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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

12
Nov15

Allo Allo


O Informador

A estreia de Allo Allo encheu a sala do Teatro da Trindade, não fosse esta produção assinada pela Yellow Star Company que tem vindo a mostrar boa qualidade nos seus lançamentos que depois ficam em palco meses, voltando e andando em tournée pelo país. Desta vez poderá não ser excepção se existirem pelas próximas sessões algumas alterações para com a forma como a apresentação de Allo Allo é feita junto do público!

Não digo que não gostei porque isso não seria a verdade, porém ao longo do espetáculo percebi que existem vários momentos talvez desnecessários onde se percebe que a intenção é levar o público ao riso, o que acaba por não acontecer. Certo que numa estreia nem sempre as coisas correm pelo melhor, existindo a partir daí um trabalho a ser feito para se conseguir chegar o espetáculo a quem se senta pela plateia da sala, percebendo onde se poderá puxar pelo texto e performance e onde se poderão anular algumas cenas. Acredito que isso será feito com Allo Allo que daqui a uma ou duas semanas já deverá conter um outro desenrolar de cena para cena que agradará a quem entrar na sala principal do Teatro da Trindade para reviver o sucesso televisivo da série de outros tempos! 

Um elenco do melhor onde João Didelet protagoniza e encena ao lado de Paulo Sousa Costa este espetáculo que tem pernas para andar, mostrando o nervosismo instalado no café de René, situado num dos locais centrais em França em tempos de guerra. Com oficiais britânicos escondidos, uma mulher que adora ser glamorosa, duas empregadas hilariantes e os alemães sempre atentos a cada passo fora do esquema, no café de René a tensão está sempre presente, com um entra e saí. Afinal Hitler está a caminho e é necessário estar bem ciente disso, existindo uma peça, a Madona Caída de Grandes Mamas para ser entregue ao poder! Onde anda então essa peça de arte no meio de tanto alarido? Na salsicha senhores, na salsicha! Ou será que não?

30
Set15

Vencedores de Lar Doce Lar


O Informador

O espetáculo Lar Doce Lar está de regresso ao Porto para encher o Teatro Sá da Bandeira de boa disposição! Como acredito que rir é um dos melhores remédios para tudo nesta vida e como gosto de partilhar com todos bons momentos, lancei com a Força de Produção o passatempo que dava a oportunidade de vencerem bilhetes duplos para a sessão de estreia da mini temporada deste espetáculo a que adorei assistir! Com Maria Rueff e Joaquim Monchique em palco, em Lar Doce Lar o público é convidado a entrar numa residência para seniores onde tudo e mais alguma coisa acontece às variadas personagens que vão entrando e saindo de cena!

 

27
Ago15

Casamento cigano


O Informador

Dizem que pelos próximos dias irá haver um casamento cigano aqui pela zona! O noivo mora cá pela terra, a despedida de solteiro já se deu com os camaradas a aparecerem com garrafas e mais garrafas de álcool na mão e música em bom som. Os padrinhos já foram escolhidos numa cerimónia com um ritual estilo leilão sobre quem dá mais para poder apadrinhar os jovens noivos. Quem será a noiva e quantos dias durará a cerimónia é a questão que se impõe entre a população interessada no tema!

Existe até quem tenha recebido convite para esta festa de dias! Será que alguém dirá o sim e ficará entre os convidados de um casamento cultural que sempre desperta a curiosidade de todos nós? Confesso que algumas das tradições ciganas me despertam algum interesse com todos os rituais que lhe são impostos com várias etapas a seguir ao longo de praticamente uma vida. 

25
Ago15

Tenho cá uma pena!


O Informador

touradas.png

Os dados audiométricos revelam que o público rejeita cada vez mais a transmissão de touradas em canal aberto. A última palhaçada do género que a RTP transmitiu foi vista por 350 mil espetadores, longe dos milhões de outros tempos, quando muitos veneravam este estilo de espetáculo de morte do animal na arena. 

Com estes valores espera-se que a mais recente administração do canal público abra os olhos e não gaste milhares com o que não vale a pena e nem deve ter apoios!

03
Jul15

Entrada livre em Museus e Monumentos


O Informador

Sabias que os Museus e Monumentos da nossa capital no primeiro Domingo de cada mês estão com entrada livre? Ah pois é, não sabias e agora já estás a repensar os planos que tinhas para o fim-de-semana que se aproxima, não é?

Podes ficar a saber mais informações sobre a iniciativa pelas páginas que se seguem...

Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves

Museu de Arte Popular

Museu do Chiado - Museu Nacional de Arte Contemporânea

Museu da Música

Museu Nacional de Arqueologia

Museu Nacional de Arte Antiga

Museu Nacional do Azulejo

Museu Nacional dos Coches

Museu Nacional de Etnologia

Museu Nacional do Teatro

Museu Nacional do Traje

Palácio Nacional da Ajuda

Mosteiro de Jerónimos

Panteão Nacional

Torre de Belém

14
Mai15

Shot de ValeriAna


O Informador

Há muito que não me divertia tanto na plateia de um espectáculo! Ana Brito e Cunha e Valéria Carvalho têm no palco do Teatro Villaret pelas próximas Segundas-feiras o espectáculo Shot de ValeriAna que consegue colocar o público bem disposto do início ao fim de cada sessão! Sim, o melhor show cómico que vi nos últimos meses é este!

Música e dança, crítica social, interacção com o público (onde não fui o escolhido por pouco) e confissões entre as personagens no meio de algum improviso fazem com que este espectáculo com a assinatura da Força de Produção tenha bons motivos para convidar o público a sentar-se na plateia do Villaret para hora e meia de boa disposição. 

Variando de personagens onde as transformações das actrizes acontecem sem as próprias saírem do palco, Ana e Valéria mostram toda a sua versatilidade e agarram de forma irreverente quem está diante este espectáculo sem preconceitos e constrangimentos. 

Se vale a pena assistir? Só as duas brilhantes actrizes dizem tudo e o texto faz ainda melhor, estando tudo perfeito em Shot de ValeriAna. Com esta (re)estreia é totalmente compreensível como é que a dupla já protagonizou este show musical através de várias temporadas pelos últimos anos.

Riso e talento são mesmo as palavras que melhor descrevem este Shot de ValeriAna! Adorei! Adorei! Adorei! Há muito que não conseguia gostar assim tanto de uma produção teatral!

11
Mai15

Hoje será o dia... Shot de ValeriAna


O Informador

Em mês dedicado em grande ao teatro, hoje é mais um dia em que me sentarei pela segunda vez em Maio pela plateia do Teatro Villaret para assistir desta vez a uma (re)estreia, Shot de ValeriAna. Pois é isso mesmo, fui a esta mesma sala de espetáculos na passada Quinta-feira para assistir a Guia para a Felicidade. Depois, já no Sábado, foi no Teatro Turim que vi O Amor. Agora e para não perder a pedalada do dia sim dia não, eis que irei daqui a pouco assistir à peça que junta Ana Brito e Cunha e Valéria Carvalho no mesmo palco para juntas protagonizarem um show inspirado em vários musicais da Broadway. Haverá melhor mês teatral que este na minha história de vida? Até ao momento não!

15
Abr15

A ler... O Meu Nome é Alice


O Informador

Um livro que virou filme e que não vi! Não vi porque tenho sempre a ideia que todas as boas obras literárias quando são passadas para a grande tela perdem qualidade. A partir de agora vou ler O Meu Nome é Alice, da autoria de Lisa Genova, nome que me é completamente desconhecido e onde serei um novato na leitura da sua escrita. Um romance onde todo um passado se começa a desmoronar por uma doença que atormenta muito, o Alzheimer. A dor da percepção que algo está a mudar numa vida que sempre foi liderada pela força e perseverança de um amor familiar capaz de tudo. Conseguirá esta mulher lutar com a sua própria mente para não se perder no mundo? Um romance que irei abraçar pelos próximos dias!

14
Abr15

Facilitismo em Money Drop


O Informador

Os seguidores do programa The Money Drop da TVI têm comentado o facto das questões que são colocadas aos concorrentes serem um pouco fáceis para um formato do género! Sim, concordo que as perguntas não estão ao nível das do Quem Quer Ser Milionário, por exemplo, sendo muito mais fáceis para o público em geral!

Antes de mais este formato é mais despreocupado que o apresentado pela RTP nos serões dos dias úteis, depois em apenas um minuto a ansiedade dos participantes aumenta e o que parece ser fácil acaba por ser travado com o tempo a contar e a resposta à espera para ser dada. 

Concordo com quem diz que as questões colocadas na aposta da estação de Queluz são fáceis, no entanto prefiro esta maior simplicidade que ajuda a manter as respostas corretas na mente de concorrentes e espetadores do que ter perguntas com um maior grau de complexicidade para que depois de uns meros minutos já ninguém se lembrar do que poderia servir de aprendizagem. 

13
Abr15

O Bicho da Seda


O Informador

Rowling é excelente, já Galbraith fica um pouco atrás da original autora. Sim, se Uma Morte Súbita conquistou-me com a escrita a que J. K. Rowling nos habituou em Harry Potter, já Quando o Cuco Chama e O Bicho da Seda ficam-se somente pela tentativa de serem grandes obras. Lêem-se e estão bem desenhadas, no entanto a grande magia e criação da autora não foi passada para o seu pseudónimo Robert Galbraith com toda a sua plenitude.

Após o desaparecimento de um conhecido escritor, Owen Quine, o detetive privado Cormoran Strike volta a ser chamado para um caso polémico onde o que parece não é, tal como já havia acontecido anteriormente. Ao lado da sua assistente e cada vez mais parceira de investigação, Robin Ellacott, o inspector inicia as buscas e os percalços transtornam o caminho. A busca pelo criminoso começa, os contratempos vão aparecendo, um toque de romance é dado a esta investigação e os dados são lançados. Vingança, inveja, prazeres sexuais e incertezas tornam esta obra uma boa continuação de Quando o Cuco Chama, embora não seja necessário ler o primeiro para entender na perfeição O Bicho da Seda. 

Através de Bombyx Mori, o livro secreto e que causa tanta confusão e a morte do seu autor, várias personagens são apresentadas com todos os seus podres e vidas disfarçadas para que o leitor também sinta a baralhação do detetive destacado pela família para resolver este crime sinistro. A dupla pega na sua bagagem de outros tempos e juntos começam a criar o enredo e a desenhar os contornos de um crime quase perfeito onde só os pequenos pormenores conseguem mostrar quem é o verdadeiro assassino. Cormoran e Robin discutem entre si, ganhando a outrora secretária destaque nesta obra, formando a dupla quase perfeita entre mentor e aprendiz. 

O que não gostei em O Bicho da Seda. Primeiro a escrita, demasiado fácil e sem os grandes malabarismos tão característicos de Rowling. Sim, eu sei que este livro foi lançado pelo seu pseudónimo, no entanto falta toda aquela magia, parecendo esta obra mais uma de um outro autor amante do crime e sua obrigatória investigação. Segundo, a rapidez com que tudo termina. Páginas e páginas a enrolar com personagens a moverem-se entre festas, entrevistas, conversas rápidas, buscas e depois em pouco mais de uma dezena de folhas tudo parece acontecer, dando a sensação que depois de tantas horas de escrita a intenção é despachar tudo para não se ter mais trabalho. O momento do clímax é bem rápido e sem alma com o criminoso a descoberto, os factos a serem revelados e está feito para se poder dizer «siga para bingo». 

No geral gostei mas podia estar bem melhor porque os trabalhos anteriores mostraram bem a capacidade de Rowling/Galbraith!

09
Abr15

Viagem Literária


O Informador

O fim duma viagem é apenas o começo doutra. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.

José Saramago

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A Porto Editora levará pelas próximas semanas a literatura a viajar pelo país através da iniciativa Viagem Literária onde a aproximação entre escritores e leitores vai ser promovida. Começando a 25 de Abril em Bragança, as capitais de distrito irão receber este evento, não esquecendo os Açores e Madeira, locais que muitas vezes ficam esquecidos pelas grandes empresas que só pensam nos consumidores, neste caso leitores, do Continente. Deixando Lisboa e Porto de fora por sempre existirem iniciativas do género pelas duas cidades, a Porto Editora irá percorrer o país com dois escritores rotativos em cada capital de distrito para que a conversa com os leitores seja feita através da moderação de João Paulo Sacadura, conhecido jornalista cultural.

Com nomes como Luis Sepúlveda, Valter Hugo Mãe, Laurentino Gomes, Richard Zimler, Francisco José Viegas, José Eduardo Agualusa, José Rentes de Carvalho, Miguel Esteves Cardoso, Rosa Montero e Gonçalo M. Tavares já confirmados e divididos pelas várias datas, esta Viagem Literária poderá ser acompanhada através do portal da Porto Editora.

Dia a dia, semana a semana, mês a mês, a Viagem Literária a Portugal irá percorrer o país de Norte a Sul, passando pelas Ilhas, visitando cidades ao mesmo tempo que adocica o gosto pela leitura a quem de forma gratuita se deslocar aos locais marcados para uma boa conversa com alguns dos autores do momento. 

12
Mar15

10 curiosidades literárias


O Informador

A literatura universal está recheada de factos e curiosidades que percorrem séculos, sociedades e vivências através de autores e leitores, amantes literários e críticos das letras. Deixo aqui dez factos reais que marcam de certa forma partes da história dos livros!

  • A Bíblia Sagrada é o livro mais vendido do mundo. Calcula-se que os números de exemplares já ultrapassaram os seis bilhões.
  • A escritora inglesa J.K. Rowling escreveu todos os livros do Harry Potter à mão.
  • O Bloomsday é um feriado comemorado em 16 de junho na Irlanda, em homenagem ao livro Ulysses, de James Joyce. Este é o único feriado em todo o mundo dedicado a um livro, excetuando-se a Bíblia.
  • Até hoje, foram produzidos mais de quatrocentos filmes baseados na obra de William Shakespeare.
  • A caligrafia do escritor Machado de Assis era tão complicada que, às vezes, até ele tinha dificuldade de entender o que escrevia.
  • Virginia Woolf, Goethe e Hemingway tinham o hábito de escrever em pé.
  • O famoso autor brasileiro Guimarães Rosa morreu três dias depois da sua posse na Academia Brasileira de Letras.
  • O poeta português Fernando Pessoa foi criado na África do Sul e teve o inglês como a sua segunda língua. Das quatro obras que publicou em vida, três são na língua inglesa.
  • Conforme inventário da UNESCO de traduções de livros, Agatha Christie é a autora mais traduzida em todo o mundo, com 6.598 traduções dos seus contos, romances e peças teatrais.
  • Paulo Coelho é o escritor brasileiro que mais vendeu livros. Os números de exemplares ultrapassam os 70 milhões.

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