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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Ainda Falta Aqui Qualquer Coisa [ArtFeist]

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Os humoristas Carlos Moura, Mário Bomba, João Dias, Paulo Cintrão e Ricardo Karitsis juntaram-se ao maestro Nuno Feist para levarem a cena a continuidade do sucesso Falta Aqui Qualquer Coisa. Desta vez o público é presenteado com Ainda Falta Aqui Qualquer Coisa, isto porque existe sempre algo a dizer sobre tudo e mais «qualquer coisa».

Em cena nos serões de Segunda-feira pelo Auditório do Casino Estoril, esta comédia musical de improviso serve como uma almofada de boa disposição para começar da melhor maneira a semana. Com textos encenados em menor escala e com o recurso total ao improviso que é sustentado pela ajuda do público, este espetáculo consegue ser visto de sessão para sessão porque tem o bónus de nunca ser igual, dependendo de quem se sentar na plateia com as suas sugestões sobre os temas mais variados que vão sendo questionados pelos humoristas que usam assim as deixas da assistência para fazerem texto e brincarem com as mais variadas situações. 

De convidados inesperados ao cinema, passando pelo quotidiano de qualquer um e sem esquecer o profissionalismo de qualquer cidadão comum, Ainda Falta Aqui Qualquer Coisa é daqueles espetáculos que vive do momento, existiu uma linha a seguir, mas onde o imprevisto dá azo às situações mais inesperadas e inusitadas em cima do palco ou junto da plateia que passa assim praticamente duas horas em boa companhia com humoristas que se ajudam mutuamente para seguirem em frente porque o tempo está contado e é necessário levar por vezes com um tiro inesperado para despachar uma cena mais longa. 

Convites duplos para Let The Sunshine In [11.08.2017]

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O Auditório do Casino Estoril recebe ao longo deste Verão a loucura dos anos 60 através do novo musical da ArtFeist, Let The Sunshine In! E mais uma vez tens a oportunidade de assistir a este espetáculo de forma gratuita!

Let The Sunshine In é a nova produção dos manos Feist que celebram assim os grandes temas dos anos 60. Contando com Henrique Feist, Diogo Leite, Daniel Galvão, Valter Mira e o regresso aos palcos nacionais de Vanessa Silva, este espetáculo tem direção musical a cargo de Nuno Feist. 

Para todos poderem apreciar Let The Sunshine In tenho cinco convites duplos para oferecer aos leitores do blog. A sessão a que se destinam é a da próxima Sexta-feira, 11 de Agosto, pelas 21h45, e a corrida é muita para se ser um dos vencedores e poder assim apreciar em boa companhia este musical. 

Refeições de moleza

As recordações de infância são sempre uma mistura de bons e maus momentos da altura que se refletem em boas ideias sobre o que nos foi acontecendo. Na verdade percebo aos trinta que tive uma infância feliz, com pais que me amam, com uma família que sempre me deu mimo e com uma curiosidade e rebeldia de criança que em casa era uma coisa e na rua perante a sociedade era outra. 

Hoje apetece-me comentar o facto de ser um autêntico caracol no que toca a refeições. Lembro-me tão bem dos tempos de escola primária em que ao longo de uma hora ia até casa para almoçar, o que sempre foi bom por viver na terrinha, e conseguia demorar todos aqueles sessenta minutos a comer. Não, não era porque o prato estava cheio demais, era sim porque até mais ou menos aos dez anos era um molenga de primeira para comer. Demorava eternidades a tomar uma refeição, tentavam que comesse sozinho mas para o fim da hora já me tinham de ajudar para que não voltasse para as aulas de estômago vazio. Conseguia sentar-me à mesa e ficar a olhar para o prato, escolhendo o que colocar no garfo e nada levar até à boca para me despachar. Claro que aquela hora raramente acabava bem porque a vontade de comer era pouca, depois começavam a ralhar, ajudavam e por vezes acabava mesmo por apanhar uma lambisca para tentarem que comesse alguma coisa de jeito. E quando era peixe então tudo se tornava bem pior, uma autêntica tortura. 

Hoje envergonho-me dessa má fase que dei aos meus pais que se viam aflitos para que conseguissem fazer-me comer alguma coisa mas lembro-me daquelas inúmeras situações em que sentado numa mesa branca redonda ficava de olhos postos no prato e de boca fechada.

Vencedores dos convites duplos para Ainda Falta Aqui Qualquer Coisa [07.08.2017]

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Em 2015 estreou Falta Aqui Qualquer Coisa, onde um lote de humoristas armados em cantores subiram ao palco para proporcionar ao público momentos hilariantes e marcantes. Dois anos depois e porque o sucesso assim o pediu, eis que encontra-se em cena pelo Auditório do Casino Estoril um reformulado espetáculo, Ainda Falta Aqui Qualquer Coisa, dando continuação ao sucesso do passado. 

As Segundas-feiras no Casino Estoril são assim diferentes por receberem Carlos Moura, Mário Bomba, João Dias, Paulo Cintrão, Ricardo Karitsis e o maestro Nuno Feist ao piano numa produção que promete arrancar muitas gargalhadas ao público que ao longo de hora e meia se deixar levar pelas boas vozes destes comediantes. 

Para que os seguidores do blog possam ter a oportunidade de ver esta comédia musical com um empurrãozinho a servir de ajuda, eis que quatro convites duplos estiveram em sorteio e é agora chegado o momento de revelar o nome dos vencedores que serão contactados via email. Maria Major, Sílvia Vicente, Paula Carvalho e Nuno André foram os quatro selecionados através do sistema random.org. 

Verão estranho em Agosto

Agosto de 2017 não está a começar da melhor maneira como o mês mais quente e que a todos convida para assentarem arraiais pelas praias deste país. Várias horas em que o sol fica tapado pelas nuvens, um vento desagradável para quem gosta de desfrutar da praia em sossego e sem levar com areia a todo o momento e as ameaças esporádicas de chuva não ajudam nada os fãs deste mês para tirarem umas ricas férias onde sonham atingir um bronze perfeito para regressarem ao dia-a-dia com um vigor reforçado graças ao sol e ao descanso que obtiveram. Parece-me que o querido mês de Agosto este ano não está de modas e deixou-se influenciar por um tempo mais virado para o Outono.

Nunca fui fã de tirar férias nestas semanas supostamente mais quentes e com as multidões a invadirem as praias, os estabelecimentos comerciais em zonas tradicionalmente mais movimentadas neste período e os preços a serem inflacionados a pensar no consumismo desenfreado a que os dias de pausa como que obrigam por existirem subsídios para gastar. Mas é certo que a maioria dos portugueses continua a apostar nas semanas de Agosto para tirarem férias, mas este ano parece que tiveram azar se o tempo continuar frouxo e a fazer caretas ao longo dos dias. Não está um calor constante, não existe um céu limpo de manhã à noite, existindo sim a presença de vento que arrasta areias movediças pela praia fora e um nevoeiro por vezes desmoralizador, deixando aquela ideia de um Verão com altas temperaturas de lado.

Egocêntrico ou Incompreendido

Várias vezes sinto-me incompreendido ou fora de contexto da sociedade. Não sei se o meu egocentrismo me faz ter ideias contrárias do que a maioria acha como correto ou se as formas dos outros de olharem para os seus umbigos quando estão bem para se esquecerem dos períodos menos bons em que os outros estão presentes ficam esquecidos. Algo não bate certo nas atitudes quando apoio e depois meia volta percebo que afinal quando já não é preciso se fica para trás porque os outros, aqueles que afinal devem ser mais importantes, chamam para bons momentos e lá se vão quem sempre lá está.

Sempre aprendemos com as quedas que a vida nos vai dando e ao perceber várias vezes que somos utilizados como companhia para depois os bons acontecimentos serem partilhados com quem nem sempre está é complicado. Gerir as emoções quando se percebe que se fica para trás e que as intenções que são ditas são boas mas que as mostradas ficam bem aquém das expetativas criadas. Não vale mais logo dizer como é e deixar seguir viagem do que andar a engonhar com palavrinhas bonitas para assim que se possa dar um pontapé no traseiro?

Cartão de Refeição = Problema

Pela primeira vez recebo o subsídio de refeição através de cartão, mas esta primeira vez em algo não está a correr assim tão bem como esperado. Aparentemente o valor devido foi colocado no cartão no dia 1, tendo-me sido entregue o dito cartão no dia 2. Rapidamente fiz a adesão online para ter a aplicação e poder controlar o valor ao longo do mês, mas espantem-se... O dinheiro ainda lá não estava no dia 2! Dizem que é porque aquela empresa de cartões não atualiza o saldo dos cartões diariamente. No dia 3 voltei a verificar e 0€, fui a um multibanco tirar o saldo e 0€. Amanhã se nada de novo acontecer terei de voltar a falar com a contabilidade e talvez com a empresa responsável para perceber o que se passa. Aparentemente pelo que me disseram a primeira vez nem sempre é fácil com aquele bocado de plástico, mas será que demoram assim tanto a deixar o valor ficar disponível quando nos estreamos?

Convites duplos para Ainda Falta Aqui Qualquer Coisa [07.08.2017]

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Falta Aqui Qualquer Coisa estreou em 2015 e o sucesso do espetáculo foi tal que dois anos depois a ArtFeist apresenta no Auditório do Casino Estoril o reformulado Ainda Falta Aqui Qualquer Coisa. 

Esta comédia musical estreou no passado dia 10 de Julho para uma temporada de Verão e as Segundas-feiras tornaram-se assim especiais. Com Carlos Moura, Mário Bomba, João Dias, Paulo Cintrão, Ricardo Karitsis e o maestro Nuno Feist ao piano, esta produção promete arrancar muitas gargalhadas ao público que se deixa levar ao longo de hora e meia pelos humoristas cantores de serviço.

As Segundas-feiras são assim dias de sessão de Ainda Falta Aqui Qualquer Coisa e sabes que mais? Na próxima tu podes assistir a este espetáculo. Pois é, dia 07 de Agosto, pelas 21h30, podes soltar umas boas risadas com esta comédia musical. Para isso basta seguir os passos que se seguem...

Atual leitura... Os Passageiros do Tempo [Alexandra Bracken]

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Marcador lançou entre nós um dos sucessos internacionais dos últimos tempos, Os Passageiros do Tempo, e após criticas tão boas como o facto desta obra ser «rica em detalhes históricos» cujo «final grandioso e surpreendente» parece conquistar os leitores que se deixam agarrar por esta «saga avassaladora» que enriquece graças à «relação entre Nicholas e Etta», fiquei também bastante curioso para com esta narrativa que tem prendido milhões por todo o mundo. 

Como tal e porque a história parece mexer com os meus gostos, Os Passageiros do Tempo, da autoria de Alexandra Bracken, é a minha atual leitura!

A Sociedade dos Sonhadores Involuntários [José Eduardo Agualusa]

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Autor: José Eduardo Agualusa

Editora: Quetzal

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Maio de 2017

Páginas: 280

ISBN: 978-989-722-332-7

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: O jornalista angolano Daniel Benchimol sonha com pessoas que não conhece. Moira Fernandes, artista plástica moçambicana, radicada em Cape Town, encena e fotografa os próprios sonhos. Hélio de Castro, neurocientista brasileiro, filma-os. Hossi Kaley, hoteleiro, antigo guerrilheiro, com um passado obscuro e violento, tem com os sonhos uma relação ainda mais estranha e misteriosa. Os sonhos juntam estas quatro personagens num país dominado por um regime totalitário à beira da completa desagregação. 

A Sociedade dos Sonhadores Involuntários é uma fábula política, satírica e divertida, que desafia e questiona a natureza da realidade, ao mesmo tempo que defende a reabilitação do sonho enquanto instrumento da consciência e da transformação.

 

Opinião: Após opiniões distintas para com as três anteriores obras de José Eduardo Agualusa que li nos últimos anos, quis voltar ao contacto com as criações do autor mas as coisas não correram lá muito bem. A Vida no Céu, Barroco Tropical e Um Estranho em Goa foram obras do escritor que se revelaram uma montanha russa entre o bom e o frouxo, agora voltei a ficar com uma impressão a meio caminho sobre A Sociedade dos Sonhadores Involuntários. 

Embora tenha entrado a conta gotas nos sonhos que dão vida a esta história que une a realidade do próprio autor e a critica sobre a situação política de Angola em forma de comentário social com a imaginação, confesso que não consegui desfrutar desta viagem pelos sonhos da melhor maneira.

Uma questão de moda!

Não sei se ando com uns gostos um pouco trocados em relação ao que está na moda, mas na verdade ao entrar emv várias lojas onde costumo comprar peças de roupa consigo deparar-me com um problema... Não encontro nada que satisfaça os meus desejos!

Sinto que deverei andar um pouco esquisito no ato da compra de roupa! Trapos que tapam o tronco ainda vou encontrando um ou outro que me consigam chamar a atenção, mas não como há uns anos. Agora no que toca a calças é que o problema consegue ser bem mais abrangente. Não consigo encontrar um modelo de calças em que olhe e diga «são estas». Não sei se as grandes marcas estão com um grande problema de criação para só lançarem coleções semelhantes umas das outras, com modelos direitos ou então estreitos com ganga elástica. É o chamado oito ou oitenta o que encontro neste momento em lojas como Zara, Pull&Bear, Springfield e por ai fora.

Na verdade todas as lojas destas grandes marcas com estilos semelhantes estão a ficar bem iguais entre si. Modelos praticamente idênticos onde uma risca distância uma camisola da Pull&Bear da Zara, umas calças de ganga elástica onde uma marca faz a diferença entre Springfield e Pull&Bear. Os fornecedores deverão recorrer às mesmas fábricas e depois o que aparece para venda é vira o disco e toca o mesmo, com a moda a ter destaque e a derrubar os modelos talvez mais normais com apontamentos que os vão distinguindo. A moda agora é o elástico apertado ou o modelo direito e quem não gosta não compra nada.

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