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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

26
Set17

Hoje...


O Informador

caminho.jpg

Recebi uma boa notícia que poderá ser concretizada daqui a uns meses se tudo continuar a seguir o caminho dos últimos meses! Algumas coisas deverão ser alteradas na vida se as promessas se realizarem, mas quem sabe se não serão mudanças para alcançar novos caminhos e poder dar novos passos no futuro! Poderia ter ficado assustado com o convite, mas bem pelo contrário, estou confiante e espero que nada mude até as alterações se concretizarem para as poder agarrar com a curiosidade com que recebi a notícia e disse de imediato «vamos a isso»!

11
Set17

Dores de Segunda


O Informador

Não sei que se passará mas sei uma coisa... As Segundas-feiras andam a dar-me algum tormento, tudo porque já é a terceira semana que acordo no primeiro dia da semana de trabalho com dores por todo o corpo que até penso que me terá passado um camião por cima e não terei sentido nada!

Músculos apanhados ao ponto de me custar a andar e com os braços então parece que andei a levantar pesos como se tivesse ido ao ginásio e abusado na dose como na primeira vez. Acordo literalmente partidinho, sem vontade de abrir os olhos e para levantar é um castigo, deixando o despertador tocar mas ficando em espera que o tempo passe devagar para adiar o inevitável. O corpo sente-se no primeiro dia de trabalho da semana e se não fosse saber que até tenho descansado ao fim-de-semana pensaria que tinha de acalmar a «vida louca» dos dias de pausa. 

Parece-me bem que o corpo não gosta nada das Segundas-feiras, mas talvez saiba a razão... Não consigo dormir tanto de Domingo para Segunda porque na noite anterior abuso e prolongo um pouco as horas de cama! Será que a idade tem peso nesta matéria? Não quero acreditar nessa ideia perseguidora que surge na mente de todos consoante os anos vão avançando, mas acaba por ser inevitável!

08
Set17

Despertador, para que te quero?!


O Informador

despertador.jpg

De há uns dias para cá, porque talvez tenha andado a descansar o suficiente, o despertador do telemóvel quase que pode ser desativado. A razão? Uns minutos antes do seu toque já a minha mente faz o favor de acordar, começar a trabalhar, bater à porta das pálpebras para que acorde e fique quieto, em «modo avião», à espera que as 07h00 cheguem com a ajuda do irritante toque do alarme que me faça levantar para que a partir daí exista a noção que é tempo de despachar e me pôr a andar. 

Ando a acordar antes do toque do despertador, o que por um lado é bom porque ao abrir os olhos e olhar para o ecrã do telemóvel percebo que ainda posso ficar mais uns minutos deitado há espera que a hora exata chegue para começar o dia. Por outro não é assim tão aceitável perceber que posso dormir mais um pouco e acabar por ficar acordado na ronha, desperdiçando uns valiosos minutos de sono. 

A par de tudo isto existe um fenómeno meio estranho que só acontece num dos dias de descanso, o Sábado. Então não é que no primeiro dia do fim-de-semana também acordo por volta das 07h00 e nesse dia nem tenho um despertador prestes a tocar logo de seguida? Deito-me normalmente na Sexta e depois ando a acordar cedo como se o cérebro me quisesse obrigar a ir trabalhar, o que já não acontece com os Domingos, onde consigo dormir até mais tarde sem qualquer tentativa para acordar. 

31
Ago17

Ocupação tranquilizante


O Informador

As pessoas não se apercebem mas os factos são verídicos. Quanto mais se estiver ocupado no dia-a-dia melhor nos conseguimos sentir connosco e com os outros, não causando tantos problemas e complicações pessoais e para com quem nos é mais próximo. 

Como é sabido estive mais de dois meses desocupado e sem conseguir dar a volta para ocupar as horas que antes estavam ocupadas e que passaram a estar livres. E agora percebo que nessa altura, sem que me desse conta, tudo me começava a fazer confusão. O que poderia ser uma questão que nem ligaria em tempos normais daria logo para gerar uma conversa menos boa e causar ligeiros conflitos com quem me é mais próximo. O cérebro ao estar demasiado desocupado começa a criar problemas onde eles não existem e isso acaba por não ser benéfico para ninguém, acima de tudo para o próprio, que entra numa espiral de onde pode ser complicado sair por se criar um hábito. A pessoa sente-se vazia, inútil e ao ver os outros com os seus afazeres diários acaba por se auto magoar e também por arrastar quem não tem culpa de nada para os seus problemas que ganham proporções acima do normal porque alguém que passa um dia em vão não compreende que quem está ocupado simplesmente quer descansar quando chega e não está para aturar os dramas que deixam de ser relativizados, ganhando sim outros contornos que vão adensando devido ao tempo que é passado sem nada fazer.

Percebi isso ao longo daquelas semanas em que me senti a ficar ainda mais chato e maçador para com quem me é mais próximo, tornando-me implicativo com mínimas coisas e só depois, uns tempos após ter retomado a vida normal, é que percebo que isso aconteceu verdadeiramente. Não é que não me tenham alertado e que não veja tais comportamentos nos outros, mas passei pelo mesmo sem me ter dado conta, ao contrário do que afirma o velho ditado, «só quem está no convento é que sabe o que vai lá dentro». E é verdade, hoje tenho capacidade para perceber que além de ter ficado mais sensível e carente naquela altura, a paciência esgotava-se com uma maior facilidade. 

28
Ago17

Elogios animadores


O Informador

Acredito que todos gostaremos de receber elogios na sua vida, mas perceber que o seu trabalho está a ser valorizado por simples palavras espontâneas é positivo e anima qualquer pessoa que possa começar o dia mais cabisbaixo.

É sabido que estou há praticamente três meses no meu segundo emprego, após trabalhar dez anos numa empresa que encerrou, e embora tenha começado esta nova fase bem, depois desanimei porque estava habituado a outro ritmo e a um maior movimento, mas aos poucos percebi que estou bem onde estou e que é naquele espaço que quero continuar pelos próximos tempos. A par disto perceber que os superiores enviam emails positivos sobre o trabalho e que os colegas valorizam a diferença entre o que tinha no passado e o que apresento agora deixa-me contente. Por muito que a pessoa pense que ainda consegue fazer mais e melhor, perceber por palavras diretas e por pessoas que estão há anos na empresa que o trabalho está a ser bem visto é bom, deixa-me contente e com vontade de continuar a fazer o que tenho aprendido muito à minha custa. 

Sinto-me calmo, faço tudo ao meu ritmo, com uns dias mais corridos que outros como em todos os trabalhos, mas entrei, tentei perceber o que era para fazer e aos poucos tenho alterado o método que me foi passado para adaptar as situações ao tempo e disponibilidade, tanto que consigo ter tempo, o que parece que o meu antecessor não tinha. Quase todos os colegas com quem trabalho mais diretamente acham que já tinha conhecimentos na área, mas nada disso. Já lhes expliquei como foi o meu passado profissional e os comentários sobre a adaptação e o desenrasque com que entrei e a forma como falam sobre a minha adaptação às funções dizem que parece de alguém que já estava na área e que pouco teve de aprender.

Enganam-se, tudo tive e tenho de aprender. Nomes completamente estranhos para conhecer, materiais que ainda estou a perceber o que são, contas a fazer com tabelas de excel todas elaboradas, emails sempre a aparecer para serem resolvidos e tentar esclarecer tudo para que se siga em frente... Sim, uma das minhas anteriores funções entre várias era fazer a parte de escritório, mas o antes e o agora nada têm haver uma coisa com a outra. Para além disto o salto deu-me responsabilidade porque o processo só avança se passar por mim, não existindo alguém acima a dar ordens e dicas sobre o que fazer. Tenho de decidir, fazer e avançar o quanto antes porque atrás vem gente, ou melhor, trabalho. E parar neste caso é perder dinheiro, o que não pode acontecer!

12
Ago17

Nula lavagem


O Informador

Não sei se sou caso raro mas quando lavo o carro, por aquelas lavagens automáticos que existem como formigas por ai, tenho o cuidado de passar com a água por todo o lado, de cima a baixo, tendo especial atenção à parte baixa das portas laterais. Lavo com água e detergente, passo água e depois o brilho. Tudo perfeito antes de seguir viagem. Então não é que se parar o carro logo de seguida e esperar que escorra, a parte baixa das portas está suja que nem parece que lá passou água?

O carro é preto (bem que me avisaram para comprar de outra cor) e dizem-me que nos carros assim escuros fica sempre sujidade se não se passar com um pano ou escova ao longo da lavagem. Mas esqueço-me e tenho sempre esperança que «desta vez» tudo ficará lavado e sem manchas de terra e pó. Não fica, por mais que tente e passe com a mangueira, nada muda. 

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