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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

13
Jul17

Agressões banalizadas?!


O Informador

Há uns dias numa reportagem acerca de um homicídio onde o marido matou a sua esposa numa aldeia algures pelo país o jornalista questionou três vizinhos acerca da convivência do casal e as respostas não podiam ser mais unânimes. O problema é que fiquei a pensar no quanto complicado deverá ser aquele bairro.

Então não é que as três pessoas inquiridas pelo jornalista com a questão se ao longo do tempo ouviam o casal a discutir afirmaram que sim e que isso é o normal acontecer entre casais! Primeiro, não ando a ouvir os casais que vivem ao meu redor a discutir porque se o fazem não deverá ser aos gritos para todo o prédio e rua acompanharem e depois dizerem que é normal isso acontecer é logo meio caminho andado para mostrarem o que dentro das suas próprias casas se passa.

Sim, ok, todos os casais têm as suas quezílias, mas que tenha dado conta não se anda aos gritos para que a vizinhança, como era aquele caso, possa ouvir o que se passa dentro de quatro paredes. Depois os inquiridos além de dizerem que sabiam, mais ou menos, o que se passava ainda conseguiram deixar escapar palavras reveladoras acerca das suas próprias vidas conjugais.

05
Jul17

Marcelo, o Pai da Nação


O Informador

marcelo rebelo de sousa.jpg

Ao longo dos anos Marcelo Rebelo de Sousa foi conquistando Portugal graças à sua presença televisiva com o comentário semanal mais visto ao longo de anos. O professor resolveu candidatar-se ao lugar central da política nacional, venceu com maioria e rapidamente conseguiu conquistar muitos dos que não votaram em si. Hoje, Marcelo é o nosso Presidente da República e com o passar do tempo poderá ser mesmo apelidado como o Pai da Nação.

Qualquer que seja a situação de maior destaque, boa ou má, acontecimentos agendados ou imprevistos, o atual Presidente marca presença. Não existe forma de dar a volta à sua presença porque quando menos se espera e quando se acredita que os compromissos não podem ser adiados, eis que Marcelo aparece num acidente de maior gravidade para se inteirar da situação e apoiar as vitimas. Para o bem e para o mal Marcelo está presente, mostra interesse em saber o que se passa e as medidas imediatas que podem ser tomadas para melhorar qualquer situação menos boa. Isto é um Presidente, bem distinto do que estávamos habituados até aqui ao longo de várias décadas onde rostos importantes lideraram o país mas só tiveram mão e estima pela secretária. Agora não, agora o rosto da nação está nos locais em que é necessário estar, altera os planos a qualquer momento e não deixa nada por fazer ou dizer quando assim tem de ser. Muitos acham que por andar sempre em viagem acaba por não ter tempo para rever as leis e obrigações da sua função, não acredito que Marcelo deixasse isso para trás, acreditando sim numa boa equipa por detrás de um rosto e na forte inteligência de um Homem que sempre estudou para ser o melhor. 

Marcelo Rebelo de Sousa é o melhor Presidente da República que Portugal podia ter nos dias que correm, alterou a forma de estar em Belém, virado para o povo e não para si, aproximando-se das pessoas sem receios, deixando a segurança em apuros mas servindo uma nação que o aceitou de bom grado e se tem rendido à sua perseverança, aos atos, afetos, palavras em momentos certeiros e acima de tudo por ser o líder presente e próximo do que é sentido e vivido no país. 

29
Jun17

Os gémeos de Cristiano Ronaldo


O Informador

cristiano ronaldo gémeos.jpg

Cristiano Ronaldo ontem deixou a Seleção Nacional que irá decidir quem fica no terceiro e quarto lugares da Taça das Confederações para voltar a Madrid onde já se encontrava a avó Dolores com os gémeos Eva e Mateo.

Os mais recentes membros da família Aveiro, filhos do craque, nasceram no dia 8 de Junho nos Estados Unidos através de barriga de aluguer e voaram por estes dias para Espanha com a avó onde já esperavam a chegada do pai.

Foi através das redes sociais que Cristiano partilhou a imagem com os gémeos ao colo e com a legenda «Muito feliz por poder segurar os dois novos amores da minha vida».

28
Jun17

Salvador Sobral, o Triste


O Informador

«Vou mandar um peido para ver o que acontece». Esta foi a frase proferida por Salvador Sobral durante a sua participação em palco no evento em memória das vítimas dos fatídicos incêndios de Pedrógão Grande quando o público sempre aplaudia tudo o que o cantor fazia e entoava em palco. Se era necessária esta reação? Não, de todo!

Mais uma vez e porque está mais que provado que não sabe lidar com a fama e com os aplausos, Salvador voltou a colocar o pé na argola e só podia sair disparate. Como é que um artista em palco, perante milhares de pessoas que encheram o MEO Arena e os milhões de espetadores que assistiram ao Juntos Por Todos através da televisão consegue descer tão baixo e ser hipócrita a este ponto?

O que aconteceu a meio da atuação do jovem foi daquelas coisas que qualquer artista que se preze e que quer vingar não ousa sequer pensar. Como é que o Salvador voltou a falhar num evento nacional e com todo o à-vontade do mundo? Esta atitude mostra que para além de não saber lidar com o estrelato consegue ainda ser mal intencionado com o público que o tem acarinhado ao longo dos últimos tempos por ter sido o vencedor do Eurovision. 

Assisti em direto a este momento decadente de um jovem que não deverá ter grande futuro pelos principais palcos se continuar a seguir esta sua linha de gostar de fazer tudo à sua maneira, o que até acho bem, mas que depois não consegue lidar com o sucesso que alcançou. Foi um mau momento, por si, pelo público e acima de tudo pelo evento em que aconteceu. Quando ouvi e percebi o riso do público no recinto do espetáculo pensei que não tinham ouvido bem o que tinha sido dito porque deu-me a sensação que a frase até entusiasmou a continuação dos aplausos, mas afinal pelas redes sociais os comentários negativos não se fizeram esperar e em boa hora Portugal caiu em cima de Salvador pelo seu comportamento, que tal como outros artistas, deixa muito a desejar numa pessoa que é o ídolo de milhares de crianças e não só. 

19
Jun17

Críticos por Pedrógão Grande


O Informador

pedrogão grande 2017.jpg

Muito já li pelas redes sociais acerca do tratamento da comunicação social face aos acontecimentos de Pedrógão Grande, essencialmente porque a TVI, tal como todos os canais generalistas, continuou com a sua programação normal ao longo da tarde, só que enquanto RTP tinha futebol e a SIC cinema, como todos sabem no canal quatro o programa de Domingo é o Somos Portugal. Já ao serão foi a vez de ser a SIC a levar com as criticas por ter transmitido o Just Duet. Muitos achavam que seria sensato por parte da direção de cada estação ter cancelado a exibição dos formatos para darem algo não programado ou estarem em direto do local da tragédia, o que foi feito nos canais informativos com e sem rigor. O que me pergunto é, valeria mesmo a pena cancelar tudo o que estava programado quando existia um canal suplementar do grupo que estaria em direto ao longo de todo o dia do local dos acontecimentos, neste caso a SIC Notícias e a TVI24?

Estas criticas fizeram-me lembrar uma situação que vivi e que acabei por recordar um pouco. Falo do dia em que o funeral da minha avó se realizou. Dia esse que também assinalou o aniversário da minha afilhada. O funeral foi ao início da tarde e pensei que não deveria ir ao jantar de família, feito em casa, mas todos me disseram que não havia mal algum em ir jantar com eles porque tinha de comer, ou em casa ou na casa dos meus primos, teria de jantar. E fui, os meus pais e tios aconselharam-me a ir e optei por não desmarcar o que já estava combinado. Claro que o espírito não é o mesmo, claro que não existem festejos como se de outro dia normal se tratasse, mas as coisas acontecem e os que cá ficam têm de continuar a viver, de luto, com um pensamento distante por alguns momentos, mas não é necessário alterar totalmente uma rotina porque um acidente acontece e os que cá ficam têm a obrigação de desfalecer. Não vamos atirar foguetes de alegria, mas existe a necessidade de continuar e tentar voltar rapidamente à rotina, não deixando que os factos menos bons tomem conta do psicológico de cada um. Não queria ir, fui e não me arrependi em algum momento de ter tomado tal decisão. 

Claro que a dimensão dos acontecimentos não tem comparação, mas uma morte toca sempre quem está envolvido e neste caso da devastação de Pedrógrão Grande é um acontecimento que marca o país, que arrecada muitas lágrimas e tristeza e que fez com que este Domingo tivesse sido passado com um pensamento fora do comum, com um tema que ninguém gostaria de ter visto acontecer, mas que infelizmente quebrou várias famílias, aldeias e uma sociedade que agora ter-se-a de reerguer com as faltas que este fatídico incêndio provocou. 

Não percebo a indignação das pessoas que criticaram os canais, principalmente a TVI, por não alterarem a sua programação, sendo que muitos desses críticos foram certamente para um arraial festejar ou para a praia desfrutar do dia quente que se fez sentir, não se lembrando nesse caso que o país está em luto nacional durante três dias. Há que ter noção sobre o que se diz porque quando hoje se criticam atitudes as mesmas podem muito bem ser feitas pelos próprios em ocasiões semelhantes. 

Neste caso os canais já tinham as suas programações definidas, existem os canais informativos para estarem em direto do local dos acontecimentos constantemente, qual seria a necessidade de estarem dois canais de cada grupo a transmitirem de manhã à noite a mesma emissão? Por essa lógica muitos dos canais de Cabo tinham fechado a sua emissão porque os seus programas não estão de todo de acordo com o que esses críticos chamam de dias de luto onde não comem, não conversam, não saem de casa, não exprimem um sorriso e não tentam descomprimir, ficando somente a matutar na dor que fica para sempre mas que pode muito bem ser tranquilizada com as rotinas do dia-a-dia.

14
Mai17

Portugal dos três F's


O Informador

fado fátima futebol.jpg

Portugal, o país que muitos apelidam por ser conhecido pelos três F's, graças a palavras de António Oliveira Salazar, ontem 13 de Maio de 2017, conseguiu praticamente fazer o pleno e ter duma só fez Fado, Fátima e Futebol... Se não fosse o Salvador Sobral a fugir do Fado no Eurovision poderíamos mesmo dizer que tivemos os F's representados de forma vencedora e duma só vez. 

Iniciamos o dia com as comemorações de Fátima, com o Papa Francisco a santificar os pastorinhos Francisco e Jacinta Marto que se tornaram os mais jovens Santos da igreja, celebrando ao mesmo tempo o Centenário das Aparições de Fátima. Passamos para a vitória do Benfica no Campeonato Nacional a uma jornada do final com direito a festejos pelo Marquês de Pombal e por vários locais do país e terminamos o dia com a representação portuguesa no Festival da Eurovisão a arrecadar o troféu, pela primeira vez. Salvador Sobral chegou, cantou, conquistou e venceu pela primeira vez o Eurovision e encheu Portugal de orgulho num dia onde tudo aconteceu!

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