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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

30
Nov17

Pocahontas


O Informador

pocahontas.jpg

A época natalícia chegou e mais uma vez, após os sucessos dos anos anteriores, Alice no País das Maravilhas e Aladino e a Lâmpada Mágica, a Yellow Star Company volta a apostar num espetáculo de Teatro no Cinema onde existe ligação entre a grande tela e o palco ao longo de cada sessão de encenações viradas para o público mais jovem. Este ano foi a Pocahontas a escolhida para visitar Portugal, contando com Sofia Ribeiro e Marta Faial, em regime de rotatividade, no papel de protagonista deste espetáculo vindo do mundo encanto da Disney.

Com adaptação a cargo de Paulo Sousa Costa, encenação da responsabilidade de João Didelet e com João Correia, Quimbé, Leandro Pires, Mario Pais, Pessoa Junior, Débora Monteiro, Fernando Oliveira e João Vilas a juntarem-se às protagonistas de Pocahontas, esta produção veio para conquistar miúdos e graúdos de 16 de Novembro a 30 de Dezembro, com sessões de fim-de-semana para o público em geral e de semana para grupos e escolas com reserva. Pocahontas encontra-se em cena nos Cinemas UCI El Corte Inglês!

Tendo visto este espetáculo a opinião tem de existir, e ao contrário dos anteriores espetáculos do género apresentados, não vejo esta aposta tão atrativa junto do público. Vamos aos factos! Pocahontas nunca foi um grande sucesso televisivo e de marketing, não sendo esta uma das princesas com maior destaque do mundo fantástico criado ao longo das últimas décadas. Talvez pela história guerrilheira e pelo combate, sabe-se que esta narrativa, quer seja no grande ecrã, em termos de série televisiva e pela literatura, nunca conseguiu chegar às proximidades de outras apostas do género, o que faz logo por si que a atração não se consiga fazer sentir com tanto entusiasmo. Sofia Ribeiro, que adoro, está no elenco, sim, mas neste espetáculo propriamente não vejo que um nome forte da televisão e redes sociais consiga fazer alguma diferença junto do público mais novo. É verdade que a Sofia é um dos pontos fortes do elenco, mas só por isso não chega, sendo necessário existir uma boa personagem, o que a Pocahontas não me parece ser. No que toca ao cenário, ao contrário do que tem sido hábito nas apostas de Teatro no Cinema que a Yellow Star Company tem apresentado, junto do ecrã encontra-se um espaço completamente vazio, o que dá uma visão negativa logo de início. Percebo que assim seja para que exista uma mudança mais rápida entre os vários locais, mas em Aladino e a Lâmpada Mágica, por exemplo, o campo visual estava tão bem recheado com adereços físicos que tudo ajudou a criar outro ambiente. Em Pocahontas existe ainda uma parte em que algumas das personagens se deslocam ao cimo da sala de cinema, o que faz com que o público se tenha de virar, o que com crianças destabiliza um pouco a sala, para mais quando alguns se têm de colocar de pé para conseguirem perceber algo do que se está a passar bem no fundo do auditório. 

29
Nov17

Ana Malhoa regressa com Ampulheta


O Informador

A ousadia nos temas e vídeos que acompanham cada novo single na carreira de Ana Malhoa já não causam surpresa e agora, em finais de 2017, eis que a artista lança Ampulheta, onde aparece a usar véu muçulmano num cenário a remeter para o deserto. 

Ana Malhoa volta assim a fazer o que tão bem sabe, colocando o público a comentar mais um dos seus lançamentos. Com um cenário desértico e vazio, o seu véu muçulmano a esconder o rosto num corpo despido, um cavalo branco, três bailarinos em tronco nu e de rosto também tapado e um tema onde as rimas provocadoras tomam lugar, a cantora apela com um «Vira-me ao contrário...» bem ousado, como tem sido habitual ao longo da sua carreira. 

Após uma fase mais instrumental e latina, eis que Ana Malhoa pisca o olho ao mercado árabe que poderá ser conquistado pela sensualidade da portuguesa. «Anda, deixa de manha/Até de manhã/Vou queimar a tua lenha/Anda, sabes a senha/Até que eu me v…./No meu corpo desenha» é uma das rimas que o tema Ampulheta revela num vídeo que já conta com milhares de visualizações em tão poucas horas após ter sido publicado. 

Ainda alguém consegue ficar surpreendido com os vídeos que Ana Malhoa lança com os seus temas? Esta é uma marca da cantora que adora mostrar o que tem de bom além da voz, causando assim impacto com cada lançamento que faz no mercado. 

28
Nov17

Acordar devagar


O Informador

despertador.jpg

De há umas semanas para cá que o despertador toca e o corpo parece colado à cama, não querendo dar sinais para se erguer. Agora quando o telemóvel começa a tocar pelas 07h00, a mão vai até ao Parar e os olhos voltam a fechar-se por uns ligeiros, mas que parecem lentos, minutos. Volto a pegar no telemóvel mais tarde e percebo que ainda posso ficar deitado, no quente da cama mais um pouco e assim acontece.

Após levantar, despachar e comer mas antes de me vestir para sair ainda consigo voltar a enfiar-me dentro dos cobertores, umas vezes deitado outras sentado, mas volto a aquecer um pouco para tomar coragem e mudar de roupa para finalmente sair de casa. O frio matinal que se faz sentir fora de portas e o facto de não apetecer nada acordar tão cedo andam-me a deixar mole e sem vontade de obedecer ao toque do despertador logo quando este faz o seu alarido na hora certa e que deveria ser para me levantar obedientemente com a finalidade de fazer tudo com calma e sem andar depois um pouco mais apressado.

27
Nov17

Meias para o Natal


O Informador

O Natal já espreita e as lojas dos grandes centros comerciais estão preparadas para o consumismo que se irá viver, como sempre, pelas próximas semanas! No entanto existe um presente, como alguns outros, que sempre aparece no sapatinho de todos nós! As meias, as famosas meias!

Quem ao longo dos últimos anos não recebeu um par de meias embrulhado pela tia ou pela vizinha que nos viu crescer? As meias, outrora simples e quentes, agora cheias de cor ou para os mais conservadores, com um desenho neutro, continuam a ser aquele presente natalício que volta e meia lá vai aparecendo e as grandes marcas já sabem disso e procuram estar também preparadas para este «bem necessário» como prenda ideal para oferecer a quem pretendemos surpreender com um presente tão inesperado que todos ficam espantados ao se depararem com o interior de um saco todo janota ou o embrulho mal amanhado que o volume de meias permite. 

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