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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Vencedores dos Convites Duplos | Balas e Purpurinas - O Lado B da Eurovisão | 01.04.2018

31.03.18Publicado por O Informador

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A pouco tempo de Portugal receber o Festival Eurovisão, Henrique Feist, cantor, actor e encenador, desvenda o outro lado do festival que poucos conhecem. Num espectáculo original, Henrique Feist, após o sucesso de bilheteira do seu último espectáculo sobre os anos 60, promete levar novamente o público numa viagem ao passado. Uma viagem pela história da Eurovisão, focada também muito no aspecto histórico e político porque, para além da componente de espectáculo e entretenimento, o festival tem uma grande carga política. A partir do dia 29 de Março, no Auditório do Casino Estoril, a história, factos, acontecimentos, o lado B do Festival Eurovisão será desvendado, num espectáculo maravilhoso, cantado e tocado ao vivo.

A  Artfeist estreia este fim-de-semana o novo musical Balas e Purpurinas, O Lado B da Eurovisão, numa celebração à história do Eurovisão e ao mesmo tempo recordando as últimas décadas de Portugal e da Europa. 

Interpretado por Henrique Feist, Dora, Valter Mira, Catarina Pereira e Augusto Gonçalves, com o apoio do maestro Nuno Feist, os grandes temas do festival serão interpretados ao vivo enquanto se desfiam factos históricos de cada ano. Pretendendo puxar pela lembrança do público através de um ambiente de boa disposição, Balas e Purpurinas pretende acima de tudo homenagear os nomes mais marcantes que passaram pelo Eurovisão, de Portugal para a Europa, abrindo o baú das memórias perante a plateia do Auditório do Casino Estoril.

Dez foram os convites que estiveram disponíveis em passatempo destinados à sessão de amanhã, 01 de Abril, Domingo de Páscoa, pelas 17h00, e como o dia e hora aproximam-se, eis o momento de revelar os dez vencedores que foram sorteados através do sistema automático random.org. 

Amizade entre Sexos

31.03.18Publicado por O Informador

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Vivendo numa sociedade livre e onde o preconceito continua a ser debatido, continuam a existir situações tão caricatas para serem ultrapassadas que temas como o racismo e a homossexualidade parecem continuar assim bem distantes de serem estancados como preconceitos do passado. Falando de uma coisa que teoricamente não causa tanta estranheza em debate público como é o caso da amizade entre sexos e que ainda coloca tantos seres famintos para criarem histórias infindáveis quando um Homem e uma Mulher são simplesmente amigos, sem segundas intenções. Se numa questão de Amizade existe preconceito, como é que vamos lutar contra temas que suscitam mais controvérsia pela falta de bom senso social?

Acho irreal nos dias que correm as pessoas continuarem a interpretar de formas tão bizarras uma amizade entre sexos. Gerações mais velhas, e acreditem que já vivenciei isso com pessoas praticamente da minha idade, que olham para dois amigos, masculino e feminino, e a ideia que ocorre de imediato é que aquela amizade não se fica por ai. Quando um ou mesmo os dois elementos têm relações amorosas mas que não estão presentes, logo se pensa que existe traição, só porque aquela rapariga comprometida está a beber café «com outro» sem o namorado ou marido por perto. Não vamos tapar o sol com as nuvens do céu porque o inferno existe e as mentes retrogradas que por ai andam continuam a rejeitar que entre pilas e mamas não possa existir uma amizade sincera, verdadeira e para a vida.

Sou a prova disso! Os meus melhores amigos são amigas, do sexo feminino, e já cá andamos com várias décadas em cima. Todos sabemos o lugar que ocupamos na vida uns dos outros e quem chega para nos acompanhar na vida tem que aceitar isso, aceite de início ou não. Somos amigos, não somos todos meninos ou meninas, e que mal tem?

Vencedores dos Convites Duplos | Balas e Purpurinas - O Lado B da Eurovisão | 31.03.2018 | Estreia

30.03.18Publicado por O Informador

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A pouco tempo de Portugal receber o Festival Eurovisão, Henrique Feist, cantor, actor e encenador, desvenda o outro lado do festival que poucos conhecem. Num espectáculo original, Henrique Feist, após o sucesso de bilheteira do seu último espectáculo sobre os anos 60, promete levar novamente o público numa viagem ao passado. Uma viagem pela história da Eurovisão, focada também muito no aspecto histórico e político porque, para além da componente de espectáculo e entretenimento, o festival tem uma grande carga política. A partir do dia 29 de Março, no Auditório do Casino Estoril, a história, factos, acontecimentos, o lado B do Festival Eurovisão será desvendado, num espectáculo maravilhoso, cantado e tocado ao vivo.

A  Artfeist estreia no próximo Sábado o novo musical Balas e Purpurinas, O Lado B da Eurovisão, numa celebração à história do Eurovisão e ao mesmo tempo recordando as últimas décadas de Portugal e da Europa. 

Interpretado por Henrique Feist, Dora, Valter Mira, Catarina Pereira e Augusto Gonçalves, com o apoio do maestro Nuno Feist, os grandes temas do festival serão interpretados ao vivo enquanto se desfiam factos históricos de cada ano. Pretendendo puxar pela lembrança do público através de um ambiente de boa disposição, Balas e Purpurinas pretende acima de tudo homenagear os nomes mais marcantes que passaram pelo Eurovisão, de Portugal para a Europa, abrindo o baú das memórias perante a plateia do Auditório do Casino Estoril.

Dez foram os convites que estiveram disponíveis em passatempo destinados à sessão de amanhã, 31 de Março, Sábado, pelas 21h30, e como o dia e hora aproximam-se, eis o momento de revelar os dez vencedores que foram sorteados através do sistema automático random.org. Lembro que para esta sessão, de estreia, existirá um Welcome Drink pelas 21h00 antes da entrada em sala, sendo que o DressCode para o dia de estreia é a Eurovisão, como tal e para que todos os vencedores possam viver o espírito festivaleiro, comecem desde já a pensar na vossa indumentária para assistirem a Balas e Purpurinas, o Lado B da Eurovisão. 

 

Um género de folar

30.03.18Publicado por O Informador

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Não provando não sabemos se é bom, já lá dizem os mais velhos e a mensagem vai passando de geração em geração e esta é a pura das verdades! Já provei folares tradicionais da zona Norte do país e confesso que não me cativaram assim tanto, mas acabei por comprar um género de folar alentejano, que no momento da compra ouvi o nome mas que não me ficou na memória, tendo pesquisado e não consegui encontrar a identidade deste produto, mas o que é certo é que com ou sem o nome real, o sabor é fantástico.

Uma massa doce, que comi em modo sandes onde coloquei queijo e salpicão, e que me deliciou! Este género de folar é verdadeiramente uma delícia, daquelas delícias inesperadas que chegam a uma montra de pastelaria e que te piscam o olho. Comprado, levado para casa e servido para transmitir a sua verdadeira essência, mostrando que os lugares e mesmo as mãos pasteleiras que produzem quase o mesmo produto conseguem provar a diferença em termos de qualidade para que se fique com uma boa memória para se voltar a repetir mais tarde. 

Basta!

29.03.18Publicado por O Informador

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Portugal, pleno século XXI, uma sociedade supostamente desenvolvida mas com grandes falhas no que toca à igualdade de género e onde infelizmente a violência doméstica ainda persiste com as mulheres a serem vítimas de um crime não conjugal mas sim público. 

O Mundo continua a conviver com atos desumanos de agressões e maus tratos entre seres que não respeitam os que estão do seu lado, tal como não se respeitam a si próprios ao rebaixarem de forma física e psicológica parceiros que se deixam muitas vezes levar em conversas de mudanças e exceções para continuarem a conviver com o medo diário, numa luta desigual de forças de carácter. É necessária existir uma voz coletiva que todos ajude, porque nem só as mulheres são as vítimas, para que se consiga agir, não se ficando calado porque a denúncia é um bem necessário para que os maus feitores sejam levados perante a justiça sobre os seus comportamentos. O respeito perante o próximo é um bem necessário que cada um deve exigir socialmente porque nunca e em momento algum alguém se pode achar acima de qualquer outro. Infelizmente e em pleno momento de liberdade onde a palavra ganha força, os atos destes malfeitores continuam a ser silenciados pelo medo e confronto por quem se deixa ficar com o seu sofrimento num silêncio individual partilhado por muitos que não conseguem gritar «Basta!» num momento de pedido de auxílio para se sair de uma situação onde são praticados crimes abusivos de não respeito pelo ser humano. 

A agressão dentro do seio familiar, onde além de cônjuges também filhos, progenitores, irmãos e avós, são muitas vezes violentados das mais diversas formas e onde o silêncio continua a persistir, dando força ao agressor que segue o seu modus operandi como se nada interferisse entre o bom senso e a razão dos seus atos. Chega de violência e chega essencialmente de ver tudo a ficar silenciado a favor da continuação de formas de agressão praticadas por seres inglórios que pelos quatro cantos do planeta continuam a praticar e muitas vezes a incentivarem estes atos como um bem fundamental para a covivência perfeita e essencial. 

A violência doméstica tem ainda alguns problemas relacionados além do medo perante o agressor. Muitas vezes a vítima consegue ainda sentir a falta de apoio e a crítica gratuita da sociedade que a rodeia, sociedade essa que defende a denúncia, mas que ao mesmo tempo aconselha a aguentar um crime para que não se destrua uma família. Pensar em si, no seu bem-estar e mesmo nos que estão próximos não é aguentar a violência emocional e física, é sim sair, fugir e recomeçar de novo, longe de uma vida de dor e medo. 

Convites Duplos | Balas e Purpurinas - O Lado B da Eurovisão | 31.03.2018 | Estreia

28.03.18Publicado por O Informador

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A pouco tempo de Portugal receber o Festival Eurovisão, Henrique Feist, cantor, actor e encenador, desvenda o outro lado do festival que poucos conhecem. Num espectáculo original, Henrique Feist, após o sucesso de bilheteira do seu último espectáculo sobre os anos 60, promete levar novamente o público numa viagem ao passado. Uma viagem pela história da Eurovisão, focada também muito no aspecto histórico e político porque, para além da componente de espectáculo e entretenimento, o festival tem uma grande carga política. A partir do dia 29 de Março, no Auditório do Casino Estoril, a história, factos, acontecimentos, o lado B do Festival Eurovisão será desvendado, num espectáculo maravilhoso, cantado e tocado ao vivo.

No próximo dia 31 de Março, Sábado, o Auditório do Casino Estoril recebe o novo espetáculo da Artfeist, Balas e Purpurinas, o Lado B da Eurovisão, justamente na altura em que se aproxima a passos largos o grande evento organizado por Portugal após a vitória de Salvador Sobral na competição do ano passado. 

Num musical interpretado por Henrique Feist, Dora, Valter Mira, Catarina Pereira e Augusto Gonçalves, com o apoio do maestro Nuno Feist, os grandes temas do festival serão interpretados ao vivo enquanto se desfiam factos históricos de cada ano. Pretendendo puxar pela lembrança do público através de um ambiente de boa disposição, Balas e Purpurinas pretende acima de tudo homenagear os nomes mais marcantes que passaram pelo Eurovisão, de Portugal para a Europa, abrindo o baú das memórias perante a plateia do Auditório do Casino Estoril.

Com estreia agendada para Sábado, 31 de Março, esta nova aposta musical da Artfeist convida desde já o público a reservar o seu bilhete, uma vez que este espetáculo estará somente em cena até 29 de Abril, contando assim com um mês de exibições de Quinta a Sábado, pelas 21h30, e aos Domingos, pelas 17h00.

 

Teatro da Magia

28.03.18Publicado por O Informador

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Uma ida ao Teatro é muitas vezes desprezada por quem não se deixa envolver pela magia da reação de cada ator perante o público, sem disfarces e com a impossibilidade de voltar atrás para refazer qualquer cena menos bem conseguida. No Teatro existe a verdade de cada história contada onde cada representante dá o seu melhor sabendo que não tem filtro para recuar e voltar atrás. 

Ficar sentado ao longo de cada sessão teatral revela o encontro com várias histórias onde da realidade à imaginação tudo é possível, permitindo ao público pegar em cada criação para se deixar levar através da imaginação e dos pensamentos que se elevam ao longo de situações de receio, medo, aflição, alegria, homenagem, sinceridade, verdade, memória e acima de tudo pelo amor à arte. Estando perante um bom texto representado por quem sabe e num cenário bem conseguido acaba por ser o caminho exato para que o aconchego perante cada espetáculo aconteça, o tempo passe e a história que nos é contada seja vivida, tal como se conhecêssemos cada personagem e seguíssemos o seu caminho, torcendo por um final feliz, tal como nas mais diversas situações da vida. 

O Teatro tem os seus pontos especiais, tem a presença física de cada um a marcar a diferença porque tudo acontece cara-a-cara, por vezes bem de perto, mostrando os bons artistas o que valem a quem os vês a nu e de forma crua quando entram em palco e dão vida a personagens tão reais quanto eles mas na maioria dos casos bem diferentes do que sentem.

A alteração do ser social para o ser representado é notória e só no Teatro a visão sobre a transformação é possível como se tudo acontece num segundo porque o rosto que ainda agora estava a representar já está no momento seguinte a agradecer ao público pelos aplausos perante um bom trabalho, mostrando o que sente sobre o que acabou de apresentar a quem apreciou o seu trabalho.

Convites Duplos | Balas e Purpurinas - O Lado B da Eurovisão | 01.04.2018

27.03.18Publicado por O Informador

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A pouco tempo de Portugal receber o Festival Eurovisão, Henrique Feist, cantor, actor e encenador, desvenda o outro lado do festival que poucos conhecem. Num espectáculo original, Henrique Feist, após o sucesso de bilheteira do seu último espectáculo sobre os anos 60, promete levar novamente o público numa viagem ao passado. Uma viagem pela história da Eurovisão, focada também muito no aspecto histórico e político porque, para além da componente de espectáculo e entretenimento, o festival tem uma grande carga política. A partir do dia 29 de Março, no Auditório do Casino Estoril, a história, factos, acontecimentos, o lado B do Festival Eurovisão será desvendado, num espectáculo maravilhoso, cantado e tocado ao vivo.

No ano em que Portugal recebe a grande final da Eurovisão, a Artfeist presenteia o seu público com Balas e Purpurinas, O Lado B da Eurovisão.

Num musical interpretado por Henrique Feist, Dora, Valter Mira, Catarina Pereira e Augusto Gonçalves, com o apoio do maestro Nuno Feist, os grandes temas do festival serão interpretados ao vivo enquanto se desfiam factos históricos de cada ano. Pretendendo puxar pela lembrança do público através de um ambiente de boa disposição, Balas e Purpurinas pretende acima de tudo homenagear os nomes mais marcantes que passaram pelo Eurovisão, de Portugal para a Europa, abrindo o baú das memórias perante a plateia do Auditório do Casino Estoril.

Com estreia agendada para Sábado, 31 de Março, esta nova aposta musical da Artfeist convida desde já o público a reservar o seu bilhete, uma vez que este espetáculo estará somente em cena até 29 de Abril, contando assim com um mês de exibições de Quinta a Sábado, pelas 21h30, e aos Domingos, pelas 17h00.

Convites | 5 Lésbicas e Uma Quiche | 20.04.2018

26.03.18Publicado por O Informador

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Estamos em 1956, em plena Guerra Fria, com o perigo iminente de um ataque nuclear, vindo das hostes soviéticas. Uma comunidade, no meio dos EUA, realiza o Encontro Anual de Quiches da Sociedade de Irmãs, Viúvas, Independentes, Bem Conservadas e... Com Boas Maneiras. O seu lema principal é: «Nada de homens, nada de carne, só boas maneiras!».

Apesar de serem todas lésbicas, o assunto é tabu... Até ao momento em que, isoladas no seu «bunker improvisado», fruto de um alerta de ataque nuclear, começam a confessar-se, melhor dizendo, a «sair do armário». As revelações serão surpreendentes até ao fim!

Anabela Teixeira, Joana Câncio, Leonor Seixas, Paula Neves e Teresa Tavares irão subir ao palco do Teatro Armando Cortez, em Lisboa, a partir de 18 de Abril para protagonizarem a nova aposta da Yellow Star Company, 5 Lésbicas e Uma Quiche.

Numa divertida comédia da autoria de Evan Linder e Andrew Horgood e com encenação a cargo de Paulo Sousa Costa, o público é convidado a recuar até ao ano de 1956, e visitar os EUA na altura da Guerra Fria para se divertir com as revelações de cinco mulheres que defendem acima de tudo as boas maneiras mas que têm alguns segredos em comum para desfiar num momento em que se encontram presas num bunker improvisado.

Com sessões marcadas de Quinta-feira a Sábado pelas 21h30 e aos Domingos às 18h00, 5 Lésbicas e uma Quiche espera por todos a partir de dia 18 de Abril e tu, que gostas de uma boa comédia, poderás assistir a este espetáculo com o apoio d' O Informador. 

A sério, é bom demais!

25.03.18Publicado por O Informador

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A Nutella lançou as suas barras B-Ready em Portugal há já algum tempo, mas ainda não tinha provado esta delícia que anda pelas prateleiras de qualquer supermercado que esteja pelas redondezas. Agora provei e a opinião não podia ser mais positiva!

Foi há dias que vi por um supermercado, na zona das bolachas e dos chocolates que os Nutella B-Ready se encontravam em promoção, anunciada com uma etiqueta laranja e de um tamanho relativamente maior que o normal. O que o rapaz logo pensou? Não vou cá deixar ficar uma destas caixas! E assim foi, coloquei no carro das compras e assim que sai do supermercado e arrumei tudo na mala do veículo, eis que não resisti e logo ali experimentei uma das barras crocantes, com uma camada de Nutella e flocos de avelã. Se o chocolate de barrar que nos chega dentro de frascos é bom, estas barras não se ficam nada atrás e ainda são apresentadas em pacotes individuais para nos poderem acompanhar no dia-a-dia fora de casa.

Curtas e Diretas | 132 | Rita Ferro Rodrigues e RTP

24.03.18Publicado por O Informador

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Será mesmo verdade que após a saída da SIC, Rita Ferro Rodrigues irá para a RTP após as críticas ao lote de apresentadoras escolhido pela direção do canal para o Eurovisão? Que canal vê na apresentadora uma boa contratação quando não existem sucessos televisivos ao longo da sua carreira recente? Para mais numa RTP onde não faltam é rostos femininos para apresentarem programas. Só vejo mesmo um canal onde podia encaixar e ser a melhor... CMTV! De resto...

Insónias matinais

24.03.18Publicado por O Informador

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Voltei de férias a semana passada e desde então que ando com um problema matinal de insónias. Acordo bem antes da hora desejada, do nada, sem qualquer barulho por perto e sem razão aparente para tal acontecer. Certo é que este comportamento inconsciente acaba por me deixar incomodado logo de manhã por perceber que podia descansar, a dormir, mais tempo, e a mente não deixa. 

A hora de deitar tem sido a mesma dos últimos meses, pouco depois da meia noite, uns dias esticando um pouco esse horário, mas anda tudo dentro do normal. Na manhã é que as coisas se alteraram por estes dias e já parece começar a ser rotina. Uma hora antes do despertador as pálpebras ganham vida própria, abrem-se e a visão torna claro o dia que está prestes a nascer. Por mais que sinta que estou acordado e tente manter de olhos fechados não aguento e a tentação de espreitar o relógio surge, ficando nesse momento um pouco desorientado por perceber que tinha ainda tanto tempo para dormir e já estou acordado e sem qualquer ponta de sono. A razão? Não a descobri ainda!

Com isto ando a dormir entre cinco e seis horas por dia, não mais que isso, passando as horas acordado a abrir a boca com sono e parecendo meio cansado. O que fazer para alterar esta nova rotina de insónias matinais que me acordam para não mais deixarem adormecer até o despertador tocar?

À facada no Correio da Manhã

23.03.18Publicado por O Informador

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A imprensa por vezes lança notícias tão boas como os títulos que lhes dá, o que não acontece assim tanta vez é colocar na mesma linha de visão uma manchete sobre um ataque à facada a um jogador de futebol e bem perto promover que com o jornal do dia oferecem uma faca. 

Isto aconteceu e «nós por cá» conseguimos não ter o melhor, mas sim o mais lido e o mais sensacionalista jornal que tanto gosta de dar notícias sobre crimes como os acaba por promover, dando até a ideia de que ao oferecerem uma faca, uma mente mais assassina pode usa-la para esfaquear quem encontrar pela frente. 

Uma coincidência que de certo foi detetada por alguém dentro do diário imprenso mas que passou, não fosse o jornal gostar de focar os crimes nacionais e internacionais que vão acontecendo a todo o momento. 

Criminosos e assassinos deste país deixo-vos um conselho... Se querem ter ideias para os vossos atos coloquem os olhos neste jornal porque os incentivos existem e embora tentem passar que são meros erros de colocação dos vários espaços sem se terem dado conta, cá para mim, isto não passa mesmo de uma estratégia para serem falados, como o estou a fazer. 

Sem Rasto | K. L. Slater

21.03.18Publicado por O Informador

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Autor: K. L. Slater

Editora: Topseller

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Fevereiro de 2018

Páginas: 320

ISBN: 978-989-8869-76-0

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Para Toni, Evie é a coisa mais importante do mundo. Quando perdeu o marido na guerra, Toni tomou medidas para começar tudo de novo e dar à filha, Evie, uma vida melhor. Mudou-se para uma cidade diferente, arranjou um novo emprego e mudou a filha para outra escola.

Mas há coisas más que não param de acontecer. O recomeço está a ser difícil. Evie não gosta da escola, os vizinhos têm antecedentes criminais e a nova chefe é terrível. Para conseguir lidar com tudo isto, Toni começa a abusar de sedativos. Quando fecha os olhos, as horas desaparecem e o descanso torna-se possível. É quando algo terrível acontece.

E agora Evie desapareceu. Ninguém sabe onde Evie está e não há pistas, nem suspeitos. Toda a gente culpa Toni, que rapidamente é vista pela opinião pública como uma mãe irresponsável e toxicodependente. Mas ela tem a certeza de não ter feito nada de errado. Ou será que fez?

 

Opinião: A vida perfeita que todos idealizamos por vezes é traçada por incidentes que surgem sem que se esteja a contar. Que o diga Toni Cotter, uma mãe estremosa e atenta que tem na filha Evie o centro do Mundo, e no marido Andrew o seu principal apoio. Uma família feliz apresenta-se ao leitor no início de Sem Rasto, o segundo thriller de K. L. Slater, após o sucesso de A Salvo Comigo. Como um bom thriller psicológico tem necessidade de alterações drásticas para prender o leitor, eis que um acidente enquanto militar presente no Afeganistão acaba por matar Andrew, deixando Toni com uma filha nos braços e uma vida virada do avesso. 

Incapaz de enfrentar as despesas sozinha e com Evie ao seu encargo, Toni resolve aproximar-se da sua mãe para ter o apoio necessário e recomeçar uma vida quase do zero. Uma nova escola para Evie, onde novos amigos e rotinas surgem, um novo emprego para Toni, a convivência permanente com uma mãe presente e nem sempre conveniente e um bairro oposto ao lugar de onde tiveram de sair formam o novo dia-a-dia de mãe e filha. As mudanças tinham de acontecer obrigatoriamente, e é nesse campo que num bom retrato social, muitos se deixam abater, caindo num autêntico poço psicológico que acaba por influenciar quem está ao seu redor. Toni não aguenta toda a situação onde se vê envolvida, caindo no erro do consumo de calmantes e anti-depressivos sem consulta médica.

Os conflitos interiores e a ausência da fortaleça de outros tempos levam Toni a errar e num simples descuido, eis que o desaparecimento de Evie acaba por mostrar a realidade causada pela dor numa pessoa que não se consegue aguentar com a mudança de vida. 

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