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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Em que país vivemos?!

11.01.16Publicado por O Informador

Sarna no Carregado.png

Outubro já lá vai e na altura surgiu o primeiro caso de Sarna numa escola com mais de quinhentas crianças. Outros casos sucederam-se no mesmo estabelecimento e os responsáveis pelo mesmo optaram pelo silêncio até que a situação e as conversas entre pais começaram a surgir e a direcção começou a ser pressionada para esclarecer o que se estava a passar.

Agora, três meses depois do primeiro caso ter aparecido, é que a maioria dos pais tomou conhecimento do que se estava a passar no local onde diariamente deixam os seus filhos!

Em que país vivemos para isto acontecer e nada ser feito? A Unidade de Saúde Pública achou melhor nada fazer com várias crianças doentes, com os mesmos sintomas e com o problema a alastrar pela escola fora. 

Manhã de folga

11.01.16Publicado por O Informador

Acordar cedo! Levantar cedo! Conduzir cedo! Hoje estou de folga mas a rotina da manhã começou com o raiar do sol porque existiam coisas a fazer há alguns dias e só hoje, depois das semanas festivas, conseguiram ser despachadas.

A revisão do carro após o seu primeiro mês na minha mão! A licença do cão para este ano! O café da manhã!

Manhã terminada, a salada russa em espera para o almoço e venha a tarde de folga então com uma pitada de sol à mistura!

A Rapariga Dinamarquesa

11.01.16Publicado por O Informador

Primeiramente este filme não me dizia nada! Umas semanas depois, A Rapariga Dinamarquesa fez com que me sentasse na sala de cinema e passasse talvez metade do tempo em que a história se ia desenrolando a chorar!

Baseado na história da autoria de David Ebershoff e inspirado na realidade de Einar Wegener/Lili Elbe e Gerda Wegener, este drama foi como o lançamento da possibilidade que hoje em dia várias pessoas têm em poderem encontrar-se num corpo com que não nasceram mas onde se sentem bem. O casal Einar e Gerda luta contra o que não querem primeiramente perceber mas que acabam por aceitar para si e posteriormente perante os outros. O sofrimento pessoal, a ligação com a sociedade e acima de tudo a união de um casal que se ama e que enfrenta o que é notório à vista de ambos. Gostei da história recriada, embora defenda que é contada de forma um pouco maçadora, podendo ser mais viva e rápida, relatando outras nuances da verdadeira realidade que foi a vida de Einar/Lili. 

No campo dos atores, embora reconheça que Eddie Redmayne tem uma excelente performance com a sua quase dupla personagem, optaria por um outro nome, talvez mesmo uma mulher para desempenhar este papel que consegue mexer com o público.