 

Há uns meses assisti ao Alice no País das Maravilhas, com a mesma mecânica de interacção entre a grande tela e a representação ao vivo, e posso dizer que um salto de qualidade aconteceu de um espetáculo para o outro. Além do elenco, do texto e da interacção tão essencial neste tipo de produções com quem está sentado a assistir, nota-se na perfeição que o tempo tem feito com que a aposta se revele vencedora, com um trabalho de equipa fantástico e com rostos que saltam de um projeto para o outro a mostrarem uma evolução fantástica. 

Aladino e a Lâmpada Mágica é daquelas apostas que conseguirá estar meses em cena com sala cheia por estar criada de forma a não levar o público a cansar-se a meio da exibição. Quem leva os mais pequenos a ver percebe que no final a experiência é positiva, dando a oportunidade aos mais novos de começarem desde cedo a apreciar a boa arte da representação nacional e pelos palcos deste país. 

02
Abr16

Simplesmente Marisa


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Acabei de saber que Marisa Matias, a deputada europeia e ex-candidata presidencial do Bloco de Esquerda será a partir de hoje a nova comentadora da TVI e TVI24 nos serviços informativos da noite!

Ah pois é, a Marisa partilhará a partir de agora a sua opinião política sobre o país e o mundo aos Sábados e em direto no Jornal das 8, prometendo espremer os temas que defende até à exaustação e sem papas na língua, tal como a conhecemos.

Marisa Matias como comentadora é uma boa notícia? Sim, visto ser de esquerda e a maioria dos comentadores que andam por aí estarem do lado oposto da trincheira! Uma má notícia? Também, visto que sabe falar mas cansa ao final de alguns minutos, tornando-se maçadora!

27
Fev16

God


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Deus chega a território nacional através do corpo de Joaquim Monchique e a partir do momento em que a presença da estrela popstar universal acontece no palco do Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa que nada mais será como antes, sessão após sessão. Poderia estar aqui a comentar como se estivesse inserido no universo de God, mas prefiro descer à terra e ser um humano que simplesmente comenta um bom espetáculo teatral. 

Joaquim Monchique dispensa qualquer tipo de apresentações, sendo o verdadeiro ator do início ao fim de qualquer espetáculo que protagoniza. Entra em cena como uma verdadeira estrela e assim se consegue despedir depois de um show onde os mandamentos bíblicos são o prato forte por estarem a ser substituídos de modo a ficarem atualizados de acordo com a sociedade dos tempos modernos. Comédia pura e boa é a alma de God que da criação dos primeiros seres vivos ao aparecimento de Adão e Eva e até aos dias que correm, onde todos parecem dar cabo do mundo tão bem criado por Deus, tudo encaixa nesta divertida produção que bate forte na religião e nos erros que muitas vezes são cometidos ao longo de séculos pelos humanos que não olham para o lado, geração após geração. O apelo a Deus nas mais diversas situações do dia-a-dia. As aparições, crenças e peregrinações até Fátima. As almas que já partiram e que marcaram o seu lugar na terra. Tudo encaixa em God, mas o que destaco nesta produção, além das boas prestações de Monchique, Rui Andrade e Diogo Mesquita, é o bom desenrolar narrativo que esta peça tem. Não existem momentos mortos neste palco voltado para o universo criado tão bem por um Deus cansado por tudo o que tem sido feito contra a sua vontade. 

20
Fev16

Recordar o Jornal da Manela


O Informador

Rádio Comercial e TVI criaram nova parceria para os mini concertos que andam a passar nos serões de Domingo inseridos no Jornal das 8 e que continuam depois na TVI24, intitulando o novo formato que será agora um programa em separado do informativo Estúdio24. Até aqui tudo bem! O giro é que na emissão da rádio alguns dos locutores revelam que esta nova aposta entre televisão e rádio irá para o ar após o Jornal Nacional, informativo célebre apresentado tanta vez por Manuela Moura Guedes e que terminou com a entrada na direcção de informação da TVI de José Alberto Carvalho e Judite Sousa. Será que a voz da Rádio Comercial ainda não percebeu que o Jornal Nacional já se foi há alguns anitos e que agora existe no canal que pertence ao mesmo grupo da sua rádio o Jornal das 8?! Erros do presente a lembrar a história da caixinha mágica!

13
Fev16

As séries do momento...


O Informador

Estico o tempo ao serão e as manhãs de folga em busca dos novos episódios das séries que estou a acompanhar no momento. E agora, pelas últimas semanas, têm sido mais que muitas as produções que tenho acompanhado praticamente semanalmente. 

Tirando a primeira parte da segunda temporada de Gotham que terminei ontem de ver e Scorpion que comecei agora a ver a primeira temporada quando já tenho a segunda também a ser gravada para ser vista, tudo o resto tem sido acompanhado há medida que é transmitido entre nós. Ora vejamos...

As Segundas-feiras são dedicadas a Mad Dogs (USA) que conta a aventura intempestiva de um grupo de amigos quarentões que pensam ir passar uns dias de férias com um quinto elemento do grupo quando percebem que as suas vidas estão prestes a mudar. Para melhor? Isso agora é que vai ser bonito!

Passando para as Terças, eis que surge Família de Acolhimento, aquela série do casal lésbico com os filhos adoptivos que acompanho regularmente, sem perder um único episódio, sendo uma das minhas preferidas produções dentro do género familiar. Ainda pelas terças tenho agora acompanhado também a recente temporada de Ficheiros Secretos, embora não me lembre de nada do que tenha acontecido por outros tempos nos episódios transmitidos na minha fase infantil. 

Seguindo em frente e parando nas Quartas-feiras, eis que aparece 100 Code, uma série que começou este ano e que ainda não percebi se gosto ou não. Posso dizer que tem despertado alguma curiosidade ao longo dos episódios, mas ainda não está nas preferidas para acompanhar temporada após temporada. 

As Quintas-feiras são recheadas... Começam com a novidade que é Code Black onde as urgências hospitalares estão em foco, sendo esta série aquela cujo tema central não costumo gostar mas que me tem arrancado lágrimas episódio atrás de episódio. Depois aparece Como Defender um Assassino, a produção que me conquistou pelo ano passado e que volta a pregar-me ao ecrã. 

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