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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Convites Duplos | Quase Normal | 27.05.2018

22.05.18Publicado por O Informador

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Next to Normal QUASE NORMAL é um musical rock escrito por Brian Yorkey e com música de Tom Kitt. Entre os ingredientes principais de um musical que vão desde a comédia ao drama, conta a história de uma mãe que luta contra a sua bipolaridade e os efeitos que esta doença e as tentativas da sua cura têm sobre a família. O musical também se debruça sobre outras temáticas como a perda, suicídio, uso de drogas, as éticas da psicologia moderna e o submundo da vida suburbana. O musical estreou-se Off Broadway em 2008 e venceu o prémio dos Outer Critics Circle Award para Best Score (Melhor Partitura) bem como duas nomeações para os Drama Desk Awards nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Partitura.. Após a sua temporada Off-Broadway, foi apresentado na Arena Stage em Washington até finalmente chegar à Broadway em 2009.

Foi nomeado para 11 Tonys vencendo 3 Melhor Partitura, Melhor Orquestração e Melhor Atriz. Venceu também o Prémio Pulitzer para Drama em 2010 sendo o oitavo musical de sempre a receber esta honra.

É unanimemente considerado um poderoso musical rock que lida com questões de doenças mentais numa família suburbana, alargando assim a panóplia de assuntos que podem ser explorados em musicais.

FICHA ARTÍSTICA

Música: Tom Kitt

Texto e letras: Brian Yorkey

Tradução, Adaptação e Encenação: Henrique Feist

Direção Musical: Nuno Feist 

Com: Lúcia Moniz, Henrique Feist, Mariana Pacheco, Valter Mira, André Lourenço, Diogo Leite

Produção executiva: João de Oliveira Pereira 

Produção: ArtFeist

Quase Normal está de regresso aos palcos com novas sessões de 05 de Maio a 03 de Junho no Teatro da Trindade, em Lisboa. Adaptado do sucesso da Broadway, Next to Normal, este espetáculo da Artfeist volta assim a juntar Lúcia Moniz, Henrique Feist, Mariana Pacheco, Valter Mira, André Lourenço e Diogo Leite dois anos após a primeira temporada.

Premiado pelo mundo e também com destaque para os atores nacionais que receberam nomeações para vários prémios pelas suas interpretações, Quase Normal está assim de regresso e a julgar pelas primeiras sessões, o sucesso continua. 

Para vos presentear tenho convites duplos para oferecer destinados à sessão de 27 de Maio, Domingo, pelas 16h30. Este passatempo irá estar disponível até às 12h00 de dia 26 de Maio, Sábado, e nesse mesmo dia serão revelados os nomes vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos convites duplos acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem...

A Rapariga de Auschwitz | Eva Schloss

21.05.18Publicado por O Informador

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Autor: Eva Schloss

Título original: After Auschwitz

Editora: Marcador

Edição: 1ª Edição (Reimpressão)

Lançamento: Abril de 2018

Páginas: 284

ISBN: 978-989-754-357-9

Classificação: 5 em 5

 

Sinopse: Milhares de leitores em todo o mundo conhecem a história de Anne Frank, a adolescente cuja vida terminou em Bergen-Belsen durante o Holocausto.

Em A Rapariga de Auschwitz, vão conhecer a sua irmã e companheira de brincadeiras: Eva Schloss. Apesar de, ter sido levada para Auschwitz com apenas quinze anos, a sua história não terminou aí. Ela conseguiu sobreviver.

Este livro incrível é a memória viva dos acontecimentos que marcaram esse período tão dramático da história mundial.

 

Opinião: A Rapariga de Auschwitz é mais do que uma história, é uma representação da triste realidade que foi o Holocausto. Através da voz de Eva Schloss é possível acompanhar uma história de coragem onde a esperança sobre a sobrevivência sempre esteve presente perante a situação de uma jovem que passa pelo campo de concentração de Auschwitz com a sua mãe, tendo sido separadas de pai e irmão na seleção sobre para onde seguiam dentro de um dos locais mais marcantes da história mundial. 

Em A Rapariga de Auschwitz, Eva relata a sua vida, iniciando a sua narrativa no período antes da guerra onde a vida familiar parecia perfeita. Os momentos de confusão onde Eva andou fugida com os seus familiares mais próximos, saltando de casa em casa pela Holanda onde a população foi ajudando os judeus a fugirem de uma morte quase certa. Só que se uns ajudavam, outros tinham mais a ganhar se estivessem do lado dos nazis a apanhar os fugitivos que evitavam os campos de concentração. 

Desde cedo me rendi à forma expressiva como Eva retrata as suas vivências de jovem adolescente, mostrando um bom ambiente de amor familiar que aos poucos se foi desvanecendo pelos contratempos que lhes foram causados. Aos 15 anos esta jovem teve de crescer de forma imediata, passando dentro dos espaços de terror a proteção de sua mãe para ser a própria a cuidadora com a esperança que tudo terminasse e que ambas conseguissem sobreviver e voltar a encontrar a restante família após o período de guerra. Da viagem em vagões transportadores de animais para Auschwitz, a chegada com a marca corporal que deixou memórias eternas, o corte de cabelo, a fraca alimentação, os trabalhos, a descuidada higiene e os maus tratos, tudo é descrito nesta fantástica obra que me conquistou do início ao fim. Esta narrativa é um retrato sobre a destruição da sociedade judaica na Europa que da perseguição ao assassinato em cadeia mostra a forma como os direitos humanos na altura eram fortemente infligidos, tal como hoje continuam a ser um flagelo em vários pontos territoriais, não em tão grande escala, sendo ainda certo que esta forma de desumanidade ainda continua a persistir em pleno século XXI. 

Ao longo de A Rapariga de Auschwitz Eva conta como sobreviveu no campo de concentração mais temido da história da humanidade, lidando com a dor, o sofrimento e tendo a morte bem perto. Viver em Auschwitz e sobreviver foi para muito poucos e esta jovem ficou para contar o que sentiu ao longo do tempo que enfrentou as forças e os mandamentos nazis numa luta desigual que felizmente para Eva acabou por ficar como marca na sua vida, ao contrário dos muitos que não restaram para contar o que viveram. Um relato impressionante onde tudo é contado de forma ficcional mas é bom lembrar que este livro é de não-ficção, tendo de antemão o leitor consciência que o retrato visível através das palavras é a verdade descritiva sobre tudo o que aconteceu antes, durante e após o período critico.

Convites Duplos | Quase Normal | 25.05.2018

20.05.18Publicado por O Informador

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Next to Normal QUASE NORMAL é um musical rock escrito por Brian Yorkey e com música de Tom Kitt. Entre os ingredientes principais de um musical que vão desde a comédia ao drama, conta a história de uma mãe que luta contra a sua bipolaridade e os efeitos que esta doença e as tentativas da sua cura têm sobre a família. O musical também se debruça sobre outras temáticas como a perda, suicídio, uso de drogas, as éticas da psicologia moderna e o submundo da vida suburbana. O musical estreou-se Off Broadway em 2008 e venceu o prémio dos Outer Critics Circle Award para Best Score (Melhor Partitura) bem como duas nomeações para os Drama Desk Awards nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Partitura.. Após a sua temporada Off-Broadway, foi apresentado na Arena Stage em Washington até finalmente chegar à Broadway em 2009.

Foi nomeado para 11 Tonys vencendo 3 Melhor Partitura, Melhor Orquestração e Melhor Atriz. Venceu também o Prémio Pulitzer para Drama em 2010 sendo o oitavo musical de sempre a receber esta honra.

É unanimemente considerado um poderoso musical rock que lida com questões de doenças mentais numa família suburbana, alargando assim a panóplia de assuntos que podem ser explorados em musicais.

FICHA ARTÍSTICA

Música: Tom Kitt

Texto e letras: Brian Yorkey

Tradução, Adaptação e Encenação: Henrique Feist

Direção Musical: Nuno Feist 

Com: Lúcia Moniz, Henrique Feist, Mariana Pacheco, Valter Mira, André Lourenço, Diogo Leite

Produção executiva: João de Oliveira Pereira 

Produção: ArtFeist

Quase Normal está de regresso aos palcos com novas sessões de 05 de Maio a 03 de Junho no Teatro da Trindade, em Lisboa. Adaptado do sucesso da Broadway, Next to Normal, este espetáculo da Artfeist volta assim a juntar Lúcia Moniz, Henrique Feist, Mariana Pacheco, Valter Mira, André Lourenço e Diogo Leite dois anos após a primeira temporada.

Premiado pelo mundo e também com destaque para os atores nacionais que receberam nomeações para vários prémios pelas suas interpretações, Quase Normal está assim de regresso e a julgar pelas primeiras sessões, o sucesso continua. 

Para vos presentear tenho convites duplos para oferecer destinados à sessão de 25 de Maio, Sexta-feira, pelas 21h30. Este passatempo irá estar disponível até às 18h00 de dia 24 de Maio, Quinta-feira, e nesse mesmo dia serão revelados os nomes vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos convites duplos acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem...

Planeta ou Plástico?

19.05.18Publicado por O Informador

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A edição de Junho da revista National Geographic já está a gerar curiosidade pelo seu tema central, principalmente pela sua imagem de capa. Sendo vista como uma das melhores capas da história da publicação, a alusão à poluição dos mares por plástico já está a criar falatório pelas redes sociais pela perfeição e forma de apresentação. 

A capa da edição norte-americana da publicação é da autoria do mexicano Jorge Gamboa que retrata a campanha mundial «Planeta ou Plástico?», mostrando um saco submerso no oceano, representando ao mesmo tempo um iceberg. Esta imagem tem múltiplas interpretações, sendo essencialmente vista como uma das pontas do iceberg sobre a poluição dos oceanos por plásticos.

Intitulada por «Iceberg Plástico», esta imagem pretende alertar acima de tudo para as toneladas de lixo que anualmente invade os oceanos, existindo um alerta que tem vindo a ser fortemente discutido como forma de combater este flagelo causado pela sociedade dos tempos modernos e que pode vir a transformar-se num grande problema daqui a uns anos. 

Importância da Pontualidade

18.05.18Publicado por O Informador

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Portugal parece ter um problema bem grande com os níveis de pontualidade, o que me deixa com alguma urticária por saber que sou totalmente o oposto da maioria das pessoas que estão nem aí no momento em que combinam horários e chegam mais tarde. 

Desde sempre fui de cumprir horários! Se tenho algo combinado para uma hora exata, naquele momento posso dizer «presente», sendo raro, podendo até dizer muito raro mesmo, chegar atrasado a algum local onde me comprometa a estar a tempo e horas. Além de não gostar de ser o último chegar, não gosto de me fazer esperar, achando uma falta de respeito para com os outros que por vezes com vidas mais corridas conseguem cumprir metas, o que os de horários mais facilitados não conseguem. 

Seja no trabalho, combinações para um café, uma ida ao teatro, jantares, visitas... Se combino chegar num certo horário lá estou, não percebendo a razão de se combinarem horas para as coisas e depois poucos conseguirem cumprir, existindo para essas pessoas sempre alguma desculpa para o atraso. Se uns conseguem, mesmo andando em modo um pouco mais apressado, porque a maioria não segue a mesma ideia? Se sabem que se atrasam sempre, que tal fazerem um planeamento com o que têm para fazer antes de se meterem ao caminho, pensando que não têm de fazer os outros esperar pela sua falta de organização. 

Adormecer, encontrar a conjugação perfeita sobre o que vestir, as chaves do carro que não aparecem, o perfume a colocar, a chamada telefónica que é necessário fazer, os sapatos ideais que estão sujos, a vizinha que não se cala quando se está mesmo de saída, o esquecimento da carteira em casa... Tantas coisas que podem acontecer antes do momento final que têm de ser colocadas em cima da mesa no momento do planeamento de uma saída de casa. Acredito que as pessoas que raramente cumprem horários não conseguem mesmo perceber que existe sempre algo a fazer, por isso não planearem o tempo de demora pré saída e por isso não conseguirem chegar a tempo onde têm de estar.

Além disto, existem outros atrasos com os quais não percebo. Assistir a um espetáculo marcado para uma hora exata, como geralmente acontece com todos, e após entrares em sala antes da hora percebes que o início já vai atrasado, já tendo passado mais de quinze minutos e muitos ainda não estão nos seus devidos lugares e o pano não abre porque as portas talvez não tenham sido abertas quando o deviam ter sido, as pessoas deixam-se ficar na conversa e os molengas ligam a pedir uns minutos porque estão encurralados no trânsito sobre o qual não pensaram que podiam apanhar pelo caminho. 

Um outro atraso que me incomoda são as entrevistas de emprego e neste campo falo mais entre colegas a quem cabe escolher os futuros contratados da empresa. O entrevistado chega, pedem para esperar e uma boa meia hora depois é que o entrevistador se digna em iniciar a entrevista que logo podia ser despachada, não existindo por vezes algo tão urgente para ser feito que justifique aquele prolongamento. Por vezes parece que gostam de fazer as pessoas esperarem sem motivo, pedindo desculpa pela demora, quando se percebe que o entrevistador não estava assim tão ocupado como tenta mostrar a quem espera por encontrar um lugar numa empresa que não conhece. Já fui entrevistado e já fui entrevistador e se enquanto entrevistado sempre cheguei na hora marcada, enquanto entrevistador tentei falar com as pessoas assim que chegavam porque existem situações em que não vale a pena fazer os outros esperar. 

Pula Pula | Luciana Abreu (ft Dj Maci)

17.05.18Publicado por O Informador

Geralmente a Luciana Abreu surpreende o público de forma negativa, pelo menos é assim que vejo a performance perante a fama da estrela da SIC ao longo do tempo. Embora lhe reconheça talento, mais no campo musical que como atriz e apresentadora, não lhe tenho visto grandes êxitos no que tem lançado, tendo uma boa voz mas talvez não uma boa equipa por trás dos seus trabalhos discográficos. Agora a eterna Floribella surpreendeu-me pela positiva. 

Com um estilo a puxar para as semelhanças com Ana Malhoa, Luciana Abreu lançou um tema de apoio à Seleção Nacional de Futebol que irá disputar o Mundial 2018 na Rússia. Pula Pula é o tema interpretado por Luciana com participação do Dj Maci e que até está feito para alcançar o sucesso. Não vejo aqui uma grande letra mas sim uma batida capaz de se fazer ouvir e que pela boa vibração possa alcançar os tops nas semanas em que Portugal irá estar em competição.

Lá está, este não é um tema eterno nem que receberá boas criticas, mas pelo menos está pensado para alcançar o sucesso apimbalhado e fazer render o peixe por algumas semanas. É pimba sim, mas vindo da Luciana o que queriam mesmo? Pelo menos tem boa batida e o toque necessário para conquistar o público menos exigente! Uma vez que todos já perceberam que bons temas não estão do lado de Lucy, então vale mais trilhar um caminho que a faça colher alguns lucros, numa praia que é sua e de outros artistas do género. 

Citações | 27 | Bruno do Crime

16.05.18Publicado por O Informador

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O crime faz parte do dia-a-dia.

Bruno de Carvalho, presidente do Sporting, sobre os incidentes na Academia Sporting.

 

Felizmente que não vivo nas redondezas do azedo Bruno de Carvalho. Na minha vida e de quem me rodeia o crime não anda de mãos dadas connosco, mas como cada um sabe de si, o senhor lá terá consciência pelos caminhos apertados por onde anda metido. 

Elmet | Fiona Mozley

16.05.18Publicado por O Informador

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Autor: Fiona Mozley

Título original: Elmet

Editora: Clube do Autor

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Abril de 2018

Páginas: 288

ISBN: 978-989-724-422-3

Classificação: 2 em 5

 

Sinopse: Daniel está a ir para Norte e procura alguém. A vida simples que levava com a irmã Cathy e o pai desapareceu; tornou-se ameaçadora e sinistra. Viviam os três à margem da sociedade, numa casa que o pai construíra no bosque, caçando e procurando comida. O pai dissera-lhes que a pequena casa em Elmet era deles, mas afinal isso não era verdade. E alguns homens daquela terra, gananciosos e vorazes, começaram a vigiá-los de perto.

Esta é uma história sobre família, amor e violência; uma análise dura e implacável à sociedade contemporânea, ao indivíduo e à realidade, aos conceitos de classe e às discrepâncias entre quem somos e quem somos capazes de ser.

 

Opinião: Elmet é o romance de estreia de Fiona Mozley, que de um momento para o outro vê a sua criação ser nomeada para o Prémio Man Booker, suscitando o interesse por parte da crítica e consequentemente perante os leitores sobre uma história mítica, sombria e com toques bem fortes pelo mundo gótico.

Com Daniel a narrar a sua história, relatando o seu dia-a-dia com a irmã mais velha, Cathy, e com o seu pai, John Smythe, este romance percorre escombros e aldeias meio abandonadas com casas antigas e distantes que acabam por transmitir ao leitor um ambiente de terror, mistério e tirado de um filme de gangsters em ambiente rural e abandonado onde todos parecem ter os seus problemas levados ao extremo que cada gesto e olhares são perturbadores a quem segue os passos de Daniel perante a convivência com seres que mais parecem tirados de um conto retratado em tons de castanho, cheios de machados e marcas de morte por todo o lado. 

Convites Duplos | Quase Normal | 18.05.2018

15.05.18Publicado por O Informador

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Next to Normal QUASE NORMAL é um musical rock escrito por Brian Yorkey e com música de Tom Kitt. Entre os ingredientes principais de um musical que vão desde a comédia ao drama, conta a história de uma mãe que luta contra a sua bipolaridade e os efeitos que esta doença e as tentativas da sua cura têm sobre a família. O musical também se debruça sobre outras temáticas como a perda, suicídio, uso de drogas, as éticas da psicologia moderna e o submundo da vida suburbana. O musical estreou-se Off Broadway em 2008 e venceu o prémio dos Outer Critics Circle Award para Best Score (Melhor Partitura) bem como duas nomeações para os Drama Desk Awards nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Partitura.. Após a sua temporada Off-Broadway, foi apresentado na Arena Stage em Washington até finalmente chegar à Broadway em 2009.

Foi nomeado para 11 Tonys vencendo 3 Melhor Partitura, Melhor Orquestração e Melhor Atriz. Venceu também o Prémio Pulitzer para Drama em 2010 sendo o oitavo musical de sempre a receber esta honra.

É unanimemente considerado um poderoso musical rock que lida com questões de doenças mentais numa família suburbana, alargando assim a panóplia de assuntos que podem ser explorados em musicais.

FICHA ARTÍSTICA

Música: Tom Kitt

Texto e letras: Brian Yorkey

Tradução, Adaptação e Encenação: Henrique Feist

Direção Musical: Nuno Feist 

Com: Lúcia Moniz, Henrique Feist, Mariana Pacheco, Valter Mira, André Lourenço, Diogo Leite

Produção executiva: João de Oliveira Pereira 

Produção: ArtFeist

Após ter estreado em 2016 com uma temporada de sucesso no Casino Estoril, Quase Normal está de regresso aos palcos com novas sessões de 05 de Maio a 03 de Junho no Teatro da Trindade, em Lisboa. Adaptado do sucesso da Broadway, Next to Normal, este espetáculo da Artfeist volta assim a juntar Lúcia Moniz, Henrique Feist, Mariana Pacheco, Valter Mira, André Lourenço e Diogo Leite dois anos após a primeira temporada.

Premiado pelo mundo e também com destaque para os atores nacionais que receberam nomeações para vários prémios pelas suas interpretações, Quase Normal está assim de regresso e a julgar pelas primeiras sessões, o sucesso continua. 

Para vos presentear tenho convites duplos para oferecer destinados à sessão de 18 de Maio, Sexta-feira, pelas 21h30. Este passatempo irá estar disponível até às 19h00 de dia 17 de Maio, Quinta-feira, e nesse mesmo dia serão revelados os nomes vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos convites duplos acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem...

Voar perante os sonhos

14.05.18Publicado por O Informador

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Voar acordado como se um sonho acontecesse de olhos abertos, criando histórias e percorrendo horizontes em busca de algo que não se vislumbra facilmente mas que existe, lá longe, entre serras com penhascos e riachos. Sentir que existem caminhos que se pretendem percorrer em busca de cada objetivo exato que se pode sempre tornar um pouco mais quando o ponto a que se pretende chegar floresce como a flor que num amanhecer mais solarengo se deixa encantar pelo clima primaveril e mostra toda a sua indiscutível beleza ímpar que se torna perfeita consoante cada olhar mais metódico no momento de se apreciar a pureza do que é natural, sem esforço e alterações para com o que foi criado para conquistar. 

Viver a pensar que o amanhã será sempre melhor, embarcar na mudança, bater em cada janela que se pode abrir ou ficar eternamente fechada como demonstração que na vida nada se torna fácil, sendo necessário criar uma luta pessoal para enfrentar tempestadas ventosas e perigosas, onde mares clamam o seu poder perante o ser individual que segue perante uma sociedade tanta vez opositora, tanto como amigos de pancadinhas suaves nas costas. 

Convites Duplos | Quase Normal | 16.05.2018

13.05.18Publicado por O Informador

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Next to Normal QUASE NORMAL é um musical rock escrito por Brian Yorkey e com música de Tom Kitt. Entre os ingredientes principais de um musical que vão desde a comédia ao drama, conta a história de uma mãe que luta contra a sua bipolaridade e os efeitos que esta doença e as tentativas da sua cura têm sobre a família. O musical também se debruça sobre outras temáticas como a perda, suicídio, uso de drogas, as éticas da psicologia moderna e o submundo da vida suburbana. O musical estreou-se Off Broadway em 2008 e venceu o prémio dos Outer Critics Circle Award para Best Score (Melhor Partitura) bem como duas nomeações para os Drama Desk Awards nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Partitura.. Após a sua temporada Off-Broadway, foi apresentado na Arena Stage em Washington até finalmente chegar à Broadway em 2009.

Foi nomeado para 11 Tonys vencendo 3 Melhor Partitura, Melhor Orquestração e Melhor Atriz. Venceu também o Prémio Pulitzer para Drama em 2010 sendo o oitavo musical de sempre a receber esta honra.

É unanimemente considerado um poderoso musical rock que lida com questões de doenças mentais numa família suburbana, alargando assim a panóplia de assuntos que podem ser explorados em musicais.

FICHA ARTÍSTICA

Música: Tom Kitt

Texto e letras: Brian Yorkey

Tradução, Adaptação e Encenação: Henrique Feist

Direção Musical: Nuno Feist 

Com: Lúcia Moniz, Henrique Feist, Mariana Pacheco, Valter Mira, André Lourenço, Diogo Leite

Produção executiva: João de Oliveira Pereira 

Produção: ArtFeist

Quase Normal estreou em 2016 no Casino Estoril com sessões esgotadas sucessivamente ao longo de toda a temporada. Agora, em 2018, o musical está de regresso ao palco, mas em Lisboa, mais concretamente no Teatro da Trindade. Adaptado do sucesso da Broadway, Next to Normal, este espetáculo da Artfeist volta a juntar Lúcia Moniz, Henrique Feist, Mariana Pacheco, Valter Mira, André Lourenço e Diogo Leite dois anos após a primeira temporada.

Premiado pelo mundo e também com destaque para os atores nacionais que receberam nomeações para vários prémios pelas suas interpretações, Quase Normal está agora de regresso aos palcos, desta vez deixando o Estoril e fixando-se em Lisboa, mais concretamente no Teatro da Trindade. 

Estreado a 05 de Maio, pelas 21h30, e com sessões marcadas até 03 de Junho, o musical pretende encher a sala lisboeta e tu podes assistir a uma das sessões com a ajuda do blog. Para vos presentear tenho assim convites duplos para oferecer destinados à sessão de 16 de Maio, Quarta-feira, pelas 21h30. Este passatempo irá estar disponível até às 19h00 de dia 15 de Maio, Terça-feira, e nesse mesmo dia serão revelados os nomes vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos convites duplos acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem...

Finalmente existe ação na Antiga Feira Popular

13.05.18Publicado por O Informador

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Umas décadas após o término da Feira Popular no centro de Lisboa e com os terrenos ao abandono desde então, a Câmara da capital age finalmente perante um problema urbano que já gerou muita polémica ao longo do tempo. Segundo a imprensa, o novo projeto entrará em discussão esta semana mas já existem bases para tudo arrancar.

Os antigos terrenos da Feira Popular e outros espaços abandonados na zona de Entrecampos, mais concretamente na Avenida Álvaro Pais e Avenida das Forças Armadas, irão contar com quase mil novas casas, vários espaços comerciais, um megacentro de escritórios, áreas sociais e culturais, contando com espaços verdes. Ao que tudo indica, esta «Operação Integrada de Entrecampos» irá ocupar cerca de 25 hectares desocupados na zona de Entrecampos.

Os novos imóveis e alguns já existentes, que serão recuperados, serão colocados depois em venda livre (279) pelo promotor que adquirir o projeto, sendo que o município ficará encarregue da construção direta de mais de metade destes imóveis (700), que ficarão disponíveis com rendas acessíveis junto da população. 63 fogos serão construídos pela Santa Casa da Misericórdia em lotes já pertencentes à identidade social.

Com isto Lisboa requalifica assim uma área da cidade que tem estado praticamente ao abandono ao longo de mais de duas décadas, terminando com o vazio e o mau aspeto que determinadas zonas de Entrecampos têm mantido ao longo deste tempo.

O Jardim da Eurovision

12.05.18Publicado por O Informador

Hoje é a grande final do Eurovisão 2018 e Portugal escolheu o tema O Jardim, composto por Isaura e interpretado por Cláudia Pascoal e pela própria Isaura para nos representar. Não posso dizer que a letra não seja boa, porque vejo-lhe conteúdo, mas o modo como está trabalhada não me convence minimamente. 

Portugal não sabe sequer esta letra, ao contrário do que aconteceu o ano passado com o Amar Pelos Dois de Salvador Sobral. Se nós não conhecemos o que é nosso, como é que os outros lhe vão dar valor?

Triste jardim que teremos este ano com a pontuação nesta final do Eurovisão em que a RTP surpreendeu pela excelente organização e demonstração que quando se quer o bom trabalho é apresentado com qualidade. Já na escolha do tema é para esquecer. 

Rita Pereira leva abajures para Cannes

12.05.18Publicado por O Informador

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Rita Pereira voltou a marcar presença no Festival de Cannes e mais uma vez o look escolhido pela atriz da TVI gera polémica. 

Criado por Micaela Oliveira, estilista de eleição de Rita, este ano a atriz resolveu não mostrar muito do seu corpo, indo mais recatada do que em eventos internacionais de destaque onde já marcou presença anteriormente. No entanto entre as transparências de outros tempos e o modelo escolhido desta vez só posso afirmar... Que desenhos foram estes que a Micaela criou desta vez?

Certo que a atriz portuguesa volta a causar furor entre os convidados do evento pela forma como se apresenta, mas entre mostrar a sua boa forma física em demasia ou aparecer estranhamente vestida de branco, com uns abajures laterais a servirem de manga e uma gola gigante a fazer lembrar um laço... Venham as transparências cuja ousadia sempre ganha mais adeptos. 

Inspiração procura-se...

11.05.18Publicado por O Informador

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Num ritual quase diário, quando não existem compromissos que me façam ficar ocupado e apressado entre o horário de trabalho e o momento de jantar, chego a casa e após o lanche a tendência é ligar o portátil, ficar na secretária ou sentado na cama, responder aos comentários que foram feitos pelas últimas horas e que ainda não tiveram atenção via telemóvel, e após tratar de emails e temas pessoais extra blog, acabar por abrir a página de edição para um novo texto surgir. Só que a inspiração nem sempre surge quando queremos e como não sou uma mente brilhante que fale de tudo e mais alguma coisa quando quero, já fiquei uns minutos a olhar para o vazio para acabar por admitir que existem dias em que não vale a pena tentar escrever porque nem o tema surge nem depois as palavras fluem como pretendemos. 

Geralmente ao longo do dia quando um assunto chama a atenção acabo por deixar uma nota no telemóvel com os pontos chave para desenvolver a questão com calma em casa, mas também existem dias ou mesmo semanas em que além do tempo ser escasso, as ideias não aparecem assim do nada, ficando bloqueado com o que escrever. Noto que tenho tanta coisa em mente para colocar em palavras a serem publicadas mas que depois as mesmas deixam-se ficar arrumadas no seu canto, sem que a mente as transfira para as pontas dos dedos que adoram teclar como se não existisse tempo mais tarde. 

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