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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Convites Duplos | Quase Normal | 05.05.2018

04.05.18Publicado por O Informador

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Next to Normal QUASE NORMAL é um musical rock escrito por Brian Yorkey e com música de Tom Kitt. Entre os ingredientes principais de um musical que vão desde a comédia ao drama, conta a história de uma mãe que luta contra a sua bipolaridade e os efeitos que esta doença e as tentativas da sua cura têm sobre a família. O musical também se debruça sobre outras temáticas como a perda, suicídio, uso de drogas, as éticas da psicologia moderna e o submundo da vida suburbana. O musical estreou-se Off Broadway em 2008 e venceu o prémio dos Outer Critics Circle Award para Best Score (Melhor Partitura) bem como duas nomeações para os Drama Desk Awards nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Partitura.. Após a sua temporada Off-Broadway, foi apresentado na Arena Stage em Washington até finalmente chegar à Broadway em 2009.

Foi nomeado para 11 Tonys vencendo 3 Melhor Partitura, Melhor Orquestração e Melhor Atriz. Venceu também o Prémio Pulitzer para Drama em 2010 sendo o oitavo musical de sempre a receber esta honra.

É unanimemente considerado um poderoso musical rock que lida com questões de doenças mentais numa família suburbana, alargando assim a panóplia de assuntos que podem ser explorados em musicais.

FICHA ARTÍSTICA

Música: Tom Kitt

Texto e letras: Brian Yorkey

Tradução, Adaptação e Encenação: Henrique Feist

Direção Musical: Nuno Feist 

Com: Lúcia Moniz, Henrique Feist, Mariana Pacheco, Valter Mira, André Lourenço, Diogo Leite

Produção executiva: João de Oliveira Pereira 

Produção: ArtFeist

Estreado em 2016, Quase Normal é o musical onde algumas doenças mentais são retratadas no seio de uma família onde o passado marca o presente. Adaptado do sucesso da Broadway, Next to Normal, este espetáculo da Artfeist volta a juntar Lúcia Moniz, Henrique Feist, Mariana Pacheco, Valter Mira, André Lourenço e Diogo Leite em palco após o sucesso dos primeiros meses de exibição aquando a primeira temporada.

Premiado pelo mundo e também com destaque para os atores nacionais que receberam nomeações para vários prémios pelas suas interpretações, Quase Normal está agora de regresso aos palcos, desta vez deixando o Estoril e fixando-se em Lisboa, mais concretamente no Teatro da Trindade. 

Estreando a 05 de Maio, pelas 21h30, e com sessões marcadas até 03 de Junho, o musical pretende encher a sala lisboeta e tu podes assistir à primeira sessão deste regresso esperado e desde logo anunciado. 

Para vos presentear tenho assim convites duplos para oferecer destinados à sessão de 05 de Maio. Este passatempo irá estar disponível até às 12h00 de dia 05 de Abril, Quinta-feira, e nesse mesmo dia serão revelados os nomes vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos convites duplos acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem...

Liberdade particular

04.05.18Publicado por O Informador

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Liberdade de escolha, onde o pensamento existe, sem que as cercas de hesitações apareçam como entraves e as insinuações com base em influências descaradas forcem a tomar determinados comportamentos que podem gerar finalidades que nem sempre são desejadas pelo sujeito que no seu mundo pode seguir o caminho que bem entende. 

Ser livre, pegar num pedaço de nada e transformar um simples gesto com a subtileza de conseguir criar algo melhor, como se um pequeno passo dê a partida para o que se pode vir a transformar em algo de bom, com futuro e bases sustentadas pela vontade de fazer mais e melhor consoante as ideias de cada um. Acreditar que um ser livre consegue atingir muito mais rapidamente a felicidade, primeiramente por se deixar levar pelo que quer e seguir um pouco ao sabor da maré, não existindo uma rigidez tão característica dos nossos dias onde a correria parece ser um sustento de cada um e uma necessidade da maioria para se seguir em frente. Onde está a liberdade quando um despertador toca como se quisesse transmitir uma obrigação, o trabalho é feito dentro de horários impostos, as horas de refeição estão praticamente estabelecidas e quem não deixa os vizinhos dormirem de noite por existirem coisas a fazer quando se está em casa, ainda consegue ser o mau da fita. Afinal quem está errado, o que faz o que quer quando sente necessidade para tal ou o que é obrigado a agir dentro das regras porque a sociedade o vai reprimir?

Gritar liberdade, alterar o modo de estar na vida, seguir os passos para o que se pretende alcançar sem pisar nada nem ninguém, não estragando a natureza e não ofuscando o que nos faz bem. Ser livre para pensar e comunicar, optando por criar laços com quem se quer e não com quem fica bem.

Encontrar o perfil perfeito que nunca está terminado porque um ser quando nasce é sempre uma obra inacabada até ao dia em que livre, sempre livre, parte para um lugar de libertação que se diz ser absoluta. Encontrar o caminho e seguir com o vento, sendo empurrado pela mãe natureza e deixar as mãos sociais para trás, porque mesmo sendo necessário, existe cada vez mais falta de se pensar e refletir por si, fazendo parar o mundo que segue lá fora para perceber que trilhos seguir, pensando nas barreiras que podem ser encontradas e ultrapassadas em busca não da perfeição mas da comunhão primeiramente pessoal.