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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Vencedores dos convites duplos para Ainda Falta Aqui Qualquer Coisa [07.08.2017]

06.08.17Publicado por O Informador

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Em 2015 estreou Falta Aqui Qualquer Coisa, onde um lote de humoristas armados em cantores subiram ao palco para proporcionar ao público momentos hilariantes e marcantes. Dois anos depois e porque o sucesso assim o pediu, eis que encontra-se em cena pelo Auditório do Casino Estoril um reformulado espetáculo, Ainda Falta Aqui Qualquer Coisa, dando continuação ao sucesso do passado. 

As Segundas-feiras no Casino Estoril são assim diferentes por receberem Carlos Moura, Mário Bomba, João Dias, Paulo Cintrão, Ricardo Karitsis e o maestro Nuno Feist ao piano numa produção que promete arrancar muitas gargalhadas ao público que ao longo de hora e meia se deixar levar pelas boas vozes destes comediantes. 

Para que os seguidores do blog possam ter a oportunidade de ver esta comédia musical com um empurrãozinho a servir de ajuda, eis que quatro convites duplos estiveram em sorteio e é agora chegado o momento de revelar o nome dos vencedores que serão contactados via email. Maria Major, Sílvia Vicente, Paula Carvalho e Nuno André foram os quatro selecionados através do sistema random.org. 

Verão estranho em Agosto

05.08.17Publicado por O Informador

Agosto de 2017 não está a começar da melhor maneira como o mês mais quente e que a todos convida para assentarem arraiais pelas praias deste país. Várias horas em que o sol fica tapado pelas nuvens, um vento desagradável para quem gosta de desfrutar da praia em sossego e sem levar com areia a todo o momento e as ameaças esporádicas de chuva não ajudam nada os fãs deste mês para tirarem umas ricas férias onde sonham atingir um bronze perfeito para regressarem ao dia-a-dia com um vigor reforçado graças ao sol e ao descanso que obtiveram. Parece-me que o querido mês de Agosto este ano não está de modas e deixou-se influenciar por um tempo mais virado para o Outono.

Nunca fui fã de tirar férias nestas semanas supostamente mais quentes e com as multidões a invadirem as praias, os estabelecimentos comerciais em zonas tradicionalmente mais movimentadas neste período e os preços a serem inflacionados a pensar no consumismo desenfreado a que os dias de pausa como que obrigam por existirem subsídios para gastar. Mas é certo que a maioria dos portugueses continua a apostar nas semanas de Agosto para tirarem férias, mas este ano parece que tiveram azar se o tempo continuar frouxo e a fazer caretas ao longo dos dias. Não está um calor constante, não existe um céu limpo de manhã à noite, existindo sim a presença de vento que arrasta areias movediças pela praia fora e um nevoeiro por vezes desmoralizador, deixando aquela ideia de um Verão com altas temperaturas de lado.

Egocêntrico ou Incompreendido

04.08.17Publicado por O Informador

Várias vezes sinto-me incompreendido ou fora de contexto da sociedade. Não sei se o meu egocentrismo me faz ter ideias contrárias do que a maioria acha como correto ou se as formas dos outros de olharem para os seus umbigos quando estão bem para se esquecerem dos períodos menos bons em que os outros estão presentes ficam esquecidos. Algo não bate certo nas atitudes quando apoio e depois meia volta percebo que afinal quando já não é preciso se fica para trás porque os outros, aqueles que afinal devem ser mais importantes, chamam para bons momentos e lá se vão quem sempre lá está.

Sempre aprendemos com as quedas que a vida nos vai dando e ao perceber várias vezes que somos utilizados como companhia para depois os bons acontecimentos serem partilhados com quem nem sempre está é complicado. Gerir as emoções quando se percebe que se fica para trás e que as intenções que são ditas são boas mas que as mostradas ficam bem aquém das expetativas criadas. Não vale mais logo dizer como é e deixar seguir viagem do que andar a engonhar com palavrinhas bonitas para assim que se possa dar um pontapé no traseiro?

Cartão de Refeição = Problema

03.08.17Publicado por O Informador

Pela primeira vez recebo o subsídio de refeição através de cartão, mas esta primeira vez em algo não está a correr assim tão bem como esperado. Aparentemente o valor devido foi colocado no cartão no dia 1, tendo-me sido entregue o dito cartão no dia 2. Rapidamente fiz a adesão online para ter a aplicação e poder controlar o valor ao longo do mês, mas espantem-se... O dinheiro ainda lá não estava no dia 2! Dizem que é porque aquela empresa de cartões não atualiza o saldo dos cartões diariamente. No dia 3 voltei a verificar e 0€, fui a um multibanco tirar o saldo e 0€. Amanhã se nada de novo acontecer terei de voltar a falar com a contabilidade e talvez com a empresa responsável para perceber o que se passa. Aparentemente pelo que me disseram a primeira vez nem sempre é fácil com aquele bocado de plástico, mas será que demoram assim tanto a deixar o valor ficar disponível quando nos estreamos?

Convites duplos para Ainda Falta Aqui Qualquer Coisa [07.08.2017]

03.08.17Publicado por O Informador

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Falta Aqui Qualquer Coisa estreou em 2015 e o sucesso do espetáculo foi tal que dois anos depois a ArtFeist apresenta no Auditório do Casino Estoril o reformulado Ainda Falta Aqui Qualquer Coisa. 

Esta comédia musical estreou no passado dia 10 de Julho para uma temporada de Verão e as Segundas-feiras tornaram-se assim especiais. Com Carlos Moura, Mário Bomba, João Dias, Paulo Cintrão, Ricardo Karitsis e o maestro Nuno Feist ao piano, esta produção promete arrancar muitas gargalhadas ao público que se deixa levar ao longo de hora e meia pelos humoristas cantores de serviço.

As Segundas-feiras são assim dias de sessão de Ainda Falta Aqui Qualquer Coisa e sabes que mais? Na próxima tu podes assistir a este espetáculo. Pois é, dia 07 de Agosto, pelas 21h30, podes soltar umas boas risadas com esta comédia musical. Para isso basta seguir os passos que se seguem...

Atual leitura... Os Passageiros do Tempo [Alexandra Bracken]

02.08.17Publicado por O Informador

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Marcador lançou entre nós um dos sucessos internacionais dos últimos tempos, Os Passageiros do Tempo, e após criticas tão boas como o facto desta obra ser «rica em detalhes históricos» cujo «final grandioso e surpreendente» parece conquistar os leitores que se deixam agarrar por esta «saga avassaladora» que enriquece graças à «relação entre Nicholas e Etta», fiquei também bastante curioso para com esta narrativa que tem prendido milhões por todo o mundo. 

Como tal e porque a história parece mexer com os meus gostos, Os Passageiros do Tempo, da autoria de Alexandra Bracken, é a minha atual leitura!

A Sociedade dos Sonhadores Involuntários [José Eduardo Agualusa]

01.08.17Publicado por O Informador

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Autor: José Eduardo Agualusa

Editora: Quetzal

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Maio de 2017

Páginas: 280

ISBN: 978-989-722-332-7

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: O jornalista angolano Daniel Benchimol sonha com pessoas que não conhece. Moira Fernandes, artista plástica moçambicana, radicada em Cape Town, encena e fotografa os próprios sonhos. Hélio de Castro, neurocientista brasileiro, filma-os. Hossi Kaley, hoteleiro, antigo guerrilheiro, com um passado obscuro e violento, tem com os sonhos uma relação ainda mais estranha e misteriosa. Os sonhos juntam estas quatro personagens num país dominado por um regime totalitário à beira da completa desagregação. 

A Sociedade dos Sonhadores Involuntários é uma fábula política, satírica e divertida, que desafia e questiona a natureza da realidade, ao mesmo tempo que defende a reabilitação do sonho enquanto instrumento da consciência e da transformação.

 

Opinião: Após opiniões distintas para com as três anteriores obras de José Eduardo Agualusa que li nos últimos anos, quis voltar ao contacto com as criações do autor mas as coisas não correram lá muito bem. A Vida no Céu, Barroco Tropical e Um Estranho em Goa foram obras do escritor que se revelaram uma montanha russa entre o bom e o frouxo, agora voltei a ficar com uma impressão a meio caminho sobre A Sociedade dos Sonhadores Involuntários. 

Embora tenha entrado a conta gotas nos sonhos que dão vida a esta história que une a realidade do próprio autor e a critica sobre a situação política de Angola em forma de comentário social com a imaginação, confesso que não consegui desfrutar desta viagem pelos sonhos da melhor maneira.

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