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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Brincos Masculinos é na ROTA

15.07.18Publicado por O Informador

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Hoje falo de acessórios, mais precisamente sobre os brincos masculinos! Primeiramente tratados e vistos com um certo preconceito, os brincos masculinos estão cada vez mais na moda e neste momento existe um variado lote de modelos que conseguem alterar o visual de quem os usa, existindo uma diversidade tão grande que os vários estilos conseguirão encaixar-se dentro dos artigos disponíveis no mercado!  

Talvez por não querer ter um furo definitivo na orelha ou por outras questões, muitas pessoas, como eu, pensam duas vezes antes de colocarem a hipótese de encararem a agulha, o que não invalida a aposta nos brincos masculinos. Recentemente a Rota Brincos Masculinos lançou uma nova linha de brincos e piercings que não precisam de furos para serem usados! Isso mesmo, brincos masculinos de pressão que certamente irão obter uma maior adesão, uma vez que não deixam marca.

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A ROTA Brincos Masculinos, é um site com os mais variados modelos de brincos de pressão - para quem não tem furo - e também brincos masculinos para quem tem a orelha furada. Primeiramente um negócio nascido no Brasil e agora com envio para Portugal, o país que está cada vez mais na moda! 

Hippie | Paulo Coelho

13.07.18Publicado por O Informador

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Título: Hippie

Autor: Paulo Coelho

Editora: Pergaminho

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Junho de 2018

Páginas: 224

ISBN: 978-989-687-505-3

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Paulo é um jovem que quer ser escritor. Deixa crescer o cabelo e parte numa viagem pelo mundo em busca da liberdade e do significado mais profundo da existência. Uma jornada que vai desde a prisão como terrorista pela ditadura militar brasileira, em 1970, enquanto viaja pela América do Sul, até ao encontro com Karla, em Amesterdão, e a decisão de partirem juntos para o Nepal no Magic Bus. No caminho, os companheiros que vivem uma extraordinária história de amor também passam por transformações profundas e abraçam novos valores para as suas vidas.

O mais autobiográfico dos livros de Paulo Coelho, que nos leva a reviver o sonho transformador e pacifista da geração hippie.

 

Opinião: Olhar para as obras de Paulo Coelho e refletir sobre a verdade das suas partilhas foi uma constante nas leituras que fiz do autor. Agora surgiu Hippie e vi uma realidade, talvez transformada para criar um outro impacto, sobre uma fase da vida de um autor que vive o dia sem receio do que está para vir. Aprender, conhecer e experimentar sob o lema da liberdade individual.

Numa narrativa com protagonistas reais, embora com nomes trocados, em Hippie o leitor é levado a partir numa viagem com o autor entre um grupo de desconhecidos com histórias para serem contadas enquanto o percurso segue e lembranças do passado se vão juntando às curiosidades do momento onde nada fica por dizer e fazer. Do sexo às drogas, das reflexões às dúvidas existenciais, o trajeto vai sendo feito entre zonas onde a ditadura impera com perseguições, medos e represálias, sem que nunca os viajantes sem medo deixarem de fazer o que pretendem, já que o seu lema é viver, aprendendo com o que os rodeia e sem deixarem nada por fazer. Em Hippie partimos da América do Sul até ao Nepal num autocarro onde diversas visões se juntam para que por vários dias vivam de forma despreocupada e de auto-conhecimento.

Em espera no desemprego

12.07.18Publicado por O Informador

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Os mais atentos deverão saber que estou desempregado desde o início de Junho. Um ano após ter entrado em funções no meu segundo emprego fiquei no desemprego. De imediato recorri à segurança social para entrar no período de subsidio a que tenho direito, enquanto procuro algo novo. Uma vez que pelos dez anos de casa no emprego anterior tive direito a dezasseis meses e nem dois usei, agora posso voltar a ativar o período e valores em falta. Tudo parecia meio encaminhado, até que a mensagem no portal da segurança social não passava de Indeferido.

Mais de um mês depois comecei a fazer chamadas para o número da linha de apoio e as explicações eram de que tudo estava em espera ainda. Deixava passar mais uns dias e o mesmo testemunho era dado do outro lado. Enviei email a tentar saber alguma coisa e uma semana depois obtive resposta a esse mesmo email onde me deram a indicação que não tinha direito a subsídio porque, vim depois a saber por chamada telefónica, tinha faltado a uma convocatória da primeira vez, o ano passado, em que estive desempregado. O mais giro disto tudo é que nunca recebi qualquer documento via correios ou email para me apresentar onde quer que fosse e o período em que indicam de ter faltado encontra-se uma semana após ter voltado ao ativo na empresa onde estive um ano. Ou seja, saí do desemprego no dia um e ao dia cinco supostamente faltei a uma reunião da segurança social que nem tive conhecimento, a não ser agora que tentei rebuscar o período a que tenho direito. 

Convites Duplos | Let The Sunshine In | 13/15-07-2018

11.07.18Publicado por O Informador

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A festa dos anos 60 está de volta!

Há quem lhes chame "baby boomers". Essa geração dos anos 60, os anos que mudaram e moldaram o mundo. Foi na música que os anos 60 encontraram a sua maior expressão. Cantava-se de tudo, sobre tudo e às vezes contra tudo...

Venha divertir-se, cantar e recordar connosco. Let The Sunshine In - Um espectáculo de Henrique Feist.

Let The Sunshine In, um espetáculo de Henrique Feist que fez sucesso no Auditório do Casino Estoril em 2017 está de regresso. Um ano depois, a segunda temporada do musical que recorda os grandes sucessos dos anos 60 acontece.

A estreia da nova temporada de Let The Sunshine In aconteceu no passado dia 22 de Junho e a partir daí todas as Sextas-feiras, Sábados e Domingos, pelas 21h45, o público pode ver e recordar os grandes momentos musicais dos anos 60 através do canto e dança onde Henrique Feist, Mariana Pacheco, Valter Mira, Diogo Leite e Samuel de Albuquerque brilham em palco ao lado da banda que os acompanha ao vivo da responsabilidade de Nuno Feist. 

Para vos presentear tenho vinte convites duplos para vos oferecer destinados às sessões de 13 e 15 de Julho, Sexta-feira e Domingo, respetivamente, pelas 21h45. Serão atribuidos dez convites duplos para cada sessão. Este passatempo irá estar disponível até às 18h00 de dia 12 de Julho, Quinta-feira, e nesse mesmo dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos convites duplos acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem...

Encontros indesejados

09.07.18Publicado por O Informador

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Existem dias em que nem todos estamos para aturar certos cromos que nos aparecem pela frente. Estava num desses dias quando me apareceu pela frente uma antiga colega de trabalho daquelas que tanto fala para não dizer nada, que acaba por cansar só de saber que quando me vê ao longe já vem a pensar no tanto que tem para contar sobre a sua vida.

Foi uma situação deste género com que me deparei há uns dias. Tinha estacionado o carro para seguir a minha vida e eis que ainda no parque de estacionamento vejo de frente, ainda com alguma distância, a pessoa que desejava não ter encontrado naquele dia. Sei que de forma rápida o cérebro tentou que me escapasse para algum lado, mas o olhar foi fulcral e ao mesmo tempo que a vi também fui apanhado na ratoeira e tive de seguir em frente.

Naquele momento pensei que teria de ser simpático, dar um pouco, mas mesmo pouco, de conversa para não transmitir uma de mal educado e colocar a máscara de simpatia própria para o momento. Assim foi, lá segui o meu caminho, cumprimentamos-nos e fiquei uns bons vinte minutos a conversar, ou melhor, a ouvir um quase monólogo daqueles que têm direito a histórias do dia mas também a memórias do tempo de trabalho e de figuras que só ouvimos falar e nem sabemos quem são ao certo. 

Anonimato nos comentários

08.07.18Publicado por O Informador

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Andamos nisto há anos e existem comentadores anónimos de blogs que com o tempo acabamos por perceber quem são por algumas dicas que vão deixando e mesmo pelas igualdades em comentários que fazem dando a cara pelas redes socias e afins. Mas seria tão interessante deixarem o anonimato que pode ser de todos e criarem a vossa própria e singular identidade, mesmo que seja falsa. 

Se não querem dizer quem são no que comentam estão no vosso direito, mas deixo-vos uma sugestão, criem um nome fictício para que os Anónimos passem a ter cada um o seu nome. Poderão criar nomes tão engraçados para comentadores de bancada como Tubarão, Passarinha, Flor do Campo, Natalícia, Toy, Criador... O que não falta é originalidade desse lado para deixarem de ser os eternos Anónimos e começarem a ter um nome. Não se querem revelar, tudo bem, mas pelo menos sejam originais e divirtam-se no momento de deixarem o vosso comentário, seja ele positivo ou negativo. Felizmente que não tenho obtido maus comentários ao longo destes anos, ao contrário de outros bloggers, mas gostava de ver os meus visitantes Anónimos a assumirem quem são ou a brincarem um pouco mais com a sua criatividade. 

1001 Coisas que Nunca te Disse | Catarina Rodrigues

07.07.18Publicado por O Informador

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Título: 1001 Coisas que Nunca te Disse

Autor: Catarina Rodrigues

Editora: Oficina do Livro

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Junho de 2018

Páginas: 288

ISBN: 978-989-741-918-8

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Quando a vida que tens como garantida se desfaz, questionas tudo. Quando alguém te deixa, parte de ti fica perdida. Após um relacionamento falhado, uma jovem mulher decide reescrever a sua história e embarca numa longa jornada. Durante cerca de três anos, viaja por diferentes lugares do Mundo e dentro dela. Entre o passado e o presente, descobre o valor da dor, da perda, da identidade, da felicidade e traça o caminho do perdão. Porque um grande amor muda a tua vida para sempre.

 

Opinião: Sara, uma jovem universitária, de um momento para o outro perde o seu grande amor, iniciando assim uma fase menos boa da sua vida onde todos os pilares que a ajudavam a sustentar quebram. No momento em que é necessário enfrentar um desgosto de amor as forças desaparecem. Quem não compreende esta desilusão amorosa quando todos passamos em algum momento da vida por algo do género?

Da autoria de Catarina Rodrigues chegou através da Oficina do Livro a obra 1001 Coisas que Nunca Te Disse, um romance contado na primeira pessoa, através de cartas quase faladas de Sara para David, o amor que prometia ser para a vida. As reflexões sobre a sua criação sem uma família estável como aconchego, o passado a dois vivido de forma feliz ao lado de David, os sonhos que ficaram por realizar e os objetivos sobre a vontade de esquecer a mágoa para iniciar um novo processo. A dependência sobre uma felicidade que prometia ser eterna e que ficou pelo caminho, a incapacidade de reação inicial com esperança que tudo mude sabendo que isso não irá acontecer. Sara luta contra si, dando através destas cartas os sinais que queria mostrar a David sobre tudo o que viveram em comum e os seus sentimentos no momento em que fica só, sem o refúgio que tinha. 

Descontraída, de forma simples e sem filtros, Sara entrega à escrita o peso com que habita, vendo nas palavras o seu melhor confidente numa altura de luta pessoal e de mal com o mundo por um corte inesperado que lhe tira o chão. Cada apontamento sincero, transcrito em pequenos capítulos que podiam parecer mais do mesmo mas que agarram o leitor através de cada fase que esta jovem mulher enfrenta ao longo do período de luto pela relação que tinha. Apontar o dedo ao que falhou em si e nos dois, reflexão sobre as brechas que foram abertas que permitiram a ausência de sentimentos e a incapacidade de reação no momento em que tudo voou e é necessário regressar ao ponto onde tudo começou. 

Numa autêntica viagem de vida que começou conturbado, passando por um momento de felicidade que virou presente pesado, a nostalgia surge com cada marca que serve de comparação entre o que foi vivido a dois e um presente solitário que tarda em passar. Vivendo para os estudos e onde o trabalho ocupa cada vez mais o espaço deixado vago pelo coração, Sara mostra-se ao longo dos seus desabafos uma mulher com baixa auto estima, não enfrentando a dor com tentativas de recomeço, optando sim por alimentar o que já não existe, sacrificando uma corrida contra a verdade, não sendo um exemplo de esperança junto dos leitores que passem por uma situação do género. Olhei para esta história e encontrei uma mulher como quero acreditar que não existam assim tantas. Sara permanece demasiado tempo na dor provocada pelo abandono, dando a volta à situação de forma tardia e com apontamentos vingativos a surgirem num momento final, o que não achei convincente nesta história, mas sei que é real. Um ser magoado sempre se transforma e neste caso, como em muitos exemplos reais, a mudança derivada da dor sôfrega acaba por levar a momentos de humilhação para com o outro onde o sofrimento provocado acaba por criar um ser revoltado que tanto está pronto para voltar a acreditar como para magoar e agir com vingança assim que surja uma oportunidade. 

Convites | Mega Festival de Insufláveis | 21-07-2018

06.07.18Publicado por O Informador

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O Primeiro Mega Festival de Insufláveis irá invadir o Jardim do Casino do Estoril pelos dias 20, 21 e 22 de Julho. A Yellow Star Company apresenta assim um evento dedicado aos mais novos onde a diversão não vai faltar ao longo de três dias que prometem ser bastante animados pelo espaço que se irá encher com mais de vinte insufláveis. 

Para todos os gostos, idades e feitios, todos irão poder brincar nestes insufláveis que irão estar espalhados pelo Jardim do Casino Estoril e onde os temas não irão faltar. Oceano de Bolas, Transformer, Aldeia dos Índios, Bola Mecânica, Coche Encantado e Palácio das Princesas são alguns dos insufláveis de destaque do evento onde também o Aqua Slide, Twin Slide e Casa dos Escorregas estarão com água a escorrer para refrescar os dias quentes que são esperados para esses dias. No que toca a espuma, os insufláveis Wild Splach Foam e Extreme Foam estão confirmadíssimos como as estrelas da companhia. Com isto já sabem, quem entrar no Mega Festival de Insufláveis terá de levar as toalhas porque a diversão molhada está garantida do início ao fim.

Para além dos insufláveis e para que não se sintam cansados e possam recuperar energias para nova ronda pela diversão, uma área de descanso e também de comida irá ser feita para que nada vos falte num dia mágico onde pais e filhos se podem divertir até que alguém acuse o cansaço. 

Já sabes, de 20 a 22 de Julho, das 10h00 às 20h00 diverte-te no Jardim do Casino do Estoril com a família. Bilhetes estão à venda na Ticketline, no local e também através do número 938667315 ou em bilheteira@yellowstarcompany.com. Bilhetes a partir dos 6€, existindo um Pack Familia (até 6 pessoas) no valor de 35€.

Vícios online

05.07.18Publicado por O Informador

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Constantemente somos levados a proferir determinados comentários sobre o modo como os jovens, desde bem cedo, olham para o mundo dos jogos online, dos vídeos e das redes sociais onde conseguem passar horas e horas sem desviarem o olhar e mesmo o pensamento sobre os ecrãs de televisão, tablet e telemóvel, deixando cada vez mais os computadores para trás nesse campo. E nós, os adultos que também passamos bastante tempo agarrados às novas tecnologias com os novos e mais variados atrativos que nos são fornecidos para entreter como forma de matar o tempo, ninguém nos chama a atenção?

Se formos a olhar por vezes para um grupo que esteja aparentemente a conversar, seja em casa ou num local público, percebemos que em vários casos o telemóvel está na mão, com o ecrã bem ligado e não são só as redes sociais são motivo de entretenimento, estando também um jogo ou outro a surgir no ecrã, ouvindo o tema que está a ser debatido na mesa mas prestando atenção a um determinado nível que estamos quase a ultrapassar e onde não queremos perder por nada. E os vídeos que são vistos ao longo desse tempo e por vezes até partilhados via online com quem está na mesa para que outros se distraiam e peguem no telemóvel? Chamamos os mais novos de viciados e pedimos para que nos deem alguma atenção quando estamos a conversar para que não estejam sempre ligados ao mundo online, no entanto acabamos por seguir determinados comportamentos que não são exemplo algum para o que queremos mostrar aos outros. 

Confesso que tento não mexer muito no telemóvel quando existe conversa a debater ou quando estou entre amigos e família porque nem tudo é possível através dos jogos e das redes sociais, mas por vezes tenho que me auto reprimir porque caio num erro cada vez mais comum a todos. O vício do social digital tem acabado ao longo dos anos por abafar conversas e até os jogos, aqueles que nos deixam nervosos porque passamos algum tempo a bloquear num determinado ponto sem conseguirmos seguir em frente, nos deixam de fora de determinados momentos em sociedade real que é tão importante e que andamos a dar cada vez menor valor.

Convites Duplos | Let The Sunshine In | 07/08-07-2018

04.07.18Publicado por O Informador

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A festa dos anos 60 está de volta!

Há quem lhes chame "baby boomers". Essa geração dos anos 60, os anos que mudaram e moldaram o mundo. Foi na música que os anos 60 encontraram a sua maior expressão. Cantava-se de tudo, sobre tudo e às vezes contra tudo...

Venha divertir-se, cantar e recordar connosco. Let The Sunshine In - Um espectáculo de Henrique Feist.

Let The Sunshine In, um espetáculo de Henrique Feist que fez sucesso no Auditório do Casino Estoril em 2017 está de regresso. Um ano depois, a segunda temporada do musical que recorda os grandes sucessos dos anos 60 acontece.

A estreia da nova temporada de Let The Sunshine In aconteceu no passado dia 22 de Junho e a partir daí todas as Sextas-feiras, Sábados e Domingos, pelas 21h45, o público pode ver e recordar os grandes momentos musicais dos anos 60 através do canto e dança onde Henrique Feist, Mariana Pacheco, Valter Mira, Diogo Leite e Samuel de Albuquerque brilham em palco ao lado da banda que os acompanha ao vivo da responsabilidade de Nuno Feist. 

Para vos presentear tenho vinte convites duplos, sim são vinte, para vos oferecer destinados às sessões de 07 e 08 de Julho, Sábado e Domingo, respetivamente, pelas 21h45. Serão atribuidos dez convites duplos para cada sessão. Este passatempo irá estar disponível até às 18h00 de dia 06 de Julho, Sexta-feira, e nesse mesmo dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos convites duplos acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem...

Finalmente tenho Netflix

03.07.18Publicado por O Informador

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Demorou mas foi... O Netfix chegou por aqui e agora aguardo que todos me deixem sugestões, dentro dos vários estilos de séries, que me recomendem ver e que estejam na plataforma. Óbvio que algumas séries não exclusivas e que passam por alguns canais de cabo já vi, faltando em pontuais casos ver a última temporada. Na verdade dentro das produções Netflix o que aconselham começar a ver o quanto antes?

Chama-me Pelo Teu Nome | André Aciman

02.07.18Publicado por O Informador

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Título: Chama-me Pelo Teu Nome

Título original: Call me by your name

Autor: André Aciman

Editora: Clube do Autor

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Junho de 2018

Páginas: 288

ISBN: 978-989-724-436-0

Classificação: 5 em 5

 

Sinopse: Na idílica Riviera italiana nasce um romance intenso entre um rapaz de dezassete anos e o convidado dos pais, um estudante universitário que irá passar com eles umas semanas no verão.

A mansão sobre as falésias é povoada por um conjunto de personagens excêntricas, com um gosto especial pela boa vida. Mas nenhum dos jovens está preparado para as consequências da atração, que, durantes essas apaixonadas semanas de calor, mar e vinho, faz crescer entre eles o fascínio e o desejo, sentimentos que não conseguem suprimir, apesar de todas as proibições e dos perigos.

Divididos entre o receio das consequências e o fascínio que não conseguem esconder, avançam e recuam movidos pela curiosidade, o desejo, a obsessão e o medo, até se deixarem levar por uma paixão arrebatadora e descobrirem uma intimidade rara que temem nunca mais encontrar. 

Chama-me Pelo Teu Nome não é só uma história intemporal, é também uma análise franca, bela e dura sobre a paixão – como agimos, pensamos e sentimos. Uma elegia ao amor e um livro inesquecível.

 

Opinião: Contrariedades numa mente complexa recheada de pensamentos reais de um adolescentes de 17 anos que claramente apaixonado vive em negação perante o que para si está errado. Chama-me Pelo Teu Nome é relatado na primeira pessoa por Elio, o jovem que a partir do primeiro momento me conquistou graças à forma como se apresenta ao leitor com toda a verdade, sem restrições e com os pontos assentes sobre os seus estados de espírito perante a vida e cada situação que lhe vai sendo colocada num caminho onde uma paixão que para si é proibida dá uma grande história de amor. 

Mostrando todo o envolvimento de Elio e a forma como vai evoluindo com o tempo, André Aciman, o autor, fez com este romance um excelente trabalho criativo onde deixou que as palavras sondassem cada pormenor num espírito antigo em corpo jovem. Olhar para esta narrativa e ficar a ver tantos pontos de verdade só mostra a fidelidade com que o autor criou cada momento onde comportamentos e pensamentos são relatados de forma coerente. Não é necessário olhar para uma relação gay neste livro porque o que vive Elio é sentido em todo o tipo de relações. Os calafrios, os receios, o pisar o risco até ao último ponto no primeiro amor onde tudo parece estranho e complexo, olhando para o outro lado e não percebendo as razões ou não querendo perceber o que está mesmo a acontecer. A adolescência e o amor são pontos fortes que geralmente surgem emparelhados e recheados de contrastes que levam qualquer um a crescer enquanto pessoa e Elio mostra essencialmente isso. Pensar no que poderá acontecer e tarda em surgir e no que poderá suscitar caso o caminho não siga o que tanto é desejado e idealizado. 

Olho para este livro e vejo transparência nas relações humanas recheadas de surpresas e contratempos com as borboletas no estômago a darem sinais de nervosismo sobre o caminho a seguir, onde poder arriscar, analisando ao mesmo tempo os comportamentos de quem está do outro lado e de todos os que circulam em redor de uma balança que quer estabilizar mas que tarda em se encontrar no mesmo patamar. 

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